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DEMITIDA E COMIDA PELO MEU CHEFE!

Ola meu nome � karen, estou aqui para relatar um acontecimento recente em minha vida que me marcou muito, escrever � uma forma de desabafar j� que n�o posso compartilhar essas hist�ria com mais ningu�m .Tenho 26 anos 1,65 de altura sou loira, acho que chamo a aten��o dos homens pelo meu corpo, sou magra tenho seios m�dios e uma bunda que vive recebendo elogios, trabalhava com inform�tica em uma MEGA empresa n�o vou falar o nome para evitar problemas.

H� cerca de 1 ano venho tendo um caso com Carlos, nada oficial mas as vezes sa�mos e invariavelmente acabamos a noite com uma deliciosa transa. No Trabalho disfar��vamos ao m�ximo nosso caso, certo dia encontrei Carlos no elevador da empresa o cumprimentei com um sorriso como normalmente fazia e me posicionei a sua frente, o elevador estava lotado e tivemos que nos espremer para que todos coubessem. O elevador mal come�ou a subir senti a m�o de Carlos massageando de leve meu bumbum, fui acometida por um tes�o absurdo e quase que inconscientemente direcionei minha m�o at� o pau de Carlos massageando discretamente, senti meu corpo queimar de tes�o , percebia pela rigidez que Carlos tamb�m estava muito excitado, aquilo me deixou maluca a porta se abriu e sa�mos como se nada tivesse acontecido.

A noite me masturbei pensando em Carlos e naquela cena do elevador, at� o momento aquilo tinha sido uma deliciosa loucura e nem passava pela minha cabe�a as consequ�ncias do meu ato.

No dia seguinte era umas 19 horas recebi uma liga��o para que comparecesse a sala do presidente da empresa Sr Jo�o(nome fict�cio). Gelei dos p�s a cabe�a, o que o todo poderoso da empresa queria falar comigo? Na mesma hora a aventura do elevador veio em minha mente, lembrei que elevadores normalmente possuem c�meras de seguran�a, se fosse esse o motivo eu estava perdida.

A secret�ria do Sr Jo�o anunciou minha chegada e pediu para que eu entrasse, o nervosismo era evidente, sabia que seja La qual fosse o motivo minha presen�a ali n�o era por uma boa causa.

Tentando disfar�ar meu nervosismo entrei, cumprimentei o Sr Jo�o que educadamente me pediu para sentar e com um sorriso no rosto come�ou a falar.

- “Karen, eu pedi para chamar-lhe, pois tenho algo muito s�rio para conversar com voc�”

Fiquei surpresa ao ver que o Todo poderoso da empresa sabia meu nome, mas me assustei assim que percebi que o sorriso no rosto deu lugar a uma testa franzida.

-“Ontem o pessoal da vigil�ncia me trouxe um v�deo muito chato, algo inadmiss�vel dentro de um local de trabalho!”

-“Acho que a senhorita j� sabe do que estou falando?”

De cabe�a baixa n�o conseguia responder, queria como em um passe de m�gica desaparecer daquele lugar.

-“Veja se isso � algo aceit�vel dentro de uma empresa?”

Ergui a cabe�a para ver na tela do seu computador o v�deo da c�mera de seguran�a do elevador, pode parecer insanidade da minha parte, mas me ver ali fazendo aquilo me deixou com tes�o, retornei a realidade com Sr Jo�o falando em tom de repreens�o.

- “Poxa, estou com seus relat�rios de produ��o em m�os, voc� � uma �tima funcion�ria, como pode colocar uma carreira promissora em risco por causa de uma aventura?”

Naquele momento percebi que meu emprego estava em risco, eu precisa fazer algo , precisa me justificar.

-“Sr Jo�o eu tenho um caso com o Carlos j� faz algum tempo, sei que � errado mas quem n�o gosta de fantasiar algo, quem n�o se excita com o perigo? Se n�o fosse as c�meras ningu�m teria percebido e eu jamais me arrependeria pois isso me deixou maluca!”

O sorriso sarc�stico no rosto do Sr Jo�o anunciava que eu tinha falado demais, al�m de perder o emprego sairia da empresa difamada.

-“Olha Karen, eu n�o tenho muitas escolhas jaja os seguran�as v�o comentar a hist�ria e isso pode tomar propor��es catastr�ficas para a empresa, vou ter que demiti-la”

Percebi que Sr Jo�o ao mesmo tempo em que falava olhava para meu decote, n�o era nada vulgar mas mostrava os contornos dos meus seios. Acho que toda mulher gosta de ser desejada e aquilo me fez olhar para o Sr Jo�o de outra forma, ele era um cinquent�o atraente e charmoso, toda aquela situa��o come�ava a me excitar. Eu estava ali sendo devorada pelos olhares do meu poderoso chefe ao mesmo tempo em que era acusada de fazer putaria no elevador da empresa, os ingredientes estavam prontos pra transformar aquela trag�dia em um fetiche. Al�m do que eu n�o tinha muito a perder.

-“Sr Jo�o, pe�o que o senhor reveja sua decis�o, n�o � justo, aposto que o senhor j� deve ter transado varias vezes aqui na sua Sala ali mesmo naquele sof� e aposto ainda que o senhor adoraria estar no lugar do Carlos no elevador.”

-“Eu jamais estaria no lugar do Carlos, pois apesar de ser homem e te achar uma mulher muito atraente, eu sei separar trabalho de prazer”

Nesse momento eu j� n�o me importava mais com meu emprego, queria era transar com Jo�o ali mesmo, queria mostrar que ele estava errado e que � humano o desejo falar mais alto que a raz�o.

- “A Jo�o(dessa vez n�o usei o SR), eu imagino o quanto estressante � dirigir todo esse imp�rio, n�o leve tudo t�o a serio um pouco de divers�o n�o faz mal a ningu�m”

Percebi que Jo�o estava inquieto e continuei minha provoca��o, dessa vez dando uma bela cruzada de pernas ao melhor estilo Sharon Stone.

-“Realmente voc� � uma delicia senhorita Karen e sabe provocar um homem, voc� costuma usar todo seu charme para conseguir o que quer?”

Pela primeira vez passou pela minha cabe�a que transar gostoso com Sr Jo�o salvaria meu emprego, prossegui minha sedu��o.

-“O senhor � um homem muito atraente al�m de poderoso deve transar com quem quiser al�m de parecer ser muito bom nisso”

Jo�o me devorava com os olhos, mas n�o conseguia agir, eu sabia que teria que tomar a iniciativa, me levantei caminhei at� ele e lhe beijei, sem nenhuma resist�ncia , minha m�o desceu pela sua barriga e apertou seu pau que j� estava dur�ssimo, senti sua m�o subindo pela minhas pernas e alisar minha bunda por dentro da saia enquanto eu apalpava seu pau.comecei a abrir sua camisa e passar a m�o no seu peito senti os dedos de Jo�o deslizar pelas laterais da minha calcinha e tocar minha chaninha, senti uma onde de calor percorrer todo meu corpo, Jo�o parecia n�o conseguir se controlar ap�s ver como eu estava excitada.Foi ent�o que resolvi provoca-lo.

-“Ai, seu Jo�o vamos parar com isso, esta errado melhor eu ir embora”

Jo�o me olhou com um olhar de f�ria, afastei sua m�o e fui tentando me recompor, foi ent�o que Jo�o se levantou segurou em meus bra�os e de forma rude me jogou de bru�o sobre sua mesa, aquilo me excitou ainda mais era o jogo que queria, queria ser dominada. Jo�o nessa altura estava descontrolado e eu continuava com meu charminho.

-“AI voc� ta me machucando para com isso eu n�o quero!”

Minhas palavras pareciam deixar Jo�o ainda mais maluco, n�o sei se ele tinha percebido meu jogo e estava fazendo o papel dele ou se ele realmente estava sem controle, mas a realidade que aquilo era tudo que eu queria, queria ser dominada e possu�da exatamente como acontecia.

-“Para eu n�o quero..vou te denunciar seu desgra�ado!”

Jo�o agarra meu pesco�o se abaixa at� meu ouvido e fala com uma voz doce.

-“Voc� acha que algu�m vai acreditar em uma vadiazinha que foi mandada embora porque estava agarrando o pau do namorado no elevador, jamais!”

Se tudo isso fazia parte do jogo eu n�o sei, mas Jo�o tinha raz�o, me sentia cada vez mais excitada, totalmente dominada e entregue. Quando percebi Jo�o abaixava minha calcinha gelei inteira sabendo o que iria acontecer, senti um penis grosso percorrer toda extens�o da minha vagina e me penetrar. Que delicia, Jo�o come�ou a me fuder debru�ada sobre a mesa de forma violenta, puxando meu cabelo e metendo em um ritmo alucinado. Meu tes�o era tanto que eu sentia que gozaria a qualquer momento , Jo�o n�o parava.

-“Vai mete seu safado, come sua funcion�ria safada!”

Foi quest�o de minutos gozei de forma intensa naquele pau, minhas pernas amoleceram na hora, estava passada, Jo�o percebendo sentou no sof� e me puxou at� ele, sentei sobre seu pau e continuamos transando.

-“Sua puta, fez tudo isso para dar pro chefe n�? Safada!”

-“Se eu soubesse que o chefe era t�o fraquinho nem teria me arriscado”

Jo�o n�o acreditou naquilo, me deu um tapa na cara me jogou sobre o sof� e veio por cima igual um animal, metendo forte, aquela submiss�o me deixava maluca, senti meu segundo orgasmo se aproximando comecei a gemer alto, Jo�o tampou minha boca com sua m�o e come�ou a meter mais forte....explodi! Um orgasmo t�o forte que me fez sair de orbita quando voltei em si notei que Jo�o tamb�m tinha gozado e estava debru�ado sobre meu corpo com seu pau amolecendo e querendo sair de mim.

Nos beijamos e come�amos a nos recompor, Jo�o estava sereno e voltava a falar com seu tom autorit�rio.

-“Esquecemos a camisinha!”

-“N�o se preocupe, eu tomo rem�dio direitinho”

-“Bom, acho que nossa conversa de antes j� tinha sido encerrado , vou passar para o departamento pessoal fazer seu acerto”

N�o acreditava naquilo, aquele desgra�ado me comeu e mesmo assim manteve a posi��o de mandar embora e ainda tinha raz�o quando dizia que eu n�o tinha o que fazer, n�o podia denunci�-lo

Nesse momento escrevo esse conto de um lindo hotel cassino no EUA onde passo f�rias, Sr Jo�o est� dormindo ao meu lado e jaja vamos jantar no melhor restaurante de las Vegas para comemorar nosso primeiro ano juntos.

Espero que gostem.

Karen.



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