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INICIA��O DE QUATRO AMIGUINHAS II - PINK

Pink



A Pink sempre foi a mais safada das quatro. N�o porque tivesse um ano a mais, mas porque era muito erotizada. Era ruivinha, e sempre desconfiamos que as ruivinhas s�o mais sexis... Foi com ela que pela primeira vez xupei uma buceta e tive a minha xupada. �ramos novas e mal goz�vamos, embora tenha sentido uma sensa��o maravilhosa. E somente n�s duas faz�amos isso, sempre escondidas das outras, n�o sei porque. Ela foi a �nica de n�s que botou na boca o pintinho de nosso amiguinho que gostava de fazer xixi na nossa frente. Tamb�m foi numa vez que estavam sozinhos. N�s ach�vamos um nojo, aquilo era ligado a xixi... Ela disse que v�rias vezes fez isso. Depois, virou uma grande boqueteira. J� tinha xupado o pinto de v�rios amiguinhos, e ficou meio marcada por isso. E foi isso que a fez se iniciar em primeiro lugar, antes de todas n�s. Uma tarde, ela foi fazer um trabalho na casa de um colega de aula, e voltou nos contando o que acontecera. E desde ali, nunca mais parou... ela era incr�vel. O grupo de trabalho era ela, mais uma menina que n�o era do nosso grupo, e cinco meninos. Ela disse que se surpreendeu quando chegou e os meninos j� tinham adiantado bastante o trabalho. Ela e a outra menina pouco fizeram e logo o trabalho estava conclu�do. Os meninos convidaram para elas verem filmes que tinham em casa, e elas perceberam que eram porn�s. A outra menina foi embora assustada, mas ela ficou. Nunca t�nhamos visto filmes porn� (na �poca era fita), e somente t�nhamos visto algumas revistinhas que o irm�o da Mary tinha e que ela roubava para olharmos. Sentaram no ch�o da sala para olhar, e logo estava rolando a maior putaria na TV, com tudo que tinha direito... ela sentiu a bucetinha molhar e soube ali que teria festa. Logo numa cena em que tr�s mulheres xupavam um homem, os meninos estavam tudo de pau duro para fora dos cal��es, e como ela n�o se fazia de rogada, come�ou a xupa-los. At� ent�o, sempre tinha sido um a um, nunca em conjunto. Enquanto ela xupava um deles, dois outros vieram por tr�s e come�aram a tirar sua roupa. Tamb�m nunca tinha acontecido, pois sempre xupava eles em locais n�o muito apropriados, em geral nas escadarias, e isso era tudo muito r�pido e s� ela xupando. Ela estava se desenvolvendo ainda, peitinhos tamb�m nascentes. Mas fez quest�o de se despir, e fez que eles tamb�m se despissem. Enquanto ela xupava um os outros mexiam em seu corpo. Eu e ela quando nos xup�vamos sempre brinc�vamos ponto dedinhos nos cuzinhos. E os meninos come�aram a fazer o mesmo, tendo algum deles tamb�m a xupado, enquanto ela ficava de pernas abertas, de barriga para cima, xupando um menino. Um mais espertinho, lambeu bem seu cuzinho e come�ou a enfiar seu pau que n�o era grande.. N�o era grande, mas j� encorpadinho, e n�o entrava. O dono da casa logo apareceu com um �leo, passou em seu cuzinho, e logo todos come�aram a comer seu cuzinho. Saia um entrava outro, ela ficou alucinada. Todos faziam que gozavam, mas ela disse que a quantidade de gosma que ficou em seu cu era pouca, n�o sabe se todos j� gozavam. Mas ficaram ali, metendo, durante mais de uma hora. Ela ficou de quatro, e nem via quem chegava e quem saia. Mas ficou enebriada. Ela tamb�m n�o gozou, pelo menos n�o num orgasmo como temos hoje, intensos. Depois quando veio me contar, estava ainda com a bunda assada, mas extremamente feliz. Dois dias depois me disse que o dono da casa, somente, tinha chamado ela para ver filminhos. Ia l� de tarde, e me convidou para ir, mas n�o me senti preparada e ela foi sozinha. Voltou no fim da tarde transtornada... Disse que chegou l� e estava o dono da casa, que era o mais taludinho deles e que tinha o pau maior. Foram para o quarto dele, e l� se pelaram de novo, depois de ver um filminho dos completos. Ela xupou e ele gozou em sua boca, uma porrinha rala. Depois ele a xupou, e ela disse que sentia umas c�cegas diferentes, mas n�o gozava. Continuaram a se acariciar, e quando o pau cresceu de novo, ele comeu seu rabinho, que n�o tinha comido ainda. Mais uma vez o tal �leo ajudou. Estavam os dois deitados, depois de um tempo, quando a porta do quarto se abriu e entrou o irm�o dele, j� totalmente pelado e com pau duro. Ele era bem maior que qualquer outro, bem como o pau, grosso e cabeludo. Depois ela soube que j� estava tudo combinado entre eles... Ela se assustou, mas o menino a acalmou. O irm�o deitou e come�ou a beija-la, e logo ela estava a fim de novo... Ali�s, se assustou pelo inesperado da entrada, mas n�o com a id�ia. S� se assutou quando ele come�ou a preparar seu cuzinho para come-la. Realmente seu pau era fora do padr�o conhecido por ela... Mas ele veio com um gel gelado, e preparou com os dedos o seu cuzinho. Depois que dois dedos entravam f�cil ele botou seu pau. Doeu o que os outros praticamente n�o tinham doido. Mas ele realmente sabia fazer, e mexia em seu grelinho enquanto botava. Depois de poucas bombadas, ele gozou em seu cuzinho com algum esc�ndalo. Aquele gozava mesmo... Ela foi no banheiro e viu a quantidade de porra que saiu de sua bunda, bem como seu cu tinha ficado “molinho” e f�cil de botar o dedo. Voltaram para a cama e foram ver mais filminhos. Logo estava todo mundo aceso e o menino menor, comeu se cu de novo, depois dela ter xupado ele e o irm�o. O irm�o ficou s� olhando, e quando o menor saiu, pediu que ela ficasse de quatro... Ela n�o viu, mas ele colocou uma camisinha, depois ela soube. Veio por tr�s e come�ou a pincelar seu cuzinho j� melado e sua bucetinha naturalmente melada, intercaladamente. Passava de uma para outro, sem botar, s� pincelando. Ela esperando quando fosse entrar em seu cuzinho, j� preparada para a diferen�a de bitola, mas tamb�m consciente que estava laceado, bem lubrificado,e que entraria f�cil. Mas ele come�ou a for�ar em sua bucetinha... ela meio que refugou, mas ele disse que era s� para dar tes�o a ela. E de fato, ela disse que sentir o pau com a cabecinha na buceta, e entrando e saindo at� um pouquinho mais, dava uma sensa��o muito boa. Mas o inesperado aconteceu. Ele percebeu que ela estava relaxada e quando ela menos esperava, meteu em sua bucetinha. Estava t�o melada com tudo que j� acontecera, que at� que entrou bem f�cil, mas doeu quando entrou. Doeu bastante. Mas quando ela se deu conta ele j� estava parado, com o pau todo dentro de sua buceta. Deu-lhe um tempinho, ela ficou sem saber o que fazer (o que poderia fazer??? – pelada, de quatro, de bunda arreganhada para cima???)... e depois come�ou a meter devagarinho, o que at� lhe deu alguma satisfa��o... Ele gozou e ela nem se lembrou que ele poderia estar gozando direto nela. Depois foi se limpar e viu que sangrou um pouco... mas enfim. Estava feito. Depois disso, Pink n�o tinha mais limites... Por v�rias vezes ela ia ver filminhos l�, quando eles estavam sozinhos em casa...

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