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AMOR DE IRM�S

J� era tarde da noite, e eu estava trabalhando em um trabalho da faculdade no meu computador. N�o aguentava mais escrever sobre o mesmo assunto, muito embora gostasse do que estava fazendo.

Me espreguicei na cadeira. Estava com uma tremenda dor nas costas, depois de tr�s horas sentada naquela escrivaninha olhando para uma tela. Pelo menos eu j� estava acabando. Nesse exato momento, minha irm� Amanda entrou no quarto.

“Oi. J� acabou esse neg�cio?”

“Quase. Estou toda quebrada!”

“Bom, se voc� n�o me encher o saco, te fa�o uma massagem.”

Ao contr�rio do que se possa pensar, n�o havia nada de malicioso no convite. Amanda sempre foi boa em massagens nas costas. Todo mundo pedia uma. Por isso deixei que ela me massageasse. Depois de tanto tempo, eu estava mesmo um caco. Tanto que nem mesmo exitei em soltar o suti� para que as al�as sa�ssem dos meus ombros e a massagem fosse mais efetiva.

“Hum, eu precisava mesmo disso”, eu disse, quando notei que, com a massagem e muita conversa jogada fora, haviam se passado 40 minutos. “Acho que vou deitar. T� muito tarde.”

Como sempre fa�o, abracei Amanda e lhe dei um beijo na bochecha, dizendo-lhe boa noite. Entretanto, desta vez ela ficou ali parada, come�ando a ficar vermelha. Me afastei um pouco e olhei nos olhos da minha irm�, num daqueles momentos intermin�veis. Amanda deu um passo à frente e me deu um selinho na boca. Primeiro tomei um susto, fiquei chocada – depois notei que havia gostado. Tive o impulso de devolver o beijo e, quando nossos l�bios se encontraram, escorreguei minha l�ngua para dentro da boca da minha irm�.

Ficamos ali por dez minutos, entrela�ando nossas l�nguas, abra�adas, experimentando aquele novo prazer. At� que interrompi os acontecimentos, respirando fundo. Eu nunca havia estado t�o excitada. Meus mamilos estavam dur�ssimos por baixo da camiseta. N�o pude evitar olhar para os seios da Amanda, que tamb�m pareciam querer rasgar seu top de algod�o.

“Acho que � hora de dormir, n�?”, me afastei, sem saber o que fazer. Me tranquei no banheiro da nossa su�te.

L� dentro, nem sabia o que pensar. Escovei os dentes e tirei a roupa para colocar a camisola. Minha calcinha estava molhada, e a joguei no cesto de roupas sujas. Me olhei no espelho. Vi ali uma mulher de 20 anos, corpo bem feito, mamilos eretos, rosto vermelho de se lembrar do que havia feito h� pouco. Por�m, estava tamb�m extasiada com aquele beijo. Amanda era ainda mais bonita que eu. Aos 19 anos, tinha um col�gio inteiro atr�s dela. Pensando nela, senti minha vagina tremer. Coloquei um dedo nela, e vi o quanto molhada estava. Com medo daquele sentimento, enfiei logo a camisola e voltei para o quarto.

O lugar agora estava escuro, iluminado somente pela luz do r�dio rel�gio. Amanda j� estava na parte de cima do beliche. Tomada pelo momento, disse “sorte sua que voc� est� a� em cima”, enquanto me enfiava embaixo dos len��is na parte de baixo. Ent�o tomei um susto. Amanda n�o estava em cima, como costumava dormir, mas sim me esperando na minha cama.

“Mas...”

Como resposta, ela me deu um beijo no rosto, que logo deslizou para minha boca. Come�amos nossa guerra de l�nguas novamente. N�o quis mais nem saber e puxei minha irm� pra bem perto de mim. Comecei a acariciar os seios dela. Ela gemeu baixinho e colocou as m�os por baixo da minha camisola, passando a procurar os meus. Senti um furac�o passar por mim quando ela tocou meu mamilo. Acendi o abajur, para que eu pudesse v�-la tirar a roupa. Tamb�m tirei a minha. J� tinha visto Amanda nua, mas fiquei maravilhada.

Puxei minha irm� em dire��o aos meus seios, para que ela os chupasse. Ela mamou com for�a, at� que eu a puxasse de volta para minha boca, onde nos encontramos num violento beijo, que acabou comigo deitando em cima dela.

“Hoje eu vou dormir em cima”, brinquei, passeando minha l�ngua pelo corpo dela. Ao chegar à sua vagina, acariciei seus pelinhos com o rosto e comecei a lamber seu clit�ris. Nunca tinha sentido aquele gosto antes. O proibido somado aos gemidos indefesos, de menininha, da Amanda, estavam me enlouquecendo. Minha irm� � aquela menina toda decidida e teimosa mas, que no final das contas, s� quer colo. Sempre a amei muito, mas nunca pensei naquele tipo de contato.

Subi por seu corpo e a beijei, dividindo com ela seu pr�prio gostinho. Ela deu uma risadinha, dizendo “nossa! O que foi que a gente fez?” O tom da sua voz, por�m, n�o mostrava arrependimento algum. Com a m�o direita, come�ou a acariciar minha vagina, dizendo baixinho: “tamb�m quero...”

Ela colocou dois dedos dentro de mim, e comecei a me mexer em vai e vem, para que aquela m�ozinha me penetrasse fundo. Olh�vamos uma nos olhos da outra e sorr�amos, maliciosas. Tamb�m comecei a gemer. Aquilo estava bom demais.

Amanda tirou os dedinhos de dentro de mim e os lambeu, como se chupasse um picol�. E, pelo visto, um muito gostoso.

“N�o acredito que estamos transando! Porque nunca transamos antes?”, perguntei.

“Vai ver est�vamos muito ocupadas com homens!”, riu Amanda, olhando fixamente para meus pelos pubianos. Quem tomou a atitude, no entanto, fui eu. Me agachei na cama, colocando minha vagina sobre o rosto de Amanda que, baixinho, continuava rindo muito, mas nem por isso deixou de, com as m�os, separar meus l�bios vaginais e enfiar a linguinha fundo. Ela me lambia freneticamente, e me segurei nos pilares do beliche para me equilibrar direito.

Com suas m�os livres, minha irm� come�ou a se masturbar enquanto me satisfazia, sentindo o orgasmo chegar à medida que ficava mais molhada. N�s duas mex�amos nossos quadris de prazer, ritmo gostoso que s� parou quando n�s duas gozamos.

Relaxamos, abra�adas, enquanto nossa respira��o e pulsa��o voltavam ao normal. Olhei para Amanda.

“Eu te amo muito.”

“Eu tamb�m te amo.”

Um singelo beijinho na boca e dormimos como beb�s.

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