Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

O REENCONTRO COM A EX � PARTE 4 � O FIM E O REENCO

Quem leu os 3 ultimos contos conhece a historia, eu comecei a namorar com a Karin, fui o seu primeiro namorado, o primeiro homem e quando ela achou que estava gravida me sacaneou de terminamos o relacionamento, bom, mais ou menos! Voltei para casa aquele dia arrasado com a sacanagem dela, aquilo demorou uns dias pra passar, e eu fiquei desanimado, porque al�m da nossa amizade, o sexo era muito bom, e eu sentia falta disso, mas, como j� diziam, ... a fila anda...! Passaram quase 2 meses, eu tinha sa�do com algumas meninas, tinha feito sexo com outras 3, mas descobri que “fazer amor” n�o era piegas, era verdade, porque primeiro tinha a historia da camisinha, depois, fazer carinho depois do sexo parecia for�ar demais a barra, ent�o perdi um pouco a no��o, mas no fim o que importava era mesmo o sexo, amor, quem sabe um dia. Eu estava voltando pra casa tarde da noite, tinha passado num bar depois da aula e tomado uma cerveja, mas o cansa�o me fez desistir de ir para a balada com os amigos, e quando cheguei em casa tomei um susto, minha prima Patr�cia estava novamente sentada no “seu” muro, com o mesmo jeito moleca de antes, e quando me viu veio e me deu um abra�o apertado dizendo que estava com saudades. Me contou que brigou com a m�e e foi morar com o pai, mas a conviv�ncia com a madrasta n�o estava t�o boa assim e decidiu voltar. Ficamos ali no meio do quintal conversando um pouco e ela me chamou para entrarmos na casa dela, pois sua m�e, minha tia (que � enfermeira) n�o estava e poder�amos colocar o papo em dia. Sentamos no quintal, era uma noite quente de ver�o, e logo ela veio com 2 cervejas. Eu estava cansado, mas o papo estava bom, e na 4�. cerveja ela me perguntou da Karin, e eu s� disse que acabou. Ela ficou chateada achando que era por causa dela e contei a historia toda a ela, no fim, ela queria ir a casa da vagabunda(como ela mesma disse) tirar satisfa��o, � claro que impedi, mas j� fazia um tempo que ningu�m me defendia, e fiquei feliz com isso. J� passavam das 4:00 da manh� quando decidi ir deitar, e rimos porque est�vamos b�bados, e nos apoiamos um no outro para levantar, e nos abra�amos at� obter equil�brio de novo, e neste abra�o rolou um beijo, muito bom, mas est�vamos muito b�bados, nada sairia daquele jeito, e brincamos com aquilo e fui dormir. Na manh� seguinte acordei com uma tremenda ressaca e de cara meu irm�o entrou no quarto e me mandou levantar r�pido e n�o esquecer de lavar o banheiro antes que minha m�e visse o estado em que eu deixara o ambiente. Eu nem lembrava de ter vomitado daquela forma, alias, nem como cheguei ao quarto. Dei um trato no quarto e no banheiro, fui tomar um caf�, foi quando vi que j� se passavam das 3 da tarde. Liguei para um amigo para pegar uns livros e ele me disse para encontra-lo num bar pr�ximo a sua casa. Fui at� l� e de cara tive que recusar uma cerveja, n�o estava em condi��es, ent�o na base da agua t�nica ficamos conversando quando este amigo fica est�tico, olhava por sobre o meu ombro e mudava de assunto, de tanto v�-lo fazendo isso me virei pra ver o que o preocupava. Dei de cara com a Karin, abra�ada com um sujeito na outra ponta do balc�o. Na hora eu gelei, ela estava com a cabe�a no ombro deste cara e quando me viu tamb�m ficou extremamente constrangida. Na hora me despedi de pessoal e sai andando dali, v�-la ainda do�a, e com outro cara, era foda demais pra mim. Fui pra casa e deitei querendo dormir pra esquecer a cena. O sono at� veio, mas a imagem n�o se foi, sonhei com o olhar dela, malicioso, como se quisesse fazer ci�mes ou sei l� o que. Acordei j� passava das 22:00hs e parecia que tinha levado uma surra. Tomei outro banho, o calor estava insuport�vel. Sai de bermuda e camiseta no quintal e n�o tinha ningu�m em casa. Voltei pra sala e vi um recado grudado na TV, dizendo que todos foram para a casa da minha av�, pois ela havia tido um problema .......... nem li o resto, deixei ele sobre a mesa de centro e peguei um suco e liguei a TV. Depois de alguns minutos entra a minha tia, dizendo que estava voltando pro hospital porque uma colega havia faltado e eles tinham chamado ela com urg�ncia. Ela at� tentou perguntar sobre a minha av�, mas o que eu sabia estava no bilhete, que ela leu e saiu apressada. Eu estava puto, mas n�o conseguia sentir raiva nem nada, era s� magoa mesmo. Dez minutos depois entra a Patricia, disse que viu a tv ligada e veio ver quem era. Sentou ao meu lado, com um vestido curto, encolheu as pernas sobre o sof� e mostrava as suas coxas. Me perguntou o que tinha acontecido e eu contei. Ela me fez vir pra frente e sentou atr�s de mim enquanto eu falava. Suas m�os me apertavam os ombros doloridos, e quando eu reclamava ela me dava beijinhos no local. Eu j� sem camiseta, sentia o seu corpo se esfregar no meu, e de repente ela voltou pra frente e sentou no meu colo. Nos beijamos de maneira doce, eu passava a m�o por seu corpo devagar, ela suspirava a cada toque. Num determinado momento ela me olhou nos olhos e disse com uma voz muito suava, quase um sussurro: Cuida de mim e deixa eu cuidar de voc�? Respondi com um beijo mais intenso. Nos levantamos e fomos para o meu quarto. Sem falar nada, a abracei por tr�s e pude sentir seu corpo com o meu. Minhas m�os passeavam por seus seios, sua barriga, e beijando o seu pesco�o, tirei o seu vestido. Ela estava com uma calcinha branca de rendas e nada mais. Sentei na cama com ela no colo e suguei devagar cada cent�metro do seu peito, ficando mais tempo nos mamilos, que estavam duros como pedra, e a cada mordidinha que dava ela se arrepiava inteira. Deitei-a na cama e desci beijando sua barriga, e com todo amor tirei a sua calcinha e me deparei com uma bucetinha lisinha, sem pelo algum. Seus l�bios eram vermelhos fogo, pequenos como o de uma menininha, e quando senti o seu aroma, enlouqueci, comecei de baixo pra cima, enfiando a l�ngua at� onde conseguia, e ela se contorcia e puxava os meus cabelos e gozava. Ela teve pelo menos 3 orgasmos em 19 minutos. J� sem folego me puxou pra cima dela e me beijou com carinho. Tirei a bermuda e deitei ao seu lado, ela me beijou e desceu passando pelo meu peito, minha barriga chegando ao meu pau. Pegou com sua m�ozinha pequena e deu um beijo na cabe�a dele, passando depois a l�ngua e depois engoliu ele. Chupava at� onde conseguia e voltava para a cabe�a, lambendo e babando nele. Voltava a chupar com for�a, quase me fazendo gozar, mas desacelerava, lambia de novo, tudo com muito carinho. Olhou para mim e disse: Goza pra mim. E come�ou a me punhetar e chupar, e fez isso uns 5 minutos com o mesmo pique, at� que vi que n�o dava pra segurar mais, fiz men��o de empurrar sua cabe�a mas ela me ignorou ent�o gozei forte, como h� tempos n�o gozava. Ela engoliu uma parte mas vazou pelos cantos da boca e ela me sujou inteiro, e quando olhei para ela seus olhinhos brilhavam de alegria. Fomos nos lavar, brincamos no chuveiro e nos beijamos muito. Ela era mais baixa que eu, e debaixo do chuveiro, a agua caia sobre o seu corpo e eu pude ver como ela tinha um corpo lindo, sua curvas eram perfeitas, seus seios, sua barriguinha seca, sua bunda roli�a. S� de olhar meu pau deu sinal de vida. Nos secamos e voltamos para a cama. Voltei a chupa-la e ela gozou de novo. Me preparei para penetra-la e pude ver a afli��o da expectativa em seus olhos, e quando a cabe�a do pau entrou ela apertou os olhos e mordeu os l�bios. Fui penetrando devagar e ela abriu mais as pernas para facilitar a penetra��o. Enfiei at� o fim, e comecei a ir e vir com o corpo bem devagar, tirava quase o pau todo e entrava de novo, nos olh�vamos nos olhos e nos beij�vamos. Aumentei um pouco o ritmo e ela j� levantava o corpo para sentir mais a estocada. Trocamos de posi��o, ela veio sobre mim, e colocou o mau pau na entrada da sua buceta e desceu o corpo. Sentir o meu pau deslizando para dentro dela era uma sensa��o fant�stica. Ela j� cavalgava forte, e a batida dos nossos corpos fazia um barulho alto, ela manteve o ritmo at� que gozou, mas desta vez com uma intensidade incr�vel, nunca tinha visto uma mulher gozar daquela forma, seu rosto se contraiu, seu respira��o acelerou e ela acelerou ainda mais o ritmo, neste momento eu beijava seus seios e ela com os cotovelos cravados na cama mexia somente a bunda pra cima e pra baixo. Eu sentia a sua buceta inteira no meu pau, era uma sensa��o fant�stica, tanto que n�o estava dando mais pra segurar o gozo, e peguei na sua cintura para tentar faze-la parar, mas ela me beijou com vontade e me disse no ouvido: me enche de porra primo, eu tomo p�lula. As palavras dela soaram como uma ordem. Levantei e a coloquei de quatro, enfiei naquela buceta apertada e bombei com vontade, seu corpo ia e voltava num movimento r�pido, e ela levantou o corpo pegando minhas m�os e colocando em seus seios. A cena era linda, fudendo aquela morena fant�stica, minha prima, uma mulher gostosissima, eu era o cara. Ela come�ou a falar alto: Goza sua puto, fode a sua priminha, mete e me arroba, diz que eu n�o sou mais gostosa e meto mais que aquela putinha da sua namorada. N�o sei bem o que foi, se as palavras, os gestos, o calor, ou sei l� o que, mas explodi num gozo fant�stico, enchia a buceta dela de porra e continuei bombando at� n�o ter mais nada, estar totalmente seco. Tirei o pau devagar da sua buceta e ela apertava com a buceta, pra ter certeza que n�o tinha mais nada pra espremer. Olhei pra a sua buceta e vi que escorria porra, muita porra dela. Dei um passo pra tr�s e respirei fundo, ela ria e me olhava e perguntou: Foi melhor do que com aquela biscate? Eu nem sabia o que responder, n�o tinha compara��o, mas, quando olhei para o lado, vi pelo espelho que a Karin estava ali parada ao lado da porta, sei la a quanto tempo, e quando ela levantou os olhos cheios de lagrimas, e viu que eu a tinha visto, correu, batendo com for�a a porta da rua. Rapidamente nos recompomos e fomos à sala, mas ela j� tinha ido. Eu n�o sabia o que fazer, mas Paty sabia, veio e me abra�ou forte, me pedindo desculpas e me agradecendo ao mesmo tempo. N�o entendi nada, mas, desconfiava que ela tinha visto a Karin ali antes de mim, pois, ela estava de lado para o espelho, e poderia t�-la visto chegar, mas nunca perguntei. A noite acabou. Tomamos ainda um banho juntos e recebi uma chupada com direito a gozar nos peitinhos debaixo do chuveiro. O tempo passou, continuei mantendo o meu caso com a Patr�cia, transavamos sempre, mas escondidos de todos, pois a fam�lia n�o aceitaria e causaria mais problemas do que est�vamos dispostos a aguentar. O sexo era fant�stico, alias, ainda �, pois, 19 anos depois disso ainda nos encontramos em mot�is para matar a saudade. Eu me separei h� 6 meses (102010) e ela esta casada com um atacadista de alimentos, tem 2 filhos e vive uma vida de madame. No pr�ximo epis�dio conto sobre o “REENCONTRO”. Votem se gostaram at� aqui!

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Transei com meu pai contos erotico  /conto_8285_realizei-minha-fantasia-e-fiz-uma-dp---real.html  Contos eróticos gelado  porno travesti rosadinha menininha  contos eroticos garotas na escola  contos eroticospais e filhas novinhas  contos eróticos de garotas f****** com negão  conto erotico gay coroa pirocudo do bar me levou pra casa dele e me arrombou  conto eu doida pra gosar mas si tinha meu papai  fotos cdzinhas  contos mae queria manma meu pau  contos eroticos meus filhos me transformaram em corno  patrao da minha mae pirocudo tirou meus cabaços  doutoras bundudas sem calcinha de mini saia dando a xaninha no contos eroticos  cusudalesbica  Minha tranza com animais contos  amiga inseparavel chupa a bucete uma da outra  conto erotico nenhum pelinho  porno baixar caralhogrossos  contos eróticos eu minha irmã fizemos sexo com faxineiro do condomínio.  fudendo a ex cunhada casada conto erotico  contos eroticos de greluda oferecendo a buceta vigia  contos eroticos sequestro  Contos erótico cunhada morando na mesma casa  Contos virei a putinha da cadeia  o meu professor me comeu na secretaria  negao enrabador e dominador  aiiao tarado  casal submisso  morando primo gay contos  mamae titia meu primo e eu na praia de nudismo contos eroticos  peguei minha sigra dormindo sem calcinha e meti a pica nela  conto incesto irmã provocando  comendo o cúzinho da sapatona contos eróticos  dezenhos de 11aninho pormo  contos eroticos sobre voyeur de esposa  contos erótico menininha na formatura  Contos de zofilia  negrinha brinca com roupa de escostar homem  metendo A lingua na xaninha da novinha contos  contos de machos que experimentou um boquete  japilha vende seu cabasilho . porno jap  contos eroticos/ coroa viciada anal  contos sexo.eu meu sogro sogra  contos eroticos comendo cu da prima e tia junto com o tio  zofilia  guado o cavalo tramza a rola dele fica detro da egua  video cunhado viado chora no pau do cunhadom  embebedei minha mulher e consegui comer o c* dela  contos eróticos meu enteado deixou meu c* todo ardido  contos saia sem calcinha escada engoli porra  sexo conto gay virgem vigia  primeira vez difícil contos eróticos  contos eroticos primo da esposa  contos heroticos de rapazes que foram comidos e descobriram que eram gays  Cont erot médica e paciente  conto erotico de shortinho com a buceta inxada na casa da vizinha  meu corninho deixou fuder com outro ainda me ajudou chupar a picona do meu macho  HOMEN RABANDO OUTRO HOMEN NA AREIA DA PRAIA VIDEO GAY  comi minha mae no carro e na praia contos  /conto_15871_eu-e-papai.html  meu marido quis ser corno confesso  Contos eroticos, seduzi meu filho  contos pornos irmas naturistas  Corto erotico minha madrasta  o meu professor me comeu na secretaria  contos eroticos mae fazendo podolatria com o filho  conto de escrava lesb  Contos curtos de coroa sendo humilhada e gostando  conto erotico esposa no castigo  /conto_19751_tirei-dois-cabacos-numa-noite-so.html  conto erotico humilhado na festa  contos eroticos gay fui enrrabado apanhei e gosei com um desconhecido  conto dona celia  eu minha mae e meu amigo contos  hetero chavecando o cunhado xvide  historia de novinha perdendo a virgindade com encanador  /conto_13422_de-carona-perdi-a-virgindade-pro-caminhoneiro.html  dano o cu nometro conticos eroticos  coros bem casada no primeiro anal da vida contos mais lidos  Contos er�ticos - p�s feminino na cara  Casada narra conto dando o cu  Foderam gente contos tenns  contos gay o drogado me estuprou