Desde garoto, mesmo sem perceber, eu sempre tive uma vontade de ser menina, n�o sei se por ter irm�s, mas a verdade � que eu me escondia, vestia as calcinhas das meninas e ficava me admirando no espelho. diga-se de passagem, devido ao formato arredondado da minha bunda, ficavam lindas em mim. Inicialmente n�o tinha vontade se me relacionar intimamente com os garotos brincava normalmente as brincadeiras de menino. Um dia jogando bola com um coleguinha chamado luiz, ao proteger a bola esse Luiz encostou o pau na minha bunda, com certeza foi sem querer, mas eu senti pela primeira vez uma coisa esquisita, n�o entendia pois eu n�o era gay. Passei da� a chamar esse tal Luiz para jogarmos bola mais vezes, da� eu levava sempre a bola para um canto e ficava protegendo obrigando o Luiz a encostar na minha bunda. No come�o acho que ele nem notava a minha inten��o, mas depois passou a ficar com o pau duro e a ro�ar na minha bunda com vontade, eu adorava, mas nunca pensei sequer abrir o jogo para ele ficamos s� nesse ro�a-ro�a. Tinham muitos garotos safados na nossa turma, mas nunca dei a notar, pois com certeza me tornaria "comidinha" deles, nunca ninquem desconfiou. Um dia mudou para a vizinhan�a um casal que tinha um casal de filhos. a menina tornou-se logo amiga das minhas irm�s, logicamente o garoto passou a frequentar l� em casa, era muito bonito e safadinho tamb�m pois gostava de revistas pornogr�ficas que pegava escondido do pai. Um dia est�vamos olhando uma dessas revistas, apareceu uma cena de sexo oral, ele ficou de pau duro na hora e me disse brincando: olha meu pau j� est� igual, s� falta algu�m para colocar a boca. Eu n�o falei nada, mas ele apesar de moleque, pois ele tinha apenas 19 e eu 19 anos, notou que fiquei nervoso, e me falou que se eu fizesse o que a mulher estava fazendo n�o contava pra ningu�m. Eu perguntei se ele jurava e quando afirmou, impulssionado por algo mais forte, coloquei pela primeira vez a boca em um penis. O tempo foi passando sempre me relacionei com garotas, at� me casar com uma moreninha linda, um verdadeiro tes�o, uma mulher que onde ia mexia com os desejo dos homens, inclusive o meu. Essa menina era demais faz�amos sexo de todo o jeito, n�o t�nhamos vergonha de nada, entre quatro paredes valia tudo. Nesse tudo, certo dia, enquanto faz�amos amor, ela que sempre elogiou a minha bunda, come�a a acaricia-la, eu sempre gostei, deixei at� que em um movimento desses, suados, ela escorrega o dedo em dire��o ao meu c�, n�o pude resistir, e ela notou que eu tinha gostado, e sem falar nada passou a enfiar primeiramente um, dois e at� tr�s dedos no meu rabo. fiquei com vergonha, mas ela me disse que n�o tinha nada a ver, entendia e at� apoiava o que eu sentia. Ap�s ouvir isso, soltei-me com ela que passou em quase todas as nossas rela��es, colocar os dedo ou outros consolos em mim.´Passamos inclusive a fantasiar eu como passivo em uma rela��o. Tudo n�o passava de fantasia at� que em uma noite de amor, ela me perguntou se eu n�o teria vontade de sentir outra coisa ao inv�s de dedos e consolos, Eu sem pensar perguntei o que ? e ela disse que se eu quizesse poderia tornar minha fantazia realidade. Contou que tinha um amigo que com certeza toparia transar comigo. Tudo que sentia quando garoto, agora j� nos meus 27 anos veio � tona, tremi, mas naquele mesmo impulso, disse a ela que topava. Fomos dormir, no outro dia ela saiu cedo, mas deixou um bilhete " � hoje, se prepara", n�o tinha como recuar, ent�o s� me preparei, � noite ela chegou com o tal amigo, que na verdade era namorado dela, mas o tes�o falou mais alto e abafou o ci�me, ela me apresentou e levou-o para o quarto, ap�s me chamou; l� estava o cara com o pau totalmente duro, uns 23 cent�metros, ela perguntou: e a� n�o quer? Eu ca� de boca igualmente a 19 anos atr�s s� que agora era um pau de homem de verdade. paguei um boquete de verdade sentia vibrar na minha boca, nem me importava se gozasse. Ajudado por ela ele me colocou de quatro passou creme no meu rabo e mandou ver no meu cuzinho, vi estrelas, o pau era muito maior que os dedos e os consolos que ela usava, era uma coisa diferente, quente, duro e ao mesmo tempo macio, foi gostoso demais, senti aquele macho de verdade me dominando como se eu fosse uma f�mea. At� que derramou-se enchendo o meu rabo de porra, coisa que dedos e consolos nunca fariam. afinal realizei de forma maravilhosa um desejo que trazia desde garoto. Eu e ela passamos a dividir o macho, ouve outras vezes, no pr�ximo eu com certeza contarei....