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MINHA PRIMEIRA TRANSA

Ol� queridos! Espero que tenham gostado de minhas hist�rias em Gramado. Aquele final de semana foi inesquec�vel!
Hoje vou contar como foi minha primeira transa de verdade e, vejam s�, nem foi com um homem. Minha primeira vez foi com uma mulher! Acho que j� comecei minha vida sexual de maneira nada convencional, rsrsrs!
Vamos aos fatos! Eu tinha 19 anos, ainda era virgem e morava com meus pais. No mesmo pr�dio, tinha uma vizinha, 19 anos mais velha do que eu, a Carla. Ela sempre foi muito simp�tica com todos os vizinhos, inclusive comigo. Quando ele teve seu primeiro filho, sempre que podia eu ajudava ela em casa com os afazeres dom�sticos, pois seu marido viajava muito a trabalho e, com frequ�ncia, ela ficava sozinha, sem ningu�m pra ajudar. Ent�o, sempre que eu tinha um tempinho livre, oferecia ajuda, pois gostava da sua companhia e adorava crian�as, ent�o era oportunidade de poder cuidar do beb� dela tamb�m.
Em certa ocasi�o, seu marido estava viajando a trabalho e ia ficar fora um m�s. Eu j� estava de f�rias do col�gio e passei no apartamento dela me oferecendo para ajud�-la no que precisasse. Ela me agradeceu muito, pois sua m�e, que tamb�m costumava ajud�-la, tinha viajado para visitar seu irm�o que morava em outro estado e ela estava tendo que se virar sozinha. Isso foi no final do dia de uma quinta-feira e ela me perguntou se eu podia ajud�-la no dia seguinte com os afazeres da casa. Disse que sem problema e que no dia seguinte estaria l� de manh� para ajud�-la.
No dia seguinte, sexta-feira, cheguei logo cedo e ajudei-a em tudo que precisava. Enquanto eu arrumava a casa, ela cuidava da roupa. Perto da hora do almo�o ela me disse pra ficar para podermos almo�ar juntas. Fizemos um prato congelado e, enquanto com�amos, conversamos sobre diversos assuntos. Ela me perguntou se eu tinha namorado e eu disse que n�o, mas que de vez em quando paquerava alguns garotos. Ela disse que os rapazes deveriam brigar por mim pois eu era muito bonita e agrad�vel. Ri e disse que ainda n�o tinha ningu�m brigando por mim e agradeci o elogio. Retribui o elogio e disse que ela tamb�m devia ter muito homem no p� dela. Ela riu e disse que recebia muitas cantadas mesmo. A� eu disse que se ela fosse solteira ia fazer a festa. E ela respondeu: mas mulher casada tamb�m pode! Eu fiquei um pouco sem gra�a e ela percebeu. E me disse que o casamento n�o era uma pris�o, pelo menos pra ela, e que se aparecia uma oportunidade com algu�m que valesse a pena, ela aproveitava.
Depois do almo�o, continuamos os trabalhos e, no meio da tarde, tudo j� estava em ordem. O dia estava bem quente e n�s duas est�vamos bastante suadas. Falei com ela que ia pra casa tomar um banho e depois voltava pra ver se ela precisava de mais ajuda. Ela disse pra eu tomar banho na casa dela e que eu poderia vestir uma roupa sua. Disse que tinha alugado alguns filmes e que poder�amos assistir juntas para gastar o resto da tarde. N�o sei bem porque, acabei aceitando o convite. Alguma coisa nela me cativava. Ela era uma mulher muito bonita, de cabelos levemente ondulados, castanho claros, olhos claros, pele levemente morena, seios grandes (talvez pelo fato de estar amamentando) e bunda redonda, parecida com a minha. Um mulher�o de fazer inveja a qualquer uma.
Ela disse para eu ir primeiro e eu entrei no banheiro. Quando estava me molhando, ela tamb�m entrou e disse que havia esquecido de me dar a toalha. Disse que estava sentindo muito calor e perguntou se podia dividir o chuveiro comigo para se molhar um pouco. Um pouco sem jeito, disse que sim. Quando ela estava se molhando, vi que tinha leite escorrendo de seu seio. Ela viu que eu tinha percebido e disse que seu seio produzia muito leite, mais do que seu filho era capaz de mamar. Para puxar assunto, perguntei pra ela se o sabor dele era parecido com o leite comum. Ent�o ela me surpreendeu: quer provar? Naquele momento eu tive certeza de que a oferta dela tinha segundas inten��es. Mas a presen�a dela, nua na minha frente, com aquele corpo maravilhoso, tinha me deixado excitada! Eu nunca tinha transado antes. J� tinha beijado uma amiga, mas s� com a inten��o de treinar beijo. E, com minhas paqueras, eu s� tinha pegado no p�nis de dois rapazes e deixado um passar a m�o na minha buceta, por cima da calcinha. Demorei alguns segundos pra responder, mas disse que gostaria, se n�o fosse ter problema para o beb�.
Como resposta, ela desligou o chuveiro, tirou o excesso de �gua e segurou a mama por baixo, me oferecendo o seio para mamar. Coloquei a boca e tentei mamar, mas sem saber se estava fazendo direito. Ela falou para mamar com mais for�a, usando a l�ngua como alavanca para puxar o leite. N�o saiu nada. Ela falou: deixa eu tentar te mostrar e, sem me dar tempo de reagir, colocou a boca no meu seio e come�ou a sug�-lo e apert�-lo por baixo. Fui pega t�o de surpresa que n�o reagi. Al�m disso, j� estava bastante excitada e ela percebeu pela dureza dos bicos dos meus seios. Depois de chupar meu peito por quase um minuto (onde segurei muito para n�o gozar), ela me ofereceu de novo o peito dela. Tremendo de excita��o, comecei a fazer como ela tinha feito comigo e, finalmente, comecei a sentir um gosto docinho na minha boca. O leite finalmente tinha come�ado a sair. Era quente e levemente doce. Tirei minha boca do seu seio e comentei com ela que o gosto era bom. Ela j� n�o escondia o tes�o e mordia seu l�bio. Depois de chupar mais um pouco, tirei minha boca de seu seio. Mas ela disse pra eu chupar o outro, pra n�o dar diferen�a. Eu j� estava excitada e o tremor do meu corpo n�o conseguia esconder isso. Enquanto eu chupava o outro peito e tirava o leite dele, ela come�ou a gemer e dizer que estava muito gostoso, que a sensa��o era muito boa. Tirei o seio dela da boca s� pra dizer que tamb�m estava gostando. Essa foi a senha para a libera��o total de nossos instintos. Quando comecei a chupar de novo seu seio, ela levou a m�o aos meus seios e come�ou a acarici�-los com suavidade e carinho. Nessa hora, parei de tentar me controlar e tamb�m me soltei. Levei minha m�o à minha buceta e comecei a me masturbar. Nessa hora, ela tamb�m come�ou a se masturbar. Depois de alguns segundos, ela tirou minha boca de seu seio e a levou at� sua boca, onde nos encontramos em um beijo excitante, molhado e intenso.
Durante v�rios minutos ficamos ali abra�adas, ro�ando nossos seios, nos beijando cheias de excita��o. Depois de um tempo sa�mos do banheiro e fomos para o quarto dela, onde nos deitamos na cama e continuamos a nos beijar e nos acariciar. Carla n�o parava de me beijar e me acariciar. Sua m�o brincava com meus seios, passeava em minha bunda e agora explorava minha buceta. Falei com ela que eu era virgem e ela disse pra eu n�o me preocupar, que ela ia me tratar com muito carinho. �s vezes, quando come�ava a escorrer leite de suas mamas, ela pedia que eu as chupasse de novo e eu obedecia. Mamei muito naqueles seios e at� fiquei preocupada de n�o sobrar para o beb�, mas n�o conseguia parar. O gosto era bom e a forma de seus seios era perfeita. Depois de algum tempo, ela me fez ficar deitada na cama, com as pernas abertas e come�ou a beijar minha virilha, chegando at� minha buceta. Sua l�ngua em minha xana me deixou louca e eu apertava meus seios de excita��o. Tamb�m empurrava a cabe�a dela contra minha virilha, pedia para ela morder meus l�bios. Pela primeira vez na vida, gozei! Gozei de tremer toda e, depois que relaxei, fiquei parada apenas olhando pro teto e sentindo um prazer que parecia n�o acabar. Depois ela me fez gozar mais uma vez com suas lambidas e voltou a me beijar. Depois pediu que eu ficasse de boca aberta e come�ou a se ordenhar, apertando seus mamilos e fazendo o leite esguichar dentro de minha garganta. Disse pra eu n�o engolir o leite e, depois que j� tinha uma boa quantidade na minha boca, me beijou, bebendo do seu pr�prio leite. Disse que adorava o gosto de leite materno e que j� tinha experimentado de outras mulheres antes. Tamb�m me contou que ela e o marido eram liberais em rela��o a sexo e gostavam de experimentar formas n�o-convencionais de sexo, como sexo grupal, bissexualismo etc.
Depois de algum tempo de conversa ela me disse para fazermos algo que desse prazer às duas ao mesmo tempo: vamos fazer um 69! Ela ficou por baixo e pediu que eu viesse por cima. Meio sem jeito e sem saber o que fazer, ela foi me orientando, dizendo onde chupar, para morder em determinada hora, fazer como ela estava fazendo em mim. Em pouco tempo eu j� estava mais adaptada à situa��o. Ali�s, acho que pro sexo a gente j� nasce programada, rsrsrs! Eu j� tinha gozado v�rias vezes mas o melhor ainda estava por vir. Num certo momento, ela come�ou a lamber meu cuzinho. Quando senti a l�ngua dela passando no meu cu, me arrepiei toda e minha excita��o se multiplicou. Naquele dia descobri o que eu realmente ia preferir em termos de sexo. Anal � a minha praia. Mesmo se eu n�o consegui levar rola no cu durante o sexo, n�o abro m�o de ser chupada ali. Carla percebeu que eu tinha gostado e come�ou a enfiar a l�ngua mais fundo. Depois de estar bem lubrificada, ela enfiou um dedo e depois dois, me deixando mais aberta. N�o senti dor, pois ela foi muito carinhosa comigo, me relaxando e depois me abrindo. Quando estava com o cuzinho bem arreganhado, ela voltou a enfiar a l�ngua, dessa vez um pouco mais fundo. N�o aguentei, gozei de novo. Depois de gozar, fiquei meio tr�mula e um pouco grogue. Tinha sido ainda melhor do que as outras gozadas que tive naquela tarde maravilhosa.
Quando comecei a me recuperar ela me pediu pra ficar deitada de barriga pra cima. Eu obedeci e ela veio sobre meu rosto, oferecendo sua buceta pra ser chupada. Eu chupei e ela come�ou a acariciar seu pr�prio cu. Percebi qual era a inten��o e comecei a concentrar minhas chupadas ali, retribuindo o prazer que ela tinha me dado. Agora eu lambia seu cu e alternava com chupadas em sua buceta. Ela me disse que tava muito gostoso e que eu tinha aprendido r�pido como se faz. Depois ela terminou de se deitar sobre meu corpo e come�amos outro 69, agora com ela por cima. Ficamos assim durante uns 20 minutos, onde ambas gozamos muito. Depois ela me deu de novo seus seios pra mamar. Eles realmente produziam muito leite, pois j� estavam cheios de novo. E eu mamei gostoso naquelas tetas cheias de leite. Ali�s, esse prazer eu pude retribuir 19 anos mais tarde, quando me tornei m�e (numa outra vez eu conto como foi).
J� eram quase sete horas da noite quando disse a ela que era melhor voltar pra casa, pois meus pais j� deviam estar chegando do trabalho. Ela me beijou com muito amor e paix�o, um beijo de amantes e me agradeceu pela ajuda e pelo prazer que tinha proporcionado a ela. Tamb�m me disse pra eu voltar quando quisesse. Eu prometi que voltaria todo dia se tivesse oportunidade.
Voltei pra casa leve e com uma sensa��o engra�ada, como se estivesse apaixonada por Carla. Tinha sido minha primeira transa e de maneira t�o incomum: uma rela��o l�sbica. Mas isso foi s� o come�o de nossa amizade. Dali em diante muitas coisas aconteceram. Passamos o resto do m�s, at� seu marido voltar, transando à tarde durante a semana, quando meus pais estavam no trabalho e eu ficava sozinha em casa. Sa�a cedo, ajudava ela em suas tarefas dom�sticas e depois faz�amos amor durante toda a tarde, e ela sempre me amamentava com seu excesso de leite. Quando seu marido voltou do trabalho, uma outra hist�ria come�ou. Mas isso eu conto na pr�xima vez! Beijos mil da Patty!

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