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EU, ELA, ELE

Era para ser apenas mais um final de semana longe da barulheira, das preocupa��es e do estresse, afinal comemor�vamos nosso vig�simo anivers�rio de casamento e, bem, t�nhamos direito a algo s� nosso. Sou o J�nio, atualmente 49 e minha esposa Rose, 47. Sou aquele brasileiro de estatura mediana, que gosta muito da Rose e de qualquer mulher no mesmo quilo da minha. Ela morena�a, gostosuda, meio santa meio puta, mas at� ali s� dava pro papai aqui, embora chegasse a chorar com meu pau entalado no c�, pensando em outro na boquinha ou na bucetinha. Mas na hora da verdade, a� sim era choro de verdade. N�o ia nem a pau. At� que, naquele fim de semana, isolados no litoral norte da Bahia, numa vila de pescadores cravada num para�so, aconteceu. N�o, antes que voc�s pensem ter sido em Massarandupi�, para�so naturista, n�o foi. Foi em Siribinha. Final de tarde ap�s muitas cervejas, peixes, lagostas e fotinhas sensuais para ningu�m ver, o tes�o j� transbordando, fazendo-a pingar, ela diz: - Quero rola. Imediatamente alisei meu pau por sobre a sunga, que j� tava duro feito poste, retruquei: - T� aqui, vem pegar. Ela me olhou com a cara da metade puta e disse: - Quem disse que � a sua? Quero a daquele bofe ali, o vi mijando ali na moitinha e ele viu que eu tava olhando, balan�ou a verga e passou a l�ngua nos l�bios soltando um beijinho pra mim. Amigos putos, amigas putas, meu pau j� tava duro, deu uma esticadinha a mais que chegou doer. Ent�o eu falei pra minha cadelinha. - Voc� t� de brincadeira, s� pra me fazer gozar, ou t� falando s�rio? Ela ent�o ordenou. - D� um jeito de chamar aquele peda�o de pecado pra c�, sen�o quem vai l� sou eu e s� volto quando tiver sido toda arrombada. Falei: - Vai me deixar aqui, assim? - Se voc� n�o for l� agora, eu deixo. E riu gostosamente. Abriu as pernas e puxou uma bandinha do min�sculo biqu�ni que usava para o lado, passando o dedo m�dio de baixo pra cima na rachinha j� bastante �mida, trazendo um fio da gosminha que escorria da sua buceta. Curvou-se, passou o dedo em minha boca e disse: - Sente o gosto agora, pois depois vai sentir misturado com a porra do macho que vai me comer. � bem verdade que fantasi�vamos bastante ter mais um homem conosco, pois j� hav�amos estado com outra mulher. Por�m depois daquele primeiro m�nage, ela nunca mais admitiu realizar uma fantasia desse tipo. Era o nosso estimulante durante nossas trepadas e pronto. Ela me olhou nos olhos e repetiu: - Quero rola agora. Se voc� n�o trouxer eu vou buscar. R�, balan�ando a cabe�a. Bebi o conte�do do meu copo de uma s� vez, deixando escorrer pelos cantos da boca e j� em p� limpei com as costas das m�os e fui vagarosamente - para ter certeza que era o que ela queria - ao encontro daquele que iria me fazer de c�rno. Ela ent�o falou: - Vai logo amor que j� estou quase gozando. A� sim acelerei . O rapaz j� n�o era t�o mo�o assim e estava encostado no balc�o de uma barraca, conversando com um nativo. Falavam de futebol, lembrando o fato hist�rico que foi o campeonato brasileiro de 88, vencido pelo tricolor de a�o. Pedi uma cerveja e comecei a bebericar quando os dois se perderam na escala��o do time, esqueceram o nome do meia e do ponta esquerda. Quando vi que n�o conseguiriam lembrar, pedi licen�a e falei: Era o Z� Carlos e o Sandro. Imediatamente agradeceram e festejamos juntos num brinde. Tricolor � assim, se conhece longe. O rapaz, que logo fiquei sabendo chamar-se Dinho, mostrou-se ser um cara legal e no meio da conversa falou: - Cara agora estou mais satisfeito, quando voc� chegou pensei que era rubro-negro, referindo-se ao arqui-rival Vit�ria. Desferi um: - E eu sou l� corno? Rimos e continuamos a beber. No �ntimo eu pensava, ser eu n�o era n�o, mas vou ficar sendo agora. Ent�o disse para o Dinho: - Cara tenho que ir, deixei a mulher ali e se n�o voltar logo j� viu n�? Ele respondeu: -P�xa, tava at� legal o papo, mas como o sacana do veio vai fechar a barraca, vou ter que me mandar. A deixa para o convite: - Ent�o vamos juntos, estamos numa casa logo ali em frente, se a barraca fechar a gente tem um freezer cheinho, mas vc sabe, beber com a mulher em casa a cerveja empedra mas n�o gela. Rimos, pagamos a conta, cada qual as suas e fomos papeando como dois amigos que j� se conheciam h� tempos. Chegando pr�ximo à Rose, vi que ela n�o estava muito satisfeita por eu ter demorado (pensava ela) mais do que o necess�rio, e o meu amigo j� n�o ria como antes, tentando arranjar um jeito de escapar. Afinal estava diante da mulher para quem balan�ara o pau e soltara beijinhos. Ao que ela tentando quebrar o gelo, ou aumentando nosso embara�o perguntou: - Ent�o esse � o piro... Interrompi dizendo: - Dinho, meu bem. Esse � o Dinho. N�o adiantou nada. Ela deu uma gargalhada, olhou para o rapaz de cima à baixo e de baixo pra cima parando os olhos justo na altura dos shorts dele e disse: - Pirocudinho nada, esse t� mais pra pirocud�o, esqueceu do que eu falei? Enquanto enchia os copos, tentava explicar para o rapaz o que ela tinha me falado. Ele se desculpou e disse que s� fez aquilo porque achava que ela estava sozinha, se soubesse que era casada nem lhe passaria pela cabe�a. A Rose j� se achando dona da situa��o, abriu as pernas deixando o min�sculo peda�o de pano que lhe cobria xoxota, entrar no reguinho, apoiou-se nos cotovelos e disse: - E se eu te contar uma coisa? Ele respondeu: - O qu�? Ela ent�o com aquela cara de metade puta bebeu um gole de cerveja e disparou: - Adorei o que vi. O rapaz inconscientemente levou a m�o aos shorts e deu uma amassada no cacete, dizendo: -Nossa! Assim eu fico louco. Eu tive que intervir na situa��o, pois via a hora de minha Rose comer o Dinho ali mesmo na praia. – Meu bem, que tal irmos pra casa? L� tem mais cervejas e a gente n�o fica t�o... t�o exposto ao sol como estamos agora. Eram quatro horas, hor�rio de ver�o. Rose levantou-se da espregui�adeira, ajeitou o top do biqu�ni conferindo a marquinha e disse. -Vamos logo, pois estou pegando fogo, e nada como uma boa mangueirada pra refrescar. N�o � mesmo piro... ou melhor, Dinho. E foi andando com o fio dental socado no rabo deixando-a como se estivesse nua. Enquanto ela ia balan�ando maravilhosamente aquele rabo, que at� ent�o s� era visitado por meu cacete, o Dinho falou: - Cara que loucura, essa mulher � uma del�cia. � sua mulher mesmo? Eu falei: - E minha puta tamb�m. Ent�o expliquei para o Dinho que est�vamos fazendo anivers�rio de casamento e j� nos sent�amos à vontade para experimentar outras formas de sexo, deixando bem claro que n�o aceitava homossexualismo. Afinal ser c�rno � uma coisa, viado � outra coisa. Entrando em casa, Dinho me parabenizou pela sorte de ter uma mulher como a Rose e me contou que havia se separado h� tr�s meses de um casamento que s� durou cinco anos. Sua mulher embora jovem se bandeou para uma seita religiosa que... deixa pra l�. Logo percebi que havia mais putaria no ar do imaginava minha t�o sacana filosofia. O top do biqu�ni estava bem na entrada da sala jogado no ch�o. Deixamos as coisas que traz�amos na sala e nos encaminhamos para a cozinha. Quando entrei, vi minha Rose totalmente nua sentada numa cadeira com uma das pernas apoiada em outra, deixando à mostra uma boceta lisinha, que contrastava com o dourado do bronzeado do seu corpo. Ela riu, passou a l�ngua na borda do copo que tinha em m�os, e sorveu um gole. - Demoraram... Dinho entrou logo atr�s de mim, quando viu aquele quadro de rar�ssima beleza, meteu a m�o por dentro dos shorts manifestando sua satisfa��o: - Uau, que del�cia. Ela curvou-se, o chamou e disse. -Vem pirocud�o, mostra a mangueira que vai me refrescar. E se dirigindo para mim: - Agora voc� vai ver no que voc� me transformou. Me beija cachorro safado. Agarrei-a pelos cabelos e dei-lhe um beijo chupado, molhado, melado, comido, gostoso como s� quem beija dessa forma sabe. Dinho j� se aproximava com um rola consider�vel, balan�ando e apontando para Rose. Afastei-me. Ela o agarrou pela cintura e disse: - Beijo s� para meu marido. Com meu macho eu quero chupar. E abocanhou o pau daquele rapaz com uma fome de bezerra, mamando e lambendo tudo. Bolas, entrada do c�, cabe�a, tronco... e enquanto chupava arfava e grunhia feito uma cadela no cio. Segurou-me pela m�o e enquanto chupava o rapaz guiava-me para entre suas pernas. Era o momento que ela tanto sonhava, chupar e ser chupada. Abri-lhe os l�bios da buceta com dois dedos e mergulhei minha l�ngua o mais fundo que pude, a puta arqueou o corpo para a frente sem tirar o caralho de Dinho da boca. Ent�o passei a dar tapas com a ponta da l�ngua em seu grelo que inchava como nunca antes tinha visto. Gosto de chupar sua buceta at� lhe fazer gozar pois fico sentindo os espasmos do seu grelinho, acho lindo. Quando achei que ela ia gozar em minha boca, ela empurrou-me e pediu: - Vem Dinho, mete esse caralho gostoso em minha buceta,me faz gozar sacana! Sa� de onde eu estava, ela se levantou, ajeitou-se na mesa e recebeu 22 cm de pica xoxota a dentro. Deu um urro e gritou: - Mete puto safado. Me arromba sacana! A minha meia santa agora era uma puta inteira. - T� vendo amor, sou uma puta... a puta que voc� sempre quis. E apertando minha m�o gozou sendo chamada de vadia pelo macho que me botava um par de chifres, bem ali, na minha frente. Dinho n�o tinha gozado ainda e lhe ofereceu a pica para chupar. Ela mamou, mamou e quando sentiu que a cabe�a estava inchando a ponto de explodir, pegou aquele caralho com as duas m�os e guiou-o at� o pesco�o, fazendo-o gozar em seu colo e seios deixando-os lavados pela porra que jorrava daquele cacete como jatos em uma mangueira. Minha mulher, esposa admir�vel, m�e exemplar, agora uma puta rampeira toda melecada pela porra de outro e eu ali, olhando-a encantado com sua beleza, coragem e seu amor, pois ela fitava-me os olhos com um sorriso satisfeito e quase sem for�as, acariciava meu cacete e dizia repetidas vezes: -Te amo. Perguntei: Ainda aguenta alguma coisa? Ela me respondeu como querendo me consolar: - Agora s� uma chupadinha. Mais tarde a gente brinca de novo. Chupou-me at� me fazer gozar, pois n�o demorou nem 19 segundos. Dessa vez deixou a minha porra lavar-lhe o rosto. O rostinho que sempre amei. Dinho, refestelado numa cadeira com o pau dependurado e ainda pingando, bebeu um gole da cerveja que j� estava quente n�o s� pelo tempo, mas pela temperatura do ambiente falou. - Cara, loucura. Del�cia, Del�cia. Essa mulher � demais. � como eu sempre sonhei pra mim. Rose puxou-me para seu lado, beijou-me com a boca ainda melada por minha porra e olhando para ele, falou: - Essa j� tem dono. Mas ele pode me emprestar se quiser. Mas s� se ele quiser. Ent�o no clima de putaria que reinava no ambiente falei: Dinho, e olhe que nem sou rubro-negro, viu? Todos rimos e juntos e nus fomos nos dirigindo para os fundos da casa onde poder�amos tomar uma bela chuveirada em paz. O Dinho ainda ficou o resto do final de semana conosco. Mudou-se de mala e cuia. Nos divertimos bastante. Mas as trepadas conto em outra oportunidade.
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