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DEIXANDO A ESPOSA AJUDAR O SOGRO. PARTE 2

Sai da banheira e depois de me secar fui deitar e liguei a TV para procurar um filme e logo em seguida os dois tamb�m se deitaram na cama.
- Querida, agora � a minha vez de voc� fazer uma massagem.
- Ser� um prazer, querido
Deitei de costas e ela sentou sobre o meu corpo como se fosse cavalgar e come�ou a massagear as costas, enquanto o meu sogro ficou sentado ao lado vendo TV. Lembrando que continuamos todos nus.
- Querido, agora vire que vou massagear o seu peito.
Virei para cima e ela continuou sentada, agora sobre a minha rola que j� estava dura. Durante a massagem no peito as vezes ela descia a m�o e aproveitava e fazia uma massagem na minha rola e percebi que o meu sogro olhava de forma discreta enquanto assistia a TV.
- Pai, agora � a sua vez. Fique deitado para eu poder te massagear.
Ele deitou de bru�os e ela repetiu a mesma coisa que fez comigo, sentando sobre o seu corpo e agora eu que passei a assistir a TV, j� prevendo que a cena iria se repetir o que eu estava certo.
- Pai, pode se virar.
Ele deitou virado para cima e ela com naturalidade sentou-se sobre a sua rola e talvez por ser o seu pai ele n�o estava com ela dura, por�m n�o sei se foi como pretexto ou se realmente estava de mau jeito ela falou.
- Com licen�a pai, vou ajeitar a sua rola para n�o te machucar.
Falando isso e sem dar tempo de qualquer rea��o dele, ela levantou um pouco o corpo e pegou na sua rola colocando na posi��o para cima como se estivesse dura, e com isso � claro que ela podia sentir melhor a sua rola. N�o fizemos nenhum coment�rio sobre este fato, e ela continuou a massagear o seu peito e n�o demorou muito para ela perguntar
- Como eram as transas entre o Sr e a minha m�e?
- O que voc� quer dizer?
- Eu quero saber se voc�s fizeram de tudo, ou quase tudo. Ela ficava de quatro. Fazia sexo oral, ou ficaram somente no papai-mam�e?
- Voc� n�o acha que � uma pergunta indiscreta, ainda mais porque sou o seu pai?
- Qual � o problema em perguntar? Se o Sr perguntar como eu e o Carlos fazemos, eu vou te responder com a maior naturalidade.
- Duvido que voc� teria coragem em falar.
- Pois eu falo mesmo sem voc� perguntar. Eu e o Carlos j� fizemos de tudo, sexo oral, de quatro, de lado, no banho e at� sexo anal n�s j� fizemos. E o Carlos est� aqui para confirmar.
- � isso mesmo sogro, e o que eu mais gosto de fazer com a sua filha � um 69.
- Voc�s n�o t�m vergonha de contar estas coisas.
- � claro que n�o. Primeiro porque o Carlos � meu marido e segundo que n�o estou publicando no jornal, estou contando para o meu pai. E n�o tente me enganar, pois j� deu para perceber que o Sr gostou de ouvir isso.
- Como assim, gostei de ouvir?
- Ou o Sr acha que sentada nua no seu colo eu n�o iria sentir aumentar o tamanho da sua rola. Do jeito que ela cresceu at� de roupa daria para perceber.
Somente depois disto percebi como a rola dele estava dura, e confesso que ficou maior que a minha.
- Voc� me desculpe filha, mas foi sem querer. N�o tive a inten��o de te desrespeitar.
- N�o tem que se desculpar, isso � natural em qualquer homem.
- Mesmo assim, por ser o seu pai eu n�o deveria.
- Deixe de bobeira. O Sr n�o teve culpa, pois fui eu que sentei nua e ainda ajeitei a sua rola de forma que ela sentisse a minha xoxota. O assunto levou a isso e tamb�m prova que o Sr est� em forma. Rsrsrsrs
- Mas confesse. Depois que a m�e morreu o Sr n�o procurou outra mulher? E tamb�m n�o falou as formas que j� fez?
- A sua m�e nunca fez outra coisa a n�o ser o papai-mam�e. Ela recebeu uma cria��o que dizia que a mulher deveria fazer somente isso.
- Ent�o estou disposta a te ajudar.
- Carlos, posso ensinar umas coisas para o meu pai?
- Se voc� estiver disposta. N�o se esque�a que ele � o seu pai.
- Para mim n�o � problema.
- Filha, voc� n�o est� falando s�rio? Isso � pecado. Carlos n�o deixe a sua esposa cometer esta loucura
- O pecado est� na cabe�a das pessoas. Vou fazer o que a m�e deveria ter feito, ainda mais com uma rola deste tamanho, que por sinal � muito bonita.
Enquanto falava isso ela j� estava com as duas m�os acariciando a sua rola que por mais respeito que ele tivesse pela filha, ele n�o resistia e ficava mais dura. Ela percebeu que com as caricias ele n�o estava mais aguentando e por estar em cima dele ficou f�cil de dominar a situa��o. Foi descendo e n�o demorou a come�ar chupar a rola dele e ele n�o resistindo fechou os olhos e segurou a sua cabe�a para que ela n�o parasse o que n�o precisava porque deu para perceber que ela estava adorando.
Eu estava ao lado assistindo o desempenho da minha esposa com o seu pai e me masturbando. Depois de um bom tempo chupando a sua rola e tamb�m o saco ela tirou da boca e falou como estivesse intimando.
- Agora o Sr vai aprender a fazer um 69.
- N�o filha, acho melhor pararmos nisto. Acho que voc� j� foi longe demais. Carlos como voc� pode deixar a sua esposa cometer esta loucura e ficar olhando, e ainda ela est� fazendo com o pr�prio pai?
- Esquece que � o meu pai. Se o Carlos que � o meu marido e est� presente e eu tamb�m n�o ligo, porque o Sr vai esquentar a cabe�a com isso.
Ela j� se virou por cima dele oferecendo a xoxota, que al�m de estar sempre perfumada � muito gostosa e com aquela vis�o ele n�o teve como resistir e come�ou a acariciar com os dedos. Como eu estava olhando como ele se comportava, falei
- N�o fique s� com os dedos sogro, use tamb�m a l�ngua que o Sr vai deixar ela louca.
N�o precisou falar duas vezes e para quem nunca tinha feito 69 ele cumpriu t�o bem a tarefa e tamb�m passou a massagear o an�s dela, o que fez ela aumentar o movimento de chupar a rola dele e tamb�m os gemidos.
- O Sr j� mostrou que com a l�ngua � muito bom, agora quero sentir o tamanho da sua rola dentro da minha xoxota. E vamos fazer do jeito que o Sr nunca fez.
Ela ficou de quatro e ele concluiu que n�o t�nhamos mais motivos para parar o que est�vamos dispostos a fazer, esquecendo completamente os pudores e que estava prestes a comer a pr�pria filha, e al�m da minha permiss�o eu estava presente.
- Voc�s t�m camisinha?
- N�o tem problema pai, eu sei que o Sr n�o tem qualquer tipo de doen�a.
Foi por tr�s dela e sem demora posicionou a rola na entrada da xoxota.
- Coloque devagar porque quero me deliciar com esta rola.
Ele atendeu o seu pedido e foi entrando devagar e achei que era hora de come�ar a participar da festa. Fiquei na frente dela e ofereci a minha rola para chupar o que ela adorou. Quando ele avisou que iria gozar amea�ou de tirar a rola e como estava segurando ela pela cintura ela segurou em suas m�os.

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