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PROFESSORA DE FILOSOFIA, MINHA TARA

Sem muitas descri��es, mas tenho pele branquinha e cabelo castanho escuro, corpo normal, seios e bunda grande. rnJ� no primeiro dia de aula tive aula com ela, n�o sei como, mas tenho tara por professoras, principalmente por professoras de filosofia, e matem�tica.rnQuando vi aquela professora entrar na sala de aula, meu cora��o disparou, havia prometido que n�o iria me envolver com mais nenhuma professora, mais foi quase imposs�vel n�o reparar nela. Pele clara, cabelos pretos na altura dos ombros, sempre preso, meio machinho, mas feminina, e como � feminina. Prestava aten��o em tudo que ela falava, ou quase tudo, pois ficava pensando em como seria ela comigo na cama. Resolvi adicionar ela nas redes sociais, e fazer alguns projetos dentro da Escola. Deu certo me aproximei dela. Olhava as fotos dela, e sentia raiva, por ver as fotos dela com a namorada postadas. Algumas meninas da minha sala sempre falavam mal dela, e eu a defendia. Comentava com meus amigos que amava ela, como professora, e que era a melhor de todos, pois o jeito que ela explicava tudo, se importava se estavam aprendendo ou n�o. Eu sempre me destacava nas aulas dela, fazia pesquisas antes, e v�rias perguntas. Mero interesse.rnCerto dia, a chamei por uma das redes sociais se ela poderia me ensinar algumas coisas que eu n�o estava entendendo. Ela disse "sim, mas onde poder�amos nos encontrar?" eu respondi rapidamente "aqui em casa!" Ela aceitou. Passei o endere�o, meus pais n�o estavam em casa, e como meu �nico irm�o � casado, estava sozinha em casa. Logo ela chegou linda, de cabelo preso, uma cal�a justinha de c�s baixo, e uma camiseta de banda. Mesmo com a idade dela, ela sabia ouvir m�sicas. Sorri enquanto olhava para ela e logo dei caminho para passar pela porta. Peguei uma garrafa de vodka e a servi, foi r�pido, ela pegou os livros que havia trazido, e foi come�ar a explicar a mat�ria, n�o me mostrei preocupada em prestar aten��o, fiquei apenas a olhando, estava com um short e uma camiseta, meu cabelo curto n�o precisava ficar preso, estava com �culos. Prestava aten��o em como ela se expressava, sempre gesticulando, e inquieta, sentei ao seu lado, para ler junto com ela o livro, encostada nela, eu j� estava come�ando a ficar inquieta tamb�m, ela percebeu. "est� tudo bem?" disse mais alguma coisa que eu n�o entendi, me virei, e a beijei, docemente, ela correspondeu. Levantei sem parar de beij�-la passando a m�o em seu corpo, caminhamos at� o meu quarto, onde fechei a porta com o p� e a empurrei na cama, deixando minhas pernas envolta de sua cintura e um de meus bra�os apoiados ao lado de seu rosto, enquanto com a outra m�o acariciava todo o corpo dela, ela me acariciava demonstrando que queria h� tempos, o beijo n�o parava, mas por breves segundos me afastei, tirei a blusa dela, em seguida a minha. Voltei a beijar, com mais vontade, nossos corpos j� come�avam a cheirar a excita��o, quer�amos muito aquilo.rnSuas m�os �geis tiraram meu suti� e logo me arranhava as costas, eu gemi de dor, de prazer, desci pelo corpo dela, beijando, chupei seus seios, ouvindo seus gemidos, brincava com a l�ngua neles, chupava, mordia, passava a l�ngua em volta dos mamilos, os gemidos dela me deixava cada vez mais molhada. Desci com a boca, dando beijinhos e mordidinhas por sua barriga. Desabotoei sua cal�a e a tirei junto da sua calcinha, n�o sei se erra certo, mas eu queria. Afastei suas pernas, e fui beijando suas coxas, virilha, at� chegar em seu sexo, passei a l�ngua, e logo comecei a chupar seu clit�ris, alternava entre forte e fraco, ela segurava delicadamente em meu rosto, pedindo mais. Parei de chupar por alguns instantes e olhei para ela, introduzi dois dedos em seu sexo, pude ver meus olhos fecharem e abrir de novo, ela gemeu, gemeu meu nome, me chamou de amor, voltei a chupar seu clit�ris novamente, meus dedos entravam e saiam de seu sexo, coloquei mais um, ela contraiu, fui mais r�pido, e logo mais um dedo, contraia muito seu sexo em meus dedos, chupava muito forte, e seus gemido eram altos, senti seu corpo se contrair, e um gemido mais intenso, logo seu liquido escorreu deixando meus dedos molhados tirei e dei para ela chupar, um por um, enquanto eu tratava de seu sexo, limpei todinho, tirei a m�o de sua boca, e deitei por cima dela, beijei, ela sentiu seu pr�prio gosto, me segurou e se virou, ficando por cima de mim, acariciava meu corpo todo, tirou minha cal�a rapidamente, tirou minha cueca (n�o uso calcinhas). Sorriu ao ver que eu havia feito a depila��o, estava toda lisinha e roseada. Passou a l�ngua nela toda, me arrepiei e gemi. Suas m�os afastaram minhas pernas e as ergueu, posi��o frango assado, eu suspirei, suas m�os afastaram minhas nadegas, e sua l�ngua me percorreu por inteira, meu sexo estava mais molhado do que antes, estava perto de gozar, contrai de leve meu c�zinho e ela percebeu que estaria livre, brincou com a l�ngua ali, deixou bem molhado, passou a l�ngua ate meu clit�ris, onde come�ou a chupar forte, e com seus dedos acariciava e for�ava vez no meu sexo, vez no meu c�zinho. Gemi mais alto, ela me penetro com um e depois o 2ª dedo no c�zinho, me chupando fortemente, enquanto eu gemia, e acariciava meus pr�prios seios, gemi seu nome, estava louca por ela, queria mais um pouco, estava gozando j�. Penetrou-me com a l�ngua movimentos r�pidos, e logo disputou meu c�zinho com seus dedos e l�ngua. Enquanto sua outra m�o me estimulava o clit�ris. Logo gozei muito para ela, ela me chupou forte novamente me limpando enquanto tirava seus dedos de mim. Deitou ao meu lado e me beijo, rolamos na cama, e logo ficou por cima de mim, encostando bem seus sexo em mim, estremeci, queria gozar de novo, ela ro�ou de leve, segurei em seus seios e ela nos meus. Ficamos assim por algum tempo, a viela fechar os olhos, foi mais r�pido, senti seu liquido escorrer no meu sexo, gozei, gozei ao sentir o gozo dela em mim. Ela deitou-se ao meu lado, e ficamos assim, por alguns minutos, levantamos e fomos tomar uma ducha.

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