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AJUDANDO UMA ADOLESCENTE SEPARADA

Hoje lendo mais alguns relatos, me deu vontade de contar mais esse para voc�s, ele � extenso, mais � para voc�s sentirem todo o prazer que senti com o desenrolar dos fatos e com um final feliz e eletrizante.rnEu tenho 40 anos, desde cedo, me conscientizei que n�o era bonito, mas tinha um corpo que as mulheres babavam, desde cedo me especializei aprendi a usar esta vantagem para seduzir as meninas, me especializei em dar o Maximo de prazer a elas e sempre com muito carinho. Assim pude aproveitar o melhor da vida, mas mesmo assim n�o entendia porque fazia tanto sucesso com as mulheres, at� que uma delas me contou, disse que, alem de ter bom f�sico, era muito divertido e sabia guardar segredos.rnVamos ao que interessa, h� tempos atr�s estava em casa num s�bado à tarde quando o telefone toca, era a minha menina, assim eu a chamo, mas � maior de idade, pedindo para conversar comigo na casa dela.rnL� chegando ela me recebeu com um delicioso beijo, sentamos, ai ela me disse estar preocupada com uma amiga, pois havia se separado h� seis meses (casou com 19 quase 19 e o ex-marido com 23) e nunca disse a ningu�m o motivo, mas quando tocava no assunto ela chorava muito.rnPedi ent�o para ela chamar a amiga para ir conosco a praia de Porto de Galinhas no domingo, pedido feito pedido aceito.rnMinha menina nos apresentou, e sa�mos as 9:30h para aproveitar bem o dia, no caminho conversamos amenidades demos muitas risadas enfim o clima estava normal, est�vamos nos acomodamos nas cadeiras quando vi a amiga sem a canga, era uma menina mulher sensacional, 19 anos cabelos castanhos claros peitinho no tamanho certo tipo p�ra, coxas roli�as grossas, uma testa de vulva eletrizante e dona de uma bundinha redonda lisinha com penugem bem ralas e claras, minha menina n�o fica por baixo.rnTomamos umas cervejas o papo ficou alegre descontra�do, ent�o minha menina tocou no assunto, ela encheu os olhos de lagrimas, pedi a minha menina que me deixasse conversar um pouco a sos com ela, ent�o com muito jeito eu entrei no assunto, ela disse que o ex era muito bonito cultuava muito o corpo tanto o dele quanto o dela e todas as vezes que eles transavam faziam quase tudo, mais ela nunca se sentia completamente relaxada e quando ele pedia a bundinha ela sempre negava, ele ficava com raiva e dizia que ela n�o sabia o que era bom. Eu disse que eles poderiam se entender que eu poderia ajudar conversando, foi nessa hora que ela me interrompeu dizendo:rn-Espera o pior ainda n�o contei.rnEla chorando criou coragem e disse:rn- Um dia ao chegar em casa mais cedo da visita aos seus pais, flagrei o meu marido de quatro na cama sendo enrabado por um amigo dele, ele gemia urrava mandava o amigo empurrar com mais for�a, quando o amigo gozou, ele foi chupar o pau dele, quando se virou ai me viu em pe na porta, eu gritei com ele, disse que n�o me procurasse mais, que queria o divorcio e se ele n�o desse contaria pra todo mundo.rnEla viu que o amigo estava de camisinha, mas desde a separa��o ela faz exames peri�dicos de HIV, mas nunca acusou nada.rnEla disse que sabia que todos os homens babavam pelo seu bumbum, talvez fosse culpada por n�o ter dado a bundinha para ele.rnEnt�o tomei as r�deas da conversa e disse que ela n�o tinha culpa nenhuma, que com a abertura sexual, muitos adolescentes perderam a no��o do que � ser homem ou mulher e procuram prazeres diferentes, ai viram homossexuais ou bissexuais e muitas vezes casam para dar satisfa��o à sociedade.rnEla ent�o ficou mais resignada, brinquei um pouco e disse que quem perdeu foi ele, que com aquele traseiro poderia ter o homem que quisesse, rimos bastante, ela levantou-se da cadeira e deu uma rebolada de costas para mim olhou para tr�s e riu, foi o suficiente para o pau subir na hora. Chamei minha menina ela se juntou a nos, perguntou se estava tudo bem e a amiga respondeu que estava tudo �timo, que agora j� tinha a resposta para suas duvidas e que deveria ter me conhecido a mais tempo.rnTomamos mais algumas cervejas, j� eram tr�s da tarde, rumamos para Recife, no caminho minha menina com o maior tes�o perguntou se depois de deixar a amiga poder�amos ir a um motel, ouvindo isso à amiga perguntou se n�o poderia ir, prometeu que n�o atrapalharia, minha menina disse que estava tudo bem.rnChegando l� pedi um AP com hidro, na subida das escadas elas sem as cangas foram subindo, na frente minha menina atr�s a amiga e eu por ultimo vendo aquele rabo maravilhoso, ela olha para traz da um riso e eu pergunto, posso? Ela balan�a com a cabe�a afirmativamente e da uma parada estrat�gica, eu ent�o passo a m�o naquele bumbum, beijo e chupo as bandinhas, ela se arrepiou toda.rnMais umas cervejas, conversas, tes�o aflorando, quando a hidro encheu fomos para dentro rindo e brincando, minha menina tirou o biqu�ni e logo foi acompanhada pela amiga, o fato de estar ali com duas adolescentes de tirar o f�lego de qualquer homem eu me sentia um felizardo, elas ent�o puxaram o meu cal��o, sentei na borda da banheira, uma olhou para outra e as duas vieram me chupar, me concentrava para n�o gozar, era linda a situa��o, chupavam cada vez mais forte ate que gozei na boca da minha nova amiguinha e pedi para dividir com minha menina, se beijaram depois sa�mos para cama, como a amiga estava sem sexo fazia tempo minha menina disse para ficar com ela primeiro, comecei chupando os peitinhos lindos descendo para xaninha que tinha sido pouco usada, soube depois, fizemos um 69 sob os olhares de minha menina, ent�o a chamei e pedi que ela chupasse o cuzinho da amiga e depois enfiasse um dedo, a amiga j� estava indo a loucura com o 69, mordia o meu pau apertava minha bunda e quando gozou. Tirou meu pau da boca gemeu, urrou como se tivesse tido o primeiro orgasmo da sua vida, n�o a deixei se recuperar a deitei de barriga para cima e foi para um papai e mam�e, estava dif�cil de entrar, estava muito apertada, mas fui for�ando ela foi se abrindo e me pediu para colocar o resto, e foi o que fiz de uma estocada s�, n�o sabia o que estava acontecendo com ela, parecia estar em transe, ela se tremia toda a cada entra e sai, eu chupava a l�ngua dela ela a minha, senti que ela ia gozar novamente, minha menina come�ou a chupar os peitinhos da amiga, foi à gota d?�gua, ela fincou as unhas nas minhas costas, gozou, gozou, gozou e ficou quase que desmaiada, mole, entregue.rnN�o perdi tempo, fui beijar a minha menina que estava se masturbando freneticamente junto da gente, fui mamando os peitinhos e dei o meu pau para ela chupar enquanto a masturbava, ela come�ou um gozo bem gostoso ai eu enfiei tudo em sua xaninha, indo e vindo com movimentos cadenciados e firmes onde ela novamente estava gozando e gozando ate ficar molinha tamb�m, virei ela de bru�os coloquei um travesseiro sob a sua barriga e comecei a beijar e chupar aquela bundinha linda, nisso a amiga j� melhor do transe olhava com aten��o, fui buscar o lubrificante passei em toda extens�o da minha pica, na bundinha dela e fui penetrando bem devagar ela foi relaxando e fui fazendo vai e vem cada vez mais ritmado e firme, foi quando ela agarrou-se na cama e disse que ia gozar, aumentei a velocidade e gozamos juntinhos, ficamos exaustos. rnFui pegar uma cerveja quando volto, vejo aquela linda bunda com a marquinha do biqu�ni, era a da minha nova amiguinha, beijo e vou brincando com ela, mas sem muita esperan�a de com�-la, pois ela j� tinha me dito que nunca tinha dado, mesmo com a insist�ncia do seu ex-marido.rnRecome�o a beijar e lamber ela empina um pouco e se arrepia toda, pego o lubrificante, quando abro a bundinha, o que vi n�o dava para acreditar, era um cuzinho realmente pequeno, quase desisti de comer, apesar de ter um pau relativamente grande e grosso o formato anat�mico favorece a penetra��o anal, come�o a introduzir um dedo, ela reclama, peguei ent�o um apetrecho de lubrifica��o que sempre carrego quando saio com minha menina e lubrifico bem aquele cuzinho por dentro com uma mistura que fa�o e que nunca falha, ela estava pronta lubrifiquei o meu pau, nessa hora minha menina veio presenciar e ajudar, ela guiou o pau ate aquele buraquinho, eu fui for�ando, era muito apertado do�a à cabe�a do pau, pressionei mais e a cabe�a entrou, ela soltou um gemido, empurrei mais um pouco, ele trincava os dentes apertava a cama, comecei movimentos de vai e vem ela foi relaxando, mais faltava ainda metade, ela colocou a m�o para ver e disse:rn- Bota o resto de uma vez, quero sentir que um macho de verdade esta tirando a virgindade da minha bunda, eu acertei em nunca ter dado para aquele boiola, vai empurra, fode essa bunda que todos os homens tanto queriam, mais voc� vai tirar o caba�o.rnAquilo foi como musica para mim, empurrei o resto sem piedade, ela quase gritou, mais foi impedida por um beijo da minha menina, eu parecia que estava dando a primeira da minha vida tamanho era o tes�o que estava sentindo, bombava cada vez mais forte e ela empinava a bunda, eu sentia meus pentelhos ro�ando seu bumbum, ela anunciou o gozo, empurrei mais que pude ela empinou mais que pode e gozamos juntos, senti como se eu estivesse me derramando dentro dela junto com meu esperma, arriei meu corpo em cima dela esperei meu pau amolecer e fui saindo devagar, minha menina me deu um beijo bem molhado, perguntou se tava tudo bem se eu a amava, eu disse:rn- Claro que te amo, Alem de linda, gostosa, voc� � perfeita, compreensiva e agora minha c�mplice.rnDescansamos um pouco jantamos e fomos embora.rnFiquei feliz pelo prazer que tive, pelo que dei e por ter ajudado a mais uma menina a se encontrar e ser [email protected]

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