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MINHA SOBRINHA � A MULHER QUE EU SEMPRE QUIS TER.

minha sobrinha � a mulher que eu sempre quis ter.rnrnO que eu vou contar agora � verdadeiro, e aconteceu h� dois anos, minha cunhada, irm� de minha esposa separou de seu marido. Eles t�m tr�s filhos o mais velho � um rapaz e inclusive � meu afilhado e duas meninas uma hoje com vinte anos e outra com 19 anos.rnCom a separa��o minha cunhada Sandra, ficou muito abalada, e minha esposa a Rafa, com pena da irm� depois da separa��o, come�ou a dar todo apoio a ela, com isso estava sempre convidando ela e suas filhas a irem l� pra casa ou ent�o nos a sua casa, com isso as meninas ficaram muito apegadas a mim, pois praticamente substitu� seu pai no dia a dia.rnPrincipalmente a mais velha que se chama Gaby, esta ent�o era ?tio me leva na casa da minha amiga? ?tio me ajuda com esse problema de matem�tica?! E assim por diante, eu passei a ser o porto segura para ela, tudo pedia para mim... Eu confesso at� gostava, pois tenho dois filhos e assim passei a ter uma filha tamb�m.rnA Sandra e Rafa acham isso muito natural e curtem esta depend�ncia da Gaby comigo. Eu tamb�m me acostumei e ajo naturalmente com tudo, sem a menor maldade com a Gaby, porem ela cresceu e com 19 anos estava uma mulher muito bonita de rosto e um corpo maravilhoso, seus peitos de tamanho m�dio, suas cochas perfeitas, seu bumbum empinadinho, sua pele branquinha e macia como veludo.rnE foi depois que ela completou 19 anos que comecei a notar uma diferen�a em seu comportamento, toda vez que eu chegava, em seguida botava uma roupa sexy, provocante, tipo saia bem curtinha daquelas que ao se inclinar um pouquinho deixava a mostra a calcinha ou ent�o shorts curt�ssimos mostrando sua papadinha linda e bem feitinha, � uma delicia v�-la assim, porem sempre evitei que ela ou algu�m percebesse meu olhar de macho para ela.rnMas aos pouco percebi que ela fazia para me provocar, porque quando, fic�vamos a s�s mesmo que por pouco tempo, Gaby se abaixava ou ficava muito perto de mim, at� com toques sutis de modo que eu visse ou sentisse seu corpo. Eu n�o queria acreditar que a danadinha estava me seduzindo, mas foi quando num s�bado que fomos (eu e Rafa) almo�ar em sua casa que depois do almo�o ela me pediu para lev�-la a uma cidade vizinha que fica 40 km de onde nos moramos, dizendo que tinha de pegar um trabalho da universidade com sua amiga que se esqueceu de deixar com ela e teria de entregar na segunda feira, no come�o recusei, pois era longe e perderia a tarde toda para ir e voltar. Mas minha esposa insistiu para que fosse.rnResolvi ent�o lev�-la, Gaby entrou em meu carro vestindo uma saia branca curt�ssima e um tope amarelo, quando ela sentou no meu lado, no carro vestido assim eu pensei: essa menina ainda me mata de tes�o! Mas mal arranquei o carro, ela falou: rn-Tio para o carro num lugar tranquilo que eu preciso falar contigo!rnEu sabia que ela confiava muito em mim, e pensei ela deve querer falar de algum assunto importante. Ent�o entrei numa rua secund�ria onde tinha arvores plantadas na cal�ada, e parei o carro na sombra. rn-Pronto aqui � tranquilo, pode falar o que te preocupa!rn-N�o, nada me preocupa! Na verdade eu quero � te pedir uma coisa!rnEla ent�o se virou de lado no banco do carro, pondo sua perna esquerda para cima do banco, assim ela poderia olhar para mim, mas nesta posi��o com aquela sainha min�scula com que estava suas cochas lisinhas aveludadas ficaram a mostra, juntamente com sua calcinha branca de renda que deixava aparecer entre as rendas sua bucetinha lisinha totalmente depilada, n�o pude evitar e fixei meu olhar, meu pau deu logo sinal de vida, tentei disfar�ar e olhei para seu rosto, um sorriso estava estampado (aquele sorriso de quem diz eu percebi teu olhar) fiquei vermelho e sem gra�a, mas falei:rn-Pode falar, eu estou aqui para te ajudar, se puder!rn-Tio, n�o sei por onde come�ar! Estou sem gra�a!rn-Tenta come�ar pelo come�o, brinquei! Tentando deixa-la mais a vontade.rn-Tio sabe que eu estou namorando, n�?rn-Sim, sei! N�o v� me dizer que esta gr�vida!?rn-N�o, nem poderia porque ainda sou virgem!rn-Na verdade � sobre minha virgindade que quero falar, meu namorado vive for�ando para nos transarmos, e eu n�o quero...rn-Porque, achas que n�o � hora ainda? rn-At� acho que j� � hora, porque tenho 19 anos e todas as minhas amigas n�o s�o mais virgens, o problema � que n�o quero ter a minha primeira vez com ele!rn-U�! Ele � teu namorado, e tu gostas dele, n�o gostas?rn-Gosto bastante! Mas ele � inexperiente, e n�o confio o suficiente para dar minha bucetinha virgem para ele.rnQuando ela falou essas palavras (bucetinha virgem), meu pau queria sair de dentro da bermuda, isso me deixou com muito tes�o, ela estava me dando toda intimidade ao pronunciar bucetinha virgem.rn-Entendo-te! E at� acho que deve ser com algu�m que tu confias muito...rn-� isso que eu queria falar, tem que ser com algu�m que eu goste muito, que confio muito, que eu tenha certeza que ser� muito carinhoso... Ah! E tem que ter muito tes�o por mim tamb�m...rn-E tu achas que vai ser f�cil encontrar algu�m assim?rn-Acho, e j� encontrei!rn-J� encontraste!? E quem �?rn-Tio, eu gosto muito de ti, eu confio em ti, e desde novinha eu sempre pensei que tinha que ser tu o meu primeiro homem, que seria tu o primeiro a penetrar minha bucetinha, tio eu tenho um tes�o muito grande por ti, e sempre me masturbei pensando em ti...rnTodas essas palavras me deixaram louco de tes�o, meu pau do�a muito, preso dentro da cueca, eu estava muito confuso, a final era minha sobrinha que estava ali, dizendo tudo àquilo pr� mim, n�o sabia o que pensar... Aquela nifetinha gostosa linda dizendo que me daria sua bucetinha, e que bucetinha! Eu estava vendo atrav�s daquela calcinha ali na minha frente, era linda, e n�o s� sua bucetinha era linda, mas tudo nela era lindo, suas cochas sua bundinha, seus peitinhos que j� se mostravam durinhos, anunciando que estava tamb�m muito excitada.rn-Mas Gaby eu sou teu tio, n�o posso fazer isso!rn-Eu sei que � meu tio, mas sei tamb�m que � meu homem, aquele que com certeza me far� gozar muito, e me far� mulher pela primeira vez... Tio, eu s� confio em ti para me fazer mulher, n�o diga n�o, por favor, eu quero muito que seja tu meu primeiro homem...rn-E se algu�m descobrir, tua m�e ou tu tia, n�o v�o me perdoar nunca!rn-Nunca ir�o descobrir, esse ser� nosso segredo para sempre, eu jamais direi para algu�m, e tenho certeza que n�o dir�s tamb�m, n�o �!?rn-� claro que n�o direi!rn-Ent�o, n�o precisa ter medo! Leva-me para um motel e l� nos podemos falar mais tranquilamente, o que acha?rnMinha raz�o dizia para n�o ir, aquilo n�o era certo, mas meu tes�o dizia vai, n�o ter�s outra oportunidade igual em tua vida de tirar o cabacinho de uma menina t�o linda e gostosa quanto esta. Ser� teu segundo o primeiro foi o da Rafa minha esposa, e isso j� faz muito tempo, e depois com mais de 45 anos � praticamente imposs�vel outra oportunidade igual.rn-Tens certeza que queres ir?rn-Tenho! Quem parece n�o ter � o tio!rnRealmente ela tinha raz�o, n�o tinha certeza se queria ir, porque se fosse, sabia que iria sucumbir aquele tes�o que estava sentindo por aquela nifetinha gostosa sentada ali do meu lado mostrando sua pernas lindas, meus olhos como que imantados, fixaram de novo naquelas cochas, ela percebeu e para me deixar mais louco ainda, sutilmente abriu um pouco mais suas pernas, deixando o visual de sua calcinha melhor, e por consequ�ncia sua xaninha ficou mais vis�vel ainda, ela sabia o que estava fazendo, e tinha certeza que eu n�o aguentaria aquela vis�o maravilhosa que ela me proporcionava.rn- Ent�o tio, esta gostando do que viu!rn-� maravilhoso!rn-Estou vendo! O volume de sua bermuda me d� esta certeza!rnE deixei a raz�o de lado, que se foda tudo, n�o quero nem saber se � minha sobrinha, � muito gostosa para me preocupar com o certo ou com errado, ela tinha me vencido com seu exibicionismo, mostrando aquela bucetinha linda j� �mida de tanto tes�o com aquele corpo sedento por sexo, me fez jogar tudo pra cima.rn-OK! Vamos n�o aguento mais, eu te quero e vou te fazer mulher minha sobrinha querida.rn-Vamos ent�o tio querido, eu estou com muito tes�o e quero que fa�a tudo o que quiser comigo, serei tua putinha...rnFalou isso e, pois sua manzinha encima do meu pau duro que nem rocha e apertou ele sobre a bermuda, dei um suspiro de tes�o, ela sabia me deixar louco, fazia muito tempo que meu pau n�o ficava assim t�o duro e por tanto tempo, parecia que tinha voltado h� ter 30 anos.rnLiguei o carro e fui para o motel, pedi o melhor apartamento que eles tinham, a ocasi�o merecia, minha sobrinha merecia ser deflorada com o melhor, eu sabia que teria de dar tudo de mim para que ela tivesse a mais gostosa transa de sua vida, eu queria deixar isso marcado para sempre, queria que ela lembra-se deste dia sempre.rnManobrei o carro entrei na garagem, e antes de entrar, peguei-a no colo como se fossemos rec�m-casados em lua de mel, e entrei com ela no meu colo com seus bra�os ao redor do meu pesco�o, ela riu, meu deu um beijo, foi nosso primeiro beijo, nossas l�nguas se entrela�aram num beijo gostoso e demorado.rn-Agora tio estou aqui contigo, a muito que queria, sou toda tua, me fa�as mulher, n�o tenho experi�ncia na pr�tica, mas j� vi muitos filmes porn�s, e farei tudo aquilo que j� vi nos filmes, quero ser a mais gostosa mulher que tu j� comes-te em tua vida, quero ser tua putinha...rn-Ent�o meu amorzinho, a primeira coisa que quero, � apreciar este corpinho, dan�a pr� mim.rnColoquei uma musica, e aquela menina dan�ou pr� mim, que coisa linda, aquele corpo lindo se contorcendo, subindo e descendo no ritmo da musica, naquele instante eu era o homem mais feliz do mundo, nem mesmo acreditava no que via, ent�o ela come�ou a tirar pe�a por pe�a, tirou primeiro o top, jogou em mim e seus seios apareceram, (n�o estava usando suti�) eram mais lindos ainda do que eu imaginava, com os biquinhos durinhos apontados para cima, ela se aproximou de mim para que eu pudesse alcan�a-los e me ofereceu para beija-los, o que fiz com o maior carinho, beijei um depois o outro. Senti sua pele arrepiar, ela passou suas m�os na minha cabe�a me fazendo carinho, e eu pude sentir seu cheiro, pela primeira v�s t�o de perto, toquei com as m�os sua costa e senti sua pela aveludada, tudo nela era perfeito, tudo era macio. Ela se afastou de mim e voltou a dan�ar, tirando sua min�scula sainha, jogou-a para mim, ficando agora s� de calsinha, aquela calsinha branquinha de renda que mal cobria sua bucetinha, toda �mida mostrando seu tes�o, sua bucetinha era gordinha fazendo com que ficasse arredondada a calcinha, como um cap� de fusca, e ela ali na minha frente era uma vis�o alucinante, novamente se aproximou pondo sua xaninha a 19 cm do meu rosto senti o cheiro da sua grutinha, cheirinho estonteante, n�o aguentei e beijei sua grutinha por sobre aquela min�scula calcinha, levei minhas m�os nas suas cochas e subindo cheguei à bundinha dei um Leve apert�o e puxei para mim, fazendo com que minha boca e meu rosto apertassem sua xaninha, novamente senti seu corpo vibrar, realmente ela fazia aquilo com prazer, com muito tes�o, se afastou se contorcendo, rebolando, se mostrando, estava fazendo tudo àquilo pr� me deixar louco, dan�ou mais um pouco e come�ou a tirar lentamente sua min�scula calsinha, virada de costas para mim baixou deixando aparecer sua bundinha linda e empinadinha, suspirei de tes�o e apertei meu pau, ela ent�o se abaixa mais ficando com o corpo a noventa graus, com as pernas retas sem dobrar, assim pude ver sua bucetinha totalmente, essa vis�o da bunda juntamente com sua grutinha era indescrit�vel, que perfei��o! Em seguida ficou de p� e se virou de frente, mostrando sua xaninha totalmente depilada, seu corpo era perfeito, seios durinhos com biquinhos apontados para o c�u, sua cintura fina, e seu quadril largo, abaixo sua bucetinha e colchas perfeitas faziam dela uma mulher irresist�vel.rnEu estava perturbado, n�o sabia o que fazer, s� pensava eu n�o mere�o este avi�o, � areia demais para meu caminh�zinho, mas o fato � que estava ali na minha frente e eu n�o poderia fracassar.rnEla se aproximou mais uma vez, agora totalmente nua, parou bem pertinho de mim e disse:rnTio, sou toda tua, me faz mulher, quero ser penetrada por ti, quero ser tua putinha agora...rnEu ent�o a puxei para mim, com ela ainda em p�, e beijei sua bucetinha, agora livre de qualquer roupa, ela suspirou, eu ent�o com os bra�os envolta de sua bundinha, fiquei ali beijando aquela grutinha como se fosse sua boca, ela abra�ou minha cabe�a e puxou contra si, e gemeu dizendo:rnQue delicia titio!Aii � muito gostooooso!!!rnEnt�o a peguei no colo e joguei na cama, subi nela, com uma perna em cada lado de seu corpo, tirei minha camisa e minha bermuda, ficando s� de cueca, meu pau t�o duro quanto uma pedra, levantava o tecido da cueca, e a cabe�a da pica escapava pela lateral dela.rnDeitei-me sobre ela esfregando minha pica ainda sobre a cueca em sua xaninha depilada, e comecei a beija-la loucamente. Ela retribu�a a meus beijos, entrela�ando suas pernas na minha cintura enquanto seus bra�os me envolviam o pesco�o, me puxando contra si.rnFicamos assim por algum tempo, eu sentindo aqueles peitinhos junto ao meu peito, ent�o comecei a beijar seu pesco�o e fui descendo, parei um pouco para me deliciar naqueles peitinhos, enquanto ela gemia docemente me acariciando a costa com suas m�ozinhas, eu continuei meu caminho descendo mais ainda passando por sua barriguinha seu umbiguinho, at� chegar a sua virilha, contornei com minha l�ngua sua bucetinha, fazendo ela se contorcer e gemer lambi a grutinha toda molhada por seu liquido lubrificante, e senti seu gosto de f�mea no cio, uma delicia aquela grutinha nunca tinha sido tocada por outro homem at� ent�o, eu era o primeiro, e isso me deixou, orgulhoso. rnContinuei descendo, beijando suas cochas seu joelho e fui at� seus p�s, beijei e chupei cada dedinho daqueles pezinhos.rnEla continuava se contorcendo de prazer e entre gemidos me dizia:rnQue loucura, titio! � muito gostoso, tudo que tu fazes � muiiiiito gostooooso, continua me faz gozar muiiiito, faz.rnAbri ent�o suas pernas e mergulhei de l�ngua naquela bucetinha linda e gostosa, que exalava um cheirinho gostoso, e fiquei ali lambendo sua grutinha, passando a l�ngua de baixo para cima por toda a extens�o, parava no seu clit�ris chupando, levando ela a loucura...rn-N�o paraaaa titioooo! Continua seu filho da puta gostoooooooooso! Lambe-me, eu quero gozar na tua boca! Eu te amo! Eu te amo! Caralho que deliciaaaaaa!rnEu senti, aquela nifetinha estava quase gozando, eu tinha que aproveitar para deflora-la enquanto ela estivesse assim, com o tes�o a ponto de explodir, eu sabia que assim ela sentiria menos dor, ent�o sai do meio das suas pernas, tirei minha cueca, subi beijei sua boca fiz ela sentiu seu pr�prio gosto. Ent�o ela me pediu:rnPenetra-me tio, n�o aguento mais de tanto tes�o, eu preciso ser penetrada agora, quero sentir esta pica gostosa dentro de mim, anda me come meu macho gostoso, preciso ser mulher, preciso ser tua putinha...rnEnt�o encostei minha pica na entrada daquela grutinha, e forcei um pouco, ela gemeu...rn-Esta doendo?rn-S� um pouquinho! P�e esta pica dentro de mim, p�e! Meu tes�o � maior que a dor!rnEstoquei, com for�a e a penetrei de uma s� vez, sua grutinha estava muito lubrificada e meu pau tamb�m devido ao nosso grau de tes�o que sent�amos um pelo outro.rnEla gritou! Um misto de dor e prazer para em seguida falar:rn-Agora sou mulher, sou tua, te amo meu tio querido meu sonho se realizou, fosse o primeiro homem a me penetrar, continua, mete tudo, mete at� fim, quero tudo dentro de mim, me chama de puta, me arromba toda tio, quero que tu gozes muito dentro de mim, quero tua porra me evadindo pela primeira vez minha buceta, esta buceta que � s� tua...rnEu estava a mil, escutando tudo aquilo que minha sobrinha falava, me querendo daquele jeito, eu n�o aguentava mais, estava pronto para gozar, mas tinha que aguentar n�o podia gozar antes dela, continuei a estocar forte e cada vez mais r�pido, ent�o ela anunciou se gozo:rnEu vou gozar! Vou gozar tio! N�o aguento mais, � muito gostoso, que deliciaaaaa!Que deliciiiiia, aiiiiii seu filho da puta gostosooooo!rnEla gozou muito, demoradamente, se contorceu, rebolou debaixo de mim, suas unhas cravaram em minha costa, suas pernas se abriram mais que ela podia, levantou seu ventre para ir de encontro com minhas estocadas, em seguida relaxou ela tinha gozado pela primeira vez com uma pica dentro de sua buceta. Eu continuei, mais duas ou tr�s estocadas muito fortes e gozei, gozei como nunca tinha gozado, urrei alto, meus jatos de porra encontraram o interior virgem daquela grutinha, e se espalharam pelo seu interior.rnCai sobre ela, quase que desfalecido, estava muito cansado... Mas continuava dentro dela, ela ainda com suas pernas envolta do meu corpo me segurava junto a ela, ela me segurou com as duas m�ozinhas meu rosto e me beijo ardentemente, depois olhou em meus olhos e falou:rn-Tio, foi maravilhoso, exatamente como eu sonhei, eu tinha certeza que eras o homem certo para tirar minha virgindade, e tu acabas de me provar isso, serei tua sempre, eu te amo como tio e como homem, essa foi nossa primeira foda, de muitas, mais muitas mesmo, porque eu vou ser tua putinha, vou fazer sempre tudo que quiseres.rn-� minha putinha, eu vou te querer sempre, porque �s uma delicia, e tu vai ser minha amante vou te fuder muito, hoje tirei teu cabacinho desta bucetinha gostosa, mas quero tudo, quero tirar o cabacinho deste cuzinho lindo que tens, e quero gozar nesta boquinha tamb�m.rn-Tio ter� tudo isso e muito mais, quero fuder contigo em tudo que � lugar, de tudo que � jeito e posi��o, eu quero aprender tudo o que � sacanagem contigo, �s meu homem, meu macho e meu dono!rnDepois deste dia nunca mais paramos de transar, e foi realmente como ela quis fudemos em todos os lugares poss�veis e de todas as maneiras, nos vivemos nosso amor escondido, e talvez por isso mesmo, nunca brigamos, nem nunca deixamos de fazer aquilo que cada um quer ou sonha em mat�ria de sexo, n�s nos completamos, se fossemos casados talvez n�o fosse t�o gostoso, eu vou ser sincero às vezes me pego pensando se eu mere�o esta menina mulher t�o linda t�o perfeita, t�o jovem, eu sou muito feliz, minha sobrinha � a mulher que eu sempre quis ter.rn

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