O que irei contar � ver�dico.rnSomente os nomes ser�o fict�cios para preservar a identidade das pessoas envolvidas.rnrnMeu nome � Douglas, tenho 34 anos e sou um cara normal. Branco, cabelos e olhos castanhos claros, 1,75m, 92kg, ombros largos, pernas bem torneadas, 18cm de dote. Pratico algum esporte e fa�o exerc�cios de vez em quando pra sair do sedentarismo. Tive poucas mulheres em minha vida, sempre fui muito seleto e como j� disse, n�o sou nada demais. O que eu sempre desejei e era diferente e acredito que me ajudava a conquistar as mulheres que tive foi me preocupar com elas. Com o que elas sentem, pensam, gostam, desejam. Acho que por isso tive sucesso com elas.rnUma delas foi especial. Cl�udia. Moreninha mingnon deliciosa. Cabelos negros quase na cintura, 1,65cm, corpo esguio, cinturinha e pernas bem delineadas. Seios volumosos, mas que cabiam na m�o. Bumbum redondinho e arrebitado, parecendo um morango suculento. A bucetinha era perfeita. L�bios carnudinhos, estufadinha. Ela adorava deixar s� um tufinho de pelos safados acima da xana, o que me deixava louco s� de ver. Cl�udia era uma menina comportada diante das pessoas, mas entre quatro paredes era uma safadinha de marca maior. Uma putinha que as vezes era dengosa e outras uma devoradora.rnConheci Cl�udia quando trabalhei em um hotel na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Era recepcionista do hotel e ela em uma lojinha no lobby. Sempre fui muito concentrado em meu trabalho, beirava a chatice o quanto era met�dico com minha rotina. Sempre tive um �timo relacionamento interpessoal, desde os h�spedes at� colegas de trabalho. Um dia Roberta, prima de Cl�udia que trabalhava na mesma loja, veio at� o balc�o da recep��o e me disse que estava indo embora do hotel, pois iria assumir outra loja da rede em outro hotel. Fiquei chateado, pois era legal quando o movimento passava e fic�vamos de bobeira conversando pra fazer hora, mas ela me disse que me deixaria em boas m�os. Perguntei o porque e ela sorrindo foi at� a loja e chamou Cl�udia. Quando ela veio na dire��o do balc�o da recep��o meus olhos foram direto pro seu rosto. Incr�vel como aquela ninfetinha era sensual. Sabia como chamar a aten��o mas era discreta. Nem preciso dizer que a urubuzada inteira ficou de olho. Ela se aproximou e ent�o Roberta nos apresentou, dizendo que Cl�udia iria assumir a loja e que eu poderia passar bons momentos batendo papo sem nem mesmo sentir falta dela. N�o fui ingrato nem muito menos grosseiro, falei que n�o, que adorava ela e que sentiria muita falta. Ela disse um ?sei bem? t�o direto que n�o consegui disfar�ar como fiquei sem jeito. Claro que Cl�udia percebeu e sorriu. Retribu� seu sorriso e disse que o que ela precisasse, poderia falar e contar comigo pro que desse e viesse. Roberta mais que depressa disse que eu era como se fosse o gerente da recep��o, j� que tinha experi�ncia e o verdadeiro gerente era um coroa bab�o que s� ficava de papo e andando de um lado pro outro catando as desavisadas. Eu ri e disse que n�o sabia de hist�ria nenhuma, mas que se ele se engra�asse com a Cl�udia, iria ter problemas comigo. Com isso ela me olhou e disse que nunca na vida ningu�m cuidou dela. Nesse momento eu imaginei como iria cuidar bem daquela safadinha na cama. Fiquei t�o vidrado que j� estava com uma baita ere��o. Ainda bem que do outro lado do balc�o n�o dva para ver, mas parecia que Cl�udia havia notado. N�o sei se foi pira��o minha, mas ela s� faltou passar a l�ngua nos l�bios devido a alguma vontade.rnEnfim Roberta foi embora e os dias passaram. Foram tranquilos, muito trabalho, muita conversa e fui conhecendo cada vez mais aquela ninfetinha que cada dia que passava me ati�ava mais. Ou era uma roupa provocante ou uma conversa mais acalorada, mas nunca passamos de um limite que havia se estabelecido. Sempre segui aquele ditado que onde se ganha o p�o n�o se come a carne. Mas estava dif�cil resistir a toda aquela carne ali a minha disposi��o todos os dias. A urubuzada como falei n�o perdia tempo e caia em cima detonando. Eu por op��o apenas conversava e ficava de olho. At� o bab�o do meu gerente deu em cima da coitada. Levou um fora t�o bem dado que chegou a pedir uma licen�a de 3 dias com desculpa de tratamento m�dico. Deve ter ido tratar a cara de pau que foi ao ch�o com o fora que Cl�udia deu.rnUm belo dia estava em minha rotina de trabalho quando noto Cl�udia sentada num dos sof�s que ficam no lobby. Esse ficava exatamente de frente a loja. Seu rosto estava triste e com a amizade que j� t�nhamos fiquei preocupado. Liguei pro ramal da loja e vi Cl�udia levantando e indo em dire��o do telefone pra atender. Atendeu normalmente e ent�o perguntei o porque da carinha triste e o que poderia fazer pra alegrar? Ela disse que n�o era nada, que estava chateada com umas coisas mas que j� n�o aguentava mais era aquele pessoal do hotel dando em cima dela. Parecia que ela s� servia pra ser pega e depois descartada. Eu disse que n�o servia s� pra uma noite, mas para uma vida inteira. Ela sorriu e disse que eu era gentil e divertido, e que n�o sabia o porque n�o tinha cantado ela ainda. Respondi que n�o queria ser mais um, que achava ela linda, perfeita, mas n�o queria ser grosseiro e bancar os urubus que rondavam ela todo o tempo. Rindo ela respondeu que eu n�o parecia um, mas que se fosse atrevido ela deixaria roer a carni�a dela. Eu ri, mais de nervoso do que da piada em si. A� respondi que se toda aquela gostosura fosse carni�a, e fosse pro meu bico, eu sairia voando dali da recep��o at� a loja e n�o responderia por mim. Ela nem perdei tempo e disse que adoraria experimentar meu bico. N�o pensei duas vezes, nem respondi. Desliguei o telefone, falei pro meu colega de trabalho que estaria indo na loja resolver um problema no PC e que j� voltava. Voei baixo na dire��o da loja, cheio de m�s inten��es. Quando cheguei na porta ela estava encostada no balc�o e ao me ver sorriu. N�o disse nada, simplesmente cheguei pr�ximo, olhei nos olhos negros dela, puxei pela cintura aquele corpo delicioso em minha dire��o e beijei aquela boca tentadora. Mais que depressa ela correspondeu meu beijo e mantendo a press�o da m�o na cintura dela, colando meu corpo ao dela, com a outra m�o fuia at� sua nuca e segurei com vontade, mas sem machucar. O beijo foi de sofreguid�o, n�s dois parec�amos estar com uma fome animal. Depois de quase uns dois ou tr�s minutos nos beijando me lembrei de onde estava e descolei daquela boca cuja l�ngua chegou a ficar presa no canto do meu l�bio, me puxando de volta pra mais um selinho. Olhei nos olhos daquela ninfeta e disse que se n�o fosse o lugar onde est�vamos eu n�o resistiria e atacaria ela ali mesmo. Ela por sua vez disse que n�o ligava e no mesmo momento desceu a m�o em dire��o ao meu pau que estava estalando de t�o duro. A safadinha acariciou ele por cima da cal�a do terno e se n�o fosse o som de passos ecoando no lobby ter�amos nos atracado ali mesmo. Corri pro PC da lojinha e no exato momento o mensageiro chegou na porta, chamando, dizendo que precisavam de mim na balc�o da recep��o. Respondi que j� iria e falei alto pra Cl�udia que o problema no PC estava corrigido. Que sempre que acontecesse aquilo que ela poderia me chamar que viria com toda a urg�ncia do mundo. Ela disse que tudo bem, agradeceu e voltei pro meu trabalho. S� meu corpo que voltou, porque minha mente n�o saia dos bra�os dela e daquele beijo gostoso.rnNo dia seguinte estava t�o atarefado que o tempo estava voando. Quase n�o consegui pensar em nada. Em dado momento Cl�udia me chamou dizendo ter problema no PC. Fui at� l� de imediato, naquela hora n�o estava fazendo nada mesmo e resolvi ir logo porque se deixasse passar muito poderia ficar enrolado de novo. Ao chegar cumprimentei e fui direto pro PC. Dei uma olhada e verifiquei que estava tudo normal. Olhei pra ela e perguntei o que estava acontecendo e onde era o problema, por que n�o consegui identificar. Ela se chegou pertinho e olhando pro monitor do PC disse que o problema era ali e segurando meu rosto pelo queixo me virou pra ela e me beijou. Eu fiquei aturdido, n�o esperava e fiquei preocupado se algu�m poderia ver. Foram poucos segundos e minhas preocupa��es por terra, pois aquele beijo era muito mais do que simplesmente o rem�dio pra qualquer doente, era o estimulante para muitas deprava��es que rodaram em minha mente. Depois do beijo ela olhou e disse que n�o aguentava mais ficar sem ele, que eu nem dei bola pra ela durante o dia e tal. Pedi desculpas e que n�o era isso que parecia, pois estava atarefado demais na recep��o e que faria o que fosse pra me desculpar com ela por isso. Ela ent�o sorriu e disse que iria guardar pra uma ocasi�o melhor esse meu pagamento. Voltei nas nuvens pro balc�o e o resto do expediente correu tranquilo.rnA semana passou tranquila. E sempre que precisava ou queria eu ia at� a loja de Cl�udia ?arrumar o PC? dela. A gente mantia as apar�ncias e n�o dava bola fora. Ningu�m percebia o que realmente acontecia entre n�s dois. Tanto que a urubuzada continuava rondando e ela dando bola fora pra todos. Quietinho eu me divertia e ganhava cada vez mais aquela gatinha que a cada dia era mais safada, chegando ao ponto de abrir o zipper da minha cal�a e me masturbar enquanto me beijava. Doideira pura. J� estava pensando em arrastar ela pra algum lugar e no dia que marcamos de sair caiu uma tempestade daquelas. Fiquei puto por que logo depois meu gerente me avisa que eu teria de dobrar e trabalhar o turno seguinte, pois o colega da noite n�o viria porque ficou ilhado em casa. Fiquei puto com a situa��o por que pretendia passar uma noite daquelas com Cl�udia. Mas entendi bem e sabia que o cara n�o faltaria por bobeira. Enfim, tive de ir falar com Cl�udia que nossos planos foram literalmente por �gua abaixo. Ela disse que ter�amos todo o tempo do mundo. Que entendia bem a situa��o e ficou reocupada comigo por trabalhar direto. Disse que tudo bem, j� estava um pouco acostumado por que n�o era a primeira vez que isso acontecia. At� comentei que em dado momento a gente consegue at� dormir ali. Ela brincou dizendo que eu s� iria dormir ent�o. Respondi que quem dormia mesmo era o mensageiro da madrugada. O bichinho roncava mais que trator a pleno vapor. Rimos da situa��o e voltamos a nosso trabalho.rnA chuva n�o parava de cair, muito forte, ficou um bom tempo. Quando Cl�udia estava pra ir embora pareceu que tinha aumentado. N�o dava pra ela ir embora naquelas condi��es. Brinquei com ela ent�o dizendo que iria acabar passando a noite ali comigo. Falei brincando e nem olhei direito pra ela, pois estava conferindo umas reservas. S� escutei a resposta que se bobeasse era o que iria fazer, por que voltar pra casa nessas condi��es n�o iria dar. Olhei pra ela e ela com um sorriso nos l�bios piscou o olho pra mim. Eu n�o acreditei no que poderia acontecer. Ser� que ela seria doidinha o suficiente pra isso? As horas seguintes foram as mais torturantes poss�veis. Todo mundo indo embora, eu angustiado com a situa��o porque parece que havia despertado uma diabinha dentro de Cl�udia. Ela ficava ora no balc�o conversando comigo e com o mensageiro ora ia at� o sof� e ficava de l� me olhando convidativa. Pasava a m�o no sof�, apertava pra sentir a firmeza, olhava pra mim de novo e ria. Eu ria junto achando gra�a daquela safadinha ali na minha frente e imaginando o que iria acontecer. Ela em determinada hora se levantou e disse que iria ao banheiro. Saiu toda rebolativa com a saia que estava usando e eu imaginando tra�ar aquela bundinha gostosa. Voltei a me concentrar no trabalho e falei pro mensageiro ir desligando as luzes e fechando o hotel, coisa de praxe. Ele iniciou o desligamento das luzes do lobby, deixando somente o necess�rio para trabalhar. Notei que Cl�udia voltava e se aproximou do balc�o. Cheguei pr�ximo e ela perguntou como estava de trabalho. Disse que era o normal, que sempre terminava tudo em uma ou duas horas e depois s� ficava esperando os h�spede que haviam sa�do retornarem e depois ficava esperando dar a hora para o despertar dos mesmos. Ela consentiu com um sorriso e perguntou sobre as c�meras de seguran�a. Eu disse que elas s� repassavam as imagens pra sala do gerente, que n�o gravavam, que era mais pra assustar do que pra proteger. Ela ent�o riu e disse que iria se sentar no sof� da frente do balc�o. Eu disse que tudo bem que iria adiantar aquilo tudo ali e depois seria todo dela. Ela disse um ?Oba? t�o gostoso que eu fiquei com todas as m�s inten��es na cabe�a. Ela saiu em dire��o do sof� e no meio do caminho perguntou pelo mensageiro. Respondi que ele estava realizando a rotina de fechamento do hotel e que iria demorar mais uns 19 ou 19 minutos pra retornar. Ela disse que ent�o estava bem. Assim pediu pra segurar uma coisa pra ela, jogando logo em seguida em minha dire��o sua calcinha que eu n�o esperando fiquei boquiaberto e acabei deixando cair em cima do balc�o. Eu n�o acreditei no que via e quando retornei ela j� estava no sof�, pronta pra se sentar. Sorriu pra mim e sentou-se de perninhas cruzadas, comportadinha e com cara de menina de escola dominical. N�o acreditei e olhei de volta pra tanguinha pequenininha que estava em cima do balc�o. Peguei e retornei pra Cl�udia, com um olhar de fome e desejo enquanto segurava sua tanguinha. Ela nesse momento olhou pra mim e simplesmente abriu as pernas, fazendo com que sua saia subisse at� quase sua cintura, revelando aquela bucetinha gostosa e perfeita. Petrifiquei e fiquei olhando ela, buscando todos os detalhes e desejando mais e mais aquela safada na minha frente. Olhei pro seu rosto e ela olhando diretamente pra mim disse com claras palavras: ?Vai ser hoje que vou dar pra voc�. E nenhuma chuva vai me atrapalhar nisso.? Nem preciso dizer que meu pau nessas alturas explodiu. Fiquei louco e com vontade de pular o balc�o e comer aquela vagabundinha ali mesmo. Mas nesse momento escutamos os passos do mensageiro retornando. Ela se arrumou no sof� e eu mais que depressa guardei a tanguinha no bolso do meu palet�.rnAs horas se passaram e Cl�udia n�o perdia uma oportunidade pra me ati�ar mais ainda. Se o mensageiro saia do lobby indo at� algum lugar do hotel ou ia atender algum h�spede que chegava, ela mais que depressa se abria toda, pra meu deleite que misturado com a adrenalina de sermos pegos em flagrante me deixava mais louco pra comer aquela bucetinha. Cl�udia brincava comigo, se abria, mexia, chegou a propositalmente se abaixar pra pegar alguma revista na mesa de centro do lobby, deixando toda sua bundinha exposta. Em dado momento que o mensageiro se ausentou do lobby, ela ficou se masturbando sentadinha no sof� olhando pra mim. Cada vez mais e mais ela me maltratava e eu adorava isso.rnDepois de tudo pronto, os h�spedes n�o chegariam mais, o mensageiro disse que iria dormir um pouco e que qualquer coisa era pra eu chamar. Concordei mais queria mesmo que o desgra�ado fosse pro quintos dos infernos. Eu queria era abra�ar aquela capetinha ali, toda oferecida e cada vez mais louca.rnSentei no sof� em frente a ela e ficamos conversando. Ela de vez em quando se mostrava, noutras eu pedia. Ficamos naquela brincadeira gostosa. Demos um tempo e qdo sabia que o mensageiro j� estava dormindo chamei ela para um canto do grande balc�o da recep��o. Que estava escuro devido a s� alguns spots de luz acesos.rnAo chegar peguei aquela safada de jeito, coloquei ela sentada em cima do granito do balc�o, fazendo com que a saia se levantasse quase que ao mesmo tempo. Ao sentir o frio do granito ela soltou um gritinho cheio de tes�o. Mais que depressa me abaixei e meti a boca naquela gruta molhada. Mordisquei os l�bios daquela buceta, suguei todo o l�quido que saia daquela menina q n�o parava de gemer baixinho, contendo o tes�o que estava sentindo. Passei a l�ngua em volta dos l�bios, suguei cada um deles como um favo de mel. Que gosto maravilhoso tinha aquele gozo. Quando me concentrei no clit�ris dela, ela veio abaixo, deitou-se por cima do balc�o extreno, olhando pro teto enquanto baixinho grunhia gostoso. Suguei, mordisquei. Em determinado momento prendi aquele bot�ozinho entre meus dentes da frente e meti a l�ngua com vontade nele, ela enlouqueceu de tal forma que n�o parava de quicar em cima do balc�o. Chegou ao orgasmo na minha boca e ap�s os espasmos diminu�rem, me puxou em sua dire��o e me beijou dizendo que nunca tinha tido um gozo t�o gostoso quanto aquele. J� teve outros, mas n�o igual aquele. Dizendo isso, se abaixou, abriu minha cal�a e abocanhou meu pau duro feito pedra. Ela me chupou t�o gostoso, que foi um sacrif�cio me conter e n�o gozar de cara naquela boquinha m�gica.rnNesse momento, me aparece um h�spede de surpresa. Ele chegou pr�ximo onde est�vamos e perguntou sobre a piscina na cobertura estar aberta. Num esfor�o e controle enorme, respondi que estava e se a luz estivesse desligada era s� acender os interruptores que ficavam de frente pra sa�da dos elevadores. Cl�udia nem se importou com o h�spede, continuou chupando e babando em meu pau, e eu l� me controlando pra n�o pagar um baita mico no meu trabalho.rnO h�spede foi pra piscina e Cl�udia deu-se por satisfeita em me chupar levantando-se e virando de costas. Empinou a bundinha e dengosamente pediu pra comer aquela bucetinha que desejava pica. N�o esperei duas vezes. Apontei a cabe�a do pau praquela xana deliciosa e fui colocando devagar. Sentindo meu pau preencher totalmente aquela bu�a e escutar Cl�udia gemer deliciosamente pedindo pra colocar mais e mais foi o para�so pra mim. Quando estava todo dentro comecei o movimento de vai e vem devagar, mas firme, segurando aquela bundinha que a cada estocada sacudia gostosamente pra meu deleite. Fui aumentando o ritmo e Cl�udia gemia mais e mais, pedindo pra continuar fodendo ela gostoso.rnFicamos nessa gostosa posi��o por algum tempo at� que suspendi seu corpo pra ficar junto ao meu. Assim, pude suspender sua blusa e segurar seis seios deliciosos, apertando os mamilos devagar, ro�ando as vezes com a palma da m�o fazendo eles ficarem durinhos. Ela se virou e de frente ainda levantou uma das pernas, colocando no balc�o. Mais que depressa, meti naquela bu�a que cada vez mais parecia que me ordenhava com suas contra��es exigindo que eu gozasse. Enquanto fodia desse jeito, beijava sua boca e as vezes me abaixava e sugava um de seus mamilos. Cada estocada era motivo pra um gemido cada vez maior. Em dado momento aumentei meu ritmo, j� n�o aguentava mais aquela tortura deliciosa. Cl�udia por sua vez exigia que eu gozasse logo porque queria ver meu leite jorrar. Aumentei minhas estocadas, fodia com vontade. Cl�udia por sua vez jogava seu quadril contra o meu e nessa harmonia e ritmo tive outro orgasmo maior que o primeiro. Urrou e gostosamente foi se desmanchando em meus bra�os. Eu continuei estocando aquela buceta totalmente molhada. Cl�udia olhava pra mim, grogue ainda do orgasmo, e pedia com um certo sorriso de satisfa��o que eu gozasse em sua boca. Continuei meu �rduo e gostoso trabalho por mais 5 minutos quando n�o aguentei mais e anunciei meu gozo. Cl�udia mais que depressa se abaixou e abocanhou meu pau, me masturbando e sugando com vontade renovada, fez com que meu gozo chegasse forte. Foram uns 3 jatos dentro de sua boca, pegando ela desprevenida, quase fazendo ela se engasgar. Tirando o pau da boca, mais dois jatos bateram em seu queixo, escorrendo e desenhando um depravado quadro belo e ordin�rio.rnOlhando pra mim, com uma cara safada, Cl�udia disse que daquele dia n�o poderia passar e que a vontade dela era voar na minha pica desde o primeiro momento que nos vimos. Disse a ela que tamb�m tinha o mesmo desejo, mas n�o queria trat�-la como um simples peda�o de carne. Ela sorriu. Levantou-se, e foi ao banheiro para se ajeitar. Eu por minha vez me ajeitei ali mesmo e quando estava para ir ao banheiro encontro o mensageiro com uma cara de sono dizendo que tinha acordado com um urro de algu�m ou alguma coisa. Disse a ele que era um grupo de jovens que passou na rua fazendo algazarra. Ele disse que tudo bem e falou que era minha vez de descansar. Disse que sim e que estava esgotado. Fui ao banheiro e ao voltar encontrei Cl�udia sentada no sof� da recep��o. Conversando de longa com o mensageiro, que estava do outro lado, dentro do balc�o. Sentei ao lado dela e ela perguntou se estava tudo bem. Disse que sim, s� estava cansado, mas que foi um cansa�o gostoso e que havia valido muito a pena. Perguntei se ela havia gostado e nesse momento vi que ainda tinha um pouco de meu gozo no canto de sua boca. Falei com ela sobre e ela mais que depressa passou a l�ngua safadamente, olhando pra mim com desejo e dizendo se j� tinha a minha resposta.rnDefinitivamente Cl�udia era uma mulher pra vida inteira, n�o � a toa que tivemos um relacionamento longo, que nos rendeu um filho lindo. Mas mesmo casada, Cl�udia nunca foi recatada entre quatro paredes. Muitas coisas aconteceram e todas foram uma mais deliciosa que a outra.rn