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MENINA PERVERSA - 09 - COM CAROL NO CARRO

Abracei minha filhinha, sussurrando em seu ouvido que iria ficar tudo bem, mesmo n�o acreditando muito naquilo.



Acabou que tomamos um banho muito gostoso e, apesar dos protestos da Pri, n�o rolou mais nenhuma putaria no chuveiro. Meu pau estava dolorido e eu tentava digerir toda aquela loucura. Ent�o se eu me deixasse levar toda vez que aquele dem�nio de cabelos de fogo viesse me tentar, estaria completamente perdido.



Ana Paula chegou mais à tardinha e eu aproveitei para escapulir, deixando as tr�s em casa, peguei o carro e fui at� o shopping. Minha cabe�a parecia que ia explodir. Eu pensava em todo tipo de merda que poderia acontecer naquele relacionamento conturbado que eu estava tendo com Pri e Renatinha. Meu lado racional me dizia que eu tinha que parar com aquela merda enquanto ainda dava tempo, mas eu sabia que minha libido nunca iria deixar. Por fim, simplesmente decidi deixar o problema de lado, pegar um cineminha e espairecer.



Fiquei na �ltima fileira, sempre gostei de fazer isso quando queria organizar as id�ias. L� de cima voc� pode ver tudo e a tela n�o parece ocupar todo o espa�o. De l� voc� observa a todos e pouca gente te observa e eu precisava dessa ilus�o de superioridade para poder pensar com clareza.



Um casalzinho estava na maior putaria quando eu entrei e n�o pararam s� porque eu sentei perto. Eu estava t�o imerso em meus pr�prios problemas que nem liguei para eles at� o final do filme, mas quando as luzes se acenderam eu reconheci os dois. O mesmo filho da puta que eu tinha flagrado com Pri em minha casa estava saindo de m�os dadas com minha Carol.



Segui os dois at� a pra�a de alimenta��o e, mesmo ficando em uma mesa distante deles, Carol me viu. Por um momento o pavor transpareceu em seu rosto, mas logo desapareceu, dando lugar a risadinhas e, quando ele se distraiu, ela sinalizou para mim. Obviamente n�o queria que eu me encontrasse com seu "namoradinho". Ela deu uma desculpa qualquer e foi andando em dire��o ao banheiro. Eu me levantei e a segui.



- O que t� fazendo aqui? - ela perguntou em tom de acusa��o.



- Vim pegar um cineminha e adivinha quem eu encontrei se agarrando com aquele babaca? - falei com ironia.



- Pelo menos ele n�o gozou na minha m�o - ela rebateu, deixando-me aturdido.



Ela tinha um argumento ali, mas eu n�o podia deixar ela transformar esse argumento em chantagem.



- Talvez ele n�o tenha gozado na sua m�o porque esteja gozando na boca de alguma amiga sua.



- Do que voc�... - ela come�ou a dizer



- Onde ele estava ontem à tarde? - perguntei rapidamente para n�o dar tempo para ela pensar.



- Ele tava ... - a voz dela morria conforme falava, a �ltima parte da frase soou intelig�vel.



- Ele tava o que, Carol?



- Ele...- ela hesitou -... eu...



Ela parecia querer chorar, ent�o eu a abracei forte.



- Desculpa te fazer passar por isso, amor, mas � para o seu bem. Vem pra casa comigo, deixa esse ot�rio a�.



Consegui que ela se livrasse do babaca, botei ela no carro at� que, ap�s um tempo, o tr�nsito ficou total e completamente parado. Sei que ficamos naquela porra durante umas duas horas. E foi nesse momento que ela atacou de novo:



- Pai, porque voc� gozou na minha m�o?



Que porra eu ia responder? "Gozei na sua m�o porque a sua amiga, que pagou um boquete pro teu namorado, estava me batendo uma punheta"? Nem fodendo! E, no entanto, l� estava eu no estacionamento com minha filhinha perguntando aquilo, e alguma resposta tinha que surgir.



- Eu n�o sei o que te dizer, filha - falei, tentando ganhar tempo.



Ela come�ou a chegar perigosamente mais perto e falou:



- Eu n�o ligo n�o, paizinho.



- Como assim n�o liga? - eu perguntei. Em parte para saber, em parte porque eu ainda n�o tinha uma boa desculpa para ter gozado em sua m�o.



E assim, deixei Carol chegar mais perto, t�o perto que chegava a sentir sua respira��o. Ela colocou a m�o na minha perna e disse:



- Eu sei que voc� n�o transa mais com a mam�e.



Quando sua m�o agarrou meu pau, por cima da cal�a eu segurei seu bra�o com for�a. Estava na hora de dar um basta naquela loucura.



- Para com isso, Carol. O que voc� pensa que t� fazendo? - perguntei, mas apesar de segurar o seu bra�o, eu n�o fiz nada para tir�-lo do lugar e minha pica come�ava a dar sinais de vida na sua m�ozinha.



- Que pau grande voc� tem, papai. Quero sentir o seu leitinho de novo, mas dessa vez na minha boquinha.



CARALHO! Nunca imaginei que uma filha minha fosse dizer uma putaria t�o vulgar. Fosse uma outra menina eu iria pegar ali mesmo naquele engarrafamento desgra�ado, mas era minha filha, porra! Se ela fala como uma puta, imagina o que ela n�o andava fazendo por a�?



- Que merda � essa, Carol? - ralhei com a menina, finalmente perdendo as estribeiras - Isso l� � jeito de falar com teu pai?



- Desculpa, pai - ela falou, apavorada - a Pri falou que o senhor gostava de ouvir isso...



A �nica coisa que consegui pensar foi: FILHA DA PUTA. Enquanto meu mundo desmoronava eu comecei a perceber a profundidade da merda onde eu estava me atolando. Tudo voltou a minha mente. Desde a hora em que eu peguei Priscila pagando um boquete para o "ficante" de Carol at� minha �ltima transa com ela e minha ca�ulinha. De repente, percebi que n�o fora um puta coincid�ncia tudo aquilo estar acontecendo de uma vez s�. Aquela porra fora planejada.



- O que foi que a Priscila te falou, filha?



- Nada n�o, pai.



- Carol, me diz a verdade: o que foi que a Priscila te falou?



Durante um momento, ela n�o falou nada, ficou ali parada mordendo os l�bios e fazendo cara de choro. Meu cora��o, � claro, partiu em dois, como sempre acontece quando vejo minhas filhas nesse estado, mas eu n�o podia deixar Priscila controlar minhas meninas assim. A verdade era que eu estava come�ando a perceber quanto ela estava me controlando.



- Ela falou que o senhor gostava... desse tipo de garota...



- E como diabos ela poderia saber uma merda dessas?



- Sei l�, pai. Me leva pra casa vai.



- O que mais ela te disse?



- Ahhh... pai...



- Fala logo, Carol.



- Tipo... eu contei o que aconteceu... tipo... que o senhor gozou na minha m�o e ela falou que existiam pais que tinham tes�o pelas filhas, sei l�.



- A� ela falou pra voc� tentar me seduzir.



- N�o! - ela meio gritou isso, um daqueles gritinhos de susto - eu que queria.



Mal as palavras sa�ram da sua boca e ela enrubesceu, tapou a boca com as duas m�ozinhas e soltou um "ai meu Deus" que, sinceramente, me amoleceu. Descobrir que duas das minhas filhas sentiam tes�o por mim n�o era exatamente a coisa mais confort�vel do mundo, mas a verdade � que aquela situa��o me atra�a demais.



- Querida - meu tom de voz mudara completamente - � normal voc� se sentir atra�da por mim. Quero dizer, normal n�o �, mas acontece.



- � papai - seus olhos brilharam - e acontece do pai ser atra�do pela filha tamb�m?



- Acontece, mas normalmente isso d� merda.



- Acho que nunca ouvi voc� falar tanto palavr�o - ela meio que me repreendeu com uma risadinha.



- �... desculpa...



- N�o. Pode falar. Eu gosto... tipo... parece mais descontra�do. Voc� n�o tem que ser formal comigo, papai. Eu gosto de descontra��o - ela fez uma pausa - Por que d� merda?



Eu devia cortar o papo, mas a verdade � que eu estava gostando de "ser eu mesmo" com minha filha, s� para variar um pouco.



- Se a tua m�e descobre, por exemplo. E outra coisa: c� n�o pode querer encontrar sexo e felicidade s� dentro de casa, Carol. O mundo est� a� e voc� precisa ganhar o teu espa�o...



- Mas e se ningu�m descobrir? - ela me interrompeu.



- Mesmo assim d� merda. Pra eu poder ser seu pai, eu tenho que ter o meu espa�o...



- Acho que n�o � bem por a�, pai. Essa babaquice de "aura de autoridade" n�o funciona. Quantas filhas fogem de casa, fazem merda, por a�? E tem pais super-r�gidos.



- E voc� nunca vai ter um namorado? Nunca vai casar?



- Eu posso ter um namorado e transar com voc�, qual � o problema nisso?



- C� t� brincando comigo, Carol? Lembra da sensa��o que voc� sentiu quando eu te contei que teu namoradinho te chifrava? Vai mesmo querer fazer isso com outra pessoa.



Isso foi um show de hipocrisia. Quem sou eu para dar aula de moral para algu�m, mas, porra, era minha filha! Eu n�o queria que ela fizesse as mesmas merdas que eu.



- Voc� entendeu tudo errado, paizinho - disse ela para meu pesar - Eu n�o estava em choque. Eu tava com tes�o. Se voc� sabia que meu namorado tava transando com a Pri e n�o expulsou ela de casa, ent�o eu ia ter uma chance com voc�.



- Pera�! - eu falei, desconcertado - Voc� sabia da Priscila com teu namorado?



- Sempre soube, papai. Esse � o motivo porque essa babaquice de "espa�o" entre eu e voc� nunca vai dar certo. Como voc� vai poder influenciar minha vida se essa porra de "distanciamento paternal" nunca vai me permitir te contar esse tipo de coisa?



Aquele era um dos momentos em que a gente tem a tend�ncia de ver o errado como certo e inverter as bolas. Ter minha menina jogando aquele tipo de coisa na minha cara me excitava pra caralho e estava cada vez mais dif�cil n�o agarr�-la ali mesmo.



- N�o � bem por a�, Carol - falei, mas sem muita convic��o. Ela percebeu isso e come�ou a se aproximar de novo.



- N�o? - ela perguntou com um sorriso lascivo - � assim, papai. Porque eu vou deixar o senhor entrar na minha vida se a gente n�o tem intimidade?



Sua voz se tornava aveludada e sedutora. Ela passava as unhas na minha perna, chegando perigosamente perto da virilha.



- Como � que eu vou falar dos meus desejos, das minhas taras... - ela sussurrava no meu ouvido, provocando arrepios, enquanto sua m�o agarrava minha vara.



- Para com isso, Carol - eu dizia, mas n�o havia convic��o na voz. As janelas estavam fechadas e, como o carro era praticamente todo filmado, n�o dava pra ver o que se fazia l� dentro, mas havia uma porra dum �nibus na nossa frente e, porra, qualquer um que olhasse l� de cima ia ver a putaria rolando no nosso carro. E a possibilidade disso acontecer me deixava extremamente excitado.



- Ai, paizinho - ela falou meio gemendo - deixa vai...



- T� bem, mas s� um pouquinho.



- Hmmm... que gostoso, papai, mas por cima da cal�a n�o tem gra�a - ela falava enquanto abria o z�per, enfiava a m�o por dentro e tirava meu caralho para fora.



Eu pensei em fazer ela parar. Pensei em todos os motivos l�gicos para isso - bons e numerosos motivos - mas a punheta que Carol tocava enfraquecia minha determina��o. Logo, nossas bocas se encontraram e eu senti o gosto daqueles l�bios maravilhosos. Sua l�ngua se enrolou na minha e, sem pensar muito no que estava fazendo, comecei a bolinar minha princesa. Minhas m�os passeavam pelo seu corpo, detendo-se em seus seios perfeitos e sua bundinha redondinha. Percebi, nesse momento, que ela estava sem calcinha. A vagabunda tinha ido em um encontro com um decote que deixava pouco espa�o para a imagina��o, de mini-saia e sem calcinha.



- Ai, papai... que del�cia... sente minha xoxotinha, sente. V� como ela t� molhadinha.



E estava realmente molhada, chegava a escorrer. Quando eu bolinei seu clit�ris, a safada deu um gemido t�o alto que me assustei. Meio estabanado, tratei de ligar o r�dio em qualquer canal e voltei a dar aten��o para Carolzinha. Puxei os peitos dela para fora do decote e me atraquei em um mamilo, mamando como um bezerro, enquanto dava umas beliscadinhas de leve no outro com a m�o. Minha filha, gemia alto e dizia:



- Chupa meus peitinhos, papai... mama na sua menininha, vai. Ai que del�cia de boca, meu Deus.



Eu me acabava naquelas tetas, chupava, mordiscava e beliscava como se n�o houvesse amanh� e, assim que dei uma folga, ela abaixou e caiu de boca no meu caralho. Primeiro ela deu uma bela lambida desde as minhas bolas at� a cabe�a do meu pau, foi um neg�cio que me arrepiou at� os p�los do cu, aquela lambida dada com gosto, de quem realmente entende do riscado. Depois, detendo-se na cabe�a do meu cacete e come�ou a trabalhar na glande com a l�ngua, às vezes carinhosa e, às vezes, a�oitando o menino com viol�ncia e, nessa hora, eu dava aqueles pinotes involunt�rios. A� come�ou o vai-e-vem, massageando com os l�bios e a lingua, sugando, um pouquinho de cada vez, descendo e me deixando louco. Eu queria bolinar ela, mas o boquete estava t�o bom que eu s� conseguia me segurar no volante e reprimir os urros de prazer que minha menininha estava conseguindo despertar. Ela desceu at� onde conseguiu e voltou, tirando toda a minha pica da sua boca, deu um beijinho na cabe�a e engoliu tudo de novo de uma vez s�, subindo e descendo cada vez mais r�pido e sugando cada vez mais forte, chupando e bolinando minhas bolas com a m�o. E quando eu puxava seus cabelos com um pouco mais de for�a, quando meus gemidos irreprimidos escapuliam denunciando o orgasmo, ela desacelerava e, voltava a lamber a glande delicadamente, mas era s� eu relaxar o corpo que ela recome�ava tudo de novo, descia vagarosamente num vai-e-vem vertiginoso at� seu limite, tirava quase tudo e depois ca�a de boca com vontade. Ela repetiu essa porra at� que eu n�o aguentei e, abafando o grito com a m�o, gozei litros de porra na sua boquinha. Ela se arrumou, sorrindo e engoliu olhando para mim.



- Onde voc� aprendeu a fazer isso? - exigi saber.



Ela olhou para mim com cara de santinha, baixando a cabe�a como se estivesse envergonhada, mas ao mesmo tempo com um sorriso sacana nos l�bios. Uma mistura de inoc�ncia com safadeza, uma perfeita ninfeta, e me disse:



- Praticando, papai.

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