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QUE AMOR DE CUNHADA 1





Atualmente estou separado, tenho 34 anos, 1,82 e sou bem magro, mas essa hist�ria ocorreu quando eu tinha 30 anos e minha ex-mulher 27 anos. Ela tem um irm�o tamb�m casado, com uma mulher que vou chamar, Maria (nome fantasia).



Maria � uma dessas mulheres simples, humilde mas com uma feminilidade a flor da pele. Ali�s pele bem clara, cabelos louros claros(pintados)., olhos azuis, um sorriso maravilhoso, dentes perfeitos, um verdadeiro anjo, e um corpo de deixar qualquer um de pau duro s� de ver.



Eu tive a felicidade de fazer parte desta fam�lia e ter p�r perto sempre minha querida cunhada. Gostamos muito de acampar, a minha fam�lia e a de meu cunhado tamb�m, ele � um cara super bacana, mas muito fechado e quase nunca o via fazendo carinho em sua esposa, eu sempre fui mais festeiro. H� 4 anos atr�s, resolvemos fazer um acampamento gigante., e levamos toda a nossa fam�lia.



A data coincidiu com a do carnaval e ter�amos, 7 dias maravilhosos para descansar. A minha cunhada sempre teve muito carinho comigo, principalmente quando seu marido n�o estava p�r perto, o tom de nossas conversas e at� os olhares ficavam diferentes, mas como n�o ousava nada al�m do parentesco, sempre ficava p�r isso mesmo.



Eu sempre desde que a conheci tive p�r ela uma tara incr�vel, a ponto de às vezes ficar tremulo s� de pegar em suas m�os. Aquele acampamento prometia, pois desde o come�o ela me cercava e perguntava sempre sobre a montagem da barraca para ajudar seu marido. J� na chegada ela usava uma bermudinha bem justa o que deixava de fora aquelas pernas lisinhas e deliciosas, sem fazer muita for�a eu ficava excitado e meu pau do�a, porque n�o podia deixar aparecer meu estado.



Bem no primeiro dia foi a euforia da montagem das barracas, fizemos um lanche conversamos um pouco e fomos logo dormir. Est�vamos em 19 pessoas divididas em 2 barracas. As barracas eram daquelas, tipo bangal�s, com dois quartos, separados e fechados com z�per. A minha era mais velha e o fundo dos panos dos quartos j� estavam um pouco rasgados, de tanto a garotada puxar, e acabou rasgando um pouco mais, at� ai tudo bem.



No dia seguinte no domingo de carnaval, levantamos cedo, fizemos caf�, quando ela abriu o z�per da sua barraca a vis�o do para�so caiu bem em frente a mim., s� de camisetinha meia longa e calcinha, aquilo realmente me deixou espantado, com o pau duro na hora, o que ela percebeu e fitou p�r alguns segundos minha ere��o, fiz quest�o de n�o disfar�ar e deixei rolar. Com a voz meio tremula ela perguntou se havia �gua no nosso cantil, que ela havia esquecido de encher o deles, eu prontamente disse que sim, peguei uma jarra enchi de �gua e levei at� a barraca dela, bem em frente a minha, minha mulher ainda estava se trocando e meu cunhado ainda dormia.



Entrei, e ela como num gesto alucinado tocou p�r querer no meu pau, quando foi pegar a jarra, confesso que a emo��o era tanta que se ela n�o segurasse a jarra , ia cair no ch�o.



Instintivamente coloquei minha m�o em um dos seus seios, s� cobertos p�r aquele tecido fino da camiseta, e percebi o biquinho durinho e cheio de tes�o., ela ficou vermelha e deu um aperto no meu pau como quem diz. - At� logo mais.



Escutei meu cunhado tossir, ent�o sai de quatro fazendo o possivel para deixar meu pinto mais mole, mas ia ser dif�cil, e aquele dia seria meu mart�rio. Brincamos o dia todo, almo�amos, passeamos e sempre que podia dava uma encostadinha naquela bundinha, sempre sem querer e muito discretamente, s� n�o sabia o que viria a noite.



Em certo momento quando ficamos a s�s ela me disse., hoje voc� n�o me escapa, quero ser mico de circo se n�o arrebentar meu rabo no seu pinto. Aquilo me deixou mais alucinado ainda, eu quase dei bandeira pra todo mundo de t�o emocionado.



Chegou a noite e come�amos a nos preparar para ir dormir, ela come�ou a falar com a garotada e prop�s, que como n�s quer�amos dormir mais tarde, que crian�as dormiriam todas, na barraca dela e ela e o seu marido dormiriam na nossa.



� claro concordei de imediato sem saber de que maneira iria comer aquele rabo. N�o foi dif�cil de adivinhar. Eu e minha mulher ficamos � claro num quarto e ela e o meu cunhado no outro. Esperamos um pouco mais, jogamos baralho e bebemos bastante, u�sque e cerveja. Eu confesso que o �lcool n�o fazia efeito de tanta emo��o que sentia e finalmente fomos nos deitar. Entrando na barraca ela ficou do lado esquerdo com o marido e eu com minha mulher do lado direito.



Discretamente e naturalmente eu me deitei ao lado esquerdo da minha mulher, de modo que fiquei com a cara na parede do meio do quarto, ela p�r sua vez deitou-se do lado direito do marido de modo que ficou do meu lado. Podia sentir sua respira��o. Imaginem a cena. Minha mulher dormiu logo, e meu cunhado tamb�m porque era tarde e t�nhamos bebido bastante, mas n�o n�s.



Esperei at� ouvir a respira��o e roncos quando uma m�ozinha entrou p�r baixo do pano e pegou na minha m�o, alisando. Puxei sua m�o um pouquinho mais e coloquei no meu pau, a essa altura a bermuda e a cueca j� estavam arriadas. eu sentia a m�o dela tremer e fazendo movimentos ela apertava cada vez mais meu pau.



Enfiei minhas duas m�os p�r baixo do pano e cheguei at� suas pernas, alisei bastante at� chegar naquela maravilha de bundinha, lisinha, p�r cima da calcinha, e cheguei at� a bucetinha, que percebi j� tinha encharcado a calcinha. Suavemente puxei a calcinha pra baixo ajudado p�r ela, tudo com muita calma pra n�o fazer barulho e j� tentando segurar ao m�ximo o barulho da respira��o.



Estava escuro e n�o pude contemplar aquela maravilha, e o pano da barraca tamb�m atrapalhava um pouco, mas tudo bem. Os carinhos foram ficando mais intensos, coloquei um dedo na bucetinha dela mexendo com seu grelo ao que ela deixava as vezes escapar um suspiro mais forte e com a outra m�o alisando sua bundinha e aproveitando o mel da sua buceta, enfiei um dedo tamb�m no seu Cu, fazendo c�rculos e aquele vai e vem fui deixando ela maluca.



Foi ela quem pediu e come�ou com tudo .



Fiz um esbo�o de tentar me virar e consegui baixar um pouco minha cabe�a ficando na cara daquela bucetinha maravilhosa. Comecei lambendo seus grandes l�bios, chupei com muita calma e muito tes�o, metendo um dedo no seu Cu. Quando senti na minha boca o cuzinho piscando, notei que ela estava gozando gostoso.



Ai foi minha vez, nos mexemos e ela deu um jeito e colocou meu pau na boca, dando umas mordidas deliciosas e sugando at� onde conseguia ir, garganta adentro, n�o demorei muito e gozei alucinadamente naquela boquinha deliciosa, e percebi que ela bebeu tudinho sem deixar cair uma gotinha.



Ficamos assim p�r mais uns minutos, quando meu pau j� estava duro de novo, puxei sua bunda quase toda pra dentro da minha parte da barraca, e como j� estava lambuzadinha n�o perdi muito tempo e coloquei meu pau nas suas coxas e procurei seu Cu, mas ela pegando minha rola dirigiu para sua buceta p�r tr�s, e me puxou com toda for�a, fazendo que entrasse tudo at� o saco, s� ouvi um gemidinho que em seguida disfar�ou dando uma tossida.



Foi um vai e vem compassado para n�o acordar os outros, e a sensa��o de estar fodendo a mulher de um cara com ele do lado e a sua mulher do seu outro � a coisa mais louca do mundo, nunca ouvi e nem vi isso em lugar nenhum.



Bem, depois de alguns minutos gozei feito um cavalo e inundei aquela buceta. Descansamos um pouco quando percebi alguns movimentos na barraca e n�o era comigo, fiquei quieto e fazendo um pouco de esfor�o com a penumbra da lua consegui perceber minha cunhada chupando o pau do meu cunhado e ao mesmo tempo empurrava sua bundinha contra mim.



N�o tive duvidas , � agora, j� de pau batendo na testa de novo, apontei naquele Cu e fui empurrando at� sentir a cabe�a passando e dai pra frente for�ando a entrada daquele Cu maravilhoso, fui enfiando, at� sentir minhas bolas bater na bunda.



Imaginem, ela chupando o marido e dando o Cu pra outro homem, sem ningu�m saber de nada. Ela fez de prop�sito, s� minha mulher n�o poderia acordar, sorte que ela tem o sono pesado. al�m de ter bebido bastante. Ficamos ali por alguns minutos que pareceram uma eternidade de felicidade e prazer, at� que eu n�o aguentando mais, gozei, mas gozei, ao ponto de quase perder os sentidos, uma verdadeira loucura saber que tinha gozado naquele Cu maravilhoso. Percebi que quase ao mesmo tempo meu cunhado e ela gozaram tamb�m, ele deve ter ficado satisfeita de tanta porra, pela boca , buceta e C�. Realmente foi o dia mais incr�vel da minha vida, com certeza. Espero que tenham gostado., bem eu adorei., at� hoje somos bons amigos e fazemos coisas que s� vendo. eu volto.... continua....



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