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TRAINDO O MEU MARIDO: MEU PRIMEIRO M�NAGE.

Ol� pessoal, primeiramente quero agradecer a todos que leram meu �ltimo relato e pelos in�meros elogios. Adorei muito a receptividade do pessoal e n�o esperava tanta aceita��o por parte de voc�s. Obrigada!rnrnAgora eu volto com este relato de mais uma experi�ncia vivida por mim, espero que gostem.rnrnDepois do fato ocorrido no conto anterior, a paix�o pelo meu marido reacendeu, mas durou algum tempo, depois voltou à mesma rotina. Ele raramente me toca e quando quer transar, normalmente j� estamos deitados, ele me vira de costas, fode e goza logo em seguida, sem se preocupar com o meu prazer. N�o curte muito preliminares e por fim eu acabo sempre querendo mais. Na verdade, j� estamos casados h� 19 anos. Casei com 24 anos e ele com 32. Tive o nosso filho com 22 anos e ele com 30. Mas fomos morar juntos somente depois casados, at� ent�o fiquei morando sozinha num apartamento que eu tinha naquela �poca. Por fim, apesar de ainda estar apaixonada pela meu marido, sinto que tamb�m estou perdendo um pouquinho o tes�o por ele. E isso agravou ainda mais depois que eu transei com o Vagner, que ao contr�rio, � jovem e tem o que uma mulher na minha idade precisa: tes�o e uma rola deliciosa pronta para satisfaz�-la.rnrnQuanto à apar�ncia do meu marido, esta nunca fora problema para mim. Ele � alto, por volta 1,83m e pesa 102kg, ou seja, bem acima do peso de uma pessoa considerada esbelta. Bastante peludo e apresenta uma incipiente calv�cie. N�o acho que ele seja lindo, mas sempre foi muito carinhoso comigo e sempre me tratou com muito respeito. Mas pra mim, al�m disso tudo, o importante � ser satisfeita na cama. Mas, de certa forma eu o compreendo, fica fora de casa por um bom tempo, e tenho certeza que ele se encontra com outras mulheres, e provavelmente tamb�m est� perdendo o tes�o por mim.rnrnAssim sendo, precisei encontrar outras formas de me satisfazer. Desta vez, eu n�o estava t�o grilada como na primeira vez que tra� o Zeca, � assim que o chamo. J� que ele � representante comercial, n�s recebemos com bastante frequ�ncia clientes e vendedores em casa. Muitas vezes eu fico com a responsabilidade de atend�-los sozinha, pois ele est� fora viajando. E isso foi a oportunidade que precisava para encontrar algu�m para uma transa. Foi numa destas visitas que conheci o C�sar. Ele o meu marido ficaram s�cios h� pouco tempo, e apesar de ele ter vindo à nossa casa algumas vezes, eu ainda n�o o tinha conhecido pessoalmente. Por uns tempos, o Zeca ficou muito tempo fora, ent�o precisei tratar dos neg�cios diretamente com o C�sar mais de uma vez. Conforme �amos entrando em contato, come�amos a conversar sobre outros assuntos, e assim fui percebendo que ele estava ficando interessado em mim. Descobri que � casado, tem 52 anos e � policial militar aposentado. Fisicamente ele � magro, cabelos grisalhos, mas tem uma apar�ncia bem jovial e charmosa, que eu acho sexy. Como eu estava numa seca danada novamente, eu logo comecei a me insinuar para ele, que n�o demorou a perceber as minhas inten��es. Come�amos a nos encontrar com certa regularidade. As primeiras vezes foram em casa, depois j� sa�amos para jantar e termin�vamos a noite em algum motel. Contudo, o sexo com o C�sar, apesar de ser gostoso e excitante, n�o acrescenta muita coisa à minha vida. Ali�s, às vezes eu o acho um pouco afoito, para um homem maduro isso � chato. Mas ainda assim, � mais dedicado que o meu marido, o que me deixava um pouco satisfeita.rnrnE dessa forma tenho levado a minha sexual. Depois que o Vagner foi morar em outra cidade, eu n�o tivera mais contato com ele por um bom tempo. No entanto, numa tarde chuvosa, nos encontramos no MSN. Teclamos por um longo tempo. Contou-me que estava namorando e que estava adorando morar na outra cidade. Mas deixou bem claro que ainda pensava em mim e na transa que tivemos juntos. Disse-lhe que assim que ele quisesse, poder�amos "relembrar". Ent�o ele me confessou que estava planejando me fazer uma surpresa qualquer dia, mas que avisaria com anteced�ncia para eu poder me planejar. Passei-lhe algumas datas que meu marido estaria fora, para ele tamb�m poder agendar o melhor dia para ele.rnrnPassaram mais alguns dias, numa quarta-feira a tarde ele me liga e avisa que viria no domingo. A data coincidia exatamente com a sa�da do Zeca de casa naquele final de semana e com as obriga��es do Vagner em Porto Alegre. Ent�o acertamos que ele almo�aria comigo, inclusive ele se prop�s a nos fazer um churrasco.rnrnNo domingo de manh�, acordei cedo, meu marido j� tinha sa�do no s�bado à noite e eu dormira sozinha, pois o C�sar tamb�m tinha os compromissos familiares dele. Preparei algumas coisas antecipadamente para ter um tempo livre maior para o meu convidado. Logo em seguida fui tomar banho. Fiz uma depila��o mais caprichada, deixei a dita bem aparadinha. Gosto do contraste dos p�los negros com a pele branca. Terminado o banho, passei creme no corpo para ficar com a pele macia. Coloquei uma lingerie bem sexy, desta vez branca. A parte da frente era uma calcinha normal, mas atr�s � bem ousada e fica bem "atoladinha". Vesti um vestido floreado leve, de certa forma bem comportadinho, pois escondia meu busto, mas era curto o suficiente para valorizar as minhas pernas, e calcei uma sandalinha.rnrnFiquei aguardando, ouvindo m�sica na sala. Fazia calor, ent�o liguei o ar condicionado para n�o aparecer toda suada. Eram umas 19 horas, quando ouvi a campanhia tocando. Fui abrir o port�o e notei que havia mais uma outra pessoa com o Vagner. Ele desceu do carro, me abra�ou e me beijou no rosto. Ent�o ele me disse qual era a surpresa que ele tinha para mim: o seu amigo. Quando ele desceu do carro, o Vagner nos apresentou.rnrn- Prazer, eu sou a Rejane, mas pode me chamar de R�. � assim que todos meus amigos me chamam ? fui logo dizendo, enquanto o abra�ava. Senti o cheiro do seu perfume, indiscutivelmente de grife. Era de uma fragr�ncia floral amadeirada, que dava um toque de sensualidade extra àquele homem lindo e de bom gosto.rnrn- O prazer � meu - respondeu-me com um abra�o bem forte e com um beijo no rosto pode me chamar de Marcos, � assim que me chamam ? concluiu brincando.rnrnE assim j� foi ficando um clima legal entre n�s.rnrnGostei imediatamente dele, pois al�m de ser um homem bonito, bem despojado e espirituoso, ele se destacava em rela��o ao Vagner tanto pela beleza quanto pelo f�sico. Alto, por volta de 1,85m, cabelos castanhos escuros. M�os grandes e fortes. Malhado, mas n�o chega a ser sarad�o, mas nenhuma barriga. Percebi que se tratava de um rapaz de bom gosto. Vestia uma bermuda e camiseta de grife. Cabelos bem penteados.rnrnConvidei-os para entrar. Antes por�m ajudei-lhes a descarregar as coisas. Colocaram a cerveja no freezer da �rea de lazer para mant�-las geladas, pr�ximo a churrasqueira e o restante, na pia. Vagner perguntou se j� quer�amos abrir a cerveja, enquanto o Marcos come�ava os preparativos do churrasco. Sugeri-lhes que talvez fosse melhor tomarmos um drink antes. Concordaram ent�o fui à cozinha preparar. Voltei logo em seguida e os encontrei conversando sobre a casa, principalmente sobre a piscina.rnrnBem, a nossa casa � relativamente grande. Possui 03 dormit�rios, dos quais usamos apenas um. Um dos quartos � do nosso filho, que mora fora do Pa�s, e o ocupa somente quando ele vem passar alguns dias aqui em casa. O outro � de h�spedes. A cozinha � grande e confort�vel. Da cozinha temos acesso a uma �rea grande e coberta e climatizada, que tamb�m d� acesso à piscina, atrav�s de duas portas grandes e transparentes de vidro. Bem ao fundo do terreno, temos outra �rea, onde fica a churrasqueira e pr�ximo a ela o balc�o-pia com demais utens�lios. Nesta parte temos um freezer grande para as bebidas. No centro fica uma mesa grande com 08 cadeiras. Algumas espregui�adeiras ficam em volta da piscina e outras, na �rea coberta. Para uma festinha, � sensacional.rnrnVoltamos para o local da nossa "festinha". O Marcos foi terminar de preparar o almo�o, enquanto eu e o Vagner ficamos caminhando em volta da piscina. Nesse momento estava soprando um vento agrad�vel, o que dava um clima de prazer e tranquilidade. Ent�o o Vagner come�ou a me falar da vontade de que ele tinha em me ver novamente de quanto estava com desejo. Peguei em sua m�o e nos beijamos como apaixonados. Eu n�o estava nem um pouquinho ligando se algum vizinho dos pr�dios pr�ximos pudesse notar alguma coisa. Ele aproximou o meu corpo contra o seu, apertando a minha bunda.rnrn- Estava com saudade deste rabinho gostoso - disse-me pressionando ainda mais a minha bunda com for�a - vou te comer aqui mesmo.rnrn- N�o! - censurei - vamos voltar para debaixo da cobertura, pois aqui os vizinhos podem notar.rnrnEnquanto volt�vamos, notei que o Marcos estava nos observando.rnrn- Vi voc�s dois aprontando l� fora. E eu, como fico? N�o vou ganhar nada? - perguntou.rnrn- Tem que pedir ao Vagner, n�o pra mim. Isso aqui tudo � dele - respondi com safadeza.rnrn- N�o tenho ci�mes - declarou o Vagner me beijando novamente.rnrnEnquanto esperava o almo�o ficar pronto, o Marquinhos veio at� onde est�vamos, levantou o meu vestido e come�ou a passar a m�o na minha bunda. O desejo de ser possu�da e amada era latente. Eu beijava o Vagner com for�a e esfregava a minha bunda contra o corpo do Marquinhos. Afastei-me um pouco deles e, para facilitar a brincadeira, deixei cair o vestido e me sentei apenas vestindo a calcinha numa das espregui�adeiras. Os dois vieram se sentar ao meu lado, o Vagner ficou à minha direita, enquanto que o Marquinhos, à esquerda.rnrn- Eu n�o te falei que ela � muito gostosa? Confere aqui para voc� ver - disse o Vagner para o Marcos, alisando a minha xaninha por sobre a lingerie. Dei uma risadinha safadarnrn- Parem, meninos, voc�s est�o muito assanhadinhos! N�o acredito que voc�s ficam comentando sobre as pessoas - fingi surpresa e espanto.rnrn- N�o comentamos sobre as pessoas, apenas sobre mulheres gostosas e elegantes.rnrnMarcos, por cima da calcinha, com os dedos foi fazendo uma leve press�o no meu grelinho. No mesmo tempo, o Vagner ficou alisando os meus seios e beliscando de leve os biquinhos, que estavam durinhos de tes�o, enquanto ficamos trocando beijos de l�ngua. Ainda brincando com a minha xaninha, o Marcos come�ou a me beijar na altura do umbigo e foi descendo...rnrn- A minha xoxota est� toda molhadinha, esperando pela tua l�ngua - provoquei-o.rnrnSem empecilhos, ele tira, quase arrancando, a minha calcinha, afasta as minhas pernas, e enfia a sua l�ngua pela minha fenda �mida e quente. Dei um forte gemido quando a senti se contorcendo e adentrando a minha vagina. Foi uma sensa��o maravilhosa. Dois homens jovens e quentes me possuindo, era um misto de loucura e tes�o inexplic�vel.rnrn- Chupa os meus peitos, Vagner - implorei-lhe apertando a sua cabe�a contra os mamilos enrijecidos de tes�o.rnrn- Vou te chupar todinha, minha puta.rnrn- Chupa a tua putinha, safado!rnrnA combina��o do toque suave dos seus l�bios nos meus peitos com a cunil�ngua fez o meu corpo explodir em espasmos e atingir o cl�max instantaneamente. Eu literalmente berrada de prazer.rnrn- Chupem seus cornos... Que del�cia!!rnrnParamos por um momento. Extenuada, fiquei deitada e ofegante por alguns instantes. O Marquinhos foi terminar e servir o almo�o, enquanto o Vagner foi dar um mergulho na piscina. Levantei-me, fui ao banheiro fazer uma higiene r�pida, vesti um roup�o e voltei para terminar de ajudar o Marquinhos com o almo�o. Servimos o almo�o, o Vagner veio apenas de sunga almo�ar.rnrnComo fazia calor, mais bebemos do que comemos. Eu comi apenas uma salada e pouqu�ssima carne. Os meninos aproveitaram mais, mas mesmo assim preferiram beber mais a comer. Em dado momento est�vamos bem "altos", ent�o lhes convidei para irmos para o quarto "descansar" um pouquinho.rnrnTirei o roup�o e o Vagner tirou a sunga e ficamos pelados.rnrn- Falta voc�, Marquinhos - falei enquanto lhe ajudava a tirar a camiseta.rnrnAfrouxei a fivela do cinto e desabotoei a bermuda. Levei a m�o por dentro da cueca e alisei o seu pau. Senti que n�o era pouca coisa. Eu nunca tinha visto um pau lindo assim, ali�s, eu conhecia apenas tr�s at� aquele momento. Era perfeito, reto, grande e grosso, com uma cabe�a perfeita e bem larga para p�-la todinha na boca e depois ir bem devagar at� o fundo, bem gostoso.rnrn- Marquinhos, voc� tem um pau maravilhoso! Acho que vou adorar sentir voc� dentro da minha buceta. Vem c�, gostoso - puxei-o pela m�o e me ajoelhei para chup�-lo todinho.rnrnSegurando pela base daquele enorme membro, comecei lambendo a cabe�a e descendo at� a base at� deix�-lo todo babado. Enquanto eu pagava o boquete para o Marcos, o Vagner permaneceu deitado, batendo uma punhetinha. Degustei cada cent�metro daquela rola maravilhosa. Suguei cada gotinha de esperma que come�ava a escorrer daquele mastro.rnrnComo eu ainda n�o tinha tido a experi�ncia de sentir uma pica de verdade no meu rabinho, apenas os dedos do Vagner no encontro anterior, eu ainda mantinha certa apreens�o por esse momento. Por�m, eu j� estava psicologicamente preparada para o que viesse acontecer. Sem contar que eu j� estava muito excitada.rnrn- Vem c�, minha linda, agora vai ser a minha vez de comer a tua xaninha - falou o Vagner.rnrnSubi em cima dele e encaixei a minha buceta no seu pau melado. Como ela estava toda molhadinha, nem percebi a entrada. Comecei cavalgando de leve, apenas sentindo a sensa��o.rnrn- Come essa buceta, come gostoso! Deixa eu sentir toda essa piroca gostosa dentro de mim - implorei.rnrn- Empina esse rab�o pra mim - pediu-me o safado do Marquinhos.rnrnEnquanto eu fazia um ?upa-upa? gostoso no Vagner, tentei atender o Marquinhos empinando o m�ximo que podia a minha bunda. Ele aproveitou e come�ou a lamber o meu cuzinho at� deix�-lo bem relaxadinho.rnrn- Que pau gostoso! Fode assim, fode! - implorei gritanto.rnrnEnquanto fodia a minha bucetinha, o Vagner ainda chupava e mordiscava os meus mamilos.rnrn- Que del�cia, morde o biquinho deles, seu cachorro! rnrn- Que puta safada, vou gozar. Vou encher de leite esta buceta gostosa.rnrnRebolei freneticamente at� que o Vagner n�o aguentou mais e estremeceu todo o corpo.rnrn- Que buceta deliciosa, porra! Vou gozar, sua puta!rnrnTodo suado e vermelho, ele gozou aos gemidos e eu pude sentir todo o seu prazer quente jorrando dentro de mim.rnrnAinda por cima do Vagner, tirei o seu pau da minha buceta, arrebitei a bunda e chamei o Marquinhos:rnrn- Vem, gostoso, soca agora esse pau lindo no cu desta tua puta... Vai devagar que ainda est� zerinho.rnrnAjudando o amigo, o Vagner abriu a minha bunda para que o Marcos pudesse "trabalhar" mais a vontade. Senti quando ele come�ou a massagear o meu anelzinho com o indicador, introduzindo levemente a ponta do dedo.rnrn- Caralho, Marcos, viu s� que cus�o tem a Rejane.rnrn- � lindo! Veja o contraste da cor da pele com a tonalidade r�sea desse cuzinho. N�o sei como tu ainda n�o comeu.rnrn- N�o comi, porque ainda era virgenzinho e ela n�o deixava - respondeu.rnrnEu procurava relaxar o anelzinho, para que eu n�o sentisse tanta dor. Sempre ouvi coment�rios de outras mulheres que para dar o rabinho elas t�m que estar muito excitadas, apaixonadas, tem que ser com o cara certo sen�o d�i muito. Confesso que � mais ou menos isso. Eu estava t�o gamada no Marcos, que eu estava completamente inebriada. Ele � o tipo de homem que a maioria das mulheres fariam "tudo" por ele. E no meu caso, o pequeno sacrif�cio era liberar o meu preciosinho. E ele n�o estava nenhum pouquinho se fazendo de rogado, foi massageando at� o meu �nus ficar flex�vel e, com as duas m�os grandes, ele segurou pelos meus quadris e posicionou a minha bunda na melhor posi��o para ele.rnrn- Fica bem tranquila, R�. - ele me confortou. - N�o vai doer nada, pelo menos em mim.rnrn- Safado! - pensei.rnrnCom a habilidade, ele colocou a camisinha, deixou-a bem lubrificada, e encostou na minha entradinha. Quando tentou a primeira vez, a primeira rea��o que eu tive foi retrair o m�ximo que pude o �nus. Deu mais uma massageada, e tentou a segunda vez. Ajudada pelo Vagner que mantinha a minha bunda completamente exposta, resolvi ficar mais calma, relaxar e acreditar que era poss�vel, lembrar ainda que eu n�o era a primeira e nem a �ltima mulher a fazer aquilo. Senti que ele fazia uma leve press�o, mas n�o for�ava a ponto de doer. Dei uma reboladinha para ver se facilitava. Ele sentiu que era o momento ideal e apenas com uma �nica e forte press�o seca, entrou. Senti uma dor lancinante. A minha primeira rea��o foi apertar o pau dentro e berrei. Quase rasguei o len�ol com as minhas unhas.rnrn- Calma, R� - disse o Marcos, tentando me acalmar - aos poucos ele vai se acostumando.rnrn- S� se for o seu cu que se acalma, seu puto!rnrn- Deixou a tigresa furiosa - disse o Vagner rindo - cuidado que ela morde.rnrn- Vou deixar essa tigresa mansinha como uma gatinha.rnrnEle continuou pressionando levemente. Enquanto meu �nus ia relaxando, eu ia sentindo o Marcos deslizando suavemente seu mastro para dentro do meu �nus, at� sumir, at� me deixar completamente introduzida, enrabada e confort�vel com aquele monstro antes t�o amea�ador. Massageando o clit�ris, comecei a rebolar bem lentamente e assim fui curtindo as primeiras sensa��es de prazer. J� acostumada, supliquei:rnrn- Come meu cuzinho, come, safado.rnrn- Ainda est� doendo?rnrn- Com certeza. ? menti apenas por capricho, pois j� n�o sentia mais a dor forte. Era apenas uma sensa��o de dorm�ncia misturada com tes�o, provavelmente da minha buceta encharcada.rnrn- Est� gostando, R�?rnrn- Com certeza, amor. Fode mais. Bem gostoso, fode.rnrnAs estocadas come�aram a ficar mais frequentes e mais fortes. O homem realmente sabia como fazer a coisa direito. Ele ia at� o fundo, parava e pressionava o m�ximo que podia. Voltava para novamente repetir os movimentos. N�o contei o tempo, mas presumo que fiquei uns vinte minutos sendo enrabada. Eu j� tinha gozado umas tr�s vezes, enquanto que o Marcos continuava incans�vel. Estava numa forma f�sica invej�vel e de uma virilidade soberana.rnrn- Por favor, gato, estou exausta - implorei.rnrn- Agora est� do jeitinho que eu gosto: calminha e dominada. Ent�o, para terminar, vem chupar gostoso o meu pau, vem. Quero gozar na tua boca, sua putinha.rnrnEle tirou a camisinha e trouxe aquele pau todo "babado" para eu chupar. O que antigamente era estranho para mim, agora eu fazia com prazer.rnrn- Que piroca gostosa! Est� bom, assim? - perguntei-lhe, lambendo e chupando aquela rola enorme.rnrnN�o demorou nenhum instante e senti seu pau pulsar freneticamente. Segurando a minha cabe�a, ele gozou um jorro quente e salgado na minha boca.rnrn- Toma o leitinho, gata, toma! - determinou urrando de prazer.rnrn- Olha como ficou a boquinha dela - disse ele para o Vagner ainda sacudindo aquela rola na minha boca - adorei a tua putinha, muito tesuda. E que cu apertadinho!rnrn- Eu te disse, e tu ainda n�o queria vir comigo à Porto Alegre.rnrnTerminada a cerim�nia da minha inicia��o anal, eu sentia meu cuzinho todo aberto. As duas pirocas estavam prostradas, se recuperando do trabalho exaustivo que tiveram, enquanto que os meus machos cochilaram, ainda suados e exaustos. Havia um forte cheiro de sexo no quarto. Confesso que transar com dois homens foi uma sensa��es incr�vel e maravilhosa.rnrnPor volta das 4 horas da tarde, sa�mos do quarto e fomos dar um mergulho na piscina at� escurecer. E assim, termina mais este relato, espero que tenham gostado e se quiserem entrar em contato comigo, o email �: [email protected]. Beijos.

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