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MINHA EX

Quando ainda �ramos namorados, nossa rela��o sempre foi quente, transavamos em qualquer lugar e a qualquer momento, conhec�amos o corpo um do outro melhor do que os nossos pr�prios, infelizmente o amor n�o foi t�o forte, mas o tes�o, esse sim continua.rnDepois de um bom tempo sem nos falamos, achamos que seria interessante nos vermos de novo e marcamos de sair, n�o era a primeira vez que faz�amos isso depois do termino do nosso relacionamento, mas com certeza foi a mais prazerosa.rnPassei na casa dela, ela baixinha, a pele morena bem clarinha, cabelos bem negros escovados na altura do ombro, vestida com um vestido sem al�as, preto e branco com estampas de flores, e tinha as unhas das m�os e dos p�s pintadas de vermelho. Fomos at� um barzinho, conversa vai conversa vem, uma cervejinha e agente se beija, nosso beijo se encaixava perfeitamente, mau meus l�bios tocam a boca dela e meu pinto j� endurece, era muito tes�o um pelo outro, sa�mos de l�, entramos no carro, nossas bocas j� estavam alucinadas e minhas m�os percorriam todo o corpo dela. rnMesmo dirigindo n�o tirava as m�os dela, esfregava em sua perna e escorregava por debaixo do vestido, dava pra ver ela se arrepiando, enquanto mordia o l�bio, cheia de tes�o, as m�os dela tamb�m apertavam minha coxa e tocava levemente no meu pau, ela dizia ?tenho medo de atrapalhar voc� na dire��o?. Paramos no primeiro Motel que havia no caminho, por�m esse estava lotado, era s�bado à noite, e precisamos procurar outro. rnParamos no pr�ximo, tamb�m cheio, por�m nesse poder�amos esperar at� liberar um quarto e foi isso que fizemos, a fila de espera estava grande, o que praticamente nos obrigou a come�ar por ali mesmo. Ainda por cima do vestido, eu tocava os peitos dela, deslizava pela barriga e pelas pernas, colocando em baixo do vestido e sentindo a umidade na sua calcinha, uma calcinha preta! N�o resisti e coloquei meu dedo dentro da calcinha tocando o clit�ris, ela gemeu baixinho, mas pediu pra mim parar, pois j� n�o aguentava mais de tanto tes�o.rnAbri o z�per da minha cal�a e coloquei meu pinto pra fora, ela meteu a m�o nele e come�ou a punhetar, tive que pedi pra ela parar se n�o gozaria ali mesmo, ela para e diz: ?Que vontade de por ele na boca?, por�m inibida com o grande movimento de carros ali naquele momento ela acha melhor esperar subirmos at� o quarto.rnFinalmente o quarto � liberado, j� sa�mos do carro nos agarrando com ainda mais vontade. Ela sobe a escada na minha frente e eu segurando a cintura dela e esfregando meu pau na bunda dela, quando abrimos a porta ela j� jogou a bolsa no ch�o, tirou as sand�lias e como o vestido � f�cil de tirar em segundos ela j� estava apenas de calcinha na cama daquele quarto, que com um espelho enorme na parede frontal fez valer a espera, com a mesma velocidade e voracidade ela tira toda a minha roupa me deixando totalmente pelado, fico em p� na cama e ela de joelhos, mete a boca com vontade no meu pau mostrando que realmente estava muito afim, ele realmente capricha, enfia meu pau todo na boca, depois lambe e chupa minhas bolas, e olhando o nosso reflexo no espelho pe�o pra ela parar se n�o iria gozar na boca dela.rnMe abaixo e arranco a calcinha dela, tendo a vis�o daquela buceta deliciosa, ao mesmo tempo pequena e carnuda, n�o totalmente raspada, mas com os pelinhos bem ralinhos, enfio meu dedo dentro dela, e logo ela me diz: ?Quero de quatro na frente do espelho? se virando em dire��o ao espelho e se ajeitando na posi��o, e completa dizendo: ?hoje voc� pode gozar dentro?. Me ajoelho atr�s dela e penetro meu pau naquela buceta molhada, ela solta um gemidinho quando entra, eu j� muito louco de tes�o, gozo rapidinho dentro da xaninha, ela j� me conhecia sabia que eu gozava r�pido na primeira, ent�o ela levantou foi at� o banheiro se limpar e voltou j� querendo a segunda.rnEu estava em p� ao lado da cama e foi s� ela me tocar de leve que eu j� estava pronto para o segundo tempo, em p� mesmo virei ela de costa pra mim, e enfiei meu pau dentro dela e ela suspirou gostando de me sentir entrando, sem tirar a penetra��o caminhei com ela at� a frente do espelho onde ela apoiou as m�os e empinou a bundinha pra que eu pudesse comer gostoso a buceta dela, metia gostoso, e ela dava gemidinhos de prazer, pra ficar mais confort�vel arrastei uma cadeira para a frente dela, ele ajoelhou e se apoiou no encosto, enquanto eu enfiava e tirava meu pau de dentro dela, meti com for�a e gozei de novo dentro dela, fazendo ela suspira e sorrir.rnDepois de duas seguidas precisamos de um descanso, ficamos deitados conversando um pouco e partimos para a terceira e melhor tranza da noite, com ela deitada, ajoelhei e coloquei as pernas dela para cima deixando os p�s dela na altura do meu rosto, penetrei, chupava os p�s dela e o reflexo, daqueles pezinhos com as unhas vermelhas no espelho me excitavam ainda mais, eu metia com mais tes�o, tes�o que ela tamb�m sentia, pois gemia e gritava como nunca tinha feito antes, ela passava as m�os no meu peito me aranhando e virando os olhos, percebi que aquele era o momento e bombei o mais forte e mais r�pido que pude, fazendo ela gritar muito alto enquanto eu enchia a buceta dela de porra e prazer.rnMas uma vez precisamos de descanso, Ela se vestiu e eu tamb�m coloquei minha cueca, deitamos de conchinha, perecia que n�o iria acontecer mais nada, s� parecia, nossos corpos juntinhos refletidos agora no espelho do teto, ligou novamente o nosso tes�o, puxei pra baixo seu vestido, deixando os peitos deliciosos dela para fora, eles eram perfeitos, nem muito grandes nem pequenos, os biquinhos rosinha claro combinavam perfeitamente com seu tom de pele. Em baixo deslizei novamente aquela calcinha preta pelas coxas dela at� sa�rem pelos seus calcanhares, deixando somente com o vestido enrolado na altura de sua barriga, ela p�e a m�o para traz puxando minha cueca para baixo, e com a m�o no meu pau direciona ele at� a entrada daquela buceta e mais uma vez estou l�, agora comendo ela de conchinha, posi��o que n�o demora muito a ser mudada quando ela vira e fica deitadinha com o bumbum pra cima e eu de joelhos vejo todo o movimento do meu pau invadindo a xana dela e ainda me delicio com a imagem daquele cuzinho rosa, at� mais uma vez depositar minha porra bem l� dentro.rnDepois disso cada um foi pro seu canto, e ainda trocamos umas mensagens de vez em quanto, mas realmente n�o sei se voltara a acontecer. rn

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