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CACHORRO QUE GOSTAVA DE UMA BRONHA

Eu sempre gostei muito de animal, principalmente de cachorro, particularmente de duas ra�as, do Pastor Alem�o e do Dog Alem�o, s�o dois animais extremamente fieis aos seus donos, s�o carinhosos e bravos. A hist�ria que vou contar aconteceu em 1986, quando eu comprei um filhote do Pastor Alem�o, ele tinha 6 meses, estava lindo, tomava banho de 4 em 4 dias uma sa�de de fazer inveja, quando eu dava banho nele eu sempre lavava bem o bilau, o saco, bot�o e rabo. Era um banho completo, por curiosidade comecei a acariciar o bilau, batendo uma punheta para ele igual a gente faz no nosso pinto, e para minha surpresa, saiu um pinto fino, comprido e de repente cresce uma bola bem na base que impede do pinto voltar para a casa dele. No come�o eu batia essa punhetinha at� a bola crescer, porque quando crescia ele ficava agoniado, s� mais tarde � que eu descobri o porque, � como se fosse uma mola o pinto sai para fora e se n�o tiver nada para segurar retorna e se nessas alturas a bola j� tiver ficado grande, deve ficar doendo quando volta grande, ent�o aprendi a segurar a bola, a� sim ele gostava e ficava com aquela cara de safado, quando a gente segura a bola, ele come�a a jorrar, quase um copo pequeno de gozo, quando eu seguro a bola fico sentindo passar os jatos de porra continuamente, at� a bola come�ar a diminuir depois de uns 19 minutos ou mais.rn Nesse per�odo minha esposa me pegou no flagra, e n�o tive outro recurso a n�o ser contar a verdade, que batia uma punhetinha para ele de vez em quando, ela ficou curiosa e tornei a bater outra punhetinha para ela ver como funcionava, nesse dia ela ficou muito excitada e depois do banho do cachorro transamos adoidados, a partir da� sempre que eu dava banho no cachorro era assim, eu lavava ele e ela batia a punhetinha nele e depois trans�vamos intensamente, um dia est�vamos transando na sala com a porta aberta e o cachorro entrou, eu estava deitado e ela por cima de mim, quando eu acabei de gozar, ela levantou a bunda mas continuou por cima de mim na posi��o de quatro, nessa hora o cachorro come�ou a lamber o esperma que escorria pela bocetinha afora (ela tomava p�lula), e sem dizer nada para mim deixou o cachorro lambendo a bocetinha, a� quem pegou ela no flagra foi eu. Depois virou rotina eu acabava de gozar ela chamava o cachorro para limpar toda a bagun�a que ficava na bocetinha dela, como ela gostava e aprendeu a gozar com essa chupada do cachorro, era um gozo comigo e outro com o cachorro.rn Um dia ela no cio querendo transar comigo, mas eu estava de repouso, tinha uma maratona de canoagem e precisava de todas as for�as para o domingo. Falei com ela brincando, porque n�o chama o Pascal(nome do cachorro) ela n�o pensou 2 segundos, bastou um assobio que ele chegou parecendo que j� sabia o que ia acontecer, ela arrancou a roupa tirou a calcinha, sentou no sof� abriu as pernas ele correu para lamber a xoxotinha da namorada, nessa posi��o mesmo (ela queria ter o controle da situa��o) ela escorregou mais o corpo no sof� e ele pos as patas dianteiras no sof� ao redor da cintura dela, ele j� chegou enfiando a pica, para tudo quanto � lado, ao redor da xoxota, na perna e de repente ele acertou a racha, mas a bola cresceu de fora e ele logo desceu de cima dela e ficava lambendo a bola grande at� ela diminuir de tamanho e entrar dentro do prep�cio do cachorro. Ent�o percebi que eu teria que ajuda-los, ele deu uma volta pelo p�tio, bebeu �gua e retornou para sala, voltaram para as posi��es anteriores e quando ele se posicionou eu mirei o pinto dele na rachinha e empurrei a pica, ela entrou toda, e de repente formou a bola dentro dela, ela tomou um susto danado e eu continuei a segurar o pinto dele para n�o sair da xoxota, e enquanto isso ele ficava bobando o pinto na bocetinha dela, ela chegou a um gozo violento, e vendo eu que a foda estava completa aliviei a press�o que eu fazia para que o n� continuasse dentro dela, ele puxou para fora o pinto, que saiu de uma vez fazendo um barulho parecido com um desentupidor de pia e trazendo porra que molhou a perna, o sof� e fez uma po�a no ch�o, nessa hora ela deu um gemido acho que de dor, como ela ficou de perna aberta no sof� se recuperando da foda, eu n�o resisti e com meu pinto mais que duro, enfiei naquela boceta encharcada, sentindo ela bem larga, mas extremamente quente e molhada, foi delicioso. Esvaziei toda a porra que tinha como se eu tivesse querendo competir com o cachorro para ver quem tinha mais. E depois ela foi tomar um banho e ficamos conversando sobre a experi�ncia que t�nhamos tido, s� de lembrar da transa com o cachorro fic�vamos excitados e trans�vamos de novo, naquela dia foi umas tr�s seguidas, a minha canoagem foi para o espa�o. rn Depois dessa experi�ncia nos ficamos preocupados com doen�as ou com qualquer problema que poderia vir com a transa do cachorro, entramos em contato com o Dr. Oswaldo Rodrigues consultor sexual de muitas revistas, atrav�s de cartas, se fosse hoje seria email e ele disse que o cachorro sendo sadio ele desconhecia qualquer tipo de problema que poderia ter, apenas alertou-nos para que evitasse de solta-lo com outros cachorros ou cadelas, para n�o pegar doen�as e transmitir à namorada. A partir da� ele foi um complemento para nossas transas, criamos v�rias posi��es, a que ele mais gostava era quando ela ficava de 4 na posi��o de uma cadela, a� era ele quem comandava a foda, dava cada estocada que ela chegava a gemer, ele chegou a transar com ela numa mesma tarde umas 5 vezes, isso com 7 meses de idade.rn Depois ela viajou e passou 3 meses fora, quando retornou matamos a saudade e ela queria transar com o cachorro tamb�m, se posicionou de 4 e ele por tr�s mandou brasa, quando a bola cresceu ela deu um grito, tentou correr mas ele segurou firme, e eu percebendo que tinha alguma coisa errada, tentei retirar ele de cima dela, ele reagiu rosnando os dentes, ela apenas se deitou e pinto acabou por sair da ex-bocetinha pequena, a bola do pinto em tr�s meses tinha crescido muito, era como se ela estivesse dando a luz um bebe, ficou bem uma hora gemendo de dor. Descobrimos que ele adulto com a bola daquele tamanho, n�o daria prazer algum, apenas dor, outro dia invertemos a t�tica, eu segurava o pinto dele para a bola crescer fora e depois deixava ele tentar por dentro, ele ficava estocando na �nsia de conseguir e isso dava muito prazer a ela, mas logo o cachorro desistia e ela para n�o ficar na m�o eu completava o servi�o. Com assim dava muito trabalho resolvemos n�o transar com ele mais, apenas bat�amos uma punhetinha de vez em quando.rn Eu aconselho as mulheres a ter cuidado na hora de transar com cachorro, ele tem pinto fino e comprido, s� uma bocetinha que aguenta um pinto de 23 cm pode agasalhar um sem problemas, bocetinha que aguenta um de 19 e sente ele pegar no �tero � muito perigoso, ele machuca muito f�cil uma mulher de boceta rasa, o pinto dele � fino e pontiagudo, portanto aconselho nesses casos apenas brincar com ele, s� uma punhetinha ou deixar ele lamber, agora as que aguentam rindo o que as outras aguentam chorando, essas s� devem ter o cuidado de examinar primeiro o tamanho da bola que vai entrar na boceta dela, porque dependendo do cachorro � exagerada de grande, j� vi muito cachorro pequeno de pinto grande por isso, fa�a o teste primeiro.rn Quem quiser mais detalhes, podem escrever que responderei a todos. rn As fotos s�o da minha atual esposa, ela n�o aceita nem conversar sobre zoofilia, respeito a opini�o dela e n�o converso com ela sobre esse assunto, s� estou escrevendo esse conto para os que gostam e por isso estou colocando na se��o de zoofiliarnrnrn

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