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ARMANDO PRA DAR PRO MEU AMIGO (PARTE II)

Depois de ter conseguido dar pro Jose, agora minha meta era ter algo mais substancioso na bunda, algo que fosse maior e mais grosso, meu desafio desta vez era conseguir engolir pela bunda a rola do Janio. N�o seria uma tarefa muito f�cil, pois, Janio era muito metido a comedor de garotas e se gabava de seu falo imenso. O que na verdade era real, pois, a fama de sua pica enorme era conhecida por muitas, e tendia s� a crescer cada vez mais, sendo assim, porque ele comeria a bunda de outro cara, se havia uma pancada de mulheres querendo dar pra ele? Realmente eu teria de me superar!rnrnChamei-o para tomar umas cervejas num bar pr�ximo de nossa casa. Ele aceitou! Durante as brejas, conversamos sobre v�rios assuntos, principalmente mulheres. As mais bonitas, as mais gostosas, as que fodiam melhor, enfim chegamos onde eu queria: FALAR DE SEXO!!!rnrnMinha inten��o neste momento era excit�-lo ao m�ximo. E percebi que estava conseguindo. Est�vamos os dois de bermuda tipo surfista e camisas regatas, por�m, por causa do tamanho de sua ferramenta, o volume de seu pau aparecia na bermuda. Aquilo tamb�m me excitava, minha cabe�a estava a mil bolando uma forma de arrast�-lo pra minha casa, e mais uma forma de dar pra ele.rnrnAfirmo mais uma vez que n�o sou afeminado, e meu prato predileto s�o as mulheres, mas como j� disse s� quem j� gozou com uma rola na bunda sabe do que estou falando.rnrnAt� que arrisquei. Sabia que ele adorava tomar amarula e em casa eu tinha uma garrafa pela metade, n�o pensei duas vezes:rnrn_ Cara to me lembrando agora que em casa ainda tem meia garrafa de amarula, e vou deton�-la hoje mesmo!rnrn_ Voc� vai nada, n�s vamos. Z�. P�es estas na minha conta! J� pra sua casa!rnrnNeste ponto j� hav�amos tomado umas oito garrafas de cerveja e ele ainda tomou duas doses de conhaque. Bem, eu mesmo mais disfarcei que bebi. Entramos no meu carro e fomos direto pra minha casa. Eu tremia de nervoso, pois, pra ele est�vamos indo tomar a amarula, pra mim a tentativa de ser mai preenchido que da outra vez. Meu medo era de que ele n�o s� n�o aceitasse como me denunciasse e da� eu tava ferrado.rnrnChegando em casa, peguei os copos, gelo e a bebida, quando voltei pra sala, ele estava vendo minha cole��es de filmes e gostou de um pornos�o que tinha l�.rnrn_ Quero ver este! Posso?rnrn_ O que quiser! Por dentro eu explodia de alegria, pois, alcoolizado, e excitado com um porn�, minhas chances aumentavam e muito.rnrnDurante o filme sua pica mal cabia dentro da bermuda at� que arrisquei tudo de vez.rnrn_ Janio, me desculpa, mas n�o consigo assistir um film�o destes sem acariciar minha benga. E j� fui tirando pra fora e alisando a cabe�a do meu pau.rnrn_ Se n�o tiver problema, posso tamb�m? Minha pica ta doendo dentro da bermuda.rnrn_ Fica a vontade. A casa � nossa!rnrnGelei, o cara colocou o copo de lado, abriu a bermuda, e lentamente come�ou a tirar aquela maravilha de dentro. O desgra�ado percebeu que eu n�o tirava os olhos e perguntou:rnrn_ Gosta do que v�?rnrn_ Se liga! S� n�o d� pra reparar no tamanho que tem isso. Voc� deve acabar com as putinha que trepa!rnrn_ Isso � verdade! Depois que as minas me experimentam algumas querem repetir, mas a maioria nunca mais quer de novo!rnrn_ Ent�o voc� nunca deve ter conseguido comer um cusinho? Arrisquei de novo.rnrn_ J� tentei v�rias vezes, algumas at� consegui, mas por pouco tempo, logo elas dizem que est� doendo e me pedem pra parar. Teve uma vez que eu estava fodendo uma loirinha linda, quando ela mesma me disse que queria me dar o rabinho, enlouqueci, mas sabendo da minha arma, fui com muito jeito e muito carinho comer aquela bundinha linda, nem passou tr�s minutos e ela disse que n�o aguentava mais, pior que isso, � que nem a bucetinha dela eu consegui comer de novo. Foi foda!rnrn_ Cara! Vou te dizer uma coisa. Esse papo me deu vontade de bater uma punhetinha! Disse j� iniciando movimentos bem lentos na minha pica, ele j� sem cerim�nias, tamb�m iniciou uma bela punheta com aquele mastro. Assim ficamos por algum tempo, at� que arrisquei novamente:rnrn_ N�o repara n�o, mas acho que deve ser o efeito da bebedeira. Posso saber como � pegar numa tora t�o grossa? Ele agora poderia ter um n�mero ilimitado de respostas. Poderia me escorra�ar, tirar um sarro, zoar comigo o resto da vida, etc... mas ele respondeu:rnrn_ Claro, pode pegar!rnrnE afastou a m�o que punhetava, deixando aquele monumento a minha merc�. Timidamente, segurei aquela jeba, e iniciei uma punhetinha bem lenta. Janio colocou as m�os na cabe�a e ficou s� me observando, depois de um tempinho o punhetando com uma m�o, resolvi segurar com as duas e incrivelmente, se tivesse mais duas m�os, acho que ainda sobrava pica. Alisava seu saco, passava a palma da m�o na cabe�ona, fiquei ali uns quinze minutos brincando, quando senti a m�o de Janio passando em minha nuca e me direcionando a sua pica:rnrn_ O que voc� est� fazendo Janio?rnrn_ Sei que voc�s est� doido pra por na boca, to vendo que n�o para de salivar. Vai da uma bela chupada nele!rnrnN�o pensei duas vezes. Comecei lambendo a cabe�a, depois percorri toda a extens�o de sua monstruosidade com minha l�ngua, chupava-lhe o saco e voltava a cabe�a eu o estava deixando doido quando ele comentou:rnrn_ Que delicia de chupeta, pena que n�o consigo gozar numa boca!rnrn_ Como assim?rnrn_ Por mais que seja gostoso, se eu n�o meter realmente, n�o consigo gozar. Voc� vai ficar me chupando a tarde toda at� amanhecer o dia e em n�o vou gozar. O pau vai at� amolecer, mas eu n�o gozo!rnrn_ Pra gozar voc� tem que meter?rnrn_ isso!rnrn_ Ent�o hoje vou quebrar teu galho! Disse isso e j� fui tirando sua bermuda e a minha e ele me olhando com cara de espantado:rnrn_ Voc� acha que aguenta pelo menos a metade da minha pica?rnrn_ Se eu n�o aguentar tudo at� voc� gozar eu mudo de nome!rnrnFui ao meu quarto peguei umas camisinhas e o K&Y (santo k&y), quando voltei, ele estava me aguardando alisando lentamente aquela maravilha. Pra manter o clima, ca� de boca novamente e mamei feito um bezerrinho, depois virei-me e fiquei de frango assado, ele j� colocava a camisinha e lubrificava seu Picasso eu comecei a lubrificar meu cusinho, quando ele disse:rnrn_ Deixa que eu fa�o as honras!rnrnE come�ou a lubrificar meu rabinho com sua l�ngua. Fiquei louco, jamais imaginaria que ele fosse capaz disso, tanto que ele percebeu e me disse:rnrn_ Surpreso com minha l�ngua no seu cusinho?rnrn_ Muito! Mas continua que est� uma del�cia.rnrnSem pressa ele ainda me chupou um bom tempo, alternando entre meu cusinho e meu saco, as vezes ele me punhetava chegando a me dar umas chupadinhas na rola, mas quando ele parou eu sabia que era a ?HORA D? agora ele iria me atracar com aquela del�cia. Ele pegou o K&Y, passou bastante no meu rabinho, enfiou um dedo, depois dois, quando enfiou o terceiro ficou s� brincando de tira e p�e e cada vez colocando mais lubrificante com uma m�o enquanto a outra me punhetava, às vezes ele se abaixava e me dava boas chupadas no pau. Foi quando ele se levantou ficando à minha frente apontando aquele colosso em minha dire��o encostando em meu cuzinho e iniciou a brincadeira de pincelar, esfregando-o em mim. Fui ficando muito excitado e minha dilata��o anal aumentava cada vez mais. Senti finalmente que ele iniciara a penetra��o.rnrnCom muito carinho e calma, ele foi colocando mil�metro a mil�metro pra dentro de mim, quando chegou no esf�ncter, que � o limite e ao mesmo tempo o in�cio da verdadeira penetra��o ele parou e disse:rnrn_ Acha que vai aguentar?rnrn_ Por acaso eu mandei parar?rnrn_ � que a partir daqui seu rabo vai arder!rnrn_ Eu sei bem o que quero! Continua devagarzinho deste jeito, mas n�o para enquanto seu saco n�o bater na minha bunda!rnrnVi que ele ficou doido com minha resposta e continuou a atolar-me sua geba. Do�a um pouco, mas eu estava aguentando firme. Quando pensei que n�o ia mais aguentar ele disse:rnrn_ Puta que pariu! Entrou tudo!rnrn_ Deixa ele paradinho a� um pouco pra eu me acostumar!rnrnAssim ele deixou seu monumento todinho enterrado no meu cu at� que fui me acostumando com tudo aquilo dentro de mim:rnrn_ Vai metendo devagar!rnrnEle foi tirando lentamente e levemente colocando de novo. Me sentia como se estivesse sendo esvaziado e preenchido novamente à medida que ele entrava e sa�da de mim. Assim ficamos por algum tempo:rnrn_ Foda-se meu c�. Mete essa porra. Me arrega�a!rnrnDisse isso e soou pra ele como se eu o tivesse ligado na tomada. Ele me segurou pelas pernas e afundou sua pica pra dentro de mim, parecia que estava batendo no meu estomago de t�o fundo que entrava. E finalmente Ele disse algo:rnrn_ Fica de quatro que quero meter vendo sua bunda!rnrnAcho que meter em mim, por mais que estivesse gostoso, a vis�o do meu pau balan�ando acho que n�o o agradava muito, e sem frescuras tratei logo de obedecer. Ele apontou sua magnitude em meu rabo, foi empurrando devagarzinho at� que meu cu sugou-o para dentro, muito louco, ele meteu em mim sem d� e eu aguentando firme achando uma del�cia.rnrnDar a bunda para algumas pessoas d�i porque elas n�o relaxam e se entregam verdadeiramente a aquele momento, pra mim � prazeroso porque aprendi a me soltar totalmente neste momento.rnrnDepois de muito me foder de quatro:rnrn_Ainda tenho algo pra voc�!rnrn_ O que?rnrnMe perguntou ele curioso. Sa� da frente dele tirando aquele mastro de mim, coloquei-o deitado de barriga pra cima subi nele:rnrn_ Assim voc� n�o vai conseguir, vai entrar todo em voc�!rnrnFoi ent�o que descobri que at� agora ele ainda n�o tinha realmente me enterrado toda a sua pica com medo de me machucar.rnrn_ A partir daqui quem comanda sou eu!rnrnDisse isso e coloquei sua maravilha na porta do meu rabinho e vagarosamente fui colocando pra dentro, quando passou o esf�ncter meu cu simplesmente foi engolindo aquela delicia at� que sentei em sua barriga e ouvi seu coment�rio:rnrn_ N�o estou acreditando no que estou vendo! N�o sobrou nada pra fora. Meu pau est� todinho dentro de voc�. Pela primeira vez, minha pica entrou todinha em algu�m!rnrnDizendo isso ele n�o se aguentou, me segurou pela cintura e me fodeu maravilhosamente. Sabendo que logo ele iria gosar e n�o querendo perder a oportunidade de gosar tamb�m e com tudo aquilo dentro de mim, comecei a me masturbar, com um tes�o indescrit�vel. Quando gosei, meu cu fez contra��es deliciosas apertando ainda mais o cacet�o de Janio que n�o suportou minhas contra��es e gosou tamb�m, senti que a quantidade de porra que ele soltava dentro de mim era enorme, s� lamentei n�o ter sido na minha boca. Ainda assim estava uma del�cia. Ficamos por algum tempo ali com ele dentro de mim, at� que come�ou a amolecer sa� de cima dele tirando lentamente aquela delicia de dentro de mim, quando saiu a cabe�ona, foi como se meu anus tivesse dado uma chupadinha.rnrn_ Cara nunca gosei t�o gostoso!rnrn_ Obrigado pelo elogio!rnrn_ Eu sabia que voc� queria dar pra mim!rnrn_ Como?rnrn_ O Jos� me contou o que voc�s fizeram! (Leia: Armando para dar pro meu amigo)rnrn_ Filho da puta!rnrn_ Calma. Tudo bem! Eu e ele tranzamos às vezes tamb�m. Mas nunca conseguimos enterrar nossos cacetes um no outro como voc� faz.rnrn_ Cara�a! Jamais poderia imaginar!rnrn_ Pois �! Agora que sabe voc� tem uma miss�o! Nos ensinar a enterrar um belo mastro em nosso rabo assim como voc�!rnrn_ Neg�cio fechado! Quando come�amos?rnrn_ Pode come�ar hoje mesmo tentando comer minha bunda!rnrn_ � pra j�!rnrnAssim iniciou o trio mais sem vergonha. Tranzavamos a tr�s e eu sempre ensinando a eles as minhas t�cnicas de n�o sentir dor com muito prazer. E olha que eles est�o aprendendo muito bem. Nossas tranzas s�o sempre muito quentes. E estamos planejando incluir umas meninas nas brincadeiras pra ficar melhor ainda, pois, n�s tr�s preferimos uma gata, mas na hora de gozar: ?O importante � gosar, n�o importa por [email protected]

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