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VIRGEM COMIDO PELO MELHOR AMIGO

Virgem comido pelo melhor amigo.rnrn Foi inesquec�vel, ent�o vou contar como tudo aconteceu em minha primeira vez.rnNasci numa cidade tranquila. Fui morar na Capital com 19 anos, mas sempre que podia voltava para passar o final de semana, ficando na casa de meu tio Luis, e me divertindo com meus primos e amigos.rnCerta vez, quando eu estava com 19 anos, fui para passar as f�rias. Em um s�bado, eu e meus amigos Renato, Gean, Carlos, Fabio e Marcelo, fomos nadar no lago da cachoeira, que ficava em um s�tio vizinho, um pouco afastado da cidade. �amos l� desde pequenos, � um lugar muito legal. rnJ� cansados, resolvemos ir embora por volta das 14:00 horas. Todos se adiantaram e sa�ram primeiro, apenas eu e Marcelo ficamos para tr�s. Olhei para Marcelo, enquanto ele colocava o cal��o e conversava, contando suas aventuras amorosas com as garotas. Ele estava com 21 anos, sempre foi meu amigo mais chegado, e n�o deixei de observar que a cada dia seu corpo estava mais bonito: moreno claro, queimado de sol, cabelos lisos, um pouco longos chegando quase nos ombros largos, olhos verdes, bra�os fortes, pernas bem torneadas, barriga e peito com os m�sculos todos definidos, coberto por p�los que desciam at� a regi�o pubiana. Senti que meu rosto esquentou com aquele pensamento, mas n�o conseguia tirar os olhos dele desde que chegamos l�. Em verdade j� sentia uma admira��o fora do normal para dois homens.rnSa�mos cortando caminho por outros s�tios vizinhos, quando parei para apanhar umas goiabas. As maiores e mais bonitas estava no alto da �rvore, ent�o subi nos primeiros galhos para peg�-las. Marcelo riu quando percebeu minha dificuldade e ofereceu ajuda. Subiu um pouco e disse que me daria apoio, segurando o galho para eu subir.rnNaquele instante, senti seu peito encostado na minha bunda, podia sentir seus m�sculos fortes enquanto me segurava pela cintura. Ent�o falou em tom de brincadeira que eu estava com uma bunda bonita e que iria dar um beijo nela. Dei risada, disse que n�o, mas j� estava ficando excitado. Percebendo a falta de determina��o na minha voz come�ou a esfregar seu rosto na minha bunda, beijando e dizendo que eu era uma del�cia. Sa�mos dali e ele me levou para sua casa, fomos para seu quarto, ele trancou a porta disse que est�vamos seguros. O desejo j� dominava o medo, o ritmo card�aco acelerado inundava meu corpo de adrenalina, a raz�o j� n�o tinha sentido. Envolveu-me em seus bra�os e selou minha boca em um beijo sem pudor, serpenteando seu corpo contra o meu, murmurando que ningu�m iria saber de nada. rnDeitei na cama e vi seu pau enorme quase rasgando o cal��o. N�o consegui tirar os olhos, ent�o pediu para eu pegar nele. Obedeci sem pensar e tirei o seu pau pra fora. Era grande e lindo. Segurando-me pela cabe�a, falou para abrir a boca e chupar. Engoli aquele pau inteiro, sentindo �nsia quando ele empurrava com for�a at� minha garganta.rnLevantei e me afastei dizendo para parar, quando ele falou que sempre sentiu atra��o por mim, me segurando com for�a e me beijando at� me deixar sem ar. Confessou que queria me ver n� e tirou meu cal��o, minha camiseta, me virou de costas e come�ou a esfregar seu pau na minha bunda, pegando no meu pau e falando baixinho que queria me comer. Eu disse que n�o, pois nunca tinha feito com outro homem, mas a sensa��o gostosa de sentir suas pernas esfregando nas minhas, seu corpo colado ao meu, sua boca quente buscando meu pesco�o beijando, lambendo, me deixou louco. Nunca me senti t�o excitado antes. Explorei seu corpo com minha boca e l�ngua em todos os detalhes, fazendo-o gemer cada vez mais gostoso.rnCom movimentos lentos me vez deitar de barriga para baixo, enquanto me cobria com seu corpo, foi descendo devagar, abriu minhas n�degas e enfiou a l�ngua quente no meu �nus, me fazendo gemer de prazer. Disse que eu era apertadinho, e tinha de relaxar um pouco. Meu corpo queimava como fogo, dominado pela ansiedade do momento seguinte. Era poss�vel sentir cada m�sculo dele se contraindo de excita��o, seus p�los macios do peito em minhas costas, e suas pernas grossas e musculosas for�ando as minhas a se abrirem mais.rnConfessei meu medo, e ele respondeu que n�o havia problema, que seria carinhoso e iria bem devagar. Sua voz era grave e hipn�tica.rnPerguntou se eu o deixaria colocar no meu �nus, para me deixar molhado com aquela baba que j� tinha lambuzado minha bunda toda. Concordei, sentindo seu pau quente encostando e for�ando lentamente, deixando meu �nus todo molhado. Pedi para n�o enfiar mais, mas ele continuou for�ando e parando, bem devagar, s� para dar mais tes�o.rnEle se levantou e pegou um tubo de creme e passou no meu �nus e o seu pau, dizendo que agora n�o iria doer nada. Come�ou a colocar aquele pau, enterrando cada vez mais. Comecei a sentir um pouco de dor, me contraindo instintivamente para impedir seu pau de entrar mais, tentei fechar as pernas, mas fui impedido por suas pernas, enquanto ele pedia para eu relaxar. Disse que estava doendo e ele falou que a primeira vez � assim mesmo, que j� iria passar. Apesar da dor que sentia, uma sensa��o como uma corrente el�trica percorria todo meu corpo. Que tes�o, como ele era gostoso.rnQuando aquele pau entrou ainda mais, minha respira��o j� estava acelerada, sentia meu rosto queimando, meu �nus estava sendo rasgado. Quanto mais eu tentava me mexer para ele parar mais ele enterrava aquela vara enorme. O ar j� me faltava, pensei que iria desmaiar. Colocando os bra�os na lateral do meu peito, por baixo de meus bra�os e segurando-me pelos ombros, impediu qualquer tentativa de me libertar. Estava sendo violentado. Mas ser dominado por aquele macho, me fez experimentar sensa��es que n�o conhecia. Pela primeira vez eu n�o tinha dom�nio em uma rela��o sexual, era apenas alvo de seu prazer, um instrumento de satisfa��o de sua lux�ria.rnSenti que as l�grimas brotavam de meus olhos, quando ele foi tirando seu pau de dentro de mim. Mas ele voltou a enfiar tudo, cada vez mais, at� que senti seus p�los p�bicos e seu saco encostarem na minha bunda. Gemi alto, mas ele tampou minha boca e continuou tirando e colocando tudo de uma vez. Quanto mais eu gemia mais ele ficava excitado. A dor era enorme, n�o aguentava mais, mas ele continuava se movimentando, dizendo como eu era gostoso e apertado. Meu desespero se misturava com tes�o, a dor estava diminuindo, deixando a sensa��o de prazer tomando conta daquele momento. Eu delirava, gemia, sentia que estava sendo rasgado, mas queria mais, queria sentir todo aquele corpo gostoso, todo aquele pau dentro de mim.rnO ritmo dos movimentos foi aumentando e seus gemidos altos j� acompanhavam os meus, quando senti que ele estava pr�ximo de gozar. Seus cabelos negros colavam em meu rosto e seu corpo molhado de suor j� dava sinais de que aquele macho gostoso estava chegando ao cl�max. Com mais alguns movimentos r�pidos e fortes, batendo seu quadril em minha bunda, seu pau entrando sem d� me rasgar por dentro, ele urrou e enfiou tudo que podia de uma s� vez, seus m�sculos estremecendo, e ele gozou intensamente, despejando jatos de esperma a cada estocada profunda e sem d�. Naquele instante senti seu pau pulsando dentro de mim, e jatos quentes de esperma jorravam bem fundo, me inundando com seu prazer. Foi t�o intenso que gozei ao mesmo tempo, como nunca tinha gozado antes. O tempo parecia n�o existir enquanto sentia seu corpo descansando sobre o meu em total exaust�o e deleite, ainda com seu pau enterrado na minha bunda. rnFicamos assim algum tempo, ent�o ele come�ou a beijar meu rosto e procurar minha boca. Quando tirou seu pau de dentro de mim, me levantei ainda com muita dor, senti seu esperma quente escorrendo pelas minhas pernas em grande quantidade. Passei a m�o no meu �nus e percebi que estava sangrando. Corri para o banheiro e fui tomar um banho, sentindo-me constrangido com tudo que aconteceu.rnMarcelo foi ao meu encontro, perguntando se estava tudo bem. Disse que sim. Deixei a �gua morna escorrer pelo meu corpo, sentindo tanta dor que mal conseguia me movimentar. Eu ainda sangrava, e meu �nus parecia estar aberto e muito machucado, o que me deixou um pouco preocupado.rnTerminei de me lavar em sil�ncio, fui para o quarto e coloquei meu cal��o. Marcelo me abra�ou com ternura, me deu um beijo e fui embora.rnNo caminho, pensando, n�o acreditava no que tinha acontecido, mas era verdade. Fiquei sentindo dor por mais uns dias, mas valeu a pena, foi o momento mais gostoso que me aconteceu.rnN�o preciso nem dizer que continuamos nos relacionando. Ele � lindo demais.rn

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