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A SOBRINHA DA MINHA AMANTE

Antes de iniciar, quero deixar claro que, embora os nomes sejam fict�cios no intuito de n�o comprometer pessoas, este conto � absolutamente ver�dico.rnEu passei a adolesc�ncia e boa parte da juventude numa cidade pequena no interior de Minas Gerais. Meus genitores eram separados e fiquei morando com meu pai, que sempre viajava muito a trabalho. Eu sempre fui precoce em tudo e meu velho me considerava respons�vel, de forma que nunca teve problemas em me deixar sozinho em casa, o que era muito bom.rnComo todo jovem saud�vel e ativo, eu era rodeado de amigos e devido ao futebol tinha um corpo bonito, que chamava a aten��o feminina. Inclusive de Bella, a m�e de um amigo, que era 19 anos mais velha que eu; ou seja, tinha 37, j� que na �poca eu estava com 22. Ela era linda e muito bem cuidada, de forma que parecia bem mais nova. Divorciada, era muito fogosa e n�o demorou muito para depositar em mim toda a sua car�ncia e tivemos um caso delicioso, no qual aprendi muito sobre a arte do sexo. Nosso romance era às escondidas, para manter a integridade moral dela e tamb�m minha forte amizade com seu filho.rnNoutra oportunidade lhes contarei os detalhes deste caso, mas hoje quero falar da sobrinha dela, que tinha acabado de fazer 19 anos e era minha amiga e confidente desde a adolesc�ncia. Julia nutria uma paix�o secreta pelo filho da Bella, mas ele tinha uma namorada e nunca tivera olhos que n�o os de primo para ela. Est�vamos naquela fase que toda reuni�o vira festinha, as caipirinhas rolavam soltas e, no final, sempre sobr�vamos eu e Julia com nossas confid�ncias. Era por isso que eu sabia da sua paix�o secreta e ela do meu caso com sua tia.rnJulia era uma morena baixinha e de curvas generosas, dona de uma bunda arrebitada e peitos m�dio-grandes que chamavam a aten��o. Certa feita eu j� tinha provado seus l�bios carnudos enquanto dan��vamos numa das festinhas e o encaixe das suas coxas grossas nas minhas tinham servido de inspira��o para muitas sess�es posteriores de masturba��o. Claro que eu sentia muito tes�o por ela, mas fora isso e as bobagensinhas inofensivas que fal�vamos um para o outro durante os pileques, nada mais havia entre n�s.rnNuma daquelas tardes de s�bado que n�o se tinha nada importante para fazer, reunimos alguns amigos na casa de Bella para jogar truco e partimos para as caipirinhas. Quando a maioria se foi, restaram eu, Bella, o filho dela e Julia. A prima perguntou a ele se n�o ia namorar e ele respondeu que n�o, pois tinha duas provas na segunda-feira e precisava estudar muito. Eu estava cheio de tes�o, mas Bella teve uma crise s�bita de enxaqueca e resolveu se deitar. Eu estava meio de fogo e com pregui�a de sair e j� me preparava para ir curtir minha casa em plena noite de s�bado, quando Julia sugeriu vermos um filme.rnO acervo da Bella e do filho n�o era muito variado, alguns romances dela e filmes de a��o dele. Julia escolheu o romance antigo ?Amor Sem Fim?, dizendo que nunca tinha visto. Eu j�, mas rev�-lo seria melhor do que n�o fazer nada em casa. A casa de Bella tinha uma meia parede separando a sala da copa, de modo que a estante com o som, tev� e DVD ficava no corredor, de forma a ser vista tanto na sala quanto na copa, mas da grande poltrona da sala (onde eu estava sentado) n�o se podia ver a mesa da copa (onde o rapaz devorava seus livros) e vice-versa. Ap�s a resposta do primo que o filme n�o atrapalharia seus estudos, Julia colocou o filme e sentou-se confortavelmente ao meu lado.rnAmbos est�vamos meio embalados pelo �lcool e as cenas rom�nticas entre Martin Hewill e Brooke Shields mexiam conosco. Meu pau estava duro a ponto de doer os test�culos e vez ou outra sentia os olhares de Julia no volume da minha bermuda. Havia surgido uma corrente el�trica entre n�s, trazendo a tona vontades rec�procas h� muito reprimidas, que ela j� n�o escondia. Na cena da lareira, n�o aguentei mais e a puxei para mim, cobrindo seus l�bios generosos com os meus numa vol�pia quase animal e ela correspondeu prontamente. Logo minha boca passou à sua orelha e ao pesco�o, enquanto minha m�o buscava seus seios sob a pequena blusa. Seus gemidos soaram baixinho e intensificaram quando minha boca chegou ao mamilo esquerdo, cujo bico amea�ava furar o suti� e a blusa.rnComo que me dando um banho de �gua fria, Julia me afastou bruscamente e levou o indicador aos l�bios, num gesto para que eu fizesse sil�ncio, enquanto com a outra m�o ajeitava o suti� e a blusa. Fiquei irritado, mas ela se levantou (com a poltrona fazendo um barulho que antes nem est�vamos percebendo) e parou o filme, enquanto dizia ao primo que ia rapidinho ao banheiro. Ele respondeu que n�o estava assistindo e percebi que era apenas uma estrat�gia dela, para observar o rapaz. Voltou rapidinho e satisfeita, j� que ele parecia realmente imerso nos estudos e alheio ao que faz�amos.rnPara evitar o barulho da poltrona, sentei-me no tapete e mantive apenas as costas escoradas na mesma. Julia fez o mesmo e ent�o foi ela que atacou minha boca. Novamente minha m�o foi em busca dos seios, que apertei os biquinhos duros arrancando-lhe gemidos. S� os soltei para buscar a m�o da garota e leva-la ao meu pau, que quase rasgava a bermuda. A ajudei a abrir meu z�per e logo sua m�ozinha alcan�ou meu pau sob a cueca, apertando-o com toda for�a e me dando um prazer incr�vel. Meus l�bios buscaram novamente seus seios e ela me masturbava devagar e desajeitadamente. Minha m�o apertava sua bucetinha sobre o short, que de repente pareceu apertado demais. Ainda assim fiz um esfor�o e introduzi a m�o espalmada sob o short e a calcinha, tateando seus pelos ralos e finalmente a bucetinha encharcada. Com a introdu��o de um dedo ela gemeu mais forte e tentou se afastar, mas as car�cias m�tuas n�o pararam e logo relaxou.rnEu queria, eu precisava sentir seu gosto �ntimo, ou n�o dormiria aquela noite, mas n�o havia como tirar seu short ali, j� que o primo poderia ir ao banheiro e nos flagrar. Ent�o passei a mergulhar o dedo na sua xaninha molhada e introduzi-lo na minha boca, chupando com gosto. Ela sorriu do meu gesto e se abaixou, fazendo os cabelos cobrirem minhas virilhas e abocanhou meu pau todo de uma vez. Tive que conter um gemido alto que me veio à garganta. A imper�cia de Julia ao me chupar fez-me contrast�-la com sua tia, que engolia meu pau com tal gosto que parecia nunca mais querer devolv�-lo. Mas o tes�o era demais e logo despejei um rio de esperma na sua boca. Ela amea�ou soltar meu pau, mas pressionei sua cabe�a com as duas m�os at� que ela pareceu compreender que n�o podia ficar provas do nosso ato ali no tapete e parou de resistir.rnSoltei sua cabe�a, temendo que ela fosse me odiar por aquilo, mas quando endireitou o corpo a boca estava vazia e mantinha um sorriso safado nos l�bios molhados. Sussurrei um pedido de desculpas no seu ouvido e ela cochichou no meu que tinha gostado, que sempre tivera vontade de fazer aquilo. Em seguida beijou minha boca e pude sentir o gosto da minha pr�pria semente.rnEmbora tivesse gozado, o tes�o continuava (como n�o poderia deixar de ser aos 22 anos) e sussurrei a ela que precis�vamos empatar, que eu queria sentir seu gosto tamb�m e tinha que ser naquela noite. Ela estava fervendo e concordou, dizendo que achava que eu tinha tirado sua virgindade com o dedo. Ao ouvir tal insinua��o fui tomado por um misto de desconfian�a e expectativa que aumentou ainda mais meu tes�o. Despedimos do primo dela (sem nos importarmos com o fato que ele iria desconfiar por sairmos antes do filme terminar) e atravessamos a rua para minha casa. Infelizmente meu pai n�o viajara naquele fim de semana e o fato de nossa casa ser pequena, n�o permitia que eu levasse algu�m para l� sem que ele notasse. Mas o quintal era grande e ali, perto do port�o, seus ouvidos sens�veis n�o ouviriam nada.rnForrei o ch�o com um peda�o de lona de pl�stico e deitei Julia sobre ele. N�o quis perder tempo e parti para arrancar seu short apertado, mas a impaci�ncia atrapalhava e acabou sendo ela a faz�-lo. A luz do poste da rua logo mostrou a marca do biqu�ni, que formava um tri�ngulo de pele mais clara e, no centro deste, um triangulo menor de pelinhos ralos e sedosos. Ajoelhei e coloquei suas coxas grossas sobre meus ombros, mergulhando com tudo naquele posso suculento. Eu tentava introduzir a l�ngua no seu bot�ozinho e em seguida a mergulhava com for�a na fenda molhada, que tinha uma mistura de sabores e um deles identifiquei como sangue. A cada vez que eu fazia isso, ela empurrava minha cabe�a para tr�s e sussurrava que estava doendo. Eu tomava os grandes l�bios na boca e os sorvia com gosto, custando a solt�-los da boca e constatando que eram bem maiores do que os da Bella.rnEu abria a bucetinha dela com os dedos na tentativa de ver o h�men ou o sangue do rompimento desse, mas n�o via, s� sentia seu gosto na boca. Louco de tes�o a sugava at� secar todo o caldo, depois esfregava seu clit�ris inchado at� faz�-lo produzir mais n�ctar. A essa altura os gemidos de Julia eram altos e n�o mais de dor, mas de puro tes�o. Com ambas as m�os ela for�ava minha cabe�a contra sua vulva, em vez de tentar afast�-la. At� que apertou as coxas nas minhas orelhas, quase as esmagando e todo seu corpo estremeceu, num gozo profundo e arrebatador.rnEu continuei raspando seu clit�ris com a l�ngua o mais forte que conseguia, at� que ela parou de estremeceu e tirou a press�o das coxas nas minhas orelhas. Olhei para ela semi-desfalecida e sorri, afastando-me suficiente para tirar minha bermuda e cueca às pressas. Meu pau estava t�o teso que por pouco tinha gozado nas cal�as. Voltei à posi��o que estava antes e, antes que ela esbo�asse qualquer rea��o, passei a m�o na sua bucetinha encharcada e lubrifiquei meu pau. Seus olhos demonstraram algum receio, mas sua boca aprovou logo depois com um sorriso. Enquanto fui introduzindo a cabe�a devagar ela gemia e dizia estar doendo, tentando empurrar meu t�rax para tr�s com as duas m�os. Ent�o empurrei tudo numa s� estocada, mergulhando todo meu colosso naquela fenda quente, �mida e apertada. Ela soltou um grito mais alto e l�grimas lhe veio aos olhos negros. O ato brusco doeu tamb�m em mim, como se rasgasse uma fimose, mas a preocupa��o maior era se meu pai ouvira o grito de Julia. Esperei alguns segundos, todo dentro dela, sentindo seu calor e as contra��es da vagina violada. A luz do quarto do meu pai continuou apagada e me tranquilizei, voltando a bombar a linda bucetinha totalmente arreganhada. rnJulia fazia careta a cada estocada, mas parou de tentar me afastar e aguentou firme, com gemidos que eu j� n�o sabia identificar se de dor ou prazer. Da minha garganta saiam grunhidos animalescos e junto ao prazer eu experimentava uma sensa��o in�dita de possess�o. Com Bella eu era possu�do e adorava, mas nem de longe era comparado aquela transa com a virgem Julia. N�o precisaram muitas estocadas e apesar do primeiro jato de esperma ter escapado dentro da garota, arranquei meu pau melado para fora o mais r�pido que pude e acabei de descarregar na sua barriguinha lisa. Enquanto meu pau cuspia, notei os filetes de sangue na glande inchada. Ela sorria e esparramava minha semente sobre seu ventre, vez ou outra levando os dedos à boca. Quando n�o havia mais nada, ela sorriu mais claramente e me puxou, abocanhando todo meu cacete e sorvendo at� limpar toda a sua extens�o. Em seguida sentou-se e beijou minha boca, dizendo baixinho que nossos sucos tinham um sabor delicioso. Perguntei se estava doendo, ela respondeu que s� um pouquinho, mas tinha valido a pena.rnJulia ficou envergonhada e se afastou por cerca de uma semana, mas retomou nossa amizade e em pouco j� �ramos novamente confidentes. Apesar de continuar nutrindo aquela paix�o secreta pelo primo, continuou sendo a garota de recado entre eu e a tia, mas quando pintava oportunidade ela me dava muito mais que recado, inclusive, pouco antes de se casar com outro cara, o bot�ozinho que eu tanto cobi�ava. Mas esta j� � outra hist�ria...rnrn E-mails para: [email protected]

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