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A SEGUNDA TRANSA

Oi. Ao voltar aqui, eu tinha em mente relatar meu segundo encontro com Lua, minha prima, conforme contei no meu primeiro relato. S� que, antes de contar como foi isso, vou falar da minha segunda vez (a primeira, ja disse, foi com minha prima, em Salvador).

Depois de eu ter retornado de Salvador pra Santos, que � onde eu moro, passei por um tempo dificil, porque eu nao conseguia tirar minha priminha da cabe�a. Toda dia eu batia umas tres ou quatro no chuveiro, lembrando daquela menininha que deixei em Salvador. Era s� pensar nela que meu pau ficava feito pedra, pulsava por baixo da roupa. No colegio, eu tava no 1ª ano, ia fazer 19 anos em agosto, eu tinha que sair as vezes da aula pra ir pro banheiro, pra aliviar aquela coisa que me perseguia, desde que voltei da Bahia... minha prima tava me matando, ou melhor, a falta dela. Eu nunca tinha ficado daquele jeito, tava ficando maluco. Cheguei a querer ficar com um bocado de garota da minha sala, ficava dando em cima, logo eu que sempre fui timido pra essas coisas, tinha medo de um beijo, mas depois da minha prima, vi que a coisa era boa mesmo e nao tava mais me aguentando. mas o maximo que eu consegui de duas colegas minhas foi s� beijo na boca. At� quando eu descia mais a mao elas reclamavam. Tambem, nao era culpa delas, era minha, pq eu pensava que era a Lua que tava ali. Entao, eu so ficava em casa mesmo, nem sa�a mais com meus amigos, e minha mae ficava perguntando pq eu tava triste. Eu que nao ia contar, ia dar a maior confusao. Nesse tempo, ficava me saciando no banheiro mesmo. Uma vez, minha prima ligou escondida da mae dela, la de salvador pra mim, dizendo que a gente precisava se encontrar logo, pq ela tava sentindo a mesma coisa. Pra que ela foi fazer isso?? S� fez me deixar mais maluco ainda... Mas, passados uns dias, a coisa at� que acalmou. Vou dizer porqu�.

Minha mae � uma pessoa cat�lica fervorosa, vive na Igreja e por l� faz muitos amigos. Da� que uma dessas amigas dela, que tinha ido morar em outra cidade de Sao Paulo, voltou pra Santos pra resolver uns negocios, sei la o qu�. Mas s� que ela ja tinha vendido a casa dela por la e nao tinha onde ficar. Ela ligou pra minha mae e pediu pra passar 5 dias em nossa casa, enquanto resolvia os assuntos dela. Minha mae, gente boa que �, concordou na hora.

Quando eu voltei do colegio, ja uma hora da tarde, mais ou menos, a mulher ja tava la, na sala. Minha mae pediu pra eu ir falar com ela, pra me apresentar, a� ela falou comigo. Fui pro meu quarto, mas quando eu passei por um quarto da gente la, que ficava vazio, vi que a mulher tinha trazido as filhas com ela. Uma guriazinha de 9 anos, que tava dormindo, e uma de 14, a Adriana, que era chamada Dri, tava deitada de costas pra cima e lendo. Caralho, quando eu vi aquela menina deitada la, numa das camas do quarto, meu pau endureceu na hora. Em minha mente, vi minha prima ali deitada e eu empurrando com tudo pra dentro dela. Dri era um pouco mais cheinha que Lua, tinha a pele bem branquinha, mas bronzeada de leve, os cabelos longos e cheios, cacheados e castanhos. Os peitinhos dela eram um pouco salientes, mas nem tanto. E tinha a bundinha empinada. Que tesao que me deu quando eu vi aquela coisinha ali, deitada, parecia que tava me esperando. Quando ela notou que eu tava na porta, ficou me encarando, e eu fiquei sem gra�a e sa�, nem falei com ela. Fui pro banheiro e bati 2 seguidas, e ainda assim meu pau ficava duro, s� de pensar que tava com minha solu�ao em casa, mas sem saber como fazer. Imagina se eu avan�asse nela e ela fosse se queixar pra mae.. Na certa, ela nao era como a minha prima, ia gritar na hora. Dri tinha cara de muito certinha. Tb, a mae dela parecia muito severa e tudo. Mas eu nao tava nem a�, s� queria uma solu�ao pro meu problema, e a solu�ao era Adriana, de alguma forma ela ia ter que me ajudar. S� que naquele primeiro dia, a gente nem se falou, ela era muito timida e muito fechada. At� que a mae dela perguntou, ja perto de jantar, se ela ja tinha falado comigo. At� a irm� dela, a pirralhinha, se mostrou mais simpatica, eu ate brinquei com ela e tudo, mas a Dri nem chegou perto de mim, nem de minha mae, sempre na dela. At� quando a gente foi comer junto, ela enfiou a cara no prato e nao olhou pra ninguem. Ja eu, toda hora olhava pra ela, mas continuava aquela coisa.Quando fomos dormir, eu tava indo pro meu quarto e, pra eu chegar at� ele, tinha que passar pelo que as 3 tavam ocupando. Quando eu passei pela porta, vi que a Dri tava vestindo uma camisola bem fina, daquelas de al�a e que descem como um vestido, at� a coxa... Minha imagina�ao pegou fogo, imaginei que ela tava s� de calcinha, ou mesmo sem ela. Porra, aquilo era injusto. Fui pro meu quarto, deitei mas nao consegui dormir com aquela coisinha ali, tao perto e tao longe ao mesmo tempo. Eu tinha que fazer alguma coisa.

No 2ª dia, logo de manha, antes de eu ir pra aula, a coisa continuou como tava antes. Dri mal falava. A unica coisa, alias a primeira, que ela falou comigo, foi pra passar o suco, na mesa. Fui pro colegio, sem vontade, e quando cheguei, a casa tava vazia. Perguntei pra minha mae, ela disse que a amiga tinha sa�do e levado as filhas junto, pra resolver as coisas dela. Minha mae voltou pro servi�o e eu fiquei em casa s�, sem acreditar. Tava me desesperando, pensando naquela coisinha de olhos verdes, toda retra�da, que tava em casa. Elas s� foram chegar umas 18h, e vieram junto com minha mae. Como eu nao tava a fim de me martirizar mais, e pensando que nao tinha jeito mesmo, fui pro meu quarto bem mais cedo, pra ver se dormia logo e o dia acabava. Mas nao consegui. Ja era umas 21h, por a�, e eu tava quase cochilando, quando eu ouvi a voz de minha mae, passando em frente ao meu quarto. E ouvi barulho de sapato, tambem. Pus o ouvido na porta, passou um tempo e descobri que minha mae ia sair com a mulher que tava hospedada, pq a mulher disse algo assim: "vc vai ver como ta la, a gente nao demora, minhas filhas tao dormindo, nao h� problema, nao �"? A� demoraram um tempo na cozinha e bateram a porta. Pra me certificar, olhei pela janela do meu quarto, que dava pra rua, e vi as duas saindo num taxi, que na certa tinham chamado. Bateu uma coisa em mim nessa hora que me deixou suando. Meu pau levantou na hora com a possibilidade. Fiquei andando de um lado pro outro no quarto e nao perdi mais tempo, pq a mae delas disse que era coisa rapida. Abri a porta do meu quarto e fui de meia at� o quarto das visitas. A porta tava encostada, e um barulho dentro por causa do ventilador. O abajur tava aceso e, numa cama de casal que tinha la, tava a menor dormindo e, numa outra de solteiro que ficava ao lado, tava a Adriana, quase roncando. Nao tive duvidas, tinha que arriscar qualquer coisa. Cheguei ao lado da cama, ela tava deitada de lado, de costas pra onde eu tava. Eu examinei ela todinha, os peitinhos dava pra ver, roseados e durinhos, perfeitos. Nao resisti e puxei um pouco a camisola dela pra cima, aos poucos. Sorte que ela tinha sono pesado. A camisola foi subindo e vi que ela tava usando uma calcinha branca, que me deixou pirado. Eu encostei o nariz entre as pernas dela e comecei a acariciar meu pau. Toquei de leve onde ficava mais volumoso, entre as pernas e ela nao fez um movimento sequer. Afastei um pouco a calcinha e a adriana se mexeu. Suei frio nessa hora, mas ela so fez se ajeitar, ficou de barriga pra cima. Meu pau ja tava a ponto de explodir. Toquei la de novo e ela so fez respirar um pouco mais alto. Parecia em sono profundo, o que me deu coragem pra afastar um pouco a calcinha de lado, e apareceram os pelinhos de cima da xaninha dela, meu dedo chega tremia. Quando eu ia avan�ando mais pro meio da calcinha, ja tocando muito p�lo, ela se mexeu mais bruscamente, a� eu tirei a mao de la e sa� do quarto. Fui pro meu, ja eram 22h nessa brincadeira e as maes nao chegavam. Aquela menina tava me botando doido. Nao resisti e arquitetei meu plano, ela que falasse tudo depois, nao tava mais nem a�. Entrei no quarto dela de novo e a cutuquei. Ela demorou um tempao pra despertar, se eu soubesse tinha aproveitado mais. Ela me olhou espantada, a� eu fiz o gesto com o dedo na boca, pra ela nao falar alto e apontei a irma dela. Ela ficou toda confusa, perguntando "que foi, que foi". A� eu pedi pra falar com ela fora do quarto, pra nao acordar a irm� e ela saiu comigo. Quando chegou no corredor e eu encostei a porta, perguntei se ela sabia se nossas maes iam sair na noite, ela disse que sabia, que tinham ido visitar uma amiga delas, de Igreja, eu sei la, nem prestei aten�ao. Perguntei se ela tava com fome, ela disse que nao, a� eu pedi pra ela ver uma coisa que tinha no meu quarto e ela aceitou, pra minha surpresa. Mostrei a ela umas revistas que eu tinha la, nem lembro o que eu mostrei de tao doido que eu tava, a� ela perguntou se eu tinha foto, eu disse que sim, a� peguei uma caixa que tinha foto da gente, ela sentou em minha cama e ficou olhando. At� que eu tomei coragem (mais do que ja tinha tido) e sentei do lado dela, na cama e ia me aproximando ainda mais, fingia que mostrava um treco na foto que ela pegava e encostava, at� que nossos bra�os ficaram colados. Ela at� come�ou a rir de umas fotos la que eu tirei fazendo careta, a� eu aproveitava pra ro�ar o bra�o naquela barriguinha. Ela come�ou a falar um bocado de coisa, la da cidade dela, e comparava umas coisas, eu nem me ligava muito, de tao doido que eu ja tava. At� que, num momento totalmente sem controle, taquei um beijo demorado no rosto dela, e deixei tudo babado, esfreguei a lingua na bochecha dela. Ela ficou toda nervosa, perguntando o que eu tava fazendo. Eu nao aguentei e disse pra ela que tava apaixonado por ela e queria beijar mais. Ela levantou da cama e disse que nao queria, a� eu corri pra porta e fechei a tranca. Ela amea�ou gritar, disse pra eu abrir, a� eu tentei acalma-la, dizendo que so queria dar mais um beijo daqueles. Ela perguntou:

_Se vc beijar, destranca a porta?

_Sim - eu respondi.

A� ela ofereceu um lado do rosto, a� eu peguei ela pelos bra�os, atirei ela na cama e a prendi. Ela disse pra eu sair de cima, que ia gritar, mas a� eu meti um beijo na boca dela e fiz ela calar, ela soltava gritinhos de raiva, dizendo para para mas eu nao parava mesmo. Chupei a boca daquela coisinha todinha, tava deitado em cima dela e com as maos presas nos pulsos dela, pra imobilizar. Ela pedia por favor, mas eu comecei a achar que ela tava gostando, pq ela nao gritou alto uma vez sequer. A� com uma mao eu acariciei os peitos dela, e ela nao ofereceu mais resistencia, s� fez fechar os olhos, pra meu del�rio. Eu que nao ia mais perder tempo, tirei a camisola dela e a deixei so de calcinha, aqueles peitinhos cor-de-rosa surgiram e eu ca� de boca neles, chupando forte, enquanto ela s� emitia uns gemidinhos, creio que de prazer. Chupei a barriguinha dela toda, o umbigo e desci. Parei na calcinha e fiquei lambendo ela toda, at� chegar onde era a rachinha. Como ela nao dizia nada mais forte, s� se tremia toda e falava pra parar, bem baixinho, eu afastei as pernas dela e alisei a rachinha dela, e ela deu um solavanco, mas n�o fez um movimento de fuga. Arranquei a calcinha dela e deixei aparecer aquela imagem, um bocado de pelinho, tudo escurinho, e a rachadura pedindo pra ser aberta, e foi mesmo, abri com dois dedos, enquanto a outra mao alisava a barriga dela. Nao quis nem saber, meti logo a lingua naquilo e senti aquele gosto de novo, lambi e depois chupei com for�a, tomando todo o melzinho que sa�a, tava delicioso. Enquanto chupava o clitoris, metia um dedo no orificio e fiz ela gozar. Ja tinha vindo em minha mente que aquela nao era a 1� vez dela, entao subi nela e esfreguei meu pau na abertura da xana. Ela nao ofereceu resistencia, entao meti sem pena nem d�, at� o final, nao era a primeira vez dela, pra meu espanto, ela devia ter alguem que comia ela na cidade onde mora. Foi facil entrar. Ela cerrou os dentes e eu comecei a bombar dentro dela, a carininha macia e quente, totalmente molhada, me fez gozar rapidinho, mas nao impediu que meu pau continuasse duro, e eu meti, meti e ela segurava minhas costas, e gemia, "ah ah ah ah" e a� que eu meti mais forte ainda, nao tava mais aguentando, e ela continuava daquele jeito, at� que tirei meu pau de dentro, depois de um bom tempo. Gozei dentro dela, e fiquei com a cabe�a na barriga dela, deitado la, por um tempinho. Ela tava respirando forte ainda, entao eu desci e meti dois dedos na abertura e a� afundei eles pra dentro, e fiquei girando la. Acho que atingi o maximo dela, pq ela se contorcia agora de uma forma muito vigorosa, a� eu fiquei num vai e vem muito rapido com os dedos, a barriga dela dava saltos e as maos dela agarraram a grade da cabeceira da cama, de tanto tesao. Ela gemia, murmurava, abria a boca, cerrava os dentes e eu castigando, at� que ela gozou forte, mas forte mesmo, saiu uma gosma transparente de dentro dela, um jato, bem em minha cara, e um cheio muito forte subiu. Eu nao aguentei aquilo, meu pau ja tava duro ha um tempao de novo, pedindo mais e eu nem tinha percebido, pq, com aquele jato, deu vontade de tirar mais e beber tudo, foi o que eu fiz, lambi at� dizer chega a xana dela, tava vermelha ja, dos lados, e eu s� castigando com a lingua, e meti um dedo na racha de novo, at� que ela gozou novamente e eu tava la, de boca, pra deixar aquele mel escorrer pra dentro de mim, me deu tesao demais aquilo a� eu subi nela de novo e meti meu pau at� dizer chega, comi ela um tempao, bem forte, eu chega pulava na cama, at� parar. Quando parou, olhei no relogio, ia dar 1:00h da manh�, nem parecia que tinha passado tanto tempo, brincando com aquela boneca ali. Depois, botei ela pra chupar meu pau, que tava duro de novo, eu nem sentia mais ele direito. Ela chupou com gosto, mas eu nao ejaculei. A� a gente foi pra cozinha comer alguma coisa e depois dormir.

A gente s� conseguiu trepar mais uma vez depois dessa, numa tarde. Depois, ela foi embora, no quinto dia. Foi minha segunda transa, muito quente. O negocio � trepar mesmo!

Depois, conto a volta da minha prima!

At� l�!

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