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M�E E FILHO EM ESPANHA - PARTE 6

Com minhas m�os na cintura de mam�e eu “martelava” contra ela, pouco a pouco comecei a subir a sua saia e minha m�e n�o se op�s em nenhum momento, pelo contrario, se separou um pouco de mim para que a saia n�o ficasse presa entre nossos corpos, ent�o com essa ajuda subi a saia at� a sua cintura e deixei-a ali mesmo, ela estava com a bunda tao empinada que a saia ficou parada ali na sua cintura com formas perfeitas...Ela continuava dobrada, empinando a bunda como eu nunca tinha visto nenhuma mulher fazer, sua calcinha cor-de-rosa estava colada a seu corpo e suas preciosas nadegas mostravam suas belas carnes quase por inteiro, comecei umas car�cias por toda sua pele enquanto dava fortes e descarados empurr�es contra o gostoso c� de mam�e... – Eduardo,filho... Minha m�e me disse com a voz baixinha, pensei que ia acabar com toda a nossa divers�o, que baixaria a saia e ir�amos para casa... – Eduardo, esses c�es parecem maquinas, n�o se cansam, olha como grita a cadela!! Ouvir aquilo, para mim, foi como se ela dissesse que continuasse me esfregando nela, ent�o disfar�adamente baixei meu short e coloquei minha piroca colada a ela, s� com meu “slip” a separar... meti minhas m�os dentro da sua calcinha e estive tocando e apertando sua maravilhosa bunda t�o desejada, ela seguia com seus movimentos e dava pequenos empurr�es contra mim com a bunda, sinal de que queria seguir com aquilo,ela suspirava e dizia: - Caramba, os c�es... – Sim, m�e!! Eu me limitava a dizer isso; minha m�e moveu uma das suas m�os contra as minhas e agarrou-as, eu estava naquele instante separando e fechando suas nadegas, ela estava muito excitada, sua m�o continuou agarrando a minha e eu segui com o movimento de abrir e fechar suas nadegas, ent�o vi claramente como minha m�e seperava suas pernas e se punha em pontas de p�s, pegando seu traseiro a minha piroca mais ainda,se entreegou por completo, levantou seu c� e pressionou contra mim, o convite estava feito, pensei. Ela soltou minha m�o e eu ent�o fui baixando o “slip” como pude, j� que estavamos totalmente agarrados, pouco a pouco fui libertanto minha piroca dur�ssima at� deixa-lo todo de fora, minha m�e ficou algo tensa quando sentiu a pele quente da minha pica contra as suas nadegas, estavam tudo de fora e ent�o comecei a “martelar” rapidamente contra ela, agarrei-a de novo pela cintura e continuei a fazer como se j� estivesse metendo nela; ela me seguia nos movimentos, n�o diziamos nada, s� comentavamos a foda dos c�es mas ela cada vez mais jogava seu c� contra mim, chegamos a separarmos uns centimetros para voltarmos a pegarmos com violencia, era como se estivessemos transando, eu j� n�o aguentava mais, ent�o agarrei a pequena calcinha e coloquei de lado, agarrei minha piroca e levei at� a sua cona, que estava ainda meia tapada pelo fiozinho da calcinha, ent�o meti entre suas pernas, queria que ela sentisse minha piroca dura na porta da sua buceta, enquanto isso continuavamos a dar fortes empurr�es um contra o outro, os c�es estavam agarrados um no outro e mam�e disse rindo: -Olha filho,os c�es ficaram agarrados, pobre cadela, alias, a verdade � que de pobre ela n�o tem nada, tem +� sorte!!! Eu comecei a rir com ela pela situa��o dos animais quando minha m�e, ao sentir minha pica entre suas pernas, bem colocada entre suas nadegas, come�ou a fecha-las pouco a pouco, encurralando minha piroca entre elas, mas sem deixar de mover-se contra mim, agora eu tinha uma panoramica de seu c� extraordinaria, suas pernas fechadas e seu c� empinado, com suas calcinhas colocadas de lado, tapando s� meia bunda,enquanto minha piroca estava aprisionada entre as pernas e as nadegas, quentes e humidas, porque minha piroca se encharcava entre seus fluidos vaginais, entava t�o molhada de excita��o que estava caindo pelas suas pernas abaixo... Tomei coragem e ent�o tirei outra vez sua calcinha, e coloquei mais para o lado possivel, meti minha m�o entre suas pernas e mam�e separou-as para me facilitar a tarefa, eu sabia que ia meter nela, ela sabia que eu ia meter nela tambem, n�o havia como voltar atr�s, seu c� empinou um pouco mais para que eu pudesse retirar de vez a sua calcinha que j� estava agarrada na sua xoxota molhada, peguei minha piroca e coloquei na entrada do buraco que uma vez me viu sair e agora ia me receber dentro de novo. Ent�o, minha m�e, ao sentir a cabe�orra molhada na entrada da sua vagina,abriu mais as pernas e veio com seu fenomenal corpo contra mim, pouco a pouco, eu empurrei com todo o cuidado e pouco a pouco minha piroca ia entrnaod toda na vagina de mam�e, nos separamos um pouco para consumar a penetra��o com cuidado e delicadeza, mam�e ia retrocedendo centimetro a centimetro,bem devagarinho... e eu atr�s,ia empurrando com um cuidado fora do normal, a cabe�a do meu caralho ia abrindo caminho entre os quentes labios vaginais de mam�e, a cabe�a j� estava quase toda dentro, mam�e lan�ou um gemido fundo e seguiu chegando-se para tr�s contra meu corpo, eu agarrei com for�a as suas nadegas e separei-as para poder ver como estava metendo nela, meti a cabe�a de lado e pude comtemplar a maginifica penetra��o entre uma m�e tesuda e seu filho... OOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHH, gemeu mam�e, enquanto eu ia entrando todo dentro dela, pouco a pouco minha piroca deslizava por completo dentro da cona dela, ai entrando toda,eu dei um suspiro e abri mais suas nadegas para abrir mais a sua delicada xoxota.. OOOOOHHHHHHHHHHHH, ,assim,assim, Eduardo, pouco a pouco porque � muito grande...OOOOOOHHHHHHHH.... Era a primeira vez que minha m�e dizia algo sobre isso, somente haviamos falado dos c�es, que j� nem estavam ali, n�o haviamos dito uma palavra sequer acerca das nossas esfregadas e ro�adas, nem dos empurroes entre os nossos corpos,mas assim fiz, meti devagarinho, mam�e levantou um pouco a perna esquerda,e abri o maximo que pude, que bela vis�o, que linda xoxota e que lindo cuzinho, mas centrei a aten�ao na minha piroca que pouco a pouco ia desaparecendo dentro da cona de mam�e. Mam�e tinha a cona apertad�ssima, suponho que de tanto tempo sem fuder, eu ia penetrando e notava como se abria para mim, ela tinha uma xoxota ideal, estreitinho e acolhedor, e muito bem depilado, dava mesmo gosto ver. Ia se moldando para minha piroca enquanto entrava, mam�e tinha a cabe�a de lado e eu podia ver a sua cara, seus olhos fechados e a boca aberta, enquanto gemia com uma cara de prazer indescritivel... –Eduardo, filho...est� dentro de mim, filho...OOOOOOHHHHH... � o maior que eu j� vi,que piroca tens, carinho...est� me fudendo,filho...me metendo toda, minha vida!! Eu continuava penetrando (e mais excitado ainda pelas palavras que minha m�e n�o costumava dizer) at� que n�o sobrou mais nada para meter, ela tinha meus 24 cm de piroca dentro dela, estavamos quietos,sem movermos um dedo, eu dentro dela, mais n�o podia estar, estava agarrado a sua cintura e ela estava toda estirada em p� com a perna esquerda levantada, na ponta dos p�s e com o c� todo empinado para mim... - Mam�e, estou todo dentro de ti, tens tudo isso t�o grande dentro de ti! Eu disse enquanto dava um beijo no seu pesco�o.. – Sim, filho, estou agarrada a voc�, fazia tempo que nada entrava por onde voc� entrou agora, estou me acomodando a essa maravilha de filho que tenho, voc� vai me fuder, n�o vai, Eduardo?? Quando ela me disse isso, fiquei alucinado porque nunca tinha ouvido dizer a palavra “fuder”... enquanto eu apertava suas nadegas e as separava e ainda metendo os ultimos milimetros de minha piroca dentro dela, disse a ela: - Claro que vou te fuder, m�e, sempre que voc� queira eu vou te fuder!! Minha m�e, com a voz totalmente quebrada, me disse: - Eduardo, filho, me fide, me fode, fode a tua m�e como sempre voc� quis fazer, demonstra a tua m�e o quenaot voc� quer possui-la! – Sim, m�e, vou te fuder cxomo nunca ninguem te fudeu antes, quero te fazer feliz, m�e, e vou te fuder sempre que voc� quiser! Dizendo isso a ela, comecei a tirar minha piroca da sua vagina,para depois voltar a meter, minha m�e suspirava com os olhos fechados, eu apenas podia ver a sua cara, comecei a entrar e sair pouco a pouco da sua xoxota, ela come�ou tambem a acompanhar meus movimentos com seus quadris, me dava uma “cuzada” e vinha contra mim com furia, eu acelerei a marcha e cada vez ia mais depressa, mam�e come�ou a ent�o a gritar de prazer... –AHHHHHHHHHHHHHHHHH, HAAAAAAAAA, EDUARDO, OHHHHHHHHHHHHH, FILHO.......OHHHHHHHHHHH,ARGHHHHHHHHH, SIMMM, C�U DA MINHA VIDAAAAAA... OGHHHHHHHHHHHH... Mam�e perdeu o controle sobre ela mesma e se movia como uma louca,dando bombadas com seu quadril sobre minha piroca enquanto eu entrava e sa�a com mais for�a que nunca, eu tambem gritava de gosto, n�o soltava a cintura dela porque era algo impressionante ver as nadegas dela chocando contra mim, suas carnes firmes se moviam ao chocar comigo, como ondas que iam e vinham, suas tetas bailavam de um lado pro outro, tentei agarra-las mas ela gritou: - N�ooooo... n�o, filho, n�o, agarra a minha cintura,quero me sentir bem agarrada contigo, quero sentir como voc� me entra com a tua pica, filho... AAAGHHHHHH!!! Estavamos como loucos, eu ia gozar de um momento para o outro quando mam�e gritou: - Eduardo, vou gozar, voc� est� me fazendo gozar, n�o aguento mais, querido...AAAAAAHHHHH.. VOU GOZARRRRR...AHHHHHH... FILHOOOOOOO... OGHHHHHHHH... AGHHHHHHH... Ela estava gozando com convuls�es de prazer, tremia a cada estocada minha na sua buceta, seu corpo suava enquanto uns espasmos levavam-nos ao c�u, eu tambem comecei a gritar...MA�EEEEEEEE... VOU GOZARRRRRR....ARGGHHHHHHHHH... UHHHHH... gozando, tirei minha piroca da sua xoxota e pus encima da sua bunda e ali mesmo descarreguei uma chuva de porra enquanto gritava de gosto, minha m�e aggarou minha piroca, apertou a glande enquanto estava inchada, o prazer que experimentei foi o dobro, estava gozando ainda com mais for�a, o contato da m�o dae mam�e apertando a cabe�a da minha piroca enquanto eu gozava fez despertar toda a sensibilidade de meu membro de novo e segui largando leite sobre a m�o dela. Nos separamos e mam�e me abra�ou e me deu um largo beijo na boca, estivemos dando uns chup�es de lingua durante alguns minutos, ent�o a� sim toquei seus belos seios, enchia minhas com seu peit�o gostoso... – Filho, foi estupendo, creio que nunca tive tanto prazer!! – Sim, m�e, foi magnifico, � otimo poder fuder contigo, fiquei maluco enquanto metia dentro de voc�, que tem uma xoxota estreita e linda, m�e! Minha m�e ficou vermelha e disse: - Aten��o com as palavras que usa com a sua m�e, rapaz! – Mas � verdade,m�e, voc� tem uma cona deliciosa! – Mas, Eduardo, n�o tem vergonha de dizer isso a sua m�e? Ela dizia isso rindo. – Cale-se,m�e, porque agora a pouco voc� me pediu que te fodesse, com essas palavras mesmo, que te fodesse!! Minha m�e ficou vermelha de vergonha de novo: - Sim, querido, eu nem sabia o que dizia,mas n�o se preocupe,gosto de chamar as coisas pelo seu nome e se te parece que minha xoxota � uma delicia e a mim me parece que tua piroca � uma maravilha, quero que voc� me foda todos os dias,quero que foda a tua m�e como s� voc� sabe, que te parece, Eduardo? Me disse mam�e rindo enquanto se limpava com a propria calcinha, inclusiva na xoxota... – Me parece estupendo, mam�e! – Agora, carinho,faz-me um favor e limpa o semen que voc� me deixou nas costas e na minha bunda, ainda nem limpei, voc� me deixou maluca, olha s� a porra toda que tenho na m�o, que homem que tenho em casa!! – Caramba, m�e, nunca tinha gozado tanto assim na vida e tambem nunca pensei que minha propria m�e soubesse foder t�o bem e que fizesse isso com tanta furia! – Filho, n�o para de me elogiar, n�o? Tenho que admitir que voc� tambem fode muito bem, que se mexe muito bem dentro de mim... Gosta de foder a sua m�e, n�? – Se gosto, m�e? Me encanta te meter, seja por onde for, o seu c�,por exemplo, me deixa louco!

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