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SEXO INESPERADO,

N�o sei como, mas eu fodi gostoso com minha nova amiga. N�o sei se interessa, mas tenho 19 anos, sou branquela, alta, magra, com peitos e bunda apetitosos, olhos castanhos e cabelos ligeiramente curtos. Mudei de cidade recentemente, e a mais ou menos tr�s meses conheci a deliciosa com que transei nessa semana. H� um m�s, Mariana terminou com o namorado de dois anos. Estava triste, ent�o a convidei para vim pra minha casa, ela de 19 anos, mais baixa que eu, mais magra e com a bunda menor que a minha (porem com seios deliciosos, e cabelos grandes) aceitou, e n�s viemos. Chegamos por volta das duas horas da tarde, (como mesmo com 19 anos moro sozinha, est�vamos sozinhas em casa) eu fui tirando a roupa e colocando um baby-doll de seda que estava jogado pela sala, estava quente. Fui at� meu quarto, e peguei uma camisolinha pra ela tamb�m, ela se sentiu meio desconfort�vel em tirar a roupa na minha frente, ent�o fingi que ia pra cozinha, e continuei dando uma espiada. Que corpo. Minha xana deu uma piscadinha, mas isso era normal, j� que me sinto ligeiramente atra�da por mulheres, e ela tinha um corpo maravilhoso. Passou, deitamos no colch�o que estava jogado na sala, frente a televis�o, eu queria assistir filme porn�, disse a ela :

-Vamos botar no canal porn�, ai a gente aumenta e deixa os vizinhos ouvindo.

Ela come�ou a rir, e eu coloquei, era duas l�sbicas, em um 69, se chupando e se comendo deliciosamente. Aquilo realmente deu mais uma piscadela na minha xana, que estava rec�m depilada. Eu estava virada com minha barriguinha pra baixou, e ela em cima de mim, tentando tirar o controle de minha m�os, at� a hora, em que sem querer (aparentemente) ela segurou meu peito. Eu olhei pra ela e brinquei:

-Ei, isso n�o � o controle, da televis�o. Da televis�o.

Ela riu, eu ri. Mas eu continuei escondendo o controle dela, e ela tentando pegar. At� a segunda vez que ela pegou meu peito, dessa vez (aparentemente) com um pouco mais de vontade, o que meu deixou a xana levemente excitada. N�o falei nada, mas segurando o controle em baixo do meu corpo, subi um pouco, deixando-o mais pr�ximo aos meus peitos. Ela tentou alcan�a-lo. Mas a �nica coisa na qual teve alcance, foi aos meus mamilos, semirr�gidos. Ela deu uma apertadinha de leve, que quase nem deu pra sentir, eu me virei de frente pra ela, sem tira-la de cima de mim, olhei bem em seus olhos, e pensei -Ela sabe que eu gosto, ent�o se ela t� provocando, � por que quer provar.- Coloquei o controle do meu lado, no ch�o. Agarrei suas duas m�os, e por cima delas apertei meus peitos. Ela me encarou e mordeu um dos cantos inferiores da boca. E por cima do baby-doll de seda, sem napa por baixo, sentimos meus biquinhos ficaram duros, e clamarem por sua boca. Mas n�o resisti, era sua primeira experi�ncia com outra mulher, ent�o eu mostraria a ela como funcionava. Inverti a posi��o. Coloquei-a deitada, e eu sentada por cima dela. Apertei seus seios por cima da camisola de seda rosa. Senti seu sangue fervendo e seu bico ficando duro como pedra, e assim como os meus, clamarem por uma boa chupada. Continuei apertando seus seios, com a m�o cheia de tes�o, apertando cada vez mais r�pido e forte. Os gemidos vindos da televis�o me excitavam mais, abaixei gentilmente e beijei sua boca, que era perfeitamente desenhada. Beijei sem enfiar minha l�ngua, chupei seus l�bios, um de cada vez, e passei a l�ngua ao redor dos mesmos. Desci minha l�ngua safada at� seu pesco�o, retornando para seu ouvido, dei uma lambida e uma mordiscada em seu l�bulo, que abrigava um furo sem brincos. E sussurrei gentilmente:

-Voc� vai gemer e gozar pra mim hoje! Sua gostosa.

Ela soltou um gemido quase impercept�vel. E eu a beijei com ternura, apertava sua cintura, quase passava a m�o pela sua bunda, passava a m�o rapidamente por seus seios, apertava-lhe o pesco�o. Era um beijo suave, quente e t�rrido. Ela estava completamente vulner�vel, e aquilo era lindo. Puxei as al�as da camisola para baixo, fazendo mostrar seus peitos, completamente apetitosos, e seus mamilos dourados e duros, clamando pela minha boca, e pela minha l�ngua. Beijei sua boca, beijei seu queixo, dei dois beijos em seu pesco�o, uns tr�s beijos em seu colo, at� que passei a l�ngua sutilmente pelo meio daquelas maravilhas. Ela se contorceu um pouco, e deu uma puxada em meus cabelos. Arrastado a l�ngua levemente pelas laterais, subi at� um de seus mamilos, passei a l�ngua, levemente, como se fosse algo quente. Com a minha outra m�o, eu j� apertava e acariciava o outro. Passei a l�ngua com vontade, e cai de boca, suguei, esfreguei minha l�ngua, e mordisquei. Ela gemeu e se contorceu. Mordi mais forte. O gemido saiu como s�plica. Suguei mais um pouco, e troquei de lado. Apertava um e sugava como se nunca tivesse tido algo t�o delicioso em minha boca. Desci um pouco meu corpo, e a levantei, para conseguir tirar-lhe completamente a camisola. Despi aquela deusa, deliciosa, e nem olhei pra baixo, por que se visse aquela buceta, sabia que iria querer chupar at� engasgar com seu mel. Continuei a chupar seus seios. Passando ferozmente de um para outro. Arrastando minhas m�os pela sua cintura, fazendo-a ficar cada vez mais excitada. Ela implorou:

-Me come de uma vez!

Eu n�o obede�o a ordens, e n�o atendo a pedidos, mas minha boca clamava pelo seu gozo, apertei sua cintura, enquanto dando leves beijos, chupadas a mordidas eu desci contemplando sua barriga. Desci minha m�o, apertando sua bunda, n�o era enorme, mas era uma delicia! Sentei-me no colch�o, arrganhei suas pernas, e encarei aquela buceta rosada, depilada, e durinha, que clamava por umas boas de umas linguadas, e umas dedas. Mas n�o. Passei em m�o pela sua virilha, enquanto ela tentava contrair a buceta, para passar um pouco aquele desespero do tes�o. Passei a l�ngua em uma virilha, na outra. Passei a pontinha da minha l�ngua do seu cuzinho, at� o grelinho, ela urrou e gritou, implorando:

-Me chupa que eu sou s� sua. Me chupa!

Com meus polegares eu segurei sua xaninha, bem aberta, molhada, j� avermelhada, e dei a primeira linguada. Ela se contorceu, dei mais uma, e mais uma. E fui aumentando a for�a e a vontade com que eu chupava seu grelo. Ela urrou de tes�o, dai de boca, e me deliciei em seu gosto de morango, chupando seu grelo at� eu perder o ar. Com o meu dedo indicador, eu ensaiava penetra-la de forma carinhosa, mas continuei explorando cada canto �mido daquela bucetinha virgem de mulher. Chupei cada gota de seu primeiro orgasmo, e a fiz ficar molhadinha mais uma vez, enfiando apenas a cabecinha do meu dedo indicador. Senti sua temperatura vaginal explodir quando enfiei devagar o meu dedo, por aquela cavidade, molhada, rosada e dura. Sua buceta se contraia, e apertava meu dedo, enquanto e tirava e colocava devagar, com carinho. Fui aumentando a velocidade, troquei de dedo, coloquei o maior. E ela sentiu a diferen�a, e gemeu:

-Enfia mais, enfia tudo, me chupa com vontade, sou s� sua!

N�o resisti, chupei seu grelo, at� deixa-lo roxo, enquanto socava com for�a meus dois dedos. Naquela cavidade funda e rosa, que a cada instante derramava seu gozo em meus dedos e enchia minha boca. Ela gozou, teve seu cl�max. Eu tirei meu dedo, e passei minha l�ngua em sua xota pra finalizar. E ela implorou:

-Continua me comento, me chupa gosto, saboreia minha xota. To louca de tes�o por voc�!

Eu a virei de costas pra mim. Bati na sua bunda, beijei, e chupei sua pele macia. Ela empinou a bunda e gemeu.

-Hmm, me come gostoso. Que hoje eu sou s� sua. Sou sua piranha.

Minha buceta piscava e jorrava gozo, estava inchada e sedenta, mas eu ia satisfaz�-la primeiro. Passei a m�o do seu grelo at� teu cuzinho, dando umas apertadinhas com meu indicador nele. Enfiei um dedo na sua buceta novamente, e tirei, comecei a relar meu dedo com for�a e velocidade no seu grelo. E ela gemia como uma cadela. Quilo era lindo, maravilhoso. Passei minha l�ngua pelo seu cuzinho algumas vezes, enquanto massageava seu clit�ris. Comecei a chupar e enfiar a pontinha da l�ngua no seu cu, que j� estava banhado pelo seu gozo, e ela implorou, mais uma vez:

-Me come! Me come gostoso! Fode meu cuzinho, vai, hmm!

E eu aceitei a proposta. Parei tudo que estava fazendo, puxei sua bunda, e deixei seu cu bem pra cima, a mostra, comecei a enfiar a l�ngua nele, e enfiei meu dedo indicador. Ela gemeu, ela gritou, urrou de tanto prazer, ela contraiu o cuzinho dela, e eu me esfor�ava para movimentar meu dedo, pra faze-la mais feliz ainda. Enfiei meu dedo do meio no seu cu, e meu indicador na sua buceta, e isso a fez gritar como uma cadela. Eu socava meus dedos com for�a na sua xota e no seu cu, e ela gemia alto, gritada de prazer:

-Ah, que del�cia! Isso, assim, come meu cu, come minha bucetinha. Vou gozar, pra voc�, como uma piranha, sua piranha. Ah, hmm, ai, aaaah. Que delicia. Me fode, Me fode! Me faz gozar sua vadia!

Eu continuei, e senti seu mel subindo e me inundando os dedos. Cai de boca na sua xoxota arrega�ada, no seu cu melecado pelo seu pr�prio gozo, e chupei tudo. Voltei-a para a posi��o anterior. E a fiz chupar meus dedos, que continham seu pr�prio gozo. Ela estava ofegante, linda, e todo sua e lambuzada de gozo. Meu apartamento cheirava a sexo, e ela me disse:

-Deita e abre as pernas pra mim, que eu vou te foder, como se voc� fosse uma cadela! Voc� vai gritar de tanto tes�o.

Ela me empurrou, e eu cai na posi��o certa, ela passou a m�o na minha buceta, e sussurrou no meu ouvido:

-absurdamente molhada, vermelha, inchada, e implorando pela minha l�ngua.

Mordeu meu l�bulo, e caiu de boca no meu peito. Fazia como eu, chupava um e acariciava o outro. Mas e estava explodindo de tes�o. E fui levando-a gentilmente passa baixo, at� ela ficar cara-a-cara com a minha buceta rosa, que estava implorado umas dedas bem violentas. Para gozar deliciosamente. Ela come�ou a brincar com o meu clit�ris. Com a l�ngua, e com o polegar. Ela passou a unha na entrada da minha xana. Que n�o tinha pelo algum. Estava sens�vel e excitada. Ela enfiou um dedo, eu gemi:

-Hmm, mais fundo! Mais forte! Mais!

Ela come�ou a acelerar o ritmo. Enfiava um dedo at� o fundo, com for�a e rapidez. Enfiou dois. E eu j� parecia uma cadela:

-Me fode com vontade, me chupa, me come. Me faz gozar, hmm.

Ela riu, e sugou minha buceta. Sua l�ngua era deliciosa. Ela chupava meu grelo e socava seus tr�s dedos m�gicos na minha xoxota, at� que eu lhe pedi:

-Come meu cu, come meu cuzinho com vontade?

Ela s� fez que sim com a cabe�a, eu virei de quatro, e imediatamente senti sua l�ngua r�gida penetrar meu cu. Que clamava pelo meu gozo. Ela enfiava dois dedos na minha buceta, enquanto linguava meu cu de uma forma absurda, aquela vadia deliciosa estava com fome de cu! Ela chupava e mordiscava minha bunda. At� que enfiou um dedo. E eu me rendi, e supliquei:

-Enfia tudo no meu cu e na minha buceta, e me faz gozar pra voc�, me faz como uma cachorra, uma vagabunda. Me faz gozar na sua boca?!

E ela enfiou dois dedos na minha buceta, com for�a. Enquanto enfiava dois dedos no meu cu, e lambia cada um deles de vez em quando. Eu gozei como uma vagabunda, sentia meu mel escorrendo pelas minha coxas, e sua boca sugando meu mal fazia um barulho aconchegante. Ficamos deitas um pouco, nos acariciando, e decidimos ir tomar banho.

Mas sobre o banho eu conto depois! Que eu estou absurdamente excitada agora.

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