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SURPRESA NO HOTEL

Essa aconteceu h� pouco tempo, quando eu fui para uma cidade no interior de SP representar a empresa em que trabalho em uma conven��o. Tudo foi marcado muito em cima da hora e n�o consegui reservas em nenhum hotel, ent�o acabei tendo que rodar a cidade de t�xi atr�s de um quarto vago. Percorri diversos hot�is e nada, todos lotados. Quem j� foi nesse tipo de conven��o sabe como � dif�cil arranjar lugar. Quando j� estava perdendo as esperan�as um recepcionista de um dos hot�is ligou pra um outro hotel e conseguiu um quarto. Agradeci e disse pro motorista ir correndo. Cheguei no tal hotel j� temendo n�o conseguir o quarto, fui fazer o check-in e o recepcionista constatou que o quarto tinha acabado de ser ocupado por um sujeito que tinha entrado pouco antes de mim. Era muito azar, agora eu teria de ir para outra cidade e talvez nem assim conseguisse um quarto. O tal sujeito tinha ouvido a conversa e se aproximou, apresentou-se e perguntou se eu tambem tinha vindo para a conven��o. respondi que sim e ele perguntou se eu n�o queria dividir o quarto com ele, pois sua empresa n�o bancaria os custos e seria �timo alguem para dividir as despesas. Ponderei um pouco, mas realmente eu n�o tinha outra op��o. Como o hotel tinha todos os dados dele, pensei que n�o haveria problema dele me roubar, ou algo parecido. Fora que rachar as despesas era uma boa id�ia, j� que eu tinha limite de gastos. Aceitei e fomos para o quarto. Como j� era de madrugada n�o havia outro funcion�rio do hotel para nos levar ao quarto, ent�o n�s mesmos levamos as malas. Ao entrar no quarto veio a surpresa... O quarto era de casal e havia apenas uma cama. Fiquei parado na entrada, com raiva do recepcionista que tinha se esquecido deste "detalhe", mas meu novo colega de quarto j� foi entrando, falou com naturalidade que n�o via nada de mais nisso e ainda fez gra�a falando pra eu me controlar na hora de dormir. Rimos um pouco e come�amos a desfazer as malas. A conven��o come�aria apenas às 14h, ent�o poder�amos dormir at� tarde. Fui tomar um banho e j� voltei para o quarto com um pijama curto, j� pronto pra dormir. Ele foi logo em seguida e eu fiquei assistindo um pouco de televis�o. Encontrei um canal er�tico e fiquei me deliciando com uma loira deliciosa fazendo um lindo strip. Ele saiu do banho s� enrolado em uma toalha e j� veio falando "vida boa, hein? Que belo canal voc� achou..." Concordei e tentei disfar�ar o pau j� duro por cima do pijama. Ele foi mais desinibido, tirou a toalha com o pau j� meio duro balan�ando e foi pegar uma cueca na mala, vestiu mas n�o cobria quase nada, a barraca estava toda armada. Eu fiquei meio constrangido com isso, mas ele agia como se fosse a coisa mais natural do mundo, e eu acabei levando na boa. Coment�vamos sobre a bundinha deliciosa da loira, ele alisava o cacete por cima da cueca e eu, j� mais desinibido, tambem alisava o meu. Ele disse que era fissurado por bundinhas, perguntei quem n�o era... O v�deo da loira acabou e resolvi dormir, ele concordou e desligou a televis�o. Ainda brincou dizendo pra eu virar o meu trabuco pro outro lado e se deitou de costas para mim. Apaguei as luzes e ca� no sono.

Quando era l� pelas 3 da madrugada fui acordado com uma sensa��o estranha... Ele estava todo abra�ado nas minhas costas e seu pau estava duro e encaixado na minha bunda. Fiquei totalmente desconsertado, deu pra ver que ele estava dormindo mesmo e murmurando palavras desconexas. N�o sabia o que fazer, ficava pensando na merda em que tinha me metido e em como iria sair dali. Ele pressionava o pau na minha bunda e dizia "loira gostosa", algo do tipo. Aquele pau na minha bunda me deu um calor estranho e fui me levantar, quando ele acordou. Ao perceber a situa��o ele ficou totalmente constrangido e pediu mil desculpas, disse que estava sonhando com o v�deo que t�nhamos assistido e voltou para seu lado da cama, ainda tentando se desculpar. Tambem sem gra�a eu tentei amenizar a situa��o dizendo que n�o tinha sido nada, que foi s� o sonho que tinha deixado ele assim, sem problemas. Disse para ele se acalmar e voltar a dormir. Ele estava visivelmente perturbado e eu, mesmo tentando parecer calmo, tambem estava. Ele se virou de costas e eu tentei voltar a dormir, mas a sensa��o de seu pau na minha bunda ainda estava bem forte. Tentei dormir de novo mas n�o consegui, ficava lembrando da sensa��o e meu pau chegou a endurecer por causa disso. Fiquei preocupado, como eu tinha me excitado por causa de outro homem? Tentei me livrar do pensamento, mas n�o consegui, fiquei s� ouvindo sua respira��o meio pesada e lembrando de seu pau duro quando ele tirou a toalha. Uma ou duas horas depois eu j� estava quase pegando no sono quando senti ele lentamente se virando na cama e se aproximando. Encaixou o corpo da mesma maneira no meu e o pau de novo duro na minha bunda. N�o � poss�vel, pensei. Isso j� foi longe demais. Pensei em levantar, mas a sensa��o na minha bunda voltou e estava me deixando com um tes�o que me fez perder a a��o. Ele passou a for�ar levemente o pau na minha bunda e meu pau respondeu endurecendo. Fiquei confuso, um homem estava abusando de mim e eu estava gostando, tudo era muito estranho e eu n�o sabia o que fazer. N�o sabia se deixava o tes�o tomar conta ou se me lembrava que eu era macho e acabava de vez com aquilo. A sensa��o gostosa foi ficando cada vez melhor, eu comecei a empinar a bundinha instintivamente e ele for�ava cada vez mais forte. Quando o pau conseguiu encaixar no meu cuzinho, meu corpo tremeu inteiro e empinei o m�ximo que pude a bundinha. Se n�o fosse meu pijama e a cueca dele, eu com certeza teria sido enrabado naquele mesmo instante. Ele ent�o disse "bundinha deliciosa" e come�ou a beijar minha nuca enquanto for�ava o pau. Foi a� que eu percebi que o malandro n�o estava dormindo, dessa vez era de prop�sito e ele queria mesmo me comer. Fiquei assustado, e se ele descobrir que eu estou gostando? O que eu deveria fazer? Meu cuzinho piscava sem parar e cada for�adinha dele me dava um choque de tes�o. Ele com certeza percebeu que eu estava acordado, mas ainda tentei fingir que dormia. Senti uma de suas m�os na minha bundinha me posicionando de barriga pra baixo. Seu pau desencaixou do meu cuzinho, quase me fazendo implorar pra que ele encaixasse de novo. Ele veio por cima de mim e come�ou a beijar as minhas costas, descendo em dire��o à minha bundinha. Me perguntei o que ser� que ele iria fazer. Quando chegou na minha bundinha, senti o cal��o do meu pijama sendo abaixado, deixando meu cuzinho totalmente exposto. Ouvi de novo ele dizendo "bundinha deliciosa" e em seguida senti um beijinho bem no meu cuzinho. Senti uma descarga el�trica se espalhando por toda a minha bundinha e empinei a bundinha na hora. Ele abriu delicadamente a minha bundinha com as m�os e tocou de leve a l�ngua no meu cuzinho, iniciando aquela que seria a mais deliciosa chupada que eu j� tinha recebido. Um tes�o absurdo dominou a minha bunda inteira e n�o consegui segurar um gemido do mais puro prazer. Ele lambia o meu cuzinho inteiro, mordiscava a minha bundinha, enfiava a l�ngua, me deu um tratamento digno de uma princesa. Eu j� n�o conseguia mais disfar�ar, me contorcia de tes�o e gemia alto com cada passada da l�ngua dele, a cada enfiada de l�ngua eu soltava um "aaaaahhhhhh..." que deixava bem claro que eu estava amando tudo aquilo. Sem parar de lamber ele agarrou nas minhas ancas e me puxou pra tr�s, me deixando de quatro com o cuzinho ainda mais exposto. O tes�o era demais pra mim, eu gania como uma cadelinha no cio e ele adorava ouvir. De vez em quando dizia "geme, putinha" e voltava a lamber meu cuzinho, passando a m�o na minha bundinha. Eu obedecia e gemia alto, j� nem tentava mais disfar�ar. Aquele tratamento durou por mais alguns minutos, ele estava salivando bastante o meu cuzinho at� que senti ele se levantando e agarrando em minhas ancas. Tinha chegado a hora de perder o meu cabacinho. Senti ele encostando o pau no meu cuzinho e lentamente come�ando a for�ar. A cabecinha entrou facilmente, devido à lubrifica��o da sua saliva e à minha excita��o. Empinei ainda mais a bundinha e soltei um "aaaahhhhhh..." que indicou que ele poderia seguir em frente. Senti seu pau rasgando o meu cuzinho cent�metro por cent�metro, at� que seus pentelhos tocaram em minha bundinha e seu saco tocou no meu. Eu tinha sido descaba�ado. Ele disse de novo "bundinha deliciosa" e lentamente come�ou a bombar. Senti o maior prazer da minha vida, meu corpo amoleceu e minha cabe�a caiu no colch�o. Ele segurava minha bundinha pra cima e metia j� com vontade, me chamando de putinha, de gostosa, dizendo que iria comer o meu cuzinho todos os dias. Aquilo era gostoso demais, cada vez que seu pau entrava em mim, meu cuzinho relaxava e uma onda de prazer se espalhava pela minha bundinha. Alguns deliciosos minutos depois ele tirou o pau e senti um vazio inc�modo. Ele me virou de barriga pra cima e encaixou minhas pernas nos seus ombros, o safado queria me comer de frango. Encaixou o pau no meu cuzinho e entrou sentindo pouca resist�ncia. Ficou parado dentro de mim e chegou perto da minha orelha, da� disse "promete que vai dar esse cuzinho gostoso pra mim todos os dias, vai putinha, promete..." e eu fora de mim respondi "prometo, mas continue a me comer, t� muito gostoso". Ele se divertiu da minha situa��o e disse "gostou de ter um pau cravado no cuzinho, n� putinha?" Eu s� fiz "sim" com a cabe�a e ele lentamente voltou a me foder, arrancando um grito de tes�o do fundo do meu cuzinho. Nessa posi��o o meu cuzinho ficava inteiro exposto e ele cravava sua vara at� o fundo, com vontade. De vez em quando beijava o meu pesco�o, lambia a minha orelha, elogiava meu cuzinho, dizia diversas putarias. Eu me sentia uma putinha devassa, com um macho inteirinho cravado dentro de mim, ouvindo putaria e quase gozando com isso. �s vezes ele deixava a rola na entradinha do meu cuzinho e ficava esperando pra ver a minha rea��o de desespero. Eu n�o queria que aquilo parasse nunca, agarrava em suas costas e o puxava pra dentro de mim, quase gozando ao sentir sua rola entrando at� o fim. J� n�o tinha mais nenhum pudor, eu dizia "me come, meu macho", deu pra ver que ele ficou feliz em ver como tinha me transformado. Depois de alguns deliciosos instantes senti que ele come�ava a acelerar seus movimentos. Aos poucos seu pau ia ficando cada vez mais cabe�udo e ele ia me enrabando com cada vez mais for�a. Com a id�ia dele gozar dentro de mim o prazer foi insuport�vel... n�o aguentei e, gemendo alto, meu corpo tremeu inteiro e pela primeira vez gozei com o cu, uma gozada t�o forte que eu nem imaginava ser poss�vel. Del�cia. Ele sentiu a minha gozada e tambem n�o aguentou, urrando de prazer cravou com for�a e gozou litros de porra no fundo do meu cuzinho. Em seguida soltou as minhas pernas e relaxou o corpo, sem tirar o pau de dentro de mim.

Ficamos descansando assim por um minuto sem falar nada, at� que ele saiu de cima de mim e se virou pro lado dele da cama. N�s dois est�vamos extremamente constrangidos, toda aquela situa��o tinha sido fruto de pura empolga��o e pela primeira vez desde que tudo come�ou dava pra pensar de forma mais clara. Eu tinha acabado de dar o cu, ele tinha acabado de transar com um homem, deu pra sentir um peso gigantesco de culpa separando n�s dois. Um bom tempo depois ele criou coragem e se aproximou de mim, sem nem me tocar. Tentou pedir desculpas por tudo que tinha acontecido, tentou explicar que ele n�o era daquele jeito, eu tambem tentei explicar alguma coisa, mas n�o tinha o que explicar. Acabei criando coragem tambem, passei de leve a m�o no pau dele e disse "pior � que foi uma del�cia"! Ele sorriu e concordou. Da� tudo ficou mais natural, conversamos mais abertamente, nos abra�amos e adormecemos eu com a m�o em seu pau e ele com a m�o na minha bundinha. Transamos durante todas as noites em que estivemos naquele hotel, matei a curiosidade de como era chupar um pau e ele at� chegou a me chupar, mas sempre quem dava o cu era eu.



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