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AS TREPADAS QUE ME DERAM MAIS TES�O

Quem leu meus outros relatos vai se lembrar delas e ler mais alguns detalhes que eu tinha deixado de fora, quem ainda n�o leu vai conhecer. S� um aviso as hist�rias n�o est�o na ordem em que aconteceram, mas na ordem que eu fui me lembrando delas. Tudo come�ou numa noite em que eu conversava com uns amigos da minha rua ap�s jogar bola, todos eles mais velhos, maiores e mais sacanas do que eu, que era ing�nuo nessa �poca. Conversa vai conversa vem, pintou uma conversa de sexo e todo mundo ria, ent�o um amigo meu o Lu�s Felipe disse que minha vontade de ir ao banheiro passaria se eu fizesse uma coisa e eu perguntei o que era, ele ent�o respondeu que era s� eu sentar no seu pau que melhorava e eu muito trouxa fiz isso, foi t�o inocente que eu nem olhei pro seu pau que n�o era muito grande e � claro ele contou pra todo mundo, isso chegou aos meus pais que me deram uma surra e me deixaram de castigo uma semana, depois de ouvirem que tinha sido um bobagem que nunca tinha acontecido, nem iria acontecer de novo, eu achava isso, mas estava enganado, daquele dia em diante eu seria a menina da turma. E foi assim, na primeira noite que eu pude sair encontrei o Marcelo que sem falar muito me disse pra segui-lo e me levou pra uma casa abandonada, chegando l� me deu uma dura e disse que j� que eu tinha dado pro Lu�s Felipe iria dar pra ele tamb�m, eu nem sabia direito o que ele tava falando e ele me mandou sentar no ch�o e ficou em p�, nessa hora ele abaixou suas cal�as e p�s seu pau pra fora eu quase gelei, fiquei assustado, comecei a rir de nervoso, nunca tinha visto um pau t�o grande, ali�s, n�o tinha visto pau nenhum at� aquele dia e ele ainda queria que eu o chupasse mas eu recusei e ele tentou for�ar eu ent�o virei o rosto e disse que ia embora, ele ent�o me mandou pegar no pau dele e trouxe minha m�o para segurar aquela tromba negra, era imensa tinha quase um palmo e meio e era muito grossa, sem falar na cabe�a do seu pau, me fez punhet�-lo e tentou me fazer por na boca de novo, tentei ir embora, ele ent�o passou saliva no seu pau, me mandou deitar de bunda pra cima dizendo que ia me comer e cuspiu no meu cu, em seguida come�ou a for�ar seu pau imenso no meu cuzinho virgem, porque o Lu�s Felipe n�o tinha me penetrado ficou s� na brincadeira, mas o Marcelo queria mais, queria meter mesmo e assim foi, depois de algumas estocadas e gemidos abafados ele me mandou segurar bem a bunda aberta e passando mais cuspi investiu de novo no meu cu, que dessa vez aceitou sua imensa rola negra me fazendo gemer e segurar um grito de dor porque algu�m poderia ouvir e seria muito ruim, ficamos assim por algum tempo em seguida me p�s de quatro e mais algumas estocadas inundou meu cu pela primeira vez com seu gozo, sem saber o que era aquilo passei a m�o e aquilo ficou nos meus dedos branco, quente, gosmento, pegajoso com cheiro muito forte, ele ent�o me mandou lamber e eu disse que n�o tratei logo de limpar a m�o num jornal que tinha no ch�o, vesti minha roupa e fomos embora dali eu com o cu todo esporrado pela primeira vez, no caminho de volta ele foi me dizendo que eu teria que dar pra ele sempre que ele quisesse, sen�o ele iria contar pra todo mundo e isso seria ruim pra mim porque todo mundo iria querer me comer tamb�m eu n�o entendi aquilo direito na �poca e deixei pra l�. No dia seguinte todo mundo j� tinha ficado sabendo que ele tinha me comido, menos eu, e no come�o s� o Marcelo � que me comia e contava pra todo mundo, at� um dia que ele armou com o Toninho, com o J�nior e com o Lu�s pra pegarem a gente no flagra e os quatro ent�o me comeram pela primeira de muitas vezes, mas essas hist�rias eu j� contei, e quem sabe mais pra frente eu conte mais algumas. Depois dessa primeira vez com o Marcelo outra trepada que me deu muito tes�o foi com o J�nior na sala da sua casa e com a m�e dele e outro amigo nosso na sala ao lado, mas na verdade n�o foi uma trepada ele me convenceu a chupar seu pau na base da aposta e como tinha que ser muito rapidinho chupei forte, engolia seu pau que n�o era muito grande inteiro e com a desculpa de n�o poder sujar o ch�o, nem passar na frente da sua m�e assim me fez engolir a porra, por sorte para minha primeira vez ele gozou pouco e eu disfarcei o gosto tomando muita �gua, mas � claro ele contaria pra todo mundo e da� em diante a turma n�o se contentaria mais s� em foder o meu cuzinho, agora tamb�m queriam que eu chupasse suas rolas e engolisse as gozadas, sempre amea�ando contar pros meus pais caso eu me recusasse eu ent�o estava deliciosamente perdido, n�o tinha mais volta. Outra que me deu muito tes�o foi na casa do Lu�s que normalmente me comia quando a gente ficava sozinho na sua casos filmes e as revistas porn�s do seu pai, mas nesse dia foi diferente porque seus pais estavam em casa, ali�s, na cozinha esperando a gente porque eles iriam nos levar pro cinema e foi assim, eu cheguei na casa deles e a m�e dele abriu a porta eu entrei perguntei do Lu�s e me disseram que ele ainda tava no banho pra eu ir l� apressa-lo ent�o l� fui eu pro banheiro chama-lo, entrei e ele tava no banho e me mandou fechar a porta, eu entrei e ele n�o sa�a do chuveiro, comecei a apressa-lo ele veio subiu na tampa da privada e disse que s� sairia dali se eu chupasse seu pau ali mesmo j� pondo o pau quase na minha cara, eu disse que n�o que os pais dele estavam ali perto, que podiam pegar a gente, mas ele nem a�, e continuou enrolando at� que a m�e dele come�ou bater na porta apressando a gente e o Lu�s nem a�, s� insistindo quanto antes voc� chupar mais cedo a gente vai pro cinema, disse pra ele que tudo bem que ia dar uma bem rapidinha, mas n�o era pra ele gozar na minha boca porque eu n�o gostava e ele concordou ent�o comecei a chupar sue pau bem r�pido porque a gente tinha pressa, engolia tudo de repente ele segurou minha cabe�a e gozou na minha boca rindo, eu cuspi na pia e fiquei puto com ele que rindo voltou pro chuveiro e terminou o seu banho rapidinho e fomos pro cinema, claro que depois ele tamb�m contaria pra todo mundo. Em seguida uma das melhores trepadas porque era a primeira vez com um Homem, n�o com um moleque aquela em que o pai do Lu�s me chantageou na sua casa amea�ando contar pros meus pais se eu n�o fizesse tudo que ele queria, ent�o j� fomos tirando as roupas ele me fez chupar suas bolas e o seu pau com vontade, sem pressa porque est�vamos sozinhos na casa, em seguida fomos para o seu quarto onde pedi pra ver um filme e folhear algumas revistas enquanto trep�vamos e assim foi, joelhado continuei chupando sua rola e quando ela ficou no ponto ele me p�s de quatro olhando pra parede onde o filme era projetado passou vaselina com cuspi no meu cu e meteu tudo de um s� estocada, doeu pra caralho e abafei o grito mordendo um travesseiro, algum tempo depois ele me mudou de posi��o, me fazendo cavalgar sua rola e isso tava me dando um puta tes�o porque aquele pau era grande, grosso, duro e ia me encher de esporra em alguns minutos, mas antes mais uma posi��o frango assado dessa vez ele n�o teve d�, ali�s ele nunca teve a menor d� nem do meu cu, nem da minha boca, mas nessa ele socava tudo com mais for�a e tirava mas agora parecia que tava entrando mais fundo porque tava doendo mais eu s� n�o gritava mais porque o travesseiro abafava e ele ent�o metendo tudo encheu meu cu com seu gozo de Homem e ficamos descansando alguns minutos para ele se recuperar, paramos pra ver o filme que tava acabando e come�amos a ver outro era delicioso, mas nada de folga pro meu cu n�o, o pai do Lu�s meteu um dos vibradores da vadia da mulher dele em mim, um muito grosso pra me alargar mesmo era mais dor na minha bunda enquanto ele descansava. Quando ele se recuperou me mandou chupar seu pau de novo at� ficar dura, ele socava na minha garganta como se fosse numa boceta ou no meu cu e quando tirava o pau batia e esfregava ele na minha cara com for�a, enquanto o vibrador ligado no m�ximo alargava ainda mais minha bunda e me fazia gozar. Ele agora me dizia que ia me foder mais ainda mas que agora ele iria esporrar na minha cara e na minha boca e que era pra eu beber tudo, acho que fiquei chupando sua rola, sem pressa por quase uma hora rola sempre lambendo e engolindo aquela rola maravilhosa com gosto, principalmente porque dava pra sentir o gostinho da gozada que ele tinha dado no meu cu e ele ainda queria mais me mandou chupar seu saco enquanto ficou punhetando na minha cara at� ficar em ponto de gozar quando dando altos gemidos deu v�rias golfadas brancas, grossas e gosmentas na minha cara e boca eu nunca tinha visto nem sentido nada igual n�o dava pra ver a minha cara e eu n�o aguentava mais engolir tanto gozo que tava engasgando, mas gozando como uma daquelas putas dos filmes e n�o via a hora das pr�ximas que seriam deliciosas. Mais uma com o Marcelo, bem numas das minhas primeiras vezes ainda quando eu nem chupava, numa noite que fiquei devendo uma pra ele e achando que ia doer menos levei uma lata de vaselina o Marcelo ent�o passou a vaselina no meu cu, depois passou na sua rola em seguida cuspiu me colocou de quatro e come�ou a meter hummmm nessa noite eu vi estrelas aquele monstro negro entrava e sa�a todo deslizando, me arrebentando o rabo, nunca tinha do�do tanto do�a muito e ele percebendo que o seu pau entrava e sa�a inteirinho do meu rabo tentava meter cada vez mais fundo e conseguia no final ele nunca tinha gozado quanto aquela noite e pra terminar ainda tentou me fazer chupa-lo s� conseguiu foi esfregar de rasp�o sua rola esporrada na minha cara que sujou um pouco de gozo mas n�o me fez chupar isso s� aconteceria muito mais pra frente. Nossa eu tamb�m gozei demais nessa noite e meu cu n�o parava de latejar e de escorrer o gozo fui pra casa sentir todo aquele gozo se mexendo no meio das minhas pernas e dormi gozando sentindo todo aquele esperma no cu e para n�o ficar muito longo esse conto eu terminarei as minhas trepadas prediletas numa pr�xima hist�ria........

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