FUI ESTUPRADO PELA MINHA MULHER (INVERS�O)
O que vou contar aconteceu nesse final de semana. Eu e minha mulher temos cinco anos de casados, com um relacionamento muito aberto, sem preconceitos, buscando nossa felicidade matrimonial e sexual.
Eu tenho 1,80m, 80kg, cabelo castanho claro e um dote de 20cm, ela � uma potranca fogosa de 1,70m, cabelo loiro e cumprido, seios m�dio, barriga lisinha, coxas grossas, o maior bucet�o e mais molhada que j� vi at� hoje e um rab�o redondo, carnudo e com um cuzinho rosadinho e suadinho no meio e com mais um detalhe que eu acho maravilhoso, ela � multiorgasmo, gozando v�rias vezes sem dificuldade, fazendo com que seja impratic�vel relatar todas as vezes que ela gozou.
Somos adeptos da invers�o de papeis ha um pouco mais de um ano.
Eu e minha mulher est�vamos em casa, tomando umas caipirinhas, comendo uns tira gosto e ouvindo um pouco de m�sica, l� pelas tantas, j� um pouco alto da bebida, ela veio me contar o desejo que tinha de simular um estupro, dizendo que queria que eu a pegasse a for�a..., na hora disse que n�o, que o nosso relacionamento era baseado em muito carinho e respeito e que eu n�o saberia fazer tal simula��o..., ela insistiu, mas eu continuei recusando..., o papo ficou por isso mesmo, com ela um pouco triste por n�o ter o seu desejo atendido.
Passado um tempo, eu j� havia esquecido do pedido dela, come�amos a nos acariciar e nos beijar, ela sendo super carinhosa e atenciosa comigo..., fomos para o quarto, tiramos a roupa e deitamos na cama, ela me perguntou se poderia me amarrar e eu concordei – j� amarramos um ao outro outras vezes – me amarrou e pronto, ela se transformou em uma fera, sentada em meu peito, come�ou a dizer que n�o tinha se casado com um homem, mas com um frouxo de merda, uma bicha enrustida..., eu tentei reagir, mas amarrado s� podia retrucar com palavras..., ela me deu um tapa na cara e mandou eu calar a boca, me chamando de viadinho, dizendo que eu n�o era homem..., continuei protestando e ela me batia na cara com mais for�a, at� que eu vi que era in�til tentar argumentar e fiquei calado, inclusive, porque estava apanhando sem poder me defender..., ela continuou me ofendendo por algum tempo at� dizer que iria me mostrar como um macho de verdade trata uma mulher.
Ela colocou a buceta em minha cara e mandou eu chupar..., eu virei a cara e disse que n�o ira fazer isso..., ela me deu mais um tapa e disse que n�o estava pedindo, que estava mandando, me segurou pelo cabelo e come�ou esfregar a buceta na minha cara me mandando chupar..., nessa hora eu entendi qual era o jogo dela e comecei a entrar na onda, comecei a lamber e chupar a sua buceta, que j� estava um pouco molhada e come�ou a ficar encharcada..., ela esfregava e rebolava na minha cara mandando eu chupar, ora a buceta, ora o cu, me chamando de fraco, ela passava com for�a em meu rosto e na minha boca, fiquei com medo de machuc�-la com os dentes e pedi para faz com menos for�a, ela mandou e calar a boca e continuar chupando, obedeci na mesma hora, ela gozava e esfregar o seu caldo em todo o meu rosto.
Ela levantou, pegou uma cinta com um pau grande e grosso acoplado na frente, de 20cm, prendeu na minha cabe�a, de forma que o pau ficasse na dire��o da minha boca, apontando para cima, veio novamente por cima de mim e sentou naquela vara, dizendo que iria me mostrar como uma mulher de verdade gosta de ser fudida..., eu vi aquela bucetona agasalhar aquele mastro em uma �nica sentada, sua xota estava t�o encharcada que deixou aquela rola deslizar toda para dentro dela, o cuzinho dela chegou bem perto do meu nariz e eu ficava sentindo aquele cheiro maravilho de buceta molha e de cu suado. Ela come�ou a cavalgar e rebolar feito uma loba no cio, me proporcionando uma vis�o maravilhosa daquela foda, soltando gemido altos e fortes de prazer, gozando e me falando obscenidades. Suas ancas bem abertas na minha cara, aquele piroc�o entrando e saindo de dentro dela, aquele cheiro de buceta molhada e de cu suado, os seus gemidos de prazer, os gozos e as suas palavras de sacanagem, estavam me levanto a uma loucura total. Ela colocou as m�os para traz, abrindo mais as suas ancas, fazendo com que o pau entrasse mais fundo, eu ajudava fazendo alguns movimentos com a cabe�a, at� que ela deu uma gozada forte, soltando um gemido alto e parando os seus movimentos com o pau todo enterrado dentro dela.
Ela levantou, tirou a cinta da minha cabe�a e me perguntou se eu havia gostado..., eu pedi a ela que me soltasse que eu iria fude-la como um louco..., ela me disse que n�o, que eu n�o era homem suficiente para ela..., pedi que ela me chupasse..., ela novamente negou, dizendo que eu n�o chupava pau de frouxo, s� de homem, mas uma lambida no cu era o que eu merecia, porque um viadinho como eu, s� merecia levar no rabo.
Ela levantou as minhas pernas e come�ou a me lamber o cu..., eu gemia muito de tes�o, no que se refere a lambida no cu, ela � profissional..., eu abria e levantava as minhas pernas e os quadris, tentando me arreganhar o m�ximo poss�vel para que ela pudesse me lamber e enfiar a l�ngua no meu rabo..., quando o meu cu j� estava bem molhadinho, ela colocou um dedo, enfiando todo de uma vez e come�ou a me fuder, depois colocou outro, atochando de uma s� vez e continuou me fudendo..., eu gemia e pedia para ela me fuder..., ela me perguntava se estava bom, se eu estava gostando e me chamava de bichinha safada..., eu respondia que estava adorando e pedia para ela me fuder cada vez mais.
Ela parou de mexer no meu cu, vestiu a cinta com aquele piroc�o e me mandou chupar..., eu abocanhei com vontade aquela rola e mamava feito um bezerro, colocando na boca, tirando e voltando a colocar, engolindo o m�ximo que eu podia, aquele tronco comprido e roli�o.
Ela tirou o pau de minha boca, ficou na minha frente, levantando as minhas pernas, me colocando na posi��o de frango assado, colocou um pouco de saliva no pau e posicionou na entrada do meu cu, jogou o seu peso sobre as minhas pernas e disse que era para eu aprender como um homem de verdade deve comer uma mulher e atochou a piroca toda de uma s� vez em meu cu e imediatamente come�ou a me bombar o rabo..., na hora que entrou, soltei um grito de dor, minha vis�o escureceu e parecia que estava vendo estrela, parecia que ela havia me rasgado o rabo, a minha sorte era que o meu cu j� estava um pouco largo das dedadas que ela tinha dado, caso contr�rio, teria me rasgado no meio..., pedia para ela parar porque estava doendo..., ela n�o atendeu o meu pedido, dizendo que um viadinho como eu merecia levar muita rola no rabo. Ela me bombava com for�a, atochando at� o talo, dizendo: “toma sua bicha frouxa...”, “� isso que voc� merecesse...”. Conforme ela ia me fudendo, a dor foi dando lugar ao prazer, os meus gemidos de dor e desconforto foram dando lugar aos gemidos de prazer e satisfa��o, logo eu tava me soltando, abrindo as minhas pernas e afrouxando a minha bunda, permitindo que o pau deslizasse dentro de mim livremente, n�o demorou muito, j� estava pedindo para ela me fuder sem parar, me arrega�ar o rabo, me arrombar o cu de vez..., ela atendia o meu pedido dizendo, “toma seu viadinho de merda...”, “agora eu vou ser o macho da casa e voc� a minha mulherzinha...” e batia na minha cara.
Conforme ela me fudia, a parte de baixo da cinta ia ro�ando em seu grelo, com isso, fazendo com que ela gozasse..., o meu gozo tamb�m come�ou a dar os primeiros sinais e comecei a pedir “me fode... me fode...”, percebendo, ela aumentou e seus movimentos ficando mais fortes e mais r�pidos..., ela me fudia feito uma desvairada, com uma viol�ncia da qual eu nunca tinha visto, parecia que estava possu�da..., por minha vez, eu gemia feito uma cadela no cio, querendo que ela me arrega�asse o rabo, deixando qualquer boa puta morrendo de inveja, at� que explodimos juntos em um orgasmo longo e intenso, em seguida, com ela caindo sobre mim, praticamente desfalecida.
Ficamos deitados por algum tempo, at� recuperarmos o f�lego, ent�o, a minha mulher me deu um beijo, disse que me amava e que aquilo tudo foi s� uma brincadeira para animar um pouco a nossa transa... CONTINUA... [email protected]