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UMA TARDE COM A SOGRA

Bom!, antes de tudo, vou me apresentar. Chamo-me Herberte e moro no interior do Rio de Janeiro, mas preciso no vale sul fluminense,onde se encontram cidades como Barra Mansa, Volta Redonda, Resende, e muitas mais..



Moro aqui h� uns 20 anos e � uma boa cidade de se morar..tenho 24 anos e namoro h� mais ou menos 4 anos com uma garota que � muito linda e carinhosa, sou louco por ela e nos conhecemos no meu trabalho. Ela logo que come�amos a namorar, me apresentou a sua m�e, pai, av�s..enfim, seus familiares..



Com o passar do tempo, fui tendo intimidade com quase todos de l�, menos com o sogro, pois � uma pessoa muito fechada que n�o demonstra suas emo��es, nunca sabemos se est� alegre ou puto. Ele tem aquela cara de que sempre est� puto e tudo mais...sem contar que era muito dif�cil ouvir ou ver eles transando, pois dormia por l� às vezes e a porta sempre estava aberta, e isso chegava a ser semanas ou at� 1 m�s. O tempo foi passando e assim que comecei a frequentar a casa por dentro, pois nos primeiros meses eu s� a deixava no port�o, namor�vamos por ali mesmo e ia pra minha casa.



Assim que eu entrei na casa, comecei a perceber algumas coisas que geralmente s� quem � de fora, percebe. Minha sogra era muito diferente quando meu sogro estava em casa, tinha um certo receio dele ao atender ao telefone, como se pudesse atender uma liga��o indesejada, sem contar nos trejeitos de minha sogra que me transpareceu uma pessoa muito “pra frente”. De fato, um belo dia tive vontade de ir ao banheiro e foi ai que comecei a achar meio estranha a sua conduta. Pedi pra que pudesse ir ao banheiro e fui; Na casa o vitr� do Banheiro da de frente para um tanque na �rea de servi�o, e l� estava minha sogra que assim que entrei no banheiro e coloquei meu pinto pra fora, a escuto dizer: “Hummm, est� fazendo xixizinho!”. Levei um susto,mas deixei quieto e ainda brinquei respondendo: “N�o fa�o xixizinho e sim gotas de ouro!” e completei com uma risada e ela tamb�m riu do lado de fora..



Assim que sai, esperei ela ir pra outro c�modo para que eu pudesse me certificar de que ela n�o viu nada. Estava errado, Mesmo ela n�o sendo muito alta, com as pontas dos p�s e com o vitr� aberto, como estava, se � capaz de ver tudo dentro do banheiro de l�. Meu cora��o gelou, mas mais uma vez deixei isso pra l�, pois tenho pessoas na fam�lia que gostam de ficar fazendo isso, pra mim pensei que ela fosse uma dessas pessoas..



Mais para frente,mais familiarizado com a casa, passei a tomar banho de piscina com minha namorada e às vezes com a sogra que adora tomar Sol, quando n�o est� ocupada com os deveres dom�sticos. Mas depois de um tempo, passei a reparar que ela me olhava muito quando est�vamos na piscina e isso foi percebido por mim, pois um dia eu sentei virado pra ela, que estava na piscina em uma b�ia em forma de cama que eu mesmo tinha dado de presente pra ela. Nesse dia, eu tinha fechado os olhos, mas n�o completamente, fiz como quando a gente � crian�a e finge que est� dormindo. Um tempo no Sol, fiquei com calor e resolvi entrar na piscina, “abri” os olhos e vi que ela, estava me olhando compenetradamente e ainda virou a cabe�a rapidamente, quando viu que eu tinha aberto meus olhos. Percebi que a havia flagrado em seu olhar..



Um dia ela me chamou para que fosse pra piscina com ela, pois a minha namorada j� estava tomando um Sol esperto. Aceitei e fui, perto da piscina, existe um quarto com banheiro, onde eu fui me trocar e por meu sung�o. No mesmo banheiro, tamb�m tem um vitr� e esse dava de frente pra piscina, a minha sogra estava mais uma vez na b�ia deitada com a cabe�a pra frente, da minha posi��o eu a via por inteiro e fiquei olhando pra ela enquanto vestia a sunga. Olhei para seus cabelos, seu busto e confesso que tentei enxergar seus seios, mas ela n�o tem um par muito avantajado e continuei descendo olhar e cheguei na barriga, que apesar da idade que tem , 43 anos, estava com tudo no lugar; Como ela mesma se refere: “dou pro gasto”. Mas assim que cheguei a baixo do umbigo, eu vi algo que me deixou de pau duro na hora..e ainda me ativou pensamentos muito rapidamente. Eu vi um pouco da sua vagina, mesmo com ela deitada de barriga pra cima, o que eu vi foi que ,ela n�o � uma mulher gorda, � uma pessoa magra e usa biqu�ni de crian�a,pois � o que cabe nela. Ela estava inclinada pra tr�s que fez com que os ossos da bacia, levantassem um pouco a calcinha do biqu�ni e pude ver. N�o ela em si,mas sim os pelos e percebi que ela fazia a depila��o estilo moicano. Fiquei louco!!.



Passou se mais um tempo e ela come�ou a vir com papos muito estranhos para meu lado. Pois reparei desde um dia que eu dormi por l� e minha namorada tinha sa�do cedo e meu deixou, depois que ela me acordou, eu n�o dormi mais e fique apenas com olhos fechados, mas uma hora eu cochilei e acordei com o barulho da porta do quarto, mas n�o virei a cabe�a, pois pensei que fosse minha namorada e continuei com a cabe�a virada pra parede. Eu estava deitado de barriga pra cima e de pernas abertas, uma estava semi flexionada e a outra esticada. A porta ainda estava aberta e ningu�m havia entrado o quarto, fingindo que ainda estava dormindo me arrumei e virei a cabe�a pra porta, mas a porta se fechou, mas vi os p�s que estavam com unhas pintadas de vermelho. Mais alguns segundos se passaram e aporta abriu novamente e eu s� vi os p�s, agora eu estava com a cabe�a virada pra porta, essa tens�o continuou por uns 2 minutos e enfim a porta se fechou. Eu levantei e pensei: “minha namorada saiu, o sogro n�o est�, quem era?!”e vi que eu estava com o pinto saindo pra fora da cueca e ela viu com certeza, pois estava apontando pra porta.. Foi assim que acabou a d�vida quando sai do quarto e fui ao banheiro e vi minha sogra na cozinha, me disse bom dia e me pediu um beijo fui dar o beijo, como sou mais alto que ela, abaixei a cabe�a e vi as unhas que eram as mesmas. Mais uma vez eu gelei.



Muitos acontecimentos, foram se ocorrendo at� que chegou o de mais gritante e gra�as a ele percebi o que se passava. Meu sogro um belo dia quis conversar e disse muita coisa, um desabafo com m�goa e arrependimento junto. Dizia sobre minha sogra que era uma pessoa dif�cil de conviver e tal,mas o que me fez cair à ficha, foi o que ele disse: “n�o sou feliz no meu casamento.”



Depois desse dia a coisa mudou, a via com outros olhos e descobri enfim, o porque que quase nunca transavam, quase nunca se beijavam, percebi que quando faziam, era por obriga��o. Mas o anivers�rio dela se aproximava e eu dei um presente pra ela,mas como n�o ia poder estar no dia mesmo de seu anivers�rio, fui at� a casa entregar. Ela sempre fica sozinha à tarde inteira e s� sai à noite pra trabalhar umas 18:30. Chegando por l�, conversamos um pouco e dei seu presente, era um colar de ouro branco e ela tinha adorado,estava meio triste pois meu sogro, havia esquecido o anivers�rio de casamento deles e tudo mais..



Lembro que ainda disse ao receber o presente: “Que lindo!, adorei!, logo hoje que estou t�o carente, em plena 17:30 da tarde!”. Esse foi o Estopim. A abracei e disse que era pra ela n�o se preocupar, porque haviam dias que a gente se senti diminuto mesmo. Mas ela continuou a me segurar a abra�ar e eu deixei, fiquei com d�, ela parecia estar muito triste com sua vida naquele momento.



Est�vamos na copa e ainda est�vamos abra�ados quando eu resolvi dar um beijo e me despedir, pois tinha mais coisas pra fazer, tinha ido s� pra dar seu presente. A beijei na bochecha e em seguida no pesco�o e a senti derreter e ela fez o mesmo. Parei um segundo e logo depois continuei e ela tamb�m. Ent�o resolvi ir fundo, estava muito excitado na hora e ela percebeu meu pau encostar nela; Havia uma mesa atr�s de n�s e foi ali mesmo que a coloquei, tirei a flor que ali estava, e a deitei em cima da mesa. Comecei a beijar seu pesco�o e ela acariciava minha nuca,fui descendo para o seu busto,ela estava sem sutien e logo coloquei a m�o por debaixo da sua camisete enquanto a outra descia para seu shorti.



Tirei sua camisete ali mesmo e vi seus pequeninos seios, passei as m�os levemente em seu bico e chupei em seguida vagarosamente, ela parecia gostar muito, pois fazia sons que pareciam imitar cobra com a boca.. continuei e continuei, beijando sua barriga, retirei seu shorti e fui beijando toda a sua perna at� chegar na sua calcinha; Foi ai ent�o que comecei a chupar sua virilha, acariciar os seios ao mesmo tempo, as vezes fingia em tirar a calcinha, mas s� pra provocar eu s� passava a m�o por cima e as vezes o ded�o bem de leve por dentro, na dire��o de seu grilinho que era bem pequeno..At� que n�o aguentava mais de s� judiar e coloquei a calcinha de lado e passei a l�ngua com vontade por toda sua extens�o, desde o cuzinho at� o seu grilo..ela gemeu alto e segurou minha cabe�a. Meu pau latejava e come�ara a doer de tes�o, mas continuei fazendo oral nela.



Ela gemia como cobra e me apertava com for�a, as vezes falava: “assim, chupa ela chupa!”, isso me ati�ava ainda mais e estava doido pra comer, mas ela uma bela ora se segurou com as duas m�os na mesa atr�s da cabe�a e eu abri ainda mais suas pernas e a lambuzei com uma linguada gostosa, enfiei minha l�ngua na sua xana e vi que era muito apertada, cada vez mais ficava excitado e mais e mais meu pau do�a. Sua xana era pequena, delicada e ainda tinha o moicano que a deixava mais sexy e tesuda...Ela se contorceu uma hora e segurou minha cabe�a, acho que ia gozar, mas se levantou, desceu da mesa me fez encostar nela e abaixou olhando nos meus olhos, abriu meu z�per com a l�ngua, apertou minha bunda, desabotoou minha bermuda. Ainda olhando pra mim, passou a m�o no meu pau ainda tampado pela cueca, mordeu seus l�bios, desceu o olhar pra ele, o retirou da cueca, deu um leve sorriso, um a breve risadinha, abriu um pouco a boca, chegando bem perto da cabe�a e colocou a l�ngua pra fora e lambuzou a cabe�a do meu pau, sua t�cnica era de matar, passa a m�o no meu saco, massageava com uma m�o enquanto a outra batia pra mim um punheta gostosa, enquanto sua boca, tamb�m trabalhava indo em v�rias dire��es, e sua l�ngua vibrava na cabe�a do meu pau. Estava louco por aquela mulher!.



Lambia todo o meu p�nis e colocou ele todo na boca, nessa hora eu senti que ia gozar, n�o tinha como e gemi alto, ela ent�o com meu pau dentro da boca dela, todo ele; Agarrou minha bunda e me empurrava contra sua garganta, e ainda colocou a l�ngua pra fora tentando alcan�ar meu saco. Minha respira��o foi ficando cada vez mais forte e ofegante e ela, por sua vez, me for�ava contra ela com mais for�a, eu gozei com o pau na garganta dela, minha pernas estavam tr�mulas depois daquela gozada gostosa. Mas meu p�nis ainda estava muito duro ap�s ela ter retirado de sua boca, fez um breve carinho olhando pra mim e disse: “gostoso!”. Ela tinha engolido tudo e completou dizendo : “vem!”. Ela se levantou pegou uma camisinha no quarto dela e volto pra copa, colocou em mim com a boca e deitou na mesa novamente. Eu por fim, A puxei para a beirada, levantei suas pernas e soquei com vontade..Nessa hora eu deu um grito, diminui, pois pensei que tinha machucado e perguntei: “machuquei?!”, mas n�o ela disse que n�o e ai ent�o fui sem parar. Aquele barulho de minhas bolas socando sua bunda , ela gemendo e eu tamb�m, parecia uma corrida. Afastei suas pernas arreganhando ainda mais sua xana depilada totalmente embaixo, era como as de atrizes porn� e continuei. Seus gemidos estilo cobra iam mudando para tons que me deixavam louco. Ela me travou uma hora e se virou na mesa, ficando com a bunda pra mim e com as pontas dos p�s no ch�o de apoio. Eu enfiei meu cacete bem devagar, segurando sua bunda, afastei suas n�degas e voltamos a foder.. O som , A imagem do meu pau entrando e saindo, ela gemendo e eu tamb�m, n�o demorou muito e comecei de novo a sentir que ia gozar, at� que ela olhou por cima do ombros pra mim e disse: “goza vai, goza!”, sempre com aquele tom meio baixo safado e sexy. Gozei mais uma vez, e n�o aguentava mais, agora meu pau estava amolecendo e latejava prazer.. Por sua vez, ela se virou , saiu da mesa, se colocou na minha frente mais uma vez e retirou a camisinha e voltou a chupar meu pau com vontade, at� que balan�ava e o batia na l�ngua, chupou meu saco pela �ltima vez, bateu um breve punhetinha e beijou a cabe�a do meu pau. Se levantou e me perguntou se queria tomar banho. Respondi que sim e fomos.



Foi um sil�ncio depois da transa, ela se arrumou depois pra ir pro trabalho, pois � professora e leciona a noite; Eu meu troquei e sa�mos juntos da casa, se despediu de mim com um beijo na bochecha e me perguntou se iria pra l� no final de semana, pois ia fazer batata frita. Disse que sim e cada um seguiu seu rumo.



Ela provavelmente chegou atrasada no trabalho, mas foram os 50 minutos mais safados de uma tarde, ainda mais com a sogra. Depois desse dia, percebi que seu casamento � mais por comodismo do que amor mesmo, e que o sogro mereceu mesmo o chifre.. N�o � rom�ntico com a mulher, esquece anivers�rio de casamento, sem contar que ele banca tudo da casa, at� o absorvente da mulher..vai saber..!!; Melhor pra mim que como ela at� hoje e � sempre bom.

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