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CASADA QUE NUNCA VIU OUTRA ROLA...

Ola sou leitor frequente do site e sempre quis colocar minhas hist�rias por aqui. Esse site � muito bom.

Sou de SP, alto, pele branca, cabelo castanho escuro, louco e adoro uma sacanagem com detalhes. Esse ser� meu primeiro conto ent�o vamos ver se eu consigo descrever bem.

No come�o desse ano fui trabalhar em uma empresa, fui apenas pra diagnosticar o que poderia ser feito na �rea de inform�tica, tendo em vista que eles usavam 3 maquinas de escrever. Ent�o era tudo muito prec�rio, e fui fazer avalia��es sobre o processo de vendas e se valeria a pena.

Logo ao chegar na empresa, encontrei uma ruiva na porta, ela estava saindo pro almo�o, ela me olhou de cima a baixo, e saiu com um sorriso nos l�bios. Achei interessante, mas n�o estava ali pra isso. Ent�o entrei e fui falar com a gerente, e saber de informa��es sobre a empresa. A gerente me disse que estaria arrumando as coisas e que em breve passaria uma semana de f�rias, mas que eu podia ficar tranquilo que nada interferiria em meu trabalho. Ent�o segui pra minha mesa, abri meu note e comecei a desenhar a empresa fisicamente. No meio ia pra la e pra ca pra ver medidas e o que tinha dentro da empresa. Numa dessas idas e vindas, reencontrei a mo�a que vi na porta, seu nome, Priscila. Menina nova, aparentava ter uns 20 anos. Sorriu, e seguiu seu caminho. A empresa era pequena e n�o tinha muitos funcion�rios, ent�o sempre acabava esbarrando com ela. Ai voltei pra minha sala e no v�deo do biombo pude perceber que ela trabalhava ao lado, e como era de costume, fui fazer uma apresenta��o do porque estava ali. Cheguei, cumprimentei a mo�a, assim como sua colega. Nisso acabei meu desenho, e fui analisar o dia-a-dia do setor de vendas, pra ver o que era poss�vel fazer pra economizar dinheiro e informatizar a empresa.

Passei duas semanas na �rea de vendas, onde Priscila trabalhava, e peguei amizade. Fomos almo�ar algumas vezes e ela era muito simples, e sem pudor algum sempre percebia a aten��o que ela dava pra mim. Me olhava, e certo dia depois do almo�o parei o carro e colei. Perguntei se ela se interessava e ela muito nervosa pediu que segu�ssemos em frente. Que era casada e n�o poderia falar nada. Achei estranho, segui em frente e deixei pra la. Nisso ela come�ou a falar que era casada, tinha uma filha, e que n�o poderia pensar em outro homem, porque jamais tinha tido outro homem a n�o ser seu marido. Achei estranho, mas ela namorou o rapaz, e engravidou, e se casaram. Ent�o eu estava com uma total inexperiente ali. Mas tudo bem, mais pra frente ela deixou escapar que sentia uma atra��o por mim, mas que isso n�o significava que ela tinha que fazer algo. Que era simplesmente uma atra��o, mas que logo passaria. Nisso parei o carro, olhei em seus olhos e nos perdemos em um longo e tremulo beijo. Ao final ela abaixou a cabe�a com um sentimento de culpa visivel. Entendi sua situa��o, mas mesmo assim perguntei se ela n�o tinha gostado, ela disse que adorou, mas que n�o podia.



No dia seguinte ela me evitou ao maximo, n�o foi almo�ar comigo e pediu pelo amor de deus que eu n�o comentasse nada na empresa. Aceitei prontamente, o que poderia ser prejudicial � ela, e a mim. Passado dois ou tr�s dias, numa sexta feira ela voltou a falar comigo, e disse que queria almo�ar no mesmo lugar onde hav�amos almo�ado, e como ningu�m tinha carro, fomos no meu. Novamente ela come�ou a se explicar, e eu n�o entendi nada, disse que tudo bem, e que ela n�o precisaria se preocupar. Mas ela continuou falando e falando e eu comecei a notar que ela queria mais. Ent�o, no estacionamento do restaurante ela se abriu, e eu a beijei novamente. Nesse dia, ap�s o almo�o ficamos no carro, em amassos alucinantes.



Ela j� estava mais tranquila quanto a trair o marido, mas nada de mais. Beijos e m�os... sem muita invas�o. E eu tranquilo, n�o era minha namorada nem tinha nada a ver com o casamento dela. E em uma dessas tardes p�s-almo�o, ela me disse pra parar que ela estava ficando excitada demais e que n�o poderia passar disso. Ent�o coloquei ela na parede, perguntando o porque. E ela chorando disse que era muito ruim de cama, e que n�o conseguia satisfazer o marido. Eu achei p�ssimo ouvir isso de uma menina t�o gostosinha, mas fiquei conversando e tentando acalm�-la. Assim a Gerente voltou de viagem, e viu a mo�a abalada com a situa��o. E como n�o estava rendendo nada em seu trabalho, achou melhor demiti-la. O meu trabalho estava no fim, e na mesma semana entreguei o plano de informatiza��o da empresa, e n�o fui mais, at� eles me terem uma resposta sobre o plano.



Ela me ligou numa segunda feira pela manha, dizendo que iria l� pra acertar as coisas, e que queria me ver. Ent�o arrumei uma desculpa e fui visitar as pessoas do trabalho. La chegando ela teria que fazer o exame demissional, e fui com ela. Ap�s o exame, ela voltou pra entregar algo na empresa e disse que precisaria ir pro centro de SP, pra ver umas papeladas. Como moro pr�ximo, resolvi dar uma carona. No caminho fal�vamos sobre o que tinha acontecido conosco, e como isso tinha refletido no seu dia-a-dia. Ela pediu ajuda pra fazer o curr�culo, e viemos at� minha casa pra fazermos o tal curr�culo.



Chegamos, e come�amos a nos beijar... e ela colocou a m�o no meu peito, e disse que estava muito triste por ser despedida, e que n�o era bom eu fazer isso. Ent�o vim no computador fazer o CV. Ao longo do detalhamento ela rindo, me pediu ajuda pra elabora��o das palavras, e assim fomos brincando com as palavras afim de tornar mais profissional poss�vel . Certa hora, ela deixou escapar que se comunicava muito bem, e eu coloquei no cv que ela era boa de l�ngua hehehehe, e ela sorriu, dizendo que isso ela adorava fazer. N�o resisti e pulei encima dela, que estava sentada na cama, ela se entregou, relaxou, e vagarosamente fui tirando sua blusa, enquanto nossas l�nguas se entrela�avam. tirei seu suti� e vi um par de peitinhos muito bonitinhos, mamei um pouco e ela sussurrou que estava molhada.. ent�o devagar tirei sua cal�a, sua calcinha, e quando ia chupar aquela coisa me espantei. Ela era RUIVA DE VERDADE, pela primeira vez em minha vida estava diante de pelinhos ruivos... n�o acreditei que mataria mais essa fantasia, e logo quando ia cair de boca, ela pediu que eu n�o fizesse, pois tinha nojo disso. Ent�o tirei minha cal�a e com o cacete bem duro (18cm) estava pronto pra comer aquela bocetinha encharcada e ruiva. Mas ela ficou com medo de engravidar, e pediu que eu colocasse a camisinha. Eu estava sem, a camisinha que eu tinha de reserva estava no carro, e ela sem saber o que fazer me puxou com as pernas e pediu... "-Mete essa pica em mim", me assustei, pois ela era muito educada e jamais havia ouvido algo do tipo vindo dela. mas sem pensar muito coloquei a cabecinha, ela gemeu, deu uma rebolada e eu fui colocando vagarosamente meu pau naquela min�scula xaninha. quando cheguei ao final, vi seus olhos brilharem, ela estava adorando, nisso ela se mexia, querendo mais a��o, o que fez com que meus movimentos se acelerassem, e sem pensar muito comecei a estocar minha rola naquela grutinha ruiva. Do nada comecei a chamar ela de puta, de vadia, de cachorra, perguntei se o marido dela comia ela gostoso, e se ele tinha uma pica assim... e ela dizia que n�o... gemendo e rebolando, depois de alguns minutos, ela me disse que jamais sentir� nada parecido, pra eu n�o parar por nada, ent�o socava cada vez mais forte, e ela come�ou a chorar, lembrou do marido, e come�ou a chorar copiosamente. Eu fiquei assustado e parei n�, l�gico, n�o vou machucar a menina. Ent�o ela se encolheu na cama e pediu pra que jamais volt�ssemos a fazer isso, que ela n�o podia trair o marido que estava sendo super legal com ela por ter sido demitida. Ent�o eu parei, mas minha rola continuava dura, e eu queria gozar. Ent�o ela chorando ficou na minha frente... eu deitei na cama e minha rola estava a ponto de bala. Pedi ent�o que ela chupasse.... e ela disse que n�o que n�o podia, mas segurando meu caralho em menos de 3 segundos estava chupando, ou tentando porque mal cabia em sua boca devido a grossura. � estranho comentar, mas � muito legal ver uma mulher pelada, casada, chorando e chupando meu pau, foi muito dif�cil, logo gozei e ela continuou seu choro. se vestiu as pressas e foi pro banheiro. Foi embora e nunca mais tive noticias dela. Foi uma mulher que quis ir enfrente, mas que n�o suportou o fato de ser casada. Coitada.... deu at� d�.



Espero que tenha contado direitinho, e que tenha feito algumas pessoas delirar. Foi uma hist�ria meio estranha, mas aconteceu em fevereiro de 2007.

Se quiser, me escrevam ([email protected] ), vamos conversar sobre, sacanagem pela internet, � uma delicia. Sou homem e n�o curto homossexuais. Mas tenho fantasias com casais.

Se puderem votar no meu primeiro conto eu agrade�o.

Abra�os a todos

Shaq34





PS: Por favor, sempre quis escrever isso aqui. Procurem escrever corretamente. � incrivel como muitos n�o sabem escrever "Excitado". Pense mais antes de escrever cada palavra. As vezes uma otima hist�ria, fica chata por tantos erros est�pidos.

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