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PEGARAM A MULHER DO DELEGADO

De vez em quando eu leio alguns relatos e fico abismado pela inveracidade e fantasias exageradas. Ent�o decidi escrever uma hist�ria real, pois todos n�s conhecemos hist�rias ver�dicas sobre sexo, basta colocar no papel.

Moro em um pr�dio, onde tamb�m reside um delegado de pol�cia bastante antip�tico. Algumas vezes ele teve a oportunidade de demonstrar sua trucul�ncia e falta de educa��o. Quando ele est� entrando de carro na garagem, n�s somos obrigados a dar passagem, ainda que a prefer�ncia seja nossa.

Certa vez no elevador, ele discutiu com a minha mulher por causa das crian�as. Pois bem, eu estava comentando com ela sobre a grosseria desse delegado, quando est�vamos saindo para o supermercado. Ent�o ela me disse que a mulher dele tamb�m era arrogante e por acaso l� estavam eles a p� andando na cal�ada. Eu n�o a conhecia, mas quando a vi eu a achei maravilhosa. Ela estava de costas. Fiquei abismado com a perfei��o do corpo daquela mulher. Ela estava com jogging e provavelmente estava indo andar no parque. N�o � poss�vel que uma mulher t�o escultural tivesse moldado o corpo somente com caminhadas e academia. Provavelmente deve ter feito lipoaspira��o e lipoescultura. Fiquei alucinado com aquele exemplar perfeito de mulher. Por�m quando a vi de frente, percebi que ela n�o era t�o novinha como parecia. Devia ter uns 43 anos mais ou menos. N�o tinha o rosto t�o bonito, tinha carinha de brava, por�m o resto era irretoc�vel.

Fiquei com aquela mulher na minha cabe�a. Fui obrigado a bater uma punheta em homenagem a ela, pois avaliei que era intoc�vel e inalcan��vel, ent�o literalmente ia ficar na m�o.

Outro dia fui sozinho andar no parque, na verdade correr. E justamente ela estava saindo do pr�dio e estava indo em dire��o do parque, por�m estava alguns metros na minha frente. Propositalmente eu atrasei os passos para ficar posicionado bem atr�s dela. E fiquei a admirando enquanto andava. Bumbum redondinho e arrebitado, cinturinha com curvas suaves e pernas grossas e bem torneadas. Fiquei imaginando que se ela tivesse os cabelos longos ela ficaria melhor ainda, pois tinha os cabelos mais curtos.

E l� ia eu admirando aquela escultura viva, quando ela olhou para tr�s. Gelei. Ela havia percebido que eu a estava observando e imaginei que ela n�o ia gostar. Por�m ela diminuiu os passos e me esperou aproximar. Fiquei desesperado. E se ela contasse pro marido que eu a estava seguindo, sei l�, alguma coisa assim.

Quando cheguei perto falei um boa tarde bastante polido, com ar de respeito. Mas ela surpreendentemente sorriu. Perguntou se eu estava indo andar no Parque tamb�m. Menti, pois eu ia correr, mas disse que ia andar, talvez fosse a oportunidade para me aproximar dela.

Conversamos bastante sobre amenidades, esportes, academia, sobre os problemas do pr�dio, sobre muitas coisas e o tempo todo eu fui muito respeitoso. Fiquei maravilhado com ela, que mulher fant�stica. Nos outros dias, procurei sair para andar no mesmo hor�rio daquele dia, para poder me encontrar com ela e deu certo. Durante muitos dias andamos juntos e fiz muita amizade com ela. Come�amos a falar mais sobre coisa mais pessoais, por�m sem entrar em assuntos relacionados a sexo. Mas n�o por minha vontade.

Passaram-se os dias e apesar de muitas punhetas escondidas em homenagem a ela, acabei me envolvendo com outros assuntos e acabei esquecendo um pouco dela.

Em dezembro, ap�s o in�cio das f�rias das crian�as minha mulher resolveu ir viajar para a casa da m�e dela. Num determinado dia a tarde, quando voltei do trabalho por volta das 4 da tarde, e sozinho em casa, j� estava arquitetando sair � ca�a, quando tocou a campainha. Olhei pelo visor e era ela, Claudia, andando nervosamente de um lado para o outro. Imaginei, oba, hoje � meu dia de sorte. Abri a porta e j� percebi que n�oia ser o meu dia de sorte. Ela estava muito estranha, nervosa, e suja. Sim, com a cal�a com vest�gios de terra nos joelhos e outros locais e a camiseta suja. Quase chorando ela me pediu para entrar. Estranhei. Ela falou que ia me explicar o que tinha acontecido, mas queria tomar um banho no meu chuveiro e queria que eu emprestasse um roup�o para ela. Tamb�m perguntou se eu tinha secadora. Respondi que sim e j� bastante nervoso providenciei o que ela queria, uma toalha, o roup�o e a encaminhei para o banheiro das crian�as.

Ela foi tomar banho, por�m n�o percebeu que eu fiquei olhando por um local onde d� para ver o box do banheiro. Talvez tivesse percebido se n�o tivesse t�o nervosa. Ela se despiu e pude ver o quanto era linda. Como eu havia imaginado, um corpo perfeito, apaixonante, escultural. Mas notei que havia alguns arranh�es nas costas e algumas marcas roxas. Pronto, j� imaginei, ela provavelmente deve ter sa�do com algu�m e me pediu ajuda para tomar banho para n�o chegar e o marido a ver naquele estado. Primeiro ela lavou toda a roupa que estava usando, primeiro a calcinha, que ela lavou umas tr�s vezes, a camiseta, a cal�a jogging e at� as meias. Tudo embaixo do chuveiro mesmo. Tomou banho, se enxugou e se enrolou no roup�o. Ao sair do banheiro colocou as roupas na secadora.

Ent�o sentou-se no sof� e olhou para mim. A� ela me disse que era normal que eu estivesse estranhando as atitudes dela e que ela me contaria em detalhes, pois ela confiava em mim e era importante que algu�m al�m dela tamb�m soubesse o que tinha ocorrido, embora ela tivesse decidido em manter tudo em segredo, principalmente pra o marido.

Tudo o que eu relatei at� agora foi o que realmente aconteceu, por�m daqui pra frente passo a relatar o que ela e contou, que eu logicamente n�o testemunhei.

Ela me falou que foi andar sozinha no Parque naquela tarde, como normalmente costumava fazer. Existem alguns locais do parque que s�o mais afastados e com pouco movimento. Ela estava andando em uma das pistas na parte de tr�s do parque onde existe uma mata fechada ladeando a pista. Ela estava distra�da, mas percebeu que um homem estava a algum tempo andando atr�s dela. Mas n�o se preocupou pois em sentido contr�rio vinha uma outra pessoa. Por�m quando a outra pessoa chegou perto, olhou para tr�s para ver se n�o tinha ningu�m vendo e apontou uma arma para ela. O homem que estava atr�s fez a mesma coisa. Estavam combinados. Ela tirou o fone do mp3 do ouvido e parou bastante assustada. Ent�o um deles deu voz de assalto. Disse que era apenas um assalto e que ela devia seguir eles. Um deles, o mais baixo entrou em uma picada na mata e ela teve que o seguir. O outro foi atr�s, com a arma encostada nas costas dela. Andaram uns 200 metros at� chegar em uma clareira. Ent�o, o mais baixo falou para o outro que atirasse nela se ela reagisse de alguma forma ou gritasse.

Entregou a arma para o outro rapaz e chegou mais perto dela. Tirou o aparelho de mp3, o fone de ouvido, os t�nis e as meias. Disse que era para ela ficar muito quieta ou ia morrer, mas se ela colaborasse n�o ia acontecer nada. Ela ainda n�o tinha entendido o que ia acontecer. Ent�o o rapaz tirou a camiseta dela e em seguida o suti�. Ela estava parcialmente despida e teve o impulso de esconder os fartos seios com as m�os. O rapaz disse para ela baixar as m�os pois ele estava mandando. Discutiram brevemente e o outro colocou a arma na cabe�a dela e disse que mais uma palavra dela ele ia atirar.

Ent�o ela resolveu n�o discutir mais e tamb�m n�o reagir a eles, pois ela se lembrou das hist�rias que o marido contava sobre pessoas que morreram porque reagiram a bandidos.

Ent�o o rapaz continuou a despi-la. Tirou a cal�a jogging e em seguida a calcinha. Ela j� sabia o que ia acontecer e n�o podia fazer nada. Ela estava completamente nua no meio da mata e com dois estranhos. O rapaz enfiou seu dedo na boceta dela. Ela disse chorando que sentiu que era �spero e estava sujo. Ele ficou fazendo movimentos e elogiando o corpo dela, enquanto ela fechava os olhos e sentia muita raiva e nojo. Ent�o pediu que ela ficasse de quatro. Ela obedeceu. Ele se despiu rapidamente e se posicionou atr�s dela. Com muita for�a e viol�ncia ele a penetrou. E continuou fazendo o movimento de vai-e-vem pedindo para ela rebolar para ele. Ficou com o abdomem colado nas costas dela, penetrando o mais profundamente poss�vel. E com a boca encostada em seu ouvido, dizendo o quanto ela era gostosa e diversas outras obscenidades. Passava as m�os ora em suas coxas, ora em sua barriga, e ora apertava os seios com for�a. Foi num desses momentos que ele estava completamente colado nela, que come�ou a ficar mais ofegante e come�ou a penetrar com mais for�a. Ent�o ele gemeu de prazer e ela sentiu um liquido quente explodir dentro dela. Ele ficou alguns momentos ali parado curtindo aquele prazer. Enquanto isso ela estava imaginando os problemas que aquilo poderia trazer, como doen�as ou uma gravidez indesejada, pois ele n�o havia usado preservativos. E ela tamb�m imaginava que o mart�rio estava para acabar. Por�m o rapaz come�ou novamente um discreto vai e vem, por�m retirou o p�nis de sua buceta e colocou na entrada do �nus. Ela deu um gritinho mas logo levou um tapa na cara. Como o p�nis do rapaz ainda estava com muito esperma foi mais f�cil a penetra��o. Entrou quase tudo de uma vez. E logo ela que odiava sexo anal, nunca fazia com o marido, apesar dele insistir.

O rapaz bombou bastante e segurando a cintura dela muito forte novamente gozou. L� dentro, ela sentiu na hora que ele gozou. Ele xingava ela de vagabunda e que ali o marido dela era ele e que ele a estava dominando como ele queria. Ent�o se levantou e limpou o p�nis na camiseta dela.

Ela estava em d�vida se havia acabado ou se o outro tamb�m a violaria. Ent�o o outro rapaz pediu para que ela se levantasse e encostasse em uma �rvore, com a bunda empinada. Ent�o, facilitado pelo excesso de esperma que escorria entre o �nus e a buceta dela, ela a penetrou muito facilmente. Ficou ali alguns minutos com as m�os apertando sua cintura e bombando o mais forte que podia. Gozou bastante mas continuou penetrando, ela sentiu o esperma escorrendo nas suas pernas. De repente, ele tirou o p�nis da buceta e penetrou de uma vez s� em seu �nus. Depois de algum tempo gozou abundantemente. Ela sentia muita revolta e muito nojo, mas quando ele se afastou ela sentiu um al�vio, achando que tudo havia acabado.

Ent�o o primeiro a te-la violado, e que estava sentado encostado em uma �rvore ainda nu, levantou-se e pediu pra ela ajoelhar-se. Ela ficou muito preocupada e come�ou ensaiar um choro, mas l� disse que n�o a mataria e ainda faria uma coisa que ainda n�o tinha feito. Pediu para ela abrir a boca e juntamente com o outro rapaz come�ou a se masturbar. Ent�o ambos gozaram em sua boca. Dizendo que ali o servi�o era completo, pediram para ela engolir todo os esperma.

Ela sentiu muita �nsia, mas vez o que eles pediram. Ent�o se afastaram dela e se vestiram. O mais baixo chegou perto dela e disse que era a mulher mais gostosa que ele j� havia comido e que ele se sentiu um verdadeiro macho quando gozou dentro dela. Que foi a coisa mais maravilhosa que ele j� sentiu e por isso ele ia deixar ela ir embora sem fazer nada, nem ia roubar nada. Disse apenas para ela se virar e quis ver novamente o rego dela todo cheio de esperma. Deu um tapinha na bunda dela e disse que n�o era para ela contar pra ningu�m, pois sen�o poderia acontecer alguma coisa com ela.

Largaram as roupas dela no caminho e sumiram na picada. Ela tentou se limpar como pode e se vestiu. Quando saiu da mata n�o os viu mais. Foi direto para o nosso pr�dio e resolveu que n�o ia contar nada para o marido, pois ia dar muita confus�o. Por�m percebeu que o carro dele estava na garagem, ou seja, ele j� havia chegado.

Ent�o ela se lembrou de mim e que eu estava sozinho, ent�o resolveu vir ao meu apartamento para tomar um banho, lavar as roupas, seca-las, vesti-las e voltar para o apartamento dela.

Bom, l� estava eu, boquiaberto como que havia acontecido, com ela me contando em detalhes e chorando, dizendo o qu�o estava revoltada e com raiva. Mas apesar da cara de compaix�o, eu estava fazendo o poss�vel para n�o me mostrar excitado, com a hist�ria, com aquele monumento s� de roup�o na minha frente, e com a lembran�a de te-la visto nua no banheiro. Ela l� dizendo o quanto havia odiado o que tinha acontecido e eu excitado.

Ela buscou as roupas na secadora, vestiu-se no quarto e antes de ir embora ajeitou os cabelos. Por�m, para n�o aparecer toda perfumada de sabonete, inclusive as roupas, ela teve a id�ia de andar 19 minutos na esteira para suar um pouco novamente.

Deu um beijo no meu rosto, passou a m�o nos meus cabelos e me disse que eu era um anjo na vida dela. E foi embora. Fui correndo ao banheiro para me aliviar com a hist�ria que ela me contou. Durante algum tempo ainda nutri a esperan�a de fazer amor com ela, mas com o passar do tempo ela come�ou a me evitar, acho que com vergonha do que ela havia me contado. Continua esculturalmente bela, por�m nunca mais foi caminhar no parque.



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