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TRANSANDO NO �NIBUS

Ol�, depois de f�rias merecidas, estou retornando para contar algumas fantasias que tive e tenho. Meu nome � J�ssica, tenho 22 anos, 1.73cm, cabelos loiros, l�bios n�o muito carnudos, seios m�dios com volume, biquinho rosados, peso 65 kg, coxas um pouco grossas, bumbum m�dio arredondado e pele lisa como p�ssego.

Quando estava indo a Bahia, sentada com minha amiga Flavia (que estava na janela) na ultima fileira, percebi um casal bem apaixonado sentando na poltrona diagonal na frente a minha e logo entendi que as onze horas, incluindo uma longa noite, aquele casal faria uma transa daquelas. Para minha sorte, ao meu lado havia o banheiro onde poderia observar disfar�adamente se fizessem algo. No come�ou foi tudo normal, brinc�vamos e prest�vamos aten��o nas cidades que pass�vamos, conheci algumas que pareciam interessantes.

A noite veio, e um sono ao som de uma musica instrumental, com ar condicionado dava um toque a mais no ambiente. No balan�ar do �nibus, acordei me assustando com um homem ao meu lado, me excitando com suas m�os dentro de minha xaninha, masturbando-me fazendo gemer abafado belo seu beijo e sua l�ngua que me tirava o f�lego, pegando em minhas m�os e trazendo para dentro de sua cal�a jeans que estava com z�per aberto e quando toquei naquele mastro, com aquela cabe�a enorme que me fez arrepiar-me a espinha. Fui apalpando levemente descendo por toda extremidade sentindo cm por cm e minha boca que salivava muito pelo apetite de chupar aquela tora. Deitou por baixo de mim e me virei sentindo o cheiro do seu mastro que me consumia e quando meu nariz encostou no seu bast�o, abocanhei aquela cabe�a que chupava com dificuldades mais pela anatomia descomunal. Enquanto isso, ele me chupava afastando os l�bios de minha xaninha e com os dedos, ati�ava meu clit�ris que me fazia ficar com a temperatura pelo prazer.

Minha excita��o me deixou mais solta, e conseguia chupar aquela tora com mais vontade, alternava entre descidas e subidas apreciando todo aquele liquido transparente enchendo minha boca todinha, numa fra��o de segundos, comecei engolindo tudo como havia direito. Mamando naquele morango, sentia seu mastro pulsar e a inundar minha boca com seu gozo generoso que descia sem encontrar resist�ncia. Coloquei a camisinha naquele mastro e sentei fazendo-o deslizar dentro de mim, uma dor misturada com prazer me fazia continuar e quando cheguei ao final, sentia seus pelos massageando minha xaninha me fazendo excitar.

Nossa primeira posi��o foi a cavalgada e segurando em seus bra�os, sentia o suor descendo de minha testa e o cobertor cobrindo minha cintura, ocultando nosso prazer sexual. Ah como queria gemer para todos ouvissem, porem como estavam dormindo, somente eu e aquele desconhecido ali transando sem pudor nenhum, segurando nossos gemidos. Coloquei as m�os segurando o encosto da poltrona, enquanto ele me fodia com verocidade, segurando em minha cintura, come�ou a deslizar seu bast�o dentro de mim e sentindo que seria rasgada ao meio, uma onda de prazer fez encobrir a dor f�sica que sentia e com a cara no vidro, via o ar quente em contato com o frio da janela.

N�o aguentando mais, sentia meu gozo vindo e segurando forte no encosto, cravei minhas unhas para n�o gemer, e aquela sombra n�o demonstrava nenhum sinal de desist�ncia e diminuindo seu ritmo. Deitando nos dois lugares, segurando seu mastro guiando para dentro de minha xaninha e quando come�ou entrando, voltamos e nos beijar e babava de tanto prazer, nossas l�nguas entrela�avam-se e seu mastro deslizava dentro de mim, levantou e segurando minhas pernas, come�ou chupando o meu ded�o da perna esquerda, ficando no franguinho assado. Agora sentia dor quanto prazer, ele me estocava sem d� e piedade, arrasava com minha xaninha que engolia seu mastro sem reclamar.

A ultima posi��o foi de quatro, me sentia dominada, me segurando pela cintura com sua pegada que me dava arrepios atolou de uma vez seu mastro me fazendo ver estrelas, e eu mordendo os l�bios para n�o deixar sair as gemidas pela excita��o, sentia que havia tido m�ltiplos orgasmos e tirando seu mastro de minha xaninha, me virei para receber aquele leite que melou toda minha cara, ainda com seu mastro duro, passava no gozo e me fazia chupar como havia direito, a cada passada chupava com mais e mais vontade e fazendo-o gozar novamente inundando minha boca todinha com seu leite.



Espero que tenham gostado desse e de outros contos que escrevi, e poderiam votar para saber seu grau de satisfa��o? Thank`s! Em alguns finais de semana(sabado eou domingo), estarei no “bate-papo” dos cotos eroticos, para os que desejam falar comigo. E-mail? Voc�s j� sabem, ainda n�o?! [email protected] e tenham uma otima excita��o..

bjus



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