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SEXO T�NTRICO COM A CUNHADA.

Ol� pessoal, vou lhes contar uma hist�ria que vem acontecendo comigo de uns anos para c�.

Sou casado h� alguns anos e minha esposa � simplesmente linda, nunca tive motivos para tra�-la. Se n�o fosse a cunhada. Ai, que cunhadinha! Ela � somente dois anos mais nova que eu. Certo dia, fomos, minha esposa e eu almo�ar na casa de minha sogra. Correu tudo normalmente, a� minha cunhada me disse que se eu quisesse dormir um pouco, que eu poderia dormir na cama dela, pois as outras estavam todas ocupadas, pois o pessoal l� vai tudo dormir depois do almo�o. Deitei na cama dela e comecei a sentir aquele cheiro gostoso de mulher. Abri o z�per de minha cal�a e coloquei meu pau pra fora e deitei de bru�o e fiquei relando at� que adormeci. Mais tarde um pouco despertei com minha cunhadinha enrolada numa toalha(uma toalha que mal cobria as partes) no quarto pegando uma roupa, pois acabara de tomar banho. Percebi que ficou ali por perto um tempinho, talvez me olhando com o pau pra fora. Quando acordei mais tarde, fui à sala e ela me perguntou se a cama era boa com a cara mais lerda. Eu disse que tinha um cheiro muito gostoso. Algumas semanas se passaram na mesma rotina e fui dormir de novo l�, s� que desta vez fiquei vigiando a hora que ela entrava. Fiz da mesma forma como todos os dias, me deitei meio de lado, s� que desta vez eu havia batido uma punheta para deixar ele babando na cama dela. Percebi que ela chegara bem perto e come�ou a passar o dedo na ponta do cacete que estava bem inchada de tes�o. Ela passou o dedo na “baba” e escutei ela chupando o dedinho. Hummmmm, meu pau deu meio que um pulo, uma contra�da e ela se assustou e levantou, virou-se e foi se vestir. Abri um pouco o olho, pois estava meio escuro no quarto fechado. Ela tirou a toalha e vi aquela bunda linda, e como eu estava deitado atr�s dela, deu para ver a bucetinha dela por tr�s, completamente lisa. Isso rolou mais algumas semanas. At� que um belo dia, ela chegou e me falou se eu poderia fazer uma massagem nela, pois sou massoterapeuta. Eu j� estava acostumado com isso, em fazer massagem no pessoal nos finais de semana. Mas dessa vez pensei em ser um pouco mais ousado. Fomos para o quarto dela, mandei ela ficar à vontade para colocar um bikini, ou mesmo uma roupa �ntima, mas ela disse que se enrolaria numa toalha somente. Da� meu pau j� deu um pulo e ficou bem à mostra, pois n�o uso cueca. Ela viu e deu uma risadinha safada e perguntou o porqu� de eu estar com o pau duro. Eu disse que ela era muito gostosa e ela ficou bem sem gra�a. Comecei a massage�-la nas costas e descia at� àquela bunda deliciosa e voltava. Desci para a regi�o posterior das pernas, come�ando pelos p�s a� subia at� a base da bunda e encostava meus dedos na xaninha carnudinha dela. Nossa, que xoxota deliciosa. Passei para a outra perna e disse meio alto: “Nossa!!” e ela perguntou: “Nossa o qu�?”. Eu disse que como poderia ter uma buceta t�o carnuda e deliciosa. Ela perguntou como eu sabia que ela era deliciosa se eu nem havia provado. A� eu disse que se ela quisesse eu poderia provar. Ela disse que iria pensar. Terminei as pernas, a bunda e ela se virou e vi que ela deixava um fiozinho de p�los pubianos logo acima do clit�ris. Eu n�o conseguia tirar os olhos daquela xana e daqueles peitos enormes com os bicos rosadinhos e pontudos. Bem, seja profissional e fa�a o seu servi�o, pensei eu. Terminei e fui para a massagem no t�rax-abd�men e fiquei meio em cima dela com o pau bem duro. Ela abriu os olhos e disse: “cunhadinho, parece que algu�m est� acordadinho...” e come�ou a passar a m�o. Comecei a massagem facial e na cabe�a e quando terminei ela disse: “hora de pagar, me d� um beijo”. Minha boca estava quente de tes�o e nossa saliva estava espessa. N�s nos beijamos muito e eu passava a m�o nela todinha, que corpo delicioso. Eu dava umas mordidinhas no pesco�o, no l�bulo da orelha dela, no queixo e desci para o pesco�o novamente com minhas duas m�os em seus seios grandes e durinhos, cujo bico estava bem rosado e parecendo que iria estourar exalando aquele perfume de mulher. Desci para o umbigo acariciando com meus dedos sua xaninha sem penetrar nenhum dedo ainda. Enfiava minha l�ngua quente no umbigo e fiquei uns 5 minutos somente nele. Eu passava a m�o na xaninha e j� estava bem meladinha. Minha cunhada gemia t�o gostoso e contra�a seus l�bios vaginais incessantemente at� que comecei a beij�-los como se beijasse uma boca molhada. Quando comecei a beijar a xaninha dela, ela come�ou a fazer um boquete no meu ritmo, aproveitando bem mesmo cada momento de tes�o. Como sou adepto ao sexo t�ntrico, eu controlo bem minha ejacula��o e busco o prazer m�ximo at� chegar ao hiperorgasmo e fazendo sua parceira se sentir uma deusa. Terminada as car�cias com minha boca at� os p�s dela, enfiei minha rola quente e babada na buceta dela, que j� estava muito quente, eu colocava e tirava durante uns vinte minutos. Ela gemia e estava bem vermelhinha, a transpira��o tomava conta do quarto. A� eu me sentei e ela sentou costas para mim meio inclinada para tr�s, mas eu n�o deixava meu pau penetrar todo ainda, fazendo movimentos circulares com o quadril. Ela disse: “nossa minha irm� deve ficar louca de tes�o com esse homem gostoso, continua, continua que fa�o o que quiser”. Depois sim, fui enfiando lentamente meu pau at� fazer uma penetra��o bem profunda, ela suspirou fundo e disse que iria gozar, eu retirei devagar e comecei tudo novamente. Depois de um tempo, eu me deitei e ela sentou no meu pau deliciosamente devagar aceitando aquilo tudo e ficamos fazendo movimentos de v�i-vem circulares. Coloquei-a de quatro ent�o, penetrei e vi que ela piscava sem parar o cuzinho, comecei a passar saliva nele e enfiei a ponta do meu dedo. Depois de mais um tempo, deitei-a de bru�os e a penetrei por tr�s, fazendo uma penetra��o bem profunda. Cada vez que eu penetrava, eu dizia palavras sussurrando em seu ouvido. Ela contra�a tanto a xaninha no meu pau que veio a vontade gozar. A�, com ela deitada de bru�os, com as minhas pernas abri as dela, coloquei uma m�o em cada seio, beijei o pesco�o dela e disse que iria faz�-la gozar como nunca. Ela disse: “sou toda sua cunhadinho delicioso”. Acelerei um pouco a penetra��o e come�amos a gozar e ela abafou o rosto no travesseiro e gritava de prazer como nunca havia feito antes. Isso mesmo, gozei tudinho na xoxotinha dela. Quando acabou, e ela estava recuperando o ritmo respirat�rio, sem retirar meu pau dela comecei a beij�-la dizendo que dali em diante, sempre que ela quiser experimentar algo diferente, que poderia me procurar. Retirei o pau da buceta dela e meu gozo escorreu e ela massageava a xana sem parar e disse: “com um massagista destes n�o preciso mais nada”. Pessoal, este foi um fato verdadeiro que aconteceu comigo que tinha que compartilhar com todos. Beijos a todas as mulheres deliciosas deste mundo.

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