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UMA FAMILIA EM CRISE - PARTE 3

Qual situa��o, perguntou Reinaldo?



- Bem, sei que estamos com uma s�ria crise no casamento, e isto afetou profundamente a nossa vida sexual, tanto, que temos quase quatro meses sem nenhuma rela��o, para que voc�s entendam, vou voltar oito meses atr�s, e contar como tudo come�ou.



Reinaldo e Marcela tinham a certeza que Cida confessaria um caso extra conjugal, uma trai��o, o que confirmaria as suspeitas dele, pois, ele n�o achava normal, apesar das dificuldades, o afastamento de Cida, e ela sempre o evitava, muitas vezes rispidamente, mas, pelo menos, ali os fatos se esclareceriam.



- Tenho certeza que a revela��o que farei mudar� nossas vidas para sempre, por�m, n�o consigo guardar s� para mim, pe�o apenas que me escutem, e depois falem o que tiverem vontade.



- Desde que o J�nior nasceu me sinto insatisfeita sexualmente, mas, sempre tive vergonha, ou falta de coragem para falar com algu�m sobre isto, li em algumas revistas sobre o assunto, e a �nica conclus�o que cheguei � que a nossa vida sexual era muito pobre e rotineira, e na cama trocavamos apenas as caricias de sempre, o que agravava minha insatisfa��o.



- Sei que tamb�m tenho muita culpa, pois, nunca procurei mudar esta rotina e fui c�mplice do comodismo, por�m, nunca tive vontade de trair voc� com outro homem, para voc�s terem id�ia, li na revista que a masturba��o poderia ser o caminha para eu me encontrar, tentei uma �nica vez, e senti nojo de mim daquela situa��o.



Agora sim, a situa��o se complicava, se n�o houve trai��o, o que poderia ser t�o grave.



- Como disse, oito meses atr�s, eu estava cada vez mais confusa, queria me sentir satisfeita sexualmente, porem, n�o sabia como, foi ent�o que tudo aconteceu.



- Em janeiro deste ano, em uma quarta feira, Marcela tinha ido para casa de umas amigas, e voc� como sempre tinha ido trabalhar, estava arrumando a casa como sempre, quando tive que ir ao quarto do Junior pegar o aspirador de p�, ele apenas de cueca, e com o pau duro, que quase n�o cabia dentro dela, como estava dormindo, n�o pude deixar de olhar, ele ent�o se mexeu na cama, e sai com medo que ele me notasse.



O p�nico tomava conta de Reinaldo e Marcela, o relato de Cida, tirava-lhes a for�a de intervir, e com o sil�ncio, seguia o relato.



- Por�m, ao sair do quarto senti algo diferente, e fui ao banheiro, estava toda molhada, por instinto, passei o dedo, ele quase implorava para me masturbar, fiquei tr�mula e nervosa, era o que eu queria sentir, mas, com meu filho, de quinze anos, estava definitivamente confusa e atordoada.



- Para tirar a d�vida daquilo que eu estava sentindo, voltei ao quarto, entrei sem fazer barulho, e olhei para a cueca, e o pinto dele ainda duro e a cabe�a quase de fora, neste momento Junior acordou e mesmo sonolento, percebeu a minha presen�a e tratou de se cobrir, e claro, estava todo envergonhado, para disfar�ar abri a janela do quarto e mandei-o levantar porque precisava arrumar o quarto.



- Foi quando ele me perguntou, se eu estava no quarto h� muito tempo, e eu respondi que estava a uns cinco minutos, tempo suficiente para v�-lo de pau duro, ele quase desmaiou de vergonha, e eu, jamais imaginei que falaria assim com meu filho.



- Ent�o falei a ele que isto era normal nos homens, e que eles chamavam de “tes�o de urina”, ele respondeu que sabia que isso era normal, e que n�o era normal era eu ficar olhando para ele.



- Claro que �, conhe�o o seu pinto antes de voc�, passava talquinho, cheirava ele, e quantas vezes, voc� fez xixi em mim.



- Agora � diferente m�e, sou um homem, n�o um bebe.



- Para mim, ser� sempre o meu beb�, por�m, agora tenho vontade de ver se voc� est� homem mesmo.



- Neste momento, fiquei surpresa, ele deixou cair o len�ol, e ficou somente de cueca, eu pedi ent�o que ele me mostrasse o seu pinto, ele abaixou a frente da cueca, e o seu pau ficou todo a mostra, fiquei toda melada, e sabia que ele queria que eu o masturbasse, foi quando lhe falei, que eu sabia que ele queria que o punhetasse, e eu tamb�m queria, por�m aquele seria nosso segredo.



- Ele ent�o falou que j� tinha batido v�rias punhetas em minha homenagem, e que morria de tes�o por mim, quando vi, eu j� estava punhetando aquele pinto, e de repente j� o colocava em minha boca, era a realiza��o de um sonho inconsciente, senti que ele iria gozar, queria sentir a sua porra na minha boca, mas, nunca o seu pai gozou na minha, e fiquei com medo de vomitar e decepcion�-lo, ent�o tirei a minha blusa, e como estava sem suti�, deixei meus seios à mostra para ele.



- Foi quando ele se abaixou, e disse que n�o gozaria sem me chupar, deitei na sua cama, e ap�s caricias nos meus seios, ele tirou a minha saia, deixando-me apenas de calcinha, que ele logo tratou de tirar, tentei resistir, por�m, estava louca, e me vi nua, sendo chupada pelo meu filho, esfregava a buceta no seu rosto, quando de repente, me vi gozar na sua boca, intensamente, chorei desesperadamente, o prazer era enorme, e a culpa tamb�m.



- Ele estava perdido, confuso, me pedia desculpas, eu com as pernas bambas, olhei para ele, e falei que n�s ter�amos que resolver o problema dele, que o meu, ele havia resolvido.



- Perguntei a ele, mesmo sabendo a resposta se ele era virgem, ele afirmou que sim, ent�o disse para ele que deveria me comer, mas, n�o como sua m�e, mas como uma mulher, ele ent�o falou que o sonho dele era comer a m�e dele, e que agora que estava pr�ximo de realizar eu n�o poderia frustr�-lo.



- Fiquei de costas na cama e ele se deitou em cima de mim, rapidamente fui penetrada, afinal estava molhadissima, e ele com o pau dur�ssimo, pedi que ele me beijasse, e descobri que ele era virgem tamb�m nos beijos, mas, logo eu estava chupando a sua l�ngua, me sentia vadia e feliz, ap�s algumas estocadas, pedi para que ele tirasse, que eu ficaria de quatro, para gozar a vontade.



- Novamente fui penetrada, quando estava quase gozando, ele chegou perto do meu ouvido e disse que queria comer o meu c�, gozeiiiii, intensamente, junto com ele, molhamos toda a cama, e adormecemos, com o pau dele dentro de mim.



- Quando acordei, fui tomar banho e deixei-o dormir mais um pouco, ao entrar no chuveiro, senti o seu esperma escorrer pela minha perna, e comecei a chorar, por n�o sentir arrependimento, pelo contr�rio, tinha a vontade de transar com ele v�rias vezes.



- Daquele dia em diante, mantemos de tr�s a quatro rela��es por semana, ele me satisfaz plenamente, tudo entre n�s � permitido, inclusive adoramos fazer sexo anal, para voc� ver Reinaldo, em vinte anos voc� nunca quis comer o meu c�, e o seu filho se delicia com ele.



- Tenho certeza que ele sempre ser� feliz sexualmente, pois, n�o tem os preconceitos que eu tinha e todos n�s temos, o importante � ser feliz.

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