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DI�RIOS DE UMA MENINA NUM CORPO DE MENINO PARTE 2

14, 19 e 19 de Janeiro de 1987



Logo que amanheceu peguei minhas coisas e fui pra minha casa, envergonhado e arrependido n�o conseguiria olhar nos olhos da minha tia Maria depois daquela noite.

Como era s�bado minha m�e estaria em casa, passei o fim de semana todo passando mal e com febre tanto que minha m�e nem foi trabalhar na segunda-feira pra cuidar de mim.

Eu sabia que estava passando mal por causa da noite que passei com o meu tio Waldemar e tia Irene, por causa do arrependimento e da culpa que eu sentia por causa do prazer que senti em ser enrabado pelo meu tio.

Durante o meu recolhimento rezei muito, pedindo a Deus para afastar de mim toda a tenta��o para que eu pudesse viver como um bom crist�o, cheio de medo de voltar pra casa dos meus tios, mas o dia de voltar estava chegando, pois minha m�e tinha que trabalhar.



17 de Janeiro de 1987

Foi bem triste que cheguei na casa dos meus tios, mas parece que Deus ouviu minhas preces, meu primo Guilherme foi passar a semana na casa de uns amigos, meu tio, a noite quando voltou do trabalho parecia que nem se lembrava daquela noite e me tratava normalmente, fui pra casa e a noite e rezei a Deus agradecendo a gra�a recebida.

Mas parecia que o meu destino estava tra�ado e a noite quando minha m�e chegou do trabalho, perguntou se n�o teria problema se eu passase o fim de semana na casa dos meus tios porque ela teria que viajar com o patr�o a servi�o (como eu disse antes, algum tempo depois eu descobrir que ela tinha um caso com ele). Depois do dia de hoje, achei que n�o teria problema e concordei.





19 e 20 de Janeiro de 1987

Mas toda a felicidade que eu senti por ter me livrado da tenta��o me foi arrancada brutalente, pois a tenta��o voltou de uma forma imensamente intensa e de uma forma diferente, j� n�o era ex�gena mais sim hend�gena, ou seja vinha de mim mesmo. Quem j� deu vai entender, mas vou tentar explicar. Depois de uns dias passado da minha primeira foda meu corpo ficou em brasa, at� o vento passando pelos bicos do mues peitinhos me excitava, minha rosquinha piscava faminta eu ia dormir e sonhava com o meu tio e outros machos me enrabando, me fudendo me fazendo pagar boquetes, literalmente eu estava no cio.

Mas gra�as a Deus o meu tio e mais ninguem parecia se interessar por mim, pois eu tava t�o abalado que se qualquer macho tivesse me chamado e eu arriaria minhas causas e ficava de 4 na mesma hora.

Era tanto que eu, que nunca tinha me masturbado na vida, n�o aguentei uma vez que tava no banheiro da casa dos meus tios e tinha uma cueca no cesto de roupa suja e me masturbei cheirando ela.

Eu n�o sabia mais o que fazer, minha sexualidade aflorando era totalmente contr�ria a minha cria��o cat�lica, s� me restava a noite chorar na cama e perguntar a Deus porque ele fazia isto comigo eu estava t�o desesperado que tinha perdido o medo e no domingo depois da missa iria me confessar com o padre Jo�o da minha par�quia e pedir conselhos. Mas o destino, a santa providencia (ou somente coincidencia) tinha planos diferentes pra mim.

Na sexta feira, eu flagrei minha prima K�tia conversando com Julio, que eu sempre achei que era meio afeminado, um amigo dela:

- Droga Julio, n�o vai dar mais para eu passar o fim de semana na sua casa.

- Mas a gente n�o tinha armado td, vc n�o falou com sua m�e q iria pra casa da Glorinha?

- Falei, mais ela s� vai deixar ir se eu levar o Robinho.

- E da�?

- E da� e se ele d� com a lingua nos dentes, o problema � que ele � muito carola.

- U� vcs n�o achavam que ele � viadinho?

- �, mais ninguem tem certeza e n�o vai dar pra arriscar esta parada, e o pior que eu tava doidinha pra dar pro seu irm�o.

- Querida, vai por mim eu tenho far pra isso, vamos manter o plano, leva o seu priminho que sua amiguinha aqui vai dar um jeito.

- Que jeito?

- Mona Confia em mim, que o jeito que eu vou dar, va ser fatal, se ele for viado vai se entregar, se n�o for vai acabar virando.

Depois disso n�o falaram mais nada, fui direto pro quarto do Guilherme, e come�ei a ficar nervoso com aquela conversa, ent�o todos da minha familia j� achavam que eu era homosexual?, foi por isso que tia Irene e tio Waldemar naquela noite nem se surprenderam comigo?

Eu tava passado, quase chorando quando tia Maria entrou no quarto perguntando se eu podia fazer um favor pra ela e ir com a minha prima passar o fim de semana na casa de uma amiga eu concordei meio sem querer ela disse pra mim levar sunga ou shorte de banho que tinha piscina na casa da Glorinha, eu disse que n�o tinha, ela ent�o falou qe se eu n�o me importasse poderia pegar um da K�tia.

Eu fui l� ent�o escolher um, a K�tia tinha sa�do com o Julio ent�o eu fui escolher s�zinho, n�o sei se foi coincientemente, ou n�o, mais acabei escolhendo um shortinho de lycra de educa��o fisica da K�tia, como eu tinha dito antes, n�s eramos muito semelhantes fisicamente, n�o s� no rosto, mas at� no corpo, s� diferenciando os peitos � claro.

Naquela noite n�o chorei, mais fiquei imaginando qual seria a surpresa que o Julio iria me aprontar no dia seguinte, e peguei n�o nervoso, mas sim desejoso de que alguma coisa acontecesse.



CONTINUA

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