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LENITA - NINFETINHA SAFADINHA

Lenita – ninfetinha safadinha



Eu e Lenita j� est�vamos nesta brincadeira de fuder seu cuzinho para mais de uma semana, e at� aquele momento n�o t�nhamos mais a presen�a de sua tia, minha amiga Sonia, que tinha ido a S�o Paulo atender a alguns clientes europeus. Mas o que na realidade me deixava encucado era que a m�e de Lenita tamb�m n�o dava noticias para a minha amiga, pois em uma de suas liga��es para saber se estava tudo bem, perguntei pela m�e de Lenita.

Bem, depois disso tudo, Lenita sozinha comigo, sem ningu�m se interessando em saber se ela estava bem ou n�o, resolvi que seria hora de expo-la a olhos gulosos.

Por ela ser muito menininha, com corpinho infantil, resolvi que procurar�amos praias mais afastadas para estarmos juntinhos, afinal n�o queria ser acusado de pedofilia com minha “sobrinha”.

Achamos uma praiazinha, que tamb�m vou omitir o nome, e l� encontramos o nosso para�so.

Devo dizer que comprei o menor biqu�ni que encontrei na loja, e de um modelo super sedutor, a calcinha era um triangulozinho invertido, o que se voc�s imaginarem a xotinha dela ficava praticamente exposta.

No primeiro dia, logo ao chegarmos, ela foi a sensa��o da praia, os coroas frequentadores olhavam-na como se quisessem algo mais gostoso com ela, mais tanto eu como ela, procur�vamos-nos comportar, mais sempre que podia eu dizia a ela para se expor para tal lado que tinha alguns caras a olhando e eu estava com tes�o em v�-la se mostrando para eles, e ela simplesmente baixava a parte de cima do biqu�ni, passava �leo naquele corpinho e recolocava a parte de cima, os caras s� faltavam gozar.

Quando cheg�vamos em casa, a trepada era certa, aquilo mexia tamb�m muito com seu libido, ela adorava se sentir admirada e desejada, palavras dela para mim num dia em que eu estava fudendo seu cuzinho e lhe perguntei se ela gostava de ser a putinha como ela se comportava na praia, e ai ela me disse que aquilo dava muito tes�o nela, e que se pudesse ela fuderia comigo na frente de todos aqueles tarados da praia, e ai eu enfiava a vara nela, maltratando aquele cuzinho, dando palmadas, apertando seus peitinhos at� ela gemer de dor que logo era transformada em prazer. E assim �amos vivendo o nosso romance.

E ai aconteceu tudo que mudaria a vida de Lenita, um dia est�vamos em casa, descansando de mais uma batalha sexual, quando a campanhia toca, e ela vai abrir a porta, s� que ela por distra��o nem olhou pelo olho m�gico, e abriu direto a porta, quem estava parada na entrada, sua tia Sonia, e ela nuazinha recebendo sua titia.

Eu deitado no sof� nu, quando Sonia olhou para sua sobrinha nua e eu nu no sof�, perguntou logo o que estava acontecendo, e ai foi minha vez de falar. Ora amorzinho, voc� vai embora para S�o Paulo, n�o d� noticias, deixando esta gracinha comigo, eu e ela sozinhos, a car�ncia bateu e resolvemos brincar gostoso, e voc� sabe quando eu digo gostoso, voc� sabe o que eu quero dizer. Ela ent�o pergunta para sua sobrinha se o seu cabacinho tinha ido, e a sobrinha disse que n�o, apenas eu tinha fudido seu cuzinho e que ela tinha adorado, e que se n�o deu o cabacinho � porque eu n�o queria, que por ela o cabacinho j� seria meu h� muito tempo.

Ela ent�o encerrou o papo, foi para o quarto se trocar, tomar um banho, e descansar um pouquinho da viagem que tinha sido muito cansativa.

Ficamos os tr�s no quarto conversando, e ela desfilando nua pelo quarto, ai olhei para a sobrinha, vi seus olhinhos brilharem, e mandei que a minha amiga viesse me mamar pois eu estava com saudades de sua boquinha, ela imediatamente subiu na cama e caiu de boca em minha caceta, me engolindo todo, aproveitei e como sabia que ela adorava, comecei a dar umas tapinhas em seu rosto, chamando-a de puta safada e que eu queria que ela bebesse meu leitinho todo, e assim ela se dedicava cada vez mais a minha caceta. Peguei a nossa sobrinha coloquei-a sobre a minha boca e comecei a mamar sua bucetinha e a comandar a brincadeira, pedindo a ela que fosse dividir com sua titia a minha caceta, que coisa deliciosa foi sentir aquelas duas boquinhas quentinhas e gulosas dividirem a minha caceta, senti o gozo vir chegando e mandei que ambas bebessem meu leite e depois dividissem o leitinho num beijo gostoso em elas, e a obedi�ncia foi maior do que o fato de ser tia e sobrinha bebendo na mesma caceta.

Ali naquele momento nascia uma nova Lenita, e muitas coisas gostosas iriam ainda aconteceriam.

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