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UMA LINDA JAPONESA ENTROU EM MINHA VIDA

J�¡ contei aqui como Anna entrou literalmente na minha vida, usando e abusando de suas fantasias e de um monte de brinquedos er�³ticos que us�¡vamos para apimentar nossas transas. Linda e sedutora, ela adorava inverter a situa�§�£o, me dominando e se deleitando enquanto me comia de todas as formas poss�­veis. Para ela, nunca houve tempo ruim na cama; tudo era permitido e desejado. Contei tamb�©m como foi o final de semana que passamos em uma ch�¡cara, quando ela me amarrou e me comeu usando uma cinta com um pinto de borracha. Minha surpresa vou ganhar depois um CD com um v�­deo de nossa transa. No v�­deo, que eu guardo at�© hoje, mostrava movimentos de c�¢mera, aproximando e mostrando v�¡rios �¢ngulos, deixando claro que outra pessoa estava presente, gravando tudo. A d�ªvida que me perseguiu por um tempo era quem tinha participado da cena preparada por Anna. Quem sabia que eu estava sendo sodomizado por ela. Eu fiquei apreensivo, pois a hist�³ria poderia se espalhar entre nossos amigos ou, pior ainda, o v�­deo poderia cair na internet. Neste caso, eu estaria mesmo fudido. Mas isso felizmente nunca aconteceu. O que me deixou chateado foi ter terminado com Anna, que voltou a viver com o seu ex-marido e est�¡ gr�¡vida do primeiro filho.



Mesmo n�£o estando mais juntos, temos amigos em comuns e nossa rela�§�£o �© de amizade, pois partilhamos por algum tempo muitos segredos. Anna vive me apresentando suas amigas, inclusive dando algumas dicas para eu me aproximar. J�¡ rolou v�¡rias paqueras e transas, mas nenhuma tinha chamado muito a aten�§�£o, pois Anna continuava imbat�­vel na minha mem�³ria. At�© que Mara surgir. Morena bronzeada de cabelos longos e negros, 28 anos, 1,60 de altura, malhada, e com humor ferino, essa descendente de japoneses logo me cativou. Rolou empatia de cara, trocamos telefones, e-mail e marcamos de sair. Fomos pra boate e amanhecemos num motel. Mara �© uma del�­cia, tem um corpo lindo, uma boca gulosa e um apetite voraz. Sua buceta parece mel, de t�£o doce e cheiroso. E o tempo todo ela ficava olhando nos olhos e conversando sem pressa, deixando a transa ainda mais prazerosa. Foi mesmo um encontro muito gostoso. Passei o dia inteiro pensando naquela japonesa linda e carinhosa.



Na noite seguinte, Mara aparece na minha casa dizendo estar com saudade. Pedimos comida japonesa e ficamos conversando. O saquê nos deixava bastante assanhados e come�§amos a nos abra�§ar no meio da comida. Depois de alguns amassos provocantes, quando j�¡ est�¡vamos sem roupa, ela me empurrou no ch�£o e sentou-se sobre mim, na posi�§�£o de quem quer dominar o jogo. Continuamos nos beijando e conversando. Ela contou ent�£o sentia tes�£o em mim antes mesmo de me conhecer pessoalmente. Rindo e me olhando nos olhos com uma serenidade desconcertante, disse que era a melhor amiga de Anna, e que sabia de quase todos os seus segredos e fantasias. E completou dizendo que me conheceu em uma noite especial em uma ch�¡cara h�¡ cerca de três meses, mas que eu n�£o a via naquela noite. Ela explicou que era s�³cia em uma empresa de filmagem e que havia participado de uma fantasia de Anna. Disse que tinha sido o melhor v�­deo que j�¡ tinha feito, e que aquela noite tinha despertado nela um monte de vontades loucas. Eu estava sem a�§�£o, meio que desnorteado. Aquela mulher linda em cima de mim, falando de uma hist�³ria que era muito particular, que era para ser segredo.



Sem tirar o sorriso do rosto, ela voltou a me beijar e a chupar todo o meu corpo. Boca, pesco�§o, peito, barriga. E foi descendo at�© achar o meu pau, que passou a chupar com vontade. Ela dominava a situa�§�£o com um boquete incr�­vel. Chupando e brincando com sua l�­ngua em movimentos circulares. Depois, engoliu minhas bolas e pressionou levemente, quase me fazendo gozar. Suas m�£os percorriam minhas pernas, minha virilha, faziam carinho no meu pau e procuravam minha bunda. Aos poucos, passou a brincar com sua l�­ngua na minha virilha, descendo um pouco abaixo do meu saco. Percebi que onde ela queria chegar e facilitei um pouco, levantando o quadril. A medida que sua l�­ngua ia em dire�§�£o do meu cu, ela levantou e abriu bem as minhas pernas. O prazer era tanto que ela me deixou sem a�§�£o. Senti sua l�­ngua no meu cuzinho, brincando freneticamente em movimento circulantes ou de entra-e-sai. Depois Mara lubrificou bem meu cuzinho, sentou no meio de minhas pernas e puxou meu quadril bem pra cima. Olhando nos meus olhos e com um sorriso sacana no rosto, enfiou lentamente um dedo no meu cu enquanto me masturbava com a outra m�£o. Eu me segurava pra esticar o prazer, pra n�£o gozar logo. Em pouco tempo, Mara j�¡ estava com três dedos dentro de mim. Quando falei que ia gozar, ela abocanhou o meu pau e chupou at�© a �ªltima gota do meu prazer.



Depois que recuperei o f�´lego, ela me serviu mais saquê e voltamos a conversar. Ela contou que nunca tinha pensado que um cuzinho desse tanto prazer e que nunca tinha transado daquela forma. �€œCulpa da Anna, que me convidou para gravar uma fantasia er�³tica�€, ela disse. A�­ eu disse que era a minha vez de retribuir o prazer. Virei e em encaixei no meio de suas pernas, chupando sua buceta linda e cheirosa. Depois, coloquei Mara de quatro e me encaixei entre suas pernas, fazendo aquela japonesa gozar feito louca. Eu e Mara estamos juntos, ainda descobrindo uma rela�§�£o que tem muito sexo e erotismo. E devemos tudo o que estamos vivendo a nossa amiga Anna. Quem quiser trocar hist�³rias, meu e-mail �© [email protected]

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