Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

UMA DEL�CIA DE MULHER

Quem quiser que acredite...quem n�o quiser que n�o acredite! Os fatos aqui narrados s�o reais. Aconteceram, h� cerca de dez anos atr�s, na mais linda e agrad�vel capital de um dos estados deste nosso pa�s.



Vou omitir nome e quando us�-lo ser� fict�cio, por uma simples quest�o de respeito para com esta mulher maravilhosa, protagonista desta hist�ria.



Fui transferido, aqui de S�o Paulo, para esta cidade para trabalhar em uma empresa que era uma das maiores do Brasil no seu ramo de neg�cio. Como condi��o para esta transfer�ncia, tinha todas as despesas de estadia e locomo��o pagas - pelo per�odo m�nimo de um ano – por esta empresa. Ap�s um per�odo hospedado em hotel, foi-me cedido um apartamento mobiliado com os servi�os de manuten��o e limpeza inclusos. O apartamento era simples, mas muito bem mobiliado e localizado. Uma funcion�ria do setor de limpeza desta empresa ia, de 2� a 6� feiras, ao meu apartamento para preparar o meu caf� da manh�, limpar, lavar e passar; deixava tamb�m um ou dois pratos prontos para o jantar. Chegava ao apartamento às 06h30min e sa�a por volta das 15h00min. Eu almo�ava na empresa ou em restaurante da cidade e, portanto, somente a encontrava pela manh�.



Pois bem... esta funcion�ria ... o destino fez que fosse a D. Wilma. Uma mulher com cerca de 55 anos. A vida dif�cil que sempre levou n�o conseguiu apagar a beleza de seu corpo. Mesmo nesta idade, via-se claramente ter sido uma jovem muito bonita e com um corpo muito formoso. Com o tempo tive, por parte de colegas da empresa, a confirma��o do que foi sua beleza, de quantos homens importantes, na cidade, era “virou a cabe�a”.



Mas era uma pessoa simples, de bom cora��o e que vivia para sua fam�lia (filho, nora e neto; o marido a tinha deixado j� h� algum tempo) e para sua religi�o (pertencia a uma igreja evang�lica).



Mas era muito vaidosa tamb�m e estava sempre muito bem vestida, salientando a beleza de seu corpo: h�bito este que nem a exig�ncia de sua religi�o conseguiu tirar. Vestia-se com roupas que mostravam bem suas curvas, a beleza de seu corpo... aquelas coxas roli�as, carnudas, um seio vasto, saliente...sempre apontando para a frente e para o alto. A sua bunda era algo que fazia parar o tr�nsito...um espet�culo à parte! Usava umas bermudas para trabalhar que salientavam a sua vagina de tal forma que s� de olhar j� me fazia ficar excitado.



A minha rela��o com ela come�ou de forma formal. Assim que chegava ao apartamento ela me acordava, com uma r�pida batida na porta do meu quarto, e ia preparar o caf� da manh�. Eu levantava, me vestia e ia tomar o caf�, quando ent�o trocava algumas palavras com ela: palavras de bom dia, como vai a fam�lia, algum coment�rio sobre algum fato do momento. E logo sa�a para o trabalho; confesso que j� sa�a excitado pela vis�o daquele monumento de mulher, principalmente por v�-la naquelas roupas apertadinhas, salientando suas maravilhas!



Com o tempo a conviv�ncia fez com que nossas conversas fossem mais descontra�das, por vezes at� falando de problemas pessoais (por sinal, n�o eram poucos que ela os tinha). Ela sentava-se à mesa ao meu lado de tal forma que por algumas vezes nossos joelhos se tocavam (a mesa da cozinha era pequena); tinha at� que dar “um tempinho” para levantar, a fim de que ela n�o percebesse o meu pau duro feito pedra; mas teve momentos que ela percebeu e disfar�ou para n�o me deixar constrangido; percebia um certo brilho em seu olhar e um ligeiro sorriso em seu rosto.



A partir de certo momento, por iniciativa dela pr�pria, ela passou a me acordar sem bater na porta do meu quarto. Ela abria a porta e me chamava. Passei ent�o, a dormir com a porta entreaberta ao inv�s de fechada. Com isso, teve algumas vezes que acordei com ela de p� ao meu lado, me chamando. Devido ao calor constante nesta cidade, quase sempre dormia de pijama de cal�a curta e sem camisa; um dia, isto fez com que acordasse com o toque de sua m�o em minhas costas; toque este que percebi ser mais gostoso a cada dia que passava; n�o era um toque r�pido, mas com um tempo suficiente para sua m�o ter um contato mais prolongado com minha pele. N�o foram poucas as vezes que meu pau ficou duro imediatamente ap�s este toque e ela percebia isto.



At� que um dia sua m�o n�o apenas tocou minhas costas, mas deslizou – rapidamente – sobre ela. Mal tive tempo de me virar e ela saiu do quarto, deixando-me com a vis�o daquela bunda maravilhosa, mais apertada ainda naquela bermuda de trabalho. Naquele dia o caf� da manh� foi mais demorado, puxei conversa o mais que pude, mas sem sair da conversa trivial. Percebi que ela n�o deu espa�o para uma conversa mais �ntima; quando tentei falar de coisas mais pessoais, ela desconversou e disse que tinha que terminar logo seu trabalho porque naquele dia precisaria sair mais cedo.



Este epis�dio, ao contr�rio do que eu esperava, n�o nos aproximou mais...naquele primeiro momento. Nos dias seguintes, notei que ela estava mais distante de mim, talvez por vergonha e eu n�o quis insistir...for�ar a barra. Mas j� havia algo de especial entre n�s...isto bem que havia! Estava enrustido, mas o tes�o j� tinha se pronunciado e a qualquer momento iria se manifestar outra vez. Continu�vamos com nossas conversar r�pidas no caf� da manh� e eu ia, a cada dia esticando cada vez mais. Dos 19 min de caf� no come�o j� chegava a ficar at� 30 min conversando com ela, antes de ir trabalhar. Ela sempre me contava alguma coisa relacionada aos conflitos que tinha com o filho e nora: nada de t�o grave, coisas de fam�lia.



Come�ou tamb�m a falar de alguns casos com amigas, principalmente da igreja que frequentava, e notei que estes casos sempre envolviam alguma coisa relacionada a relacionamento conjugal, com algumas pitadas de sexo no meio. Eram amigas que tinham brigado com o marido, que tinham sido paqueradas por colegas de trabalho, por parentes, por vizinhos, que reclamavam que os maridos n�o estavam mais “comparecendo” como antes...etc...etc. �s vezes, d�vamos at� boas risadas. Mas teve um dia, lembro-me bem ser uma 2� feira, que ela estava muito quieta, com uma express�o triste; de repente, ela me disse muito s�ria que tinha acontecido um fato muito ruim com ela no dia anterior, envolvendo o pastor de sua igreja. A sua esposa estava hospitalizada e ele pediu que fosse dar uma arrumada na casa e ela prontamente se ofereceu para faz�-lo. L� chegando, enquanto estava dando uma ordem na casa o pastor se aproximou dela e “a bolinou” (foi assim mesmo que ela me disse!). Ela ent�o ficou muito brava e saiu imediatamente. Ao me contar este epis�dio ela me disse: “-Nunca fui com um homem, for�ada...sempre fui porque quis. Acho isto repugnante”. E come�ou a chorar compulsivamente, ent�o.



Fiquei quieto por alguns instantes, realmente chateado com aquela situa��o, e pedi para que f�ssemos para a sala. L�, sentamos no sof� e come�amos a conversar. Ela se abriu bastante comigo, dizendo que se sentia ofendida com aquela situa��o e que ficava muito magoada quando um homem se aproximava dela somente querendo sexo, sem lhe dar um m�nimo de aten��o. Disse tamb�m que estava trabalhando comigo j� fazia algum tempo e que eu nunca havia faltado com o respeito com ela e a tratava muito bem. Pois bem, eis que o tes�o se manifesta outra vez e ficamos a nos olhar fixamente por alguns instantes. Ela se levantou, foi para a cozinha e eu fui atr�s, quando ela se virou para mim e disse: - J� � tarde, vai perder a hora...n�o quero te atrapalhar mais. Pedi para que n�o se preocupasse com isto (percebi que n�o era o momento de fazer o que o meu tes�o pedia). Ela olhou bem fixamente nos meus olhos e disse: - Tudo tem o seu momento certo.



Fui trabalhar de pinto duro (ela percebeu isto) e naquele dia n�o conseguia pensar em outra coisa. No fim da tarde ao chegar, encontrei um bilhete dela sobre a mesa, dizendo que n�o poderia vir trabalhar no outro dia porque tinha que ir ao m�dico. Mas faria o poss�vel para vir no per�odo da tarde para preparar a minha janta. E foi o que aconteceu, naquele dia – à tarde – n�o s� encontrei a janta pronta como ela tamb�m no apartamento.



Ela me pediu para dormir aquela noite no apartamento (havia um outro quarto, al�m do meu) porque o filho e a nora tinham ido viajar e s� voltariam no fim de semana e ela n�o gostava de ficar sozinha em casa por medo de ladr�o e de uns tarados que havia no bairro que morava (aproveitou e at� me contou alguns casos acontecido com vizinhas e com ela mesma).



Tomei o meu banho e fui jantar. Pedi para que jantasse comigo e ficamos um bom tempo conversando, bem pertinho um do outro...com nossos joelhos tocando-se v�rias vezes. Estava uma noite de muito calor, ent�o nossa roupa era leve: est�vamos de bermudas e camisetas. Ap�s o jantar, ela lavou a lou�a enquanto eu assistia televis�o na sala. Ao terminar, ela me disse que ia dormir e eu pedi que ficasse vendo televis�o comigo. Ela ent�o disse que n�o gostava de ver televis�o (a religi�o dela n�o recomendava) e preferia ir para cama para ler um pouco antes de dormir. Aquilo para mim foi uma ducha de �gua fria, porque meus pensamentos eram outros.



Mas como disse, o tes�o estava no ar. Ao ir dormir, notei que a porta de seu quarto estava entreaberta e pude ver aquele maravilhoso corpo vestido em uma camisola bem fininha e curtinha deitado na cama com aquela bunda maravilhosa virada para mim. Tive que me controlar muito para n�o invadir aquele quarto e cair em cima dela. Deixei a porta de meu quarto totalmente aberta e custei para pegar no sono. Fui acordado por ela pela manh�, j� com a sua roupa de trabalho, batendo na porta de meu quarto, sem ir at� ao meu lado na cama como tinha feito outras vezes.



Durante o caf� ele me pediu para dormir no apartamento outra vez naquela noite, pelos motivos que j� tinha me dito e eu prontamente disse que sim. Ent�o ela me falou que chegaria mais no fim da noite porque aquele dia era dia de culto na igreja e ela tinha que ir. Por volta das 10h30min ela chegou; eu estava assistindo TV somente de bermuda e sem camisa. Ela sentou-se ao meu lado e me contou sobre a conversa que tinha tido com o pastor sobre o ass�dio dele sobre ela. Disse-me que foi muito dura com ele e que iria pensar se continuaria a frequentar aquela igreja. Chorou novamente, e pude perceber muita raiva naquele choro. Procurei mudar de assunto e ela logo estava falando de outras coisas e assim ficamos at� tarde conversando. Ao irmos dormir ela foi tomar um banho e eu fiquei lendo um livro na sala. Ela saiu do banheiro de camisola e pude notar que estava sem calcinha. Foi at� a cozinha e me perguntou se eu queria um suco gelado e eu, prontamente disse que sim e j� fui para a cozinha tamb�m. Sentado à mesa ficava a admirar aquele corpo maravilhoso, at� que ela veio sentar-se na mesa tamb�m oferecendo-me um copo de suco geladinho. Todo aquele corp�o estava ali na minha frente, aqueles seios volumosos n�o podia deixar de olhar....meu joelho tocava o dela e nossos olhos se fixaram um no outro. Meu pau estava duro feito pedra. Ela terminou de tomar o seu suco, levantou-se, disse boa noite e foi para seu quarto sem falar nenhuma outra palavra.



Ao passar pelo corredor em dire��o ao meu quarto vi que a porta de seu quarto estava totalmente aberta e ela deitada em sua cama, totalmente descoberta e com o rosto virado para a porta. Parei para ver aquele espet�culo e notei que ela estava de olhos abertos me olhando, quando – de repente – se virou de lado, ficando de costas para mim e com o rosto virado para a parede.



Eu estava totalmente fora de mim, fui me aproximando devagar e me ajoelhei ao lado de sua cama e comecei a beijar suas pernas, subindo para sua bunda. Ela se mexeu e ajeitou melhor ainda sua bunda para que eu a acariciasse e a beijasse. Minhas m�os subiam por seu corpo at� chegar a seus seios. Beijava seus bra�os, minhas m�os corriam por suas pernas...ela as abriu ligeiramente para que eu tocasse sua buceta. Ela virou-se para mim e a beijei na boca. N�o fal�vamos uma palavra sequer. Ela pegou minha cabe�a e a levou para entre suas pernas e eu comecei a beijar aquela buceta gostosa e por minha l�ngua naquele grelo fabuloso. Ela gemia de prazer. Minha cabe�a ficou no meio daquelas coxas roli�as, cheias de carne, por um bom tempo, com minhas m�os acariciando seu corpo de cima at� embaixo.



Fui subindo, beijando sua barriga at� chegar em seus seios. Chupei cada mamilo com um vol�pia danada, ela se contorcia e pegou no meu pau, ainda em baixo da bermuda e, em seguida, a tirou jogando-a longe. Tirei sua camisola e est�vamos ali completamente nus, um para o outro, nos tocando loucamente. Beijava aqueles seios com minha cabe�a totalmente no meio deles, virava e chupava seus mamilos enquanto ela acariciava o meu pau. De repente ela pegou o meu pau e levou em dire��o a sua buceta, fazendo que eu pusesse somente a cabecinha. Quando quis colocar o resto ela n�o deixou, empurrou-o para fora e me disse bem baixinho: -devagar, temos a noite toda.



De s�bito ela ficou de costas para mim, oferecendo toda aquela bunda deliciosa e eu ent�o acariciei sua buceta com o dedo indicador dentro dela, massageava aquele grelo gostoso e com o ded�o tocava o seu cuzinho, fazendo rodeios nele. Ela gemia de prazer e eu devagarinho ia enfiando o ded�o naquele cuzinho gostoso e o indicador bolinando com o grelo....ela se contorcia e gemia. Meu pau parecia que ia estourar. Enquanto fazia isto eu beijava seu corpo, passava a outra m�o de cima em baixo naquelas coxas gostosas, beijava sua nuca, ela se virava e pedia minha boca para beijar. Nesta vol�pia toda, coloquei a cabe�a do meu pau em seu cuzinho, quando ela delicadamente com a m�o o tirou de l� e enfiou em sua buceta, fazendo um movimento r�pido com o corpo que fez o meu pau entrar por inteiro naquela buceta molhada e tesuda. Agarrei seus seios, um em cada m�o, encostei meu peito em suas costas, beijava seu rosto e sua nunca enquanto a penetrava loucamente e ela levantava e descia sua bunda de tal forma que meu pau entrasse e sa�sse daquela buceta em movimentos r�tmicos e loucos. Ela gemia de prazer e eu gozei como nunca (s� de lembrar, agora, enquanto escrevo me gozei todo).



Gozamos e ao terminar deitamos um ao lado do outro, quando ela – de repente – se levantou e foi ao banheiro, sem falar uma palavra. Fiquei ali deitado, at� que ela voltou e pediu para que eu fosse para o meu quarto. Assim o fiz, beijando-a ao sair. Ela sorriu, abaixou os olhos e me disse: - Boa noite, durma bem... tudo tem seu tempo certo (com um sorriso matreiro!).



Horas depois, est�vamos tomando caf� juntos, mas ela se comportava de tal forma como se nada tivesse acontecido naquela noite. Conversava da mesma forma que antes e n�o me deu espa�o para nenhum coment�rio mais �ntimo. E assim aconteceu, nos outros dias tamb�m.



Um dia pela manh�, quando ela chegou, eu j� estava tomando banho. Ela foi me acordar e ao me ver no banho entrou no banheiro, tirou a roupa e foi para baixo do chuveiro comigo. Transamos feitos loucos. Ela chupou meu pau com uma vontade danada, lambia meu saco; eu a beijava inteirinha, chupava sua buceta com ela apertando minha cabe�a entre suas coxas. Sa�mos feitos loucos para a cama, ambos molhados e penetrei sua buceta com grande prazer, no meio daqueles len��is molhados....uma bagun�a...mas uma del�cia.



Tomamos caf� e ao v�-la, de costas para mim, lavando a lou�a, a abracei por tr�s, fazendo-a sentir meu pau em sua bunda e beijei sua nuca, seu rosto. Ela, ent�o, me pediu que n�o fizesse mais aquilo. Disse-me que gostava de mim, eu a tratava com carinho e respeito, mas n�o queria se envolver. Afinal ela era 19 anos mais velha do que eu e j� tinha tido muito desgosto com homens. Queria de mim a minha amizade e ter sexo gostoso comigo. N�o repeti ent�o nenhum gesto deste tipo, continuei a ter com ela o relacionamento de sempre, s� que carregado de tes�o e outras transas incr�veis. Percebi que somente trans�vamos quando ela tinha a iniciativa, se eu a procurasse ela sempre dava uma desculpa e n�o correspondia. Ent�o deixei que assim acontecesse, e n�o me arrependi nunca disto.



Naquela manh� tudo aconteceu como sempre. Ela me chamou, tomamos caf� e quando ia saindo, ela me disse que n�o prepararia o meu jantar porque tinha que ir com uma amiga ao m�dico e, ap�s, as duas iriam comprar umas roupas, aproveitando algumas liquida��es que estava tendo na cidade. Todavia, l� pelas 19h30min, quando estava saindo para jantar, ela chegou e me disse que se eu quisesse, ela prepararia o jantar. Disse que n�o e a convidei para ir jantar comigo em um restaurante. Assim fomos.



Depois de uma janta bem gostosa, eu tinha tomado umas cervejas e ela s� refrigerante (a religi�o n�o permitia tomar bebidas alco�licas), disse a ela que a levaria at� sua casa. Ela concordou, mas ao entrarmos no carro me pediu que a levasse a um motel novo que tinha sido inaugurado na cidade e que era muito luxuoso; ela nunca tinha ido a um motel e queria saber como era. Gastei uma nota neste motel, mas foi um dinheiro muito bem gasto.



Evidentemente pedi uma su�te bem luxuosa. Ao entrarmos na su�te ela ficou deslumbrada, levou uns bons minutos s� olhando cada detalhe, at� que pedi que ficasse à vontade. Fomos para a banheira com hidromassagem e ficamos a brincar na �gua e a nos acariciar como duas criancinhas safadinhas. Chupei sua buceta, ela chupou meu pau...nos beijamos...nos tocamos de v�rias formas. Mergulhava minha cabe�a na �gua e ia buscar sua buceta molhadinha para beij�-la, ela tamb�m assim o fazia e chupava gostoso o meu pau. Ficamos ali um bom tempo, at� que fomos para a cama.



Na cama, continuamos a nos acariciar. Chupava seus seios, tocava seu grelo com meus dedos. Ela acariciava meu pau e o chupava. Beijava seu corpo todo. Enfiava a cabe�a de meu pau em sua buceta e ela o tirava, dando risada. De repente, fazia um movimento r�pido com os quadris e meu pau entrava todo em sua buceta. Fez isto algumas vezes at� que em dado momento gozamos feito loucos.



Deitamos-nos, lado a lado, e ficamos a conversar at� adormecer. No meio da noite ela me acordou e pediu que f�ssemos outra vez para a banheira. L� ela pediu que eu a lavasse inteirinha. Passava o sab�o em seu corpo e quando passava em sua bunda, ela a movia de tal forma a pedir que eu acariciasse o seu cu. Percebi que tinha que tratar aquela cuzinho de uma forma especial e assim o fiz. Enfiava bem devagar o meu dedo em seu cuzinho e ela fazia movimentos de vai-e-vem. E gemia. Olhava para mim e pedia que a beijasse. Eu a beijava, acariciava seus seios e continuava a acariciar seu cuzinho. Ent�o ela pegou o meu pau e o pos no seu cuzinho. Olhou para mim e disse: - � todo seu.



Penetrei aquele cuzinho bem devagarinho, fazendo-a sentir a penetra��o aos poucos. Tirava um pouco e colocava outra vez. At� que coloquei de vez e gozamos feitos loucos. Gememos de prazer e ela me disse que se soubesse que era t�o bom teria me dado mais vezes. N�o acreditei que nunca tinha dado aquele cuzinho, mas era t�o apertadinho que at� pode ser que nunca tinha dado mesmo.



O dia amanheceu. A levei para casa e fui trabalhar. No caminho para sua casa, ela me deu a triste not�cia: tinha pedido para entrar no PDV (plano de demiss�o volunt�ria) da empresa e estava indo embora daqui a 19 dias. Com a aposentadoria e o dinheiro que ira receber, iria morar com uma irm�, mais velha do que ela, em uma cidade do interior, porque esta irm� estava muito doente e ela precisava cuidar dela. Aquela tinha sido a nossa �ltima transa, talvez por isso ela quisesse que fosse t�o especial.



Assim aconteceu. Depois disto n�o mais a vi. Fico sempre a lembrar dela com muito carinho e muito tes�o. Esta conviv�ncia com ela foi uma li��o de vida para mim. Sexo � muito bom, mas tem que ser vivido com honestidade, carinho, dedica��o, confidencialidade e respeito, independente de condi��o social, de religi�o, de casamento e de idade. Esta experi�ncia, D. Wilma me proporcionou e dificilmente vou viver outra situa��o como esta, com a intensidade que vivi.



Quem quiser que acredite...quem n�o quiser que n�o acredite....FODA-SE!!!!

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Contodeputa  crossdresser.irma.lingeries.madrinha.epadrinho.contos  contofudi minha cunhada  Porque meu filho mim come todo dia estrupada meu filho mim come ai meu cu  Minha irma pos uma legue sem calsinha para mim ver contos  Incesto com meu irmao casado eu confesso  conto erotico footjob da prima  conto erotico a filha curiosa  contos eroticos gay.treinador  meu marido sempre tras tres amigos em casa conto erptico  etero deu o cu so de curiosidade pela primeira vez e chorou  contos eroticos fudi todas as minhas filhas  minha vó puta contos  contos eroticos casada em casa sozinha com enteado fazendo massagem  dormindo na cada da titia conto  calcinhas usadas da minha tia contos  o cavalo hunano, contos erótico reais  Vi meu comendo o cu contos  conto erotico nudismo  conto esposa viu amigo nu  mulheres que gostam de ser encoxadas  Contos gays fui visitar uma tribo e era só velhos coroas de jebas enormes estruparam meu cu.  contos erótico menininha elevado  conto erótico maldade com marido  contos colocando menina pra. mamar  como minha esposa aguentou 23cm no rabo  contos eroticos negao estuprou eu e meu marido  boqueteira gaucha conto  casada do corno na praia conto  transei com minha sobrinha  minha mulher explorando meu cu conto  contos eroticos sobre voyeur de esposa  CONTOS ER�TICOS MULHER PEIDANDO NA CARA DA OUTRA  conto erótico dei pro Negrão paugg  meu cunhado me comeu pensou que eu era minha irma contos  conto de transa com o amigo do meu pai  Contos eroticos casada biscate  contos e vidios de patroas tranxessual fudendo empregadas  /conto_24490_o-cheiro-do-cu-dela-me-excita.html  contos oroticos foi estrupada por porco no chiqueiro  /mobile/tb/6.jpg  video para baixa de porno home com olho vexado  contos erotico estupraram minha tia  Contos eroticos de podolatria com fotos chupando pes de irmas e gozando dormindo  conto. transei com a minha mae enquanto ela dormia  casa dos contos eroticos/Três é demais  conto mamei escondido o pau do velho negro  contos eroticos negro e patricinha  dei meu cuzinho muito cerdo contos eróticos  dominado corno dedos no cu conto  filmei uma traicao e chantagiei contos  contos eroticos, bebada dei a buceta pra todos da boate  aniversário mãe filho contos eróticos  videos de morenas q botou atanguinha de lado e deu o rabo  porno sujo porra na boca guspe mijos e muita porcaria  Contos eróticos curraram a mamae no onibus lotado  relatos e contos de loira madura que trai na barraca do acampamento de pescaria  comi a baba confesso conto  Contos de zoo chupada de baixo da mesa  conto erotico velha gorda desesperada por piroca  nosso primeiro ménage com um colega de trabalho - relatos  me exibir muito na balada contos  contos eroticos peitos sadomasoquismo  Com sunga sempre fico de barraca armada  Minha mae é puta assumida contos  Conto eroticos atrapalhando o jogo de videogame do meu namorado  sou hetero mas n resisti e chupei a rola gostosa contos eroticos  contos eroticos meu sobrinho pauzudo  Contos de zofilia  contos de velhas  Contos eroticos camioneiro carona  porno contos eroticos comeu priminha inocente nas ferias  contos de cú de irmà da igreja  conto eroticosde meninas q vai no baile funk sem calcinhae de vestidinho  primeiro fisting  contos porno eu e meu marido fomos violentados  contos eróticos no elevador  contosveridicosdesexo  contos eróticos chantagem  travesti Juliana de primo metendo  fodi a minha prima monica  comi a mulher estrupada do traficante contos erotico  Contos esposa eo caseiro  conto erótico de empregada lésbica bolinando a inocente  sendo encoxado mototaxi gay  /m/conto-categoria_9_5_zoofilia.html  conto sexo na escola  conto erotico fodendo o cu da amiga no seu carro  vendo namorada pau grande grosso traindo gozada porra contos  conto erotico viadinho de shortinho e calcinha com mendingo  conto erotico "maior que do meu marido"  contos pequena sobrinha comi o cu dela  meu irmão rasgou meu cu casa dos contos  meu marido foi enrabado a minha frente, contos