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ESTUDANDO QU�MICA COM O VOV� DA L�

Meu nome � Suzana, mas me chamam de Su. Tenho 19 anos, morena, 1,70m, peitos que pedem pra ser chupados e biquinhos deliciosos de apertar, bunda redonda e buceta sempre queimando de tes�o. Eu sempre tive tara por homens mais velhos, mas n�o s� um pouco mais velhos, bem mais velhos, tipo uns 40 ou 50 anos mais velhos. Do tipo vov� mesmo. Pode at� ser barrigudo, careca, o que eu gosto mesmo � de ver um cara velho babando pra comer minha buceta novinha. S� de pensar nisso j� fico doidinha de tes�o.

Um dia eu fui at� a casa da minha amiga de col�gio, a L�, para estudar para a prova de Qu�mica. Cara, eu n�o suporto estudar Qu�mica, mas o professor dessa mat�ria � uma bichona e n�o quis comer o meu rabinho pra eu passar de ano. Funcionou com o de matem�tica e com o de F�sica, o de F�sica eu tive que dar o rabinho e a bucetinha, porque minhas notas eram muito baixas, mas valeu a pena, porque ele j� tinha uns 50 anos.

Cheguei l�, toquei a campainha e quem abriu a porta foi um senhor de bermuda e camiseta, usando aqueles oculuzinhos para ler, com um jornal na m�o. Saquei logo que era o av� da L� que tinha vindo passar uns dias na casa dela e rapidamente j� dei aquela olhada para baixo, pra ver se ele tava de cueca ou n�o. N�o estava, e me pareceu ver a benga dele ali, meio solta, meio levantando enquanto ele olhava para mim. Eu usava uma minissaia branca, um top sem suti� tamb�m branco, e com aquele vov� na minha frente os biquinhos j� estavam furando a malha e ele percebeu, claro.

Ele me disse que a L� tinha sa�do com a m�e dela, e que elas iam demorar um pouco, mas que eu podia entrar e esperar se quisesse, que eu nao ia incomodar. Entrei e coloquei meus livros e cadernos em cima da mesa, enquanto o velho voltava a sentar no sof� para ler o jornal, e eu notei que ele dava uma ajeitada no pau, tentando manter ele abaixado.

Aproveitei pra ver se tinha algu�m em casa e n�o tinha ningu�m, est�vamos os dois sozinhos era minha chance de levar um caralho de vov� na minha bucetinha j� melada de tes�o. Eu s� pensava em colocar aquele pau meio mole na minha boca e chupar pra deixar ele bem duro e depois montar naquele velho que n�o parava de olhar para mim por cima do jornal. Sentei na mesa, do outro lado de frente pra ele, e abri os livros, fingindo estudar. Por baixo da mesa, abri as pernas, bem afastadas,e comecei a me esfregar na cadeira, pra frente e pra tr�s, dando um gemidinho de vez em quando e olhando pro v� da L� quando gemia. Ele j� n�o conseguia mais disfar�ar a vontade de levantar do sof� e tirar a minha roupa, resolvi parar de torturar o velho, levantei, fui at� ele e coloquei meus peitinhos durinhos bem na cara dele.

O velho pirou e agarrou os dois com as m�os e enfiou a cara no meio deles, lambendo, chupando, mordendo, e me puxando pro colo dele. Vem vaquinha gostosa, potranquinha novinha, vem que esse velho aqui t� doido pra fuder uma bucetinha novinha igual a sua, apertadinha e tesudinha, vem.

Tirou a bermuda e botou o caralho pra fora. Puta caralho grosso, com a cabe�a j� lustrosa melada, na meia bomba. Bota na boquinha, bota meu cacete na boquinha e chupa, minha bezerrinha, chupa pra sair leitinho do pau do vov�, chupa pra deixar o vov� com o pau bem duro pra meter na vaquinha dele.

Eu j� tava alucinando com aquele pau gostoso na boca, que eu nem imaginava que era t�o gostoso daquele jeito, com aquele velho que devia ter uns 60 anos falando aquelas coisas todas, e ainda me chamando de vagabundinha, ninfetinha vadia e dizendo que ia me arrombar toda. Me colocou de quatro apoiada no sof�, levantou minha minissaia e nem tirou minha calcinha, s� afastou e caiu de l�ngua no meio da minha xaninha inchada e pedindo rola. Eu urrei de tes�o com aquela l�ngua na minha racha, o velho estava de f�rias e n�o tinha feito a barba, ent�o a barba ele arranhava a minha pele e ele chupava meu grelo com vontade. Nossa, s� de escrever isso minha buceta j� pinga de tanto tes�o, minha calcinha est� toda enxarcada!

Chupou e lambeu at� eu gozar na l�ngua dele e depois puxou minha calcinha pra baixo e se posicionou atr�s de mim. Senti a cabe�a do pau na portinha da minha buceta, mas mal deu tempo e ele enfiou tudinho, urrando feito um touro selvagem. Gostosa!! Cadela puta gostosa!!! Vou fuder todos os seus buracos e voc� vai sair daqui cheia da minha porra. T� pensando que porque sou velho n�o dou no couro, t� muito enganada, � s� uma bucetuda como voc� abrir as pernas pra mim que meu pau fica logo duro e demora muito pra abaixar. Vou te arrombar toda! E socava o pau cada vez mais fundo, batia na minha bunda com gosto e apertava os biquinhos dos meus peitos, torcia, montava com gosto aquele touro velho. N�o sei nem quantas vezes gozei naquele pau gostoso at� sentir o velho explodindo dentro de mim e me enchendo de porra.

Levantei do sof� com a porra escorrendo nas minhas coxas, vesti a calcinha, arrumei a saia e o top, mas o velho continuava ali, sem a bermuda. Nada disso, menina, nada de se vestir. Pode tirar tudo e ficar nuazinha para o vov�. Obedeci e tirei toda a roupa, ficando peladinha na frente dele, rebolando para provocar, mas pensando que aquele pau de velho n�o ia aguentar mais uma t�o cedo. Eu estava enganada. N�o demorou muito e o cacete dele come�ou a endurecer de novo e ele j� veio enfiando na minha boca, bombando como se fosse na minha buceta. Hummm que delicia, eu j� cheia de fogo de novo, chupava e lambia aquele caralho cheia de vontade, uma hora lambia a cabe�a inchada, outra hora colocava tudo na boca, outra hora chupava forte, lambia o saco, fazia mis�rias ajoelhada ali na frente do velho safado, que me puxava pelos cabelos. Me botou de quatro de novo, mas desta vez a aten��o dele foi para o meu cuzinho. Eu nunca tinha dado o cuzinho, s� tinha ficado naquelas brincadeirinhas de colocar o dedo, e tava doida para ser enrabada por um macho e saber como era ter o cu bem fodido. Ia ser naquele dia mesmo. Vov�, come o meu cuzinho, come ele todinho mas eu nunca dei o cuzinho, entao tem de ser com carinho. Ele lambia cada vez mais o meu buraquinho, parava, enfiava um dedo testando, alisava minha buceta toda melada de porra e do meu gozo, lambia o dedo, enfiava no meu cu, uma loucura. Nunca deu o cuzinho, �, garotinha gostosa do vov�? Vai perder a virgindade do rabinho prum velho? Vai arrebitar essa bunda pro velho comer? Dizendo isso, ajoelhou-se, apoiou a cabe�a na entrada do meu cu e come�ou a empurrar pra dentro.

No come�o tava bem dificil, mas ele tinha experiencia no assunto, e sabia como fazer, foi colocando bem devagar, molhando o pau na minha buceta, enfiando de novo no meu cu, at� entrar tudo. Nessa hora, dei um grito, nem sei se de dor ou de tes�o de estar sendo finalmente enrabada como tanto desejei. Grita, cadela, grita no meu cacete, grita e rebola que quanto mais voc� gritar, mais eu vou enfiar nesse rabo gostoso. Tes�o de morena gostosa, safada que gosta de provocar os machos, agora grita que eu vou te arrombar mais ainda!

Enfiava com for�a, com raiva, batia na minha bunda, mordia meus ombros, puxava meus cabelos, o cara ficou possu�do pelo dem�nio do sexo com o cacete enfiado no meu rabo apertadinho. Minha xana pingava de tanto tes�o, ele percebeu e come�ou a alisar ela, enfiar os dedos, e eu comecei a gozar feito uma puta naquela vara e naquela m�o, eu nao sabia se gozava pelo cu ou pela buceta, at� que o velho tirou o cacete do meu cu e esporrou em cima da minha bunda. Depois, espalhou toda a porra pela minha bunda e pelas minhas costas, dizendo que queria que eu fosse pra casa com cheiro de porra de macho no corpo pra todo homem que passasse saber que eu era uma safada que gostava de macho para fuder.

A L� chegou meia hora depois, a m�e dela deixou ela em casa e foi ao supermercado, ao me ver l�, perguntou se o av� tinha tomado conta de mim na aus�ncia dela e eu disse que sim, que ele tinha sido um amor e eu nem tinha sentido o tempo passar.

O av� da L� ainda ficou um temp�o na casa dela, ela at� comentou que ele n�o costumava ficar tanto tempo assim, e toda vez que ele ficava sozinho em casa, eu ia l� pra ele montar na minha buceta e deixar meu cu bem arrombadinho. Ou ent�o ele sa�a de madrugada, sem ningu�m ver, e eu abria a janela do meu quarto pra ele me fuder na minha cama, me chamando de vagabundinha, de vaquinha, de potranca novinha tesuda do vov�.

Se voc� � velho e gosta de uma bucetinha bem nova e gostosa pra chupar e fuder...



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