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MINHA ESPOSA ROSE

Minha esposa Rose



J� maduro, com cinquenta e cinco anos de idade, casei-me com uma linda mulher. Branca, cabelos pretos, olhos tamb�m, rosto belo, boca bem recortada, l�bios finos, seios pequenos e ultra-sens�veis, corpo um pouco acima do peso mas bem delineado, pernas torneadas, coxas grossas e muito tesudas. Cadeiras largas, bunda carnuda, andar sensual. Uma verdadeira deusa.



Rose � totalmente sexualizada. Qualquer carinho, mesmo inocente, a excita e ela molha com facilidade. Da� para a cama � um passo. Gosta de fuder e pode trepar por horas sem demonstrar cansa�o. � o tipo de f�mea que gosta de gozar e fazer gozar. Sente tes�o por homens e tamb�m por mulheres, preferindo ter os dois sexos na mesma cama.



No come�o nos bast�vamos e outros parceiros s� entravam em nossas fantasias, para apimentar o sexo, que era satisfat�rio, embora eu s� conseguisse ere��es completas às vezes, dado a uma disfun��o de inf�ncia. Mas a paix�o e o tes�o rec�proco ajeitavam as coisas.



Com o passar do tempo, senti que minha amada esposa sentia falta de uma caceta realmente dura em sua buceta carnuda e gostosa. Resolvi que n�o era justo e convenci-a a resolver essa situa��o. Na verdade, sentia que faria bem a n�s dois, pois s� de pensar em v�-la com outro macho o tes�o se tornava incontrol�vel. Percebi ent�o que tinha vontade de ser corno, de d�-la a outros homens e mulheres.



Eliminei a hip�tese de procurar um macho em nosso c�rculo e comecei a frequentar salas de sexo na internet. Finalmente acabei encontrando um profissional que era bonito de rosto e de corpo, sem contar que tinha uma senhora vara, grande, longa, grossa e com uma cabe�a bem carnuda em forma de cogumelo. Liguei para ele e contei o que se passava. Acertamos tudo, ele estava disposto e seu pre�o era alto mas razo�vel. � noite contei a Rose, que ficou louca de tes�o. Mostrei as fotos que havia salvado no computador. Ela ficou um longo tempo apreciando, enquanto eu chupava sua bucetinha. Gozou v�rias vezes dizendo frases sacanas:



-- Vem Beto, come minha buceta, enfia essa pau duro em mim... Oh Jack, voc� vai me dar essa geba de presente, vai? Ai meu amor, voc� � o melhor marido do mundo...



Depois de muito gozo ela mamou minha caceta e bebeu minha porra todinha, coisa que ela adora fazer. Ela foi dormir e liguei para Beto marcando para o dia seguinte.



No dia seguinte ela foi se depilar, voltou para casa, tomou um banho demorado, se perfumou toda e se vestiu com esmero: sapato de salto alto, blusa preta semi-transparente, suti� meia-ta�a da mesma cor e uma sainha no meio das coxas, que real�ava essa parte linda de seu corpo. Pegamos o carro e fomos encontrar Beto em seu priv� em Copacabana.



Beto abriu a porta s� com uma toalha em volta da cintura. Cabelos molhados, sorriso no rosto, fez sinal para que entr�ssemos. Rose olhou para ele extasiada enquanto ele fechava a porta atr�s de n�s.



O apartamento era pequeno mas arrumado com bom gosto. O principal m�vel era uma bela cama bem no meio da sala. Sua profiss�o obrigava. Tomei a iniciativa:



-- Beto, ela est� pronta pra voc�.



Beto pegou na m�o de Rose e fez ela rodar enquanto ele olhava seu corpo com cara de guloso. Ela estava linda, cheirosa e tesuda. Beto puxou-a contra si e abra�ou-a fortemente. Os dois ficaram agarrados ao lado da cama olhando-se nos olhos. Beto come�oui a beijar seu rosto at� chegar na boquinha dela. N�o querendo atrapalhar, tirei minha roupa e sentei-me numa poltrona j� de pau na m�o. Beijaram-se, lamberam-se, e Beto levou suas m�os pelo corpo de minha amada esposa, chegando at� a bunda. Todos estavam excitados. Beto tirou a toalha colocando sua bela ferramenta numa das m�os de Rose. Ela suspirava de olhos fechado, acariciando a geba dura apontada para o teto. Iniciei uma lenta punheta, me deliciando ao ver pela primeira vez minha mulher amada esfregando-se em outro macho. Beto virou-a de costas para ele e encoxou-a com a caceta em riste apertada contra aquela bunda que at� ent�o era s� minha. Rose abriu os olhos e me viu na poltrona. Passou a l�ngua nos l�bios e disse:



-- Jack, esse pau est� me deixando louca... � duro e macio... vou fuder at� n�o poder mais.

-- Isso, amor, rebola na pica dele, vai, d� tudo que ele quiser. Voc� merece gozar com outro macho...



Beto come�ou a despi-la lentamente. Beijou seus peitinhos e sentiu como eram gostosos e sens�veis. Rose gemia baixinho como uma cadelinha no cio. Toda nua, ela ajoelhou-se de frente pra ele e pegou a geba dura nas m�os. Lambeu a cabe�a e abocanhou. Mamou um temp�o, at� que Beto gemeu:



-- Vou gozar, Rose. Onde voc� quer minha porra?



Sua resposta foi continuar mamando at� ele esporrar em sua boca. Nessa altuira eu n�o aguentava mais de tes�o e acelerei minha punheta. Quando estava para gozar, levantei-me e fui esporrar nela, que tirou a pica de Beto da boca e bebeu minha porra.



Rose pulou na cama gritando:



-- Quero piroca, quero piroca na buceta, vem meu macho gostoso, come essa coroa putinha, faz de mim uma cadela.



Beto abriu as pernas dela e mamaou a buceta de Rose enquanto esperava a caceta enrijecer. Que milagre a juventude. Logo ele estava pronto e enterrou a vara na buceta sedenta de minha esposa que gozou rapidamente aos gritos. Sem esmorecer ela ficou de 4 e pediu:



-- Me come por tr�,, vai... Jack, vem me dar de mamar...



Beto enterrou na buceta dela por tr�s e eu dei meu pau mole para ela chupar. Ela rebolava como uma louca e mamava no meu pau. Que tes�o eu sentia. Minha mulherzinha dando por tr�s, rebolandoi freneticamente numa geba desconhecida, de um rapaz bonito e tesudo. Minha ere��o voltou aos poucos e Rose gozou v�rias vezes.



-- Senta na poltrona, Beto que quero cavalgar...



Foi a gl�ria. Rose vavalgou mais de 40 minutos sem se cansar. Gemia, chorava, ria, dizia palavras desconexas. Beto estava se cansando tal a vol�pia daquela f�mea tarada e safada.



-- Viu, amor, como eu sento numa rola dura? Viu como minha buceta aguenta? Voc� agora � meu corninho, n�? Vai deixar eu dar a buceta pra quem quiser, vai?

-- Vou, meu amor. Pode dar pra quem quiser. D� essa buceta at� esfolar, goze como uma puta, vai...



A essa altura minha caceta j� estava dura de novo. Rose largou Beto, ajpelhou-se e ordenou:



-- Gozem em mim, me d�em um banho de porra, seus putos.



N�s obedecemos e gozamos na cara de Rose e em seus peitos. S� ent�o ela descansou. Suspirou profundamente, levantou-se, vestiu-se e beijou Beto despedindo-se.



-- Tchau meu macho. Vou voiltar outras vezes, viu, voc� � uma del�cia. E da pr�xima vez quero dar o cu...



Paguei e alcancei-a na porta.



-- N�o quer tomar um banho antes de ir?

-- N�o, voc� vai lamber essa porra todinha quando chegar em casa, pra lembrar que � meu corninho querido.



Sa�mos, voltamos para casa, lambi ela toda e bebi a porra dentro de sua buceta. Quando terminei ela dormia profundamente. Toquei uma punheta e tamb�m fui dormir.



Jack Sapore

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