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EU E O FILHO DA EMPREGADA

Ol� novamente, retomando meus contos depois de uma maravilha f�rias bem merecidas, venho atrav�s deste para deixar sua imagina��o a mil. Me chamo J�ssica, tenho 22 anos, 1.73cm, cabelos loiros, l�bios n�o muito carnudos; seios m�dios com volume e bumbum m�dio arredondado com marquinha de sol, biquinhos rosados, peso 68kg , coxas um pouco grossas e pele lisa como p�ssego.

Essa foi minha primeira experi�ncia hetero que havia tido, mas n�o a mais prazerosa como muitos dizem, continuando, era sexta feria, acordara com o sorriso de orelha a orelha, pois havia “transando” com Mara em meus sonhos que me deixou excitada por horas no col�gio. Depois que as aulas acabaram, fui de carona com minha colega ate certo ponto e o restante fui imaginando o que a minha empregada me dissera no dia anterior, como um gravador: “Amanha tenho uma surpresa pra voc�!” quando toquei o interfone, aqueles segundos mais pareciam a eternidade, quando meu assusto com a est�tica e meu irm�o atendendo, confirmando que era eu. Ao entrar, certo arrepio tomou conta de meu corpo que curioso estava para descobrir a surpresa, quando vou ao fundo da casa, me deparo com seu filho Mauricio que na �poca teria seus 19 ou 19 anos

Almocei e subi para meu quarto e fechando a porta, deitei na cama para pegar num sono, s� que estava t�o quente que aproveitei para trocar minha roupa, coloquei uma blusinha amarela e um shortinho curto ao inv�s de ficar com a camiseta do col�gio e uma cal�a de educa��o f�sica. Deixando a janela aberta, cai no sono e umas 15:36 daquela tarde, sinto uma m�o fria da �gua encostar em minha perna, subiu para minha coxa quase chegando na minha virilha e na xaninha, tomei um baita susto quando ainda acordando e percebendo que uma sombra distorcida em minha frente: pensei que fosse um assaltante, porem era o Mauricio avisando que sua m�e me chamava. Levantei ainda meio zonza e fui ao banheiro para lavar meu rosto, peguei meus �culos e descendo para ver o que ela queria e tomei um baita susto: me deparando com Mauricio com a cal�a nos p�s e sentindo prazer e a Mara de quatro segurando suas coxas fazendo movimentos para frente e para tr�s, naquele momento vendo aquilo tudo, fiquei est�tica e sem entender o que fazer quando numa fra��o de segundos, Mauricio olha rapidamente para mim ali parada sem acreditar e come�a a literalmente meter na boca de sua m�e, enquanto Mara segurava agora sua bunda e deixando o seu filho inundar sua boca com seu liquido.

Ainda sem poder me mover, estava me sentindo excitada pela cena que acabara de presenciar e Mara se levantou vindo em minha dire��o e segurando algo na boca, veio me dando aquele beijo longo misturado com um liquido pastoso e quente e nossas l�nguas entrela�ando-se uma com a outra e me abra�ando pela cintura, come�ou a tirar a minha blusa e me deixando ali s� com o suti�. Seu filho veio atr�s de mim respirando no meu pesco�o me deixando mole, segurando meus pequenos seios por cima do suti�, foi descendo ate meu short e descendo vagarosamente ate minhas canelas, come�ou alisar minha bunda e abaixar minha calcinha, enfiou sua cabe�a entre minhas pernas vendo que tinha duas xaninhas a seu dispor, e come�ou a lamber minha xaninha como cachorro e depois foi chupando-a com vontade. Ainda beijando Mara, comecei tirando sua camiseta, depois seu short jeans, seu suti� e por fim sua calcinha, estava excitada demais para pensar em parar, abri minhas pernas e Mauricio conseguiu encaixar ficando com o pesco�o entre minhas pernas, se quisesse poderia me levantar pelo seu porte atl�tico. Est�vamos suando muito, aquela tarde quente nos d�vamos o maior prazer e percebendo que iria gozar, fiz uma chave de pernas em seu pesco�o e gemendo abafado pela boca da Mara, gemia o tanto que conseguia.

Mauricio se levantou e vindo por tr�s de mim, agora sentiria o beijo de um homem, desgrudou minha boca na de Mara e segurando meus seios, sentia aquele beijo com algo diferente em sua saliva, que era meu melzinho todo sendo compartilhado a mim. Com a outra m�o, colocou na minha xaninha alisando meu clit�ris e Mara desceu beijando minha barriga e suas m�os alisavam todo meu corpo: d�s da barriga ate as coxas (tanto da parte externa quanto a da interna). Sua m�e pegou a camisinha e encapando o mastro de seu filho que enfiando entre minhas nadegas, e com a m�o alisando minha xaninha, guiou para dentro de mim e uma dor me fez soltar um grito de dor, Mauricio foi colocando cent�metro por cent�metro ate sentir os pentelhos (cabelos pubianos). Ele come�ou a apertar meus bicos dos seios e morder minhas orelhas, fiquei arrepiada por completa naquele momento, com os olhos cerrados, procurava Mara que estava no ch�o se masturbando e assistindo de camarote a nossa transa ali na sala de casa.

Me colocou com as m�os no corrim�o e abrindo bem minhas pernas, come�ou a me meter como ele sabia fazer, segurando na barra, sentia o deslizar do seu mastro dentro de mim, que experi�ncia esquisita que estava sentindo uma dor pelo tamanho(que minha xaninha era bem pequena e virgem) do seu mastro. Com a cabe�a baixa, sentia arrepiar-me por inteira, que cessa��es era essas? Me fazia varias perguntas, enquanto meu corpo ia para frente pelas estocadas que Mauricio me dava, num certo momento comecei a gemer e colocar tudo que havia aprendido com a Mara em nossas transas: rebolava, gemia, pedia mais, respirava mais ofegante. Me puxou pelos cabelos e me fazendo soltar da barra do corrim�o, tirou aquele mastro dentro de mim e sentia o ar frio tocar minha espinha que me fez arrepiar-me novamente e me colocando de quatro nas escadas, enterrou todo seu mastro dentro de mim, sentia-me invadida novamente com aquela ard�ncia para comportar o seu mastro dentro de mim.

Segurando-me no ch�o frio com o calor da nossa transa, virei à cabe�a para o lado vendo Mauricio dar aquele sorriso maroto e a punhetar seu mastro encapado, encostou perto de minhas coxas e pincelando seu mastro em minha xaninha, enterrou a toca e fez minha xainha engolir todo seu mastro ate sentir os pelos e os pentelhos. Num vai-e-vem fren�tico, ele me segurava pela cintura e a sobra da Mara invadiu a claridade me fazendo assustar, sentou com as pernas abertas deixando toda aquela xaninha raspadinha embaixo e com poucos pelos encima para deliciar-se. Agora gemendo como uma putinha, chupava e enfiava um, dois, tres e ate quatro dedos dentro dela fazendo-a gemer alto e Mauricio vendo e ouvindo tudo, come�ou a me chamar de: putinha, cachorra, cadela, vagabunda.. e outros verbos que me faziam ficar ainda mais excitada, n�o aguentando mais, tive meu primeiro gozo hetero naquele pauz�o na minha xaninha.. “Ah.. meu tes�o, como voc� � gostoso.. isso meu macho, fode essa putinha fode!” e sentindo seu mastro inchar, retirou rapidamente mirando em minha face e gozou uma abundancia (que naquele tempo, pensava que era pelo prazer proporcionado), porem com o passar dos anos, aprendi que era falta de sexo.





FIM









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