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TROCANDO O �LEO DA EX.





Ol�, para preservar as identidades os nomes utilizados ser�o fict�cios, por�m o relato � ver�dico.



Meu nome agora ser� Daniel, sou moreno, 1,80 de altura, 83 quilos.

Sou o que podemos chamar de mediano. N�o me considero feio mas tamb�m n�o me julgo um modelo,

sou feliz assim.



Marcela ser� o nome da EX em quest�o. Morena clara, seios m�dios e firmes, um pouco mais baixa que eu, magra

e com uma bundinha linda (nem muito grande e nem muito pequena). Uma bucetinha com os pelos sempre aparados,

cheiro delicioso e gosto inexplic�vel.



Nosso relacionamento durou por volta de um ano e nesse tempo a unica coisa q realmente valeu a pena foram nossas

aventuras sexuais, fora isso n�o nos entendiamos bem.

Dias ap�s o termino do nosso namoro estava sozinho em casa quando do nada a vejo parando seu carro no meu port�o.

Fui receb�-la normalmente como receberia qualquer amiga e perguntei qual o motivo da visita foi quando ela me respondeu

que havia lembrado de um restante de �leo, sobra da �ltima revis�o feita no carro e que tinha esquecido, por�m agora precisara deste.

Conversamos um pouco na cozinha quando ela disse que deveria ir embora pois tinha coisas para fazer. Caminhei at� a lavanderia onde

estava o �leo, pedi a ela que me acompanhasse e prontamente ela atendeu. Ela estava vestida com uma saia longa semelhante às

utilizadas nas praias por qualquer mulher. Uma blusa branca sem sutien e que deixava uma faixa logo abaixo do umbigo aparecendo

completava sua vestimenta.

Conforme conversamos fui chegando mais perto tomado pela saudades daquele corpo que a poucos dias me levara a loucura na cama.

Podia ver o bico dos seus seios sob a blusa e comecei a me aproximar sentindo o cheiro do seu perfume quando ent�o mencionei

meu desejo de t�-la novamente ali. O silencio dela denunciou que daquele momento em diante ela n�o negaria nada do que eu fizesse,

foi ent�o que a beijei e fui firmemente correspondido. Ficamos alguns segundos ali at� as m�os come�arem seu passeio.

Segurei firme sua nuca com uma m�o enquanto a outra viajou pelo seu pesco�o passando pelo seio levemente, sua barriga, cintura

at� finalmente chegar na sua bunda a qual apertava com muita vontade. Voltamos para a cozinha e nos encostamos em uma arm�rio.

Tirei minha camiseta e logo tirei sua blusa tendo acesso completo aos seios maravilhosos qua ali pareciam caber com perfei��o na minha boca.

Nessa altura suas m�os j� seguravam com firmeza meu pinto deixando minha cal�a e cueca um pouco abaixadas. Logo sua boca

come�ou a descer, beijando meu pesco�o, peito, barriga. Quando ela se ajoelhou terminou de tirar minha ropa e passou a beijar meu membro

neste momento pulsando de tesao. Ela come�ou lambendo a base do meu pinto e dando beijos, podia sentir o calor da sua boca.

Parecia uma provoca��o aquela lingua percorrendo meu penis at� quando ela chegou na cabe�a abocanhando de uma s� vez.

Podia sentir sua saliva em todo meu pinto que agora se escondia dentro da sua boca. Como aquele boquete me deixou maluco.

Aos poucos ela tirava e esfregava a cabe�a dele na boca enquanto me masturbava, tanto que quase gozei ali mesmo, mas me contive.

Pedi que ficasse em p� novamente enquanto a deixava de costas para mim. Ela se apoiou no armario enquanto eu levantava sua saia

e beijava suas costas. Sentia sua respira�ao ficando mais forte conforme minha lingua percorria suas costas at� que foi minha vez de ajoelhar.

Assim estava eu t�o pr�ximo à sua bunda que tanto me excitava. Baixei sua calcinha utilizando a boca ao tempo que ouvia leves gemidos de tesao.

Ela tentou se virou e pedi que continuasse assim. Mordisquei sua bunda varias vezes e com as maos fuis abrindo suas nadegas ficando cara a cara

com aquele cuzinho o qual jamais ela me deixou comer, porem podia toca-lo. Foi entao que comecei a lamber sua bunda at� chegar

com a lingua no seu buraquinho, ela se contorcia. Chupei seu cuzinho, enfiei minha lingua la dentro e via minha saliva escorrendo dele at� sua bucetinha.

Me levantei e comecei a me esfregar nela. A cena daquela mulher tao gostosa com a bunda empinada pra mim me tirou do serio e nao pensei duas

vezes, apontei meu pinto na entrada do seu cuzinho e comecei a for�ar vagarosamente. Com a cabe�a dentro ela me pediu q nao fosse em frente pois sentia dor.

Nao insisti e rapidamente penetrei sua buceta agora completamente encharcada. Neste instante foi o start para aquela mulher deixar de lado

todo seu pudor e come�ar a se comportar como uma verdadeira puta. Quanto mais eu enfiava mais ela gemia e rebolava como se quisesse me engolir

com a buceta. Puxava seu cabela enquanto ela me pedia para socar com mais for�a. Nao demorou muito e aquela puta gozou.

Ela se virou de frente e sentou no armario. Chupei sua buceta e engoli todo seu gozo. Apos voltei a penetra-la. Agora podendo ver seu

rosto transfigurado de tesao e aqueles seios me pedindo para serem abocanhados novamente. Resolvemos sair dali. Fomos at� a escada

e j� no inicio a coloquei apoiada nos degraus para comer ela novamente por tr�s. Ap�s alguns minutos fomos para o quarto.

Ela se deitou de bru�os e comecei a acarici�-la. Quando cehguei novamente na sua bunda coloquei minha lingua novamente em a�ao

salivando bastante no seu anus. Comecei a penetra-la no Cu com os meus dedos ao tempo que via sua rea�ao.

Ela se contorcia enquanto eu falava no seu ouvido como aquela bunda me deixava tarado.

Foi entao que ela me pediu para ser comida novamente. Ela ficou de quatro com seu rabo empinado e soquei

de uma vez s� na sua buceta enfiando tmb meu dedo no seu cu.

Ela gemia e pedia mais. Ali ficamos por um bom tempo, depois ela se virou e passou a se tocar. Nao pensei nem um instante

e comecei a laber os dedos da sua mao com o gosto da sua buceta gozada. A pentrei por mais um tempo mas ja nao aguentava mais

de vontade de gozar. Retirei meu pinto da sua buceta e o levei em dire�ao a sua boca ja que no momento na tinha camisinha e nao

queria correr o risco de engravida-la. Ela me chupava como se fosse um sorvete e ao mesmo tempo se masturbava. Foi quando

me posicionei para fazermos um 69. Depois de alguns instantes anunciei que iria gozar, foi quando ela prendeu minha cabe�a com suas

pernas gozando na minha boca e me chupando com mais for�a ao mesmo tempo que me masturbava.

Senti entao o primeiro jato saindo do meu pinto direto para sua boca, imediatamente ela tirou da boca e deixou meu gozo espalhar

no seu rosto, pesco�o e seios. Gozei demais em cima dela. Ao terminar me sentei na cama e ela me abocanhou novamente limpando

qualquer vestigio de porra que tinha no meu pinto enquanto esfregava a mao nos seios espalhando o meu gozo que a cobria.



Feito isso colocamos nossas roupas novamente. Ela me pediu para ir at� a porta e n�o trocamos mais nenhuma palavra.

Nos despedimos na porta e ela se foi.



Ap�s isso nos encontramos mais duas vezes. Uma destas passamos a noite no Motel. E na �ltima ganhei um presente de despedida,

um maravilhoso boquete dentro do carro. Mas estas s�o outras historias que serao contadas dependendo da aceita�ao deste meu primeiro conto.



Deixo meu e-mail de contato para aqueles que quiserem se manifestar.

[email protected]



Obrigado a todos pela aten��o.



at� a pr�xima.



Homerec

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