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A MUDAN�A DA MINHA CUNHADINHA NOVINHA PARTE 5

Confesso que me senti um idiota abandonando a Dani chorando no andar de baixo junto com minha sobrinha, mas sabe aquelas horas que voc� n�o pode simplesmente enfrentar o problema por que existe uma grande probabilidade de dar merda? ent�o, essa era a hora.
Voltei para meu quarto e fui direto ao banheiro, tomei um banho, me lavando como se estivesse sujo de lama, uma lama invis�vel mas que grudava na pele, me esfreguei freneticamente com nojo de mim mesmo e de algo que pudesse ter tocado em mim, sentei no chuveiro e chorei, sei que � dif�cil para qualquer homem admitir que isso possa ocorrer mas foi isso que fiz, chorei muito em sil�ncio, chorei pela situa��o que havia passado, pelo medo do que viria, pela vergonha de mim mesmo, por minha atitude quando ela esperava que eu iria compreend�-la. Fiquei umas duas horas debaixo do chuveiro, me levantei e fui at� a cama, fazia frio, apenas me enrolei no len�ol e tentei dormir, fiquei mais algumas horas rolando de um lado para o outro e o que me fazia sentir mais culpa � que quando eu pensava nela, com aquela rola em suas pernas eu tinha tes�o, eu me imaginava transando com ela, comendo seu cuzinho enquanto ela se masturbava e goz�vamos juntos de uma s� vez, meu pau ficava duro e latejando e eu sentia raiva disso. O telefone tocou, era a N�dia e disse que estava morrendo de sono e me pediu que fosse busc�-la l� pelas dez horas da manh�, quando o plant�o dela na cl�nica iria acabar, concordei e olhei para a janela, estava escuro ainda, olhei para o rel�gio que marcava 5:25, ainda era cedo, iria amanhecer em pouco tempo.
Parei de respirar para ouvir o barulho que havia na casa, n�o ouvi nada, apenas um sil�ncio e ao longe o barulho de alguns poucos carros passando na avenida, me levantei, coloquei uma cal�a de moletom, uma camiseta e sai do meu quarto, a porta do quarto de Dani estava semi fechada. Empurrei com um p�, para espiar o que estava l� dentro, a porta rangeu, ainda estava torta devido ao meu arrombamento na noite anterior, consegui ver uma montanha de cobertores que respirava devagar, cheguei mais perto e vi a cabe�a de Tha�s apenas com o topo da cabe�a para fora, encostada no peito de Dani que estava com a cabe�a toda para fora. Olhei diretamente para Dani, vi seus olhos e nariz vermelhos, seus olhos estavam inchados e abertos, ent�o ela sussurrou suavemente "Estou acordada, estou te vendo", eu me assustei, n�o sabia o que dizer, ela se ajeitou na cama, com cuidado para n�o acordar a sobrinha, se virou e eu vi seu rosto vermelho e inchado, o t�pico rosto de quem tinha chorado muito, as l�grimas ainda escorriam em seu rosto, quando ela disse numa express�o de �dio "veio ver minha derrota?", olhei para baixo e se fez um sil�ncio, ap�s alguns segundos fiz que n�o com a cabe�a e disse "Desculpe", minha voz saiu falhada e baixa e eu repeti em tom mais alto "Me desculpe", nesse momento Tha�s se remexeu na cama e Dani levou a m�o aos l�bios me pedindo sil�ncio. Nossos olhos se cruzaram e ela disse "Se � s� isso que voc� veio dizer, volta pra cama", continuamos a nos olhar, olho no olho, eu estiquei a m�o para ela e disse "Vamos conversar, vem comigo" ela olhou para mim, olhou para a minha m�o e sua face mostrava sua f�ria, estava furiosa e com raz�o, seu plano tinha falhado, eu n�o fui o pr�ncipe que ela esperava, sua vida daria uma guinada. Mais sil�ncio, ent�o ela abra�ou Tha�s e a colocou de lado na cama, a menina perguntou sonolenta "Aonde voc� vai tia?" e Dani respondeu, "Vou ao banheiro t�, agora dorme" e deu um beijo na testa de Tha�s.
Em seguida se levantou sem pegar na minha m�o, estava com uma cal�a comprida e uma blusa grossa de pijama, pegou um roup�o, se cobriu e passou por mim saindo do quarto. Fui atr�s dela e a encontrei de p� no corredor, assim que me viu disse da maneira mais seca poss�vel "Fala", iniciamos a conversa aos sussurros, pois n�o quer�amos acordar a Tha�s, eu me aproximei e ela n�o se afastou e eu disse "Dani, me desculpe, desculpe agir daquela maneira, eu sei que voc� esperava que todos a ignorassem e a tratassem mal, mas voc� esperava que eu pelo menos fosse mais sens�vel" ela me interrompeu dizendo "Esperava" e eu continuei "Fui para o meu quarto mais impelido por medo do que por outra coisa, eu n�o queria ter te abandonado, por favor, entenda meu lado, eu gosto muito de voc�, voc� � linda � demais, eu acho que te amo" nesse momento eu fiquei meio perdido e olhando para o ch�o e encostei-me à parede junto com ela, Dani ent�o pegou meu queixo e me fez olhar para ela, respirou fundo e disse "Minha vez. Olha, eu n�o queria te assustar, magoar ou fazer voc� fazer o que n�o queria, s�rio mesmo, por mim a gente ficava numa brincadeira saud�vel para sempre, mas n�o consegui me controlar perto de voc�, foi mais forte que eu, nosso relacionamento evoluiu muito r�pido, tem o que? dois dias que eu to aqui no Brasil?" eu confirmei com a cabe�a e ela continuou "Eu entendo perfeitamente seu lado, se voc� descobrisse o meu segredo e n�o tivesse nenhuma rea��o ou quisesse continuar apenas com o sexo eu saberia que voc� n�o gostava de mim realmente, pensei nisso essa noite. Mas a sua rea��o foi de total comprometimento, eu sei que errei em n�o te contar de outra maneira, mas n�o vi outro jeito para falar isso, se n�o fosse o incentivo da T�ta eu n�o falaria nunca e voc� descobriria de outa maneira pior e seria pior para n�s dois" ela falou e ficamos nos olhando, no escuro do fim de madrugada, suas l�grimas agora jorravam dos olhos, que estavam vermelhos, eu coloquei minha m�o em seu rosto e limpei suas l�grimas e disse "N�o chora, o que voc� falou n�o � verdade", ela me olhou assustada e disse "O que eu falei?" eu disse tranquilamente "Voc� n�o � um monstro e nem uma aberra��o da natureza", ela sorriu e perguntou "Voc� n�o acha isso?”eu tamb�m sorri e disse "Claro que n�o, voc� � linda, seja como for, seu corpo � maravilhoso e o que tem aqui" cutuquei sua testa com o dedo "� o que faz essa mulher uma das mais perfeitas que j� existiram" ela sorriu e as l�grimas voltaram a rolar e eu disse em tom de brincadeira “Engole o choro, porra!" e ela riu alto, em seguida colocou a m�o na boca, escutamos um barulho vindo do quarto e a voz de Tha�s "Tia?, ta tudo bem?" alguns segundos depois Tha�s apareceu no quarto com os olhos tamb�m inchados, imagino que chorou junto com a tia, mal conseguia abrir os olhos de tanto sono, olhou assustada para n�s dois e perguntou "Ta tudo bem? Voc�s t�o brigando?" eu sorri e Dani pegou na m�o dela levando ela de volta para o quarto e foi dizendo "Vem querida, est� tudo bem, deita aqui que ta frio, estamos s� nos acertando, vai ficar tudo bem" olhei para o quarto e consegui ouvir Thais dizendo "Se precisar de mim tia, me chama ein", Daniele sorriu e confirmou com a cabe�a, deu um beijo na menina e a cobriu.
Dani veio em dire��o à mim e eu disse "Ela gosta mesmo de voc� ein?" e Dani confirmou "Durante anos ela foi o meu �nico contato com o Brasil, a minha espi� particular, conversamos muito por webcam, chat, Facebook e telefone, s� ela aqui no Brasil sabia da minha transforma��o, acho que ela e mais uma amiga mais velha que eu ainda n�o conheci pessoalmente. Ficamos muito ligadas" Dani tentou fechar a porta mas ela rangia e n�o parava no lugar, ela desistiu e mais uma vez o sil�ncio constrangedor, ela olhava para seus p�s e eu para a porta, ent�o eu disse "N�o consigo dormir, quer fazer algo?" ela me olhou e questionou "Tipo o que?" eu sem ideia disse "Sei l�, um caf�, ver TV, nadar, limpar a piscina, algo assim" ela me observou e disse "Nadar seria �timo, mas esta muito frio hoje" pensei por uns minutos e disse "Se eu ligar o aquecedor em 40 minutos vai estar quentinha, vamos tentar?" ela sorriu e seguiu na minha frente com os bra�os cruzados na frente do corpo.
Liguei o aquecedor e voltei para dentro de casa, Dani estava na cozinha, tudo estava aceso, olhei para a Sala e estava tudo limpo, sem caixa de pizza, sem cobertor e sem nenhuma sujeira no sof�, me preocupei com que o sexo nele deixasse alguma marca como de s�men, estava viajando em pensamentos quando ouvi Dani dizer "Quer dizer ent�o que eu n�o sou um bicho pra voc�?" eu fui para a cozinha e confirmei "N�o, eu acho que essa � voc�, � o que voc� �, e � ainda mais especial por que voc� escolheu ser assim, n�o aceitou o que te deram e fez do sei jeito" ela olhou para o balc�o da cozinha que estava a sua frente e disse "Olha, voc� n�o sabe o que isso significa pra mim, ouvir isso de voc�" deu uma risadinha e completou "E como vai ser?" eu sem entender perguntei seco "Como vai ser o que?" ela disse "Vamos continuar amigos como antes ou vamos fingir que nada aconteceu e que eu sou apenas sua cunhada, saiba que o que voc� escolher eu vou aceitar, contanto que continuemos a conversar" eu ponderei e disse "Depois do que aconteceu, acho que nada mais vai ser como era antes n�?" seus olhos se encheram de l�grimas e ela disse "� n�?" limpando os olhos com o dedo e continuou "S� pra te avisar, eu gostei muito de fazer amor com voc�" e eu disse "Eu tamb�m adorei, voc� foi fant�stica, quente, envolvente, cheirosa e carinhosa, foi uma delicia" ela sorriu e disse "Pena que acabou n�..." e olhou para baixo, vi as l�grimas rolarem de novo e perguntei "Voc� n�o vai querer mais fazer amor comigo?" ela levantou a cabe�a e me olhou de lado "Voc� disse que as coisas n�o seriam como eram antes" e eu completei "Sim, ser�o melhores, eu sei seu segredo, entendo e aceito voc� como voc� �, pode ser melhor que isso?" ela sorriu e disse "Eu e a Thais planej�vamos conversar com voc� sobre segredos, pois voc� e eu sabemos um segredo dela, ela e voc� sabem um meu, e ela e eu sabemos um seu" eu levei na brincadeira, aproximei meu banco nossos joelhos se encontraram, ela pegou em minha perna e se puxou para mais perto e disse "Sim, o Segredo da T�ta � que voc� viu ela transando com a tia, um absurdo n�?" eu ri e confirmei com a cabe�a "O meu � que eu ainda tenho meu equipamento intacto e funcionando" eu disse "�timo" ela disse "Obrigada" e continuou "E o seu segredo � que a N�dia gosta de transar com outros caras, voc� sabe e deixa".
Minha cara caiu na hora, fiz uma cara de espanto e disse "Quem te falou isso?", ela disse com express�o angelical "N�o � verdade?" eu disse "�, mas aonde voc� ouviu isso, quem te disse?" ela falou tranquilamente "Bem, eu ouvi voc� falando com ela no telefone, deu para escutar exatamente o que ela estava falando, a voz estava muito alta, al�m disso, eu ouvi um peda�o da conversa no shopping, quando voc�s me viram eu ja estava ali a alguns segundos, s� que eu s� desconfiava e voc� confirmou para mim agora" eu fiquei paralisado, isso era uma coisa muito particular, ningu�m deveria saber e perguntei "Quem mais sabe disso?" e ela falou "Eu e a T�ta, mais ningu�m" fiquei olhando para ela, que disse em seguida "Esse � o SEU segredo, n�o vamos contar para ningu�m, n�o se preocupe" fiquei um pouco assustado com isso e fiquei em sil�ncio pensando e ela me disse "Rafa, confia em mim por favor, n�o vou prejudicar voc� e a Nadi, relaxa, e al�m do mais, se eu fosse casada eu faria a mesma coisa" sorriu e mostrou a l�ngua pra mim, eu dei um sorriso nervoso e perguntei "Por que faria a mesma coisa?" e ela disse espontaneamente "Por que as mulheres da minha fam�lia adoram uma rola, e todas, sem exce��o s�o umas putas na cama, eu conhe�o bem todas, falo a verdade" eu sorri e falei "Imaginei" fiquei mais aliviado, pois ela passava realmente confian�a no que dizia ent�o ela se debru�ou em meu joelho e disse "E voc�, j� deu um pega em alguma irm� minha fora eu e a N�di?" eu sorri e me lembrei da vez que mamei nos seios da Erika, a irm� peituda e mais escurinha (Vejam no meu perfil o conto "Minha cunhadinha peituda") e disse, "J�, j� comi uma vez" e ela perguntou toda interessada "Quem?" e eu disse "O Seu amor, a Ana Paula", ela se afastou e fez uma cara de decep��o e disse "Ai meu, fala s�rio? voc� transou com a ela mesmo? aquela chata?" e eu disse "Ela � chata mas � uma del�cia, voc� mesma disse que voc�s s�o putas na cama", ela olhou atrav�s de mim e disse "Eu esperava mais de voc� ein, me decepcionou" e eu disse rindo "Se liga ow, n�o comi ningu�m n�o, ta loca, s� como a N�dia" e ela falou "Ah bom, voc� tinha ca�do no meu conceito agora, ela abriu um lindo sorriso e parecia que todas as preocupa��es tinham ido embora naquele momento, nos olhamos e eu me aproximei, demos ent�o um doce e delicado beijinho, sem l�ngua, apenas os l�bios juntos, se molhando e se acarinhando, quando terminamos o beijo, ela se levantou e me abra�ou, retribui e ficamos assim por uns minutos em sil�ncio, resolvi quebrar o sil�ncio dizendo "Acho que a piscina j� ta boa ein", me afastei dela e puxei-a pelo dedo indicador.
Chegamos à beira da piscina e coloquei o p� na �gua para verificar e disse "Est� quente, muito boa", olhei para cima e Dani disse "Caramba, j� amanheceu, voc� vai entrar na piscina?" e eu disse "�, vou sim, voc� vem comigo n�?" ela disse "N�o sei, muita confus�o ainda", eu a abracei e disse "eu esquentei a piscina por que voc� estava comigo, se fosse s� para mim, n�o teria esquentado" ela colocou as m�os junto ao meu peito e disse "Voc� quer que eu tome um banho com voc�?" e eu respondi "Claro que quero, apesar do frio que est� aqui l� esta quentinho" e ela confirmou com a cabe�a e disse "Vou l� buscar um biqu�ni" e eu disse "N�o, vamos nadar s� n�s dois, para nos conhecermos melhor" ela perguntou "Como assim?" e entortou a cabe�a para o lado, eu tirei minha camiseta e o roup�o, tirei a cal�a e fiquei nu em sua frente, meu pau estava mole e pendurado, ela me olhou de cima embaixo e disse "Que coragem ein, nesse frio", se aproximou de mim e com o roup�o dela me acolheu e disse "Voc� quer mesmo que eu entre pelada com voc� na piscina?" eu confirmei com a cabe�a e lhe dei um selinho ela disse "J� j� N�dia ta ai e o que vamos dizer se ela nos pegar?" e eu disse "Ela s� vem as dez da manh�, n�s vamos l� busc�-la" ela olhou para mim, fez uma careta e disse "N�o tenho argumentos com voc� n�?" eu disse "N�o mesmo" ela completou "Ent�o t�, entra na piscina que eu tiro a roupa e entro" e eu disse desconfiado "promete que entra?" ela sorriu e disse "Palavra de escoteiro". Ent�o eu entrei na piscina, a �gua estava realmente boa, bem quentinha, me deu at� um arrepio devido ao choque de temperatura, ela ficou me olhando e sorrindo e eu disse "N�o vai entrar n�? Azar o seu, a �gua est� �tima" ela tirou o roup�o e colocou-o no banco ao lado da porta, tirou a camiseta e exibiu seus seios grandes e lindos, branquinhos com bicos rosados, tirou seus chineles, e em seguida a cal�a grossa, ent�o eu pude ver seu pau, como todo seu corpo ele era branco, como se ela passasse hidratante em todo o corpo e inclusive em sua rola, n�o havia pelos em seu corpo exceto sobrancelhas e cabelo comprido, o resto parecia que simplesmente n�o existia, fiquei olhando para seu pau que estava pequeno, encolhido talvez por causa do frio e ela me olhou e disse "Tem certeza?" e eu fui at� a escada e disse "Vem querida a �gua ta �tima", chegou à beira da escada e amarrou o cabelo em forma de coque alto na cabe�a.
Assim que entrou vi seus seios ficarem durinhos de arrepio e ela soltou um gritinho e disse "Ai que quente" e riu, puxei ela para junto do meu corpo e nos beijamos, dessa vez como nosso primeiro beijo, molhado, quente e com l�ngua, ela desarrumava meu cabelo e eu a pegava pela cintura, puxando-a conta mim e apalpando sua bundinha, senti ent�o uma cutucada no p� da minha barriga e coloquei a m�o para ver, era seu pau que estava duro, ela se assustou, parou o beijo e me empurrou e eu disse "Calma, est� tudo bem", puxei-a de volta e peguei em seu pau, os olhos dela ficaram maiores, e me olhou assustada e disse "Voc� n�o precisa fazer isso", eu acariciei sua rola e puxei a cabe�a para fora, ela fechou os olhos e deu uma gemidinho, encostei-a na borda da piscina e ficamos apenas com a cabe�a para fora, ela abriu os olhos de novo e eu peguei em seu saco e massageei lentamente ela disse "Ai, n�o faz assim" e eu perguntei "D�i?" ela disse "N�o, mas � estranho" eu perguntei "Como assim?" ela disse meio sem jeito "Sei l�, � estranho, nunca fizeram isso" e eu disse "Dani, fora a Tha�s, quantas mulheres voc� j� transou na vida?" ela olhou para cima, contou nos dedos e ficou uns 19 segundos fazendo contas e c�lculos e falando o nome de v�rias mulheres, virou para mim e disse "Sem contar a T�ta?” eu confirmei com a cabe�a e ela disse “Nenhuma” eu sorri e disse "Voc� � virgem!, e com homens?" ela ficou s�ria e disse "S�rio mesmo?" eu confirmei e disse "Apenas para saber, n�o vai mudar nada" e ela disse de m� vontade "Transei com 7 homens l� no Canad�" e eu brinquei "De uma vez?" e ela disse "Claro que n�o n�! 5 sozinho e dois de uma vez" e pois a l�ngua pra fora e perguntei "Olha que safada, fazendo m�nage" ela disse "Olha, � uma longa hist�ria, mas para resumir, me deram de presente...foi isso" eu aumentei o ritmo da punheta que batia para ela dentro da �gua ela voltou a fechar os olhos e disse, isso � maravilhoso ficamos assim alguns minutos e ela disse "Para, para, eu vou gozar" eu acelerei o Ritmo e ela me empurrou e disse "Se eu gozar perco a vontade de transar ai j� era" e eu disse "Voc� vai transar com algu�m?" ela se aproximou, pegou no meu pau que estava duro e me abra�ou, colocando as pernas na minha cintura e encostando as costas na borda da piscina.
Me posicionei e a penetrei bem devagar, ela gemia de prazer, percebi que um t�mido raio de sol nos iluminava juntamente com aquele canto da piscina, estava amanhecendo r�pido, coloquei a cabe�a de minha rola e faz�amos movimentos de vai e vem deliciosos, mas eu n�o conseguia colocar tudo dentro dela, tirei meu pau ent�o e a virei, fazendo-a ficar de costas para mim, ela empinou a bundinha e eu consegui colocar tudo dentro dela de uma s� vez e la disse "Ai, devagar seu pauzudo" e come�amos a foder num vai e vem delicioso, ela desamarrou o cabelo e deixou-o cair sobre suas costas e eu disse "Voc� � linda meu amor, te amo, vou te comer para sempre" olhei para seu corpo iluminado pelo raio de Sol e tudo parecia brilhar e ela disse "Eu tamb�m te amo, vou dar minha bundinha pra voc� sempre que voc� quiser, quando voc� estiver pronto te dou mais", est�vamos num ritmo gostoso, nem muito r�pido nem devagar, eu estava com um tes�o absurdo e perguntei "Quando eu estiver pronto? Quer comer minha bundinha tamb�m �?" e ela disse entre gemidos "Se voc� deixar eu te mostro como � bom" e eu disse "Devagar comigo ta querida" ela falou bem dengosa "Eu seu meu bem, n�o para n�o, depois a gente fala disso", aumentei o ritmo e falei "Vou gozar, ai que gostoso, vou gozar voc� todinha" e ela disse "vem meu gostoso, goza dentro de mim que sou sua, s� sua" e no �xtase eu peguei no pau de Danielle e comecei a punhetar, conforme eu metia em sua bundinha eu punhetava sua rola que estava super dura, ela delirou e disse "Que delicia, que delicia, n�o para, n�o para, por favor" e eu continuei a punhetar e a meter at� que eu esporrei bem gosto dentro dela, no mesmo momento senti sua rola pulsar em minha m�o e o jato atingiu meu pulso por debaixo d'agua e desfalecemos na �gua.
Comigo acontece o mesmo "fen�meno" que ela disse, logo ap�s gozar eu n�o quero saber de nada de sexo, nem falar, nem brincar, a N�dia demorou para entender isso. Mas essa situa��o era diferente, eu gozei e continuava querendo comer ela loucamente virei-a de frente e ela me beijou e se agarrou em mim e sua rola encostou na minha, ela soltou as m�os e disse "� que gostoso" pegou meu pau e colocou dentro da pele do pau dela e ficou batendo uma punheta para os dois com uma s� m�o e ficamos nos beijando, meu pau se acendeu de novo, n�o com a mesma for�a e percebi que o dela tamb�m ent�o ela me falou "Nossa, � a segunda vez que eu consigo ficar de pau duro depois de gozar" eu fiquei um pouco decepcionado por eu ter sido sua segunda vez, e ela disse "A Primeira foi hoje depois do filme" e eu sorri para ela e disse "Eu tamb�m n�o costumo ficar assim � dif�cil". Ela ficou nos punhetando e ficamos conversando.
Ela disse "Agora eu considero que a gente fez amor de verdade, sem frescura e sem segredos" eu sorri e disse "Isso foi muito bom" ela perguntou, "Mas e a�, vai me deixar comer voc� tamb�m?" eu ficaria irritado com o teor da pergunta, mas ela usou o jeito moleca para falar e eu fico desarmado diante desse dengo e disse "Vamos com calma ta, isso tudo � muito novo pra mim" e ela falou "Pode deixar, voc� tem todo o tempo do universo, se um dia quiser, � s� me avisar, eu vou por com tanto carinho" me beijou "tanto carinho" me beijou de novo "tanto carinho" me deu um beijo molhado na boca e continuou " que voc� vai adorar, eu prometo" eu disse "Bem, vou pensar" ela disse "Deixa comigo" e riu. Falamos sobre trivialidades e ficamos abra�ados o tempo todo acariciando um o corpo do outro ent�o ela me perguntou "Voc� transou com a Ana Paula mesmo? fala a verdade" e eu disse "N�o, n�o transamos" ela disse "Ai, fiquei preocupada, teria nojo de voc�" e riu, eu ri junto e completou "Mas j� transou com alguma irm� minha?" eu ponderei demais na resposta e disse "Transar, n�o" ela disse em tom alto "Eu sabia" e abaixou o tom "Eu sabia, voc� ja deu uns malhos em algu�m, foi na �rika n�? eu tenho certeza" eu olhei para ela, torci a cabe�a e disse "O que te faz ter certeza?" e ela disse indignada "Intui��o feminina baby" e eu disse "Dani, tecnicamente voc� � homem" e ela disse "Horm�nios, voc� n�o entende nada, fica quieto" e pegou no meu pau de novo. Nesse momento sentimos uma presen�a e olhamos para a beira da piscina e l� estava a T�ta que disse "P� gente, voc�s v�o diluir ai na piscina, vem tomar caf� eu passei um quentinho pra gente agora" olhamos para ela e ela olhou para a Dani e disse "Tia, pelo seu sorriso e pelo fato da roupa de voc�s estarem aqui fora eu nem vou perguntar se voc�s se entenderam e saiu para a cozinha arrastando os p�s com a express�o de muito sono ent�o eu gritei "T�ta, que horas s�o" e ela gritou de volta "Oito e quarenta e dois Tio".
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Ol� pessoas, obrigado por acompanharem a hist�ria, aqui eu creio que fecho um arco, o da revela��o da Dani. Se tiverem alguma coisa para falar comigo deixem um coment�rio ou me enviem um e-mail [email protected] receberei todos os coment�rios de bom grado.
Obrigado a todos

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