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ATRAV�S DAS SALAS DE BATE-PAPO COMI... - 2� PARTE

Na parte anterior eu e a minha diva Flor-de-Lis, dan��vamos gostoso, ao som de uma melodia suave, com o meu cacete entre suas coxas, ro�ando duro de tes�o na portinha da sua xaninha molhada, ela gemendo e rebolando, procurava uma melhor maneira de sent�-lo na sua grutinha desejada e sedenta por sexo.



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...Continuamos nossa dan�a suave, com o meu cacete entre suas coxas, ro�ando sua xoxotinha quentinha e molhada. Ela sussurrava manhosa nos meus ouvidos, gemidinhos de pura excita��o.



- Hhhuuuuuuuuuuummmmmmmmmm, del�ciaaaaaaaa!



- Voc� � gostoso demaaaaaaaaaiiiiissss!



Aquelas palavras eram um est�mulo a mais. Eu estava em �xtase absoluto. Enfiava minha l�ngua nas suas orelhas com sofreguid�o. Ela se arrepiava toda. Podia-se notar atrav�s dos seus suspiros longos. E assim, cada vez mais ela empurrava o seu quadril de encontro ao meu, parecendo que procurava uma melhor posi��o para sentir pelo menos a cabe�a do meu caralho entrando um pouquinho na portinha da sua bucetinha que babava copiosamente. Em alguns momentos levantava um pouco uma das pernas e contorcia o corpo, procurando ansiosa um jeito mais apropriado para sent�-lo por inteiro.



Sabendo do seu tes�o incontido, fui me abaixando o rosto at� alcan�ar os seus peitos, duros e quentes, com os bicos tesos olhando e apontando para o c�u, como que agradecendo aquele momento. Depois de muitos beijos, chupadinhas e mordiscadinhas naqueles biquinhos rosados, abocanhei pra valer. Ela suspirava feito uma louca no cio, esquecida de tudo que relacionava à sua condi��o de mulher que tra�a naquele instante o seu marido. O seu mundo n�o era de fantasia, era real e cheio de magn�fica sensa��o de prazer. Pra mim n�o existia nada melhor. O mundo, o tempo era todo nosso... S� nosso!



Sentindo sua respira��o acelerada, pedindo algo mais; pedindo que n�o parasse por ali, coloquei-a deitada na cama e comecei a chup�-la por inteira. S� se ouvia seus gemidos longos. Aaahhhhhhhhhh! Hhhuuuuuuuummmmmmm! Maravilhaaaaaaaaaaaaaaa! Estava entregue como se nunca havia sentio algo semelhante.



Voltei novamente aos seus l�bios e a beijei com vol�pia, recome�ando tudo novamente, aquele caminhar l�nguido de minha l�ngua pelo seu corpo at� chagar à sua xaninha quente. Ela retorcia na cama como uma serpente em areia quente. Tremia o corpo inteirinho. Aquilo era o m�ximo pra mim. Primeiro porque estava satisfazendo realmente uma mulher desejosa que o mundo se acabasse em sexo, e por fim porque ela era uma diva perfeita do encanto, era sensacional, uma fant�stica rainha do prazer. Com minhas peneta��es de l�ngua na sua grutinha molhada, ela gemia em tom alto... Pra ela n�o existia nada nesse mundo, sen�o n�s dois e toda aquela sensa��o de entrega absoluta. Seu tes�o estava t�o envolvente que j� podia notar que ela iria gozar a qualquer momento na minha boca. E n�o deu outra. De repente ela come�ou a dar espasmos de loucura. Contorcia o corpo, apertava minha cabe�a contra sua xoxotinha, gritava e dizia palavras de carinho meio desconexas, at� se desfaler totalmente em haustos de cansa�o e prazer. Gozou magnificamente linda, enchendo minha boca com o seu n�ctar saboroso.



Como t�nhamos toda à tarde s� pra n�s; para aquele momento de pura entrega, n�o tive pressa. Aproximei-me novamente da sua xoxotinha, com a respira��o acelerada e o calor do meu h�lito. Novamente ela pegou a minha cabe�a e segurou com for�a na dire��o da sua grutinha molhada de escorrer. Eu chupava com toda tara poss�vel e imposs�vel, fazendo-a movimentar-se como se fosse uma dan�a do ventre. Cada penetrada que fazia com a l�ngua os gemidos ficavam cada vez mais altos.



- Hhuuuummmmmm querido, voc� vai acabar comigo hoje. Ainda n�o tinha feito nada igual!



- Mexe gostoso com essa l�ngua tesa e macia! Vai fundo, est� uma del�cia. Muito booooommmmm! Muito gostooooooooso!



- Jamais vou esquecer este momento!



- Sua l�ngua est� me dando um banho e prazer. Continua que j� n�o aguento maissssssss, vou gozar de noooooovvvoooo!



Nesse momento s� senti ela segurando com for�a minha cabe�a contra sua bucetinha e sentir seu corpo tremendo novamente com mais intensidade e gozou. Tomei todo o seu caldinho doce e cheiroso. Cheiro de sexo, cheiro de Flor-de-Lis.



Voltei a beij�-la na boca para que pudesse sentir do seu pr�prio gosto. O sabor da sua xoxotinha. Em seguida se esparramou na cama totalmente entregue e realizada.



Mas ela queria mais, queria tudo. E eu tamb�m s� estava come�ando. Tinha todo tempo e seria preenchido de sexo intensivo e arrebatador.



Deitado de barriga pra cima, ela come�ou a fazer sua parte, mostrar suas habilidades. Beijava-me o corpo inteiro. Quando chegou ao meu pau, deitou a cabe�a pr�ximo dele, olhando-o com desejo. Contemplava sua cabe�a avermelhada, melando aquele l�quido viscosos do tes�o, com suas veias grossas pulsando alucinadamente em toda sua extens�o. Esnobando virilidade, riste e duro como o a�o.



Ent�o ela come�ou a brincar com ele. Com uma das m�os mexia calmamente, num vai-e-vem delicioso, arrega�ava a pele que o envolvia. Dava pra sentir sua respira��o de prazer junto a ele. Foi quando n�o aguentando mais abocanhou-o todo. Percebia-se ele batendo na sua garganta. Enquanto chupava, brincava com as minhas bolas, co�ava os meus test�culos com carinho, o meu dep�sito de s�men, de porra. Parecia que o mundo em que est�vamos, era o para�so do sexo. De tanto chupar, engolir todo, sugar, chegou a minha vez de gozar. AAaaahhhhhh! IIuuuuppppiii! Foi tanta porra que ela teve que engolir por etapas. Continuou chupando at� limpar todo o l�quido espesso do n�ctar da procria��o.



Procuramos dar um tempinho trocando car�cias, mas, sem que eu menos esperasse, estava de pau duro novamente. At� me admirei. Ela sentou sobre ele engolindo-o todo com sua xaninha quente. Primeiramente foi enterrando devarinho at� ele desaparecer nas suas entranhas, n�o deixando sobrar nada. Mexendo freneticamente e gemendo alto para quem quisesse ouvir. Eu segurava extasiado seus peitos que tremulavam na minha frente. Peitos leg�timos de f�brica.



- Querido, este dia � �nico! - Dizia com a voz falhando de prazer.



- Nunca fiz nada igual! Voc� � gostoso demaaaaaiiiiissss!



- Me come gostoso querido!



- Voc� tem um pau gostoso demaaaaiiiiiisssssss!



- Ele � todo meu. S� meu! Quero-o sempre, toda hora!



Ouvindo aquela voz doce e sedenta, resolvi partir para algo diferente antes de gozar novamente. Sen�o ter�amos que esperar um bom tempo de recupera��o, e eu queria aproveitar o m�ximo poss�vel aquele momento. Virei ela de bru�os e comecei a pincelar a entrada da sua xoxotinha super molhada. Fazia que colocava e tirava s� de sacanagem, deixando-a enlouquecida, querendo que eu partisse logo para os finalmentes. Queria ter ele todo enfiado dentro dela. Estava maluca, nem parecia que havia gozado h� poucos minutos.



Olhando aquela bundona lizinha e deliciosa, abri suas n�degas e contemplei aquele cuzinho roxo, pedindo-me pra ter compaix�o dele. Passei a l�ngua para que ficasse molhadinho e comecei a dar boas pinceladas nele tamb�m.



- Amor, voc� n�o vai fazer o que estou pensando, n�?



Apenas dei um risinho, sem que percebesse. Ela queria n�o acreditar no que estava acontecendo, mas de certa forma sabia que o seu cuzinho iria ser preenchido por um cacete grosso que n�o desistiria jamais de seus objetivos.



- Vai doer. Nem com o meu marido que tem um pinto mais fino e menor eu deixo. N�o fa�a isto meu bem, n�o vou aguentar. Seu caralho � grosso demais. Vai me rasgar toda!



Eu fazia que n�o escutava, tinha que comer aquele cuzinho, tinha que ser o primeiro. Fui conversando com ela, tentando acalm�-la. Na medida em que falava fui penetrando devagarinho. Quando a cabe�a passou, ela se contraiu toda e gemeu de dor. Mas n�o desistia. Estava definitivamente determinada a aguentar as consequ�ncias.



- Hhhuuuuuummmmmm! Devagar querido, doi muito. Voc� n�o tem um pau, isto � uma tromba. Por favor, n�o continua, voc� j� conseguiu o bastante!



Enquanto ela pedia para n�o ir em frente eu empurrava t�o devagar que quando ela menos esperou j� estava com ele pela metade dentro dela. Dei um beijo e uma mordidinha no seu pesco�o, naquele momento empurrei tudo. Ela deu um Aaaaiiiiiii! E disse-me:



- Voc� me arrombou amor! Seu pinto e muito grosso, como p�de caber! Aaaahhhhhhhhh!



Em seguida me pediu pra esperar um pouquinho, at� se acostumar.



- Agora pode mexer com vontade querido. J� n�o tem volta. Voc� acabou com as pregas do meu cuzinho. Estou sentindo suas bolas batendo na minha xaninha.



N�o precisava nem avisar ou autorizar. Comecei a bombar com for�a. Era sexo selvagem, parecia um cavalo garanh�o possuindo uma potrinha iniciante. Ela gemia e pedia pra n�o parar. Com sua m�o come�ou a bolinar o seu clit�ris e empurrar sua bunda contra o meu pau com toda for�a. Ela estava com tanto tes�o que socava e empurrava sem d�. Durante uns cinco minutos de pura penetra��o no seu rab�o de prazer, gozamos como cachoeira. Ela n�o parava de dizer:



- � a coisa mais gostosa que j� fiz. � maravilhoso querido! Se pudesse voc� ficaria a� mesmo!



Voc� j� reparou no rosto de uma mulher que acabou de gozar intensamente? � diferente. Parece que ela n�o est� acreditando no que aconteceu, ou acontecia. Seu olhar � s� brilho, parece que se encontra em outra esfera. Custa a perceber que � verdadeira a sintonia de prazer consumado. E que continua habitando realmente este nosso planeta. Elas ficam lindas!



Quando tirei o meu pau ainda meio duro, pude perceber aquele monte de porra brotando do seu cuzinho arrega�ado. Nesta altura ela j� n�o fazia mais nada, estava exausta na cama, suspirando de satisfa��o. Continuamos todo o restante da tarde fazendo amor, repetindo cada detalhe com total entrega, parecendo que era a primeira vez. Infelizmente t�nhamos que ir embora. Ela tinha hor�rio, tinha uma fam�lia pra cuidar. Por�m, combinamos nos encontrar no dia seguinte no mesmo hor�rio e mesmo lugar.



Nossa aventura de sexo continua. Voc� vai ficar sabendo como foi sua noite junto do marido, se lembrando de mim, � claro! Seu cuzinho ardia, mas se sentia realizada e pronta pra recome�ar tudo novamente. Estes acontecimentos que contarei a seguir foram fornecidos por ela mesma, fazendo quest�o que eu soubesse de tudo.



N�o deixe de conferir na continua��o o final desta nossa saga de sexo... Lembrando-se que tudo aqui narrado � realmente verdadeiro e nem poderia ser fic��o.

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