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CORNO � UMA QUEST�O DE OPORTUNIDADE

Sou casado com uma jovem e linda mulher, clara de olhos azuis e quase 20 anos mais nova do que eu. Pratica v�rias modalidades esportivas e tem um corpo atl�tico de dar invejas na maiorias. Ela � muito ativa e logicamente n�o tenho pique e idade para acompanh�-la, consequentemente j� come�ara a aceitar a id�ia de que mais cedo ou mais tarde com absoluta certeza seria corno. Mas como diz a sabedoria popular, melhor � comer e compartilhar um delicioso fil� que comer m�sculos sozinho.

No in�cio do nosso casamento, no calor da excita��o de nossas transas, falava no seu ouvido, enquanto a penetrava que voc� � muito gostosa e linda, e perguntava se tinha muitas pessoas que ela conhecia querendo com�-la, se ela j� tinha dado para alguns deles, ou se estava interessada em dar para algu�m. Ela, extremamente excitada e gemendo, respondia que tinha muita gente dando em cima dela e que ainda n�o tinha tido coragem de dar para nenhum deles, mais que a vontade era muito grande de conhecer um pau grande, pois o meu � muito pequeno e n�o a satisfaz, antes mesmo de acabar de colocar j� estou gozando. Sim, � verdade, tenho um pinto pequeno e fino, quanto em estado de ere��o n�o chega aos 19 cm e ainda por cima tenho ejacula��es precoces e nunca consigo faz�-la gozar.

Eu passava grande parte da noite pensando no que poderia acontecer. Imaginar minha jovem e linda esposa transando com um cara bem dotado e isso me deixava excitad�ssimo e ao mesmo tempo enciumado. Do jeito que ela andava fogosa ia gozar como nunca.

Sempre ficava pensando no que poderia acontecer. Ser� que o algu�m est� dando em cima dela mesmo? Ela teria mesmo coragem de ficar com um desconhecido? Acho que n�o, essa conversa � inventada para me deixar louco de tes�o, ela adora fazer isso comigo. E se for verdade. Mas no fundo eu estava louco que ela desse para outro e me contasse tudo numa transa gostosa. Ficava horas imaginado minha esposinha chupando um pau grosso e duro e ele gozando na sua boquinha, hora ele a penetrando e a beijando na boca, hora ele com dois dedos na sua bucetinha molhadinha e chupando seu peitinho durinho, hora ele esporrando e inundando sua bucetinha, hora colocando o pau no seu cuzinho ainda virgem. Ficava imaginando como eu reagiria se isso acontecesse. Pela primeira vez depois de casada, viajou sem a minha companhia. Pois como estava trabalhando n�o podia acompanh�-la. O motivo seria fazer compras para o final de ano e visitar suas irm�s que moravam na capital. A noitinha ela chegou alegando que estava chovendo muito e n�o foi poss�vel comprar nada, tinha apenas visitados as irm�s mas que voltaria quando o tempo melhorasse. Mas notei algo estranho havia acontecido com ela, estava com o semblante deslumbrante e irradiante de tanta felicidade, falava sem nexo e ofegantemente mudando de assunto constantemente sem terminar e quando eu a tocava se assustava com facilidade. Pouco depois que chegou foi para o banheiro e nem me esperou dizendo que estava afim de um banho. Eu fui logo depois que ela j� estava no chuveiro e notei o seu semblante que ela sentia uma ard�ncia quando lavava as partes �ntimas. Ela sempre raspa da sua xoxota, mas isso j� tinha acontecido alguns dias atr�s. T�o logo que ela saiu, fiquei sozinho no banheiro e quando fui colocar minhas roupas na cesta para lavar vi a sua calcinha que usara na viagem. Era branca com rendinha, muito sex, foi ent�o que percebi uma pequena macha de sangue, estranhei, pois sua menstrua��o tinha terminado a uma semana atr�s, mas n�o falei nada, apenas fiquei excitado. Quando fomos pra cama, tentei fazer amor mas ela relutou dizendo estar cansada, mas por fim cedeu. Foi a� ent�o a minha grande surpresa, sua xoxota estava incrivelmente dilatada e o meu pinto entrou com uma facilidade inacredit�vel e ent�o foi ai que fiquei desconfiado que pudesse ter acontecido o que mais temia, mas n�o comentei e nem perguntei nada, pois ela estava muito feliz. Foi ent�o que ela, com uma voz tr�mula disse ter uma coisa muito importante para me contar e n�o sabia como eu reagiria. Eu disse, pode falar, sempre houve compreens�o entre n�s. Ent�o ela disse, _Voc� sempre me pergunta se estivesse interessada em dar para algu�m e se rolasse uma oportunidade deveria aproveitar, na condi��o de te falar tudo, bem conheci algu�m que estou afim, o que me diz. Posso mesmo? Voc� n�o vai brigar comigo? Respondi _Se � o que voc� realmente deseja, sim, est� liberada, sem constrangimento, pode meter com ele, pode fazer tudo o que voc� quiser e me conta depois, como foi, detalhe por detalhe, imaginando que ela n�o teria coragem. Ent�o ela disse: _Amor voc� n�o imagina o quanto fico feliz em me dizer tudo isso, pois foi exatamente isso que me aconteceu hoje. A princ�pio eu senti um imenso calor, fiquei em transe, enciumado mas por incr�vel que pare�a, n�o a incriminei. Afinal eu a incentivara v�rias vezes e no fundo era o meu desejo, que ela tivesse uma nova experi�ncia, conhecesse algu�m com um pinto maior e agora deveria trat�-la com muito carinho, compreens�o e apoio pelo que ela fizera. E ent�o ela come�ou a narrar a sua aventura. _N�o sei se voc� notou que quando tomava banho eu sentia que a minha xoxota ardia. Isso foi consequ�ncia do enorme cacete que foi introduzido na minha buceta. Estava amea�ando chover e eu precisava alcan�ar um ponto de �nibus e foi quando come�ou a chover. Procurei abrigar-me debaixo de um viaduto. Eu sabia que n�o ficaria muito tempo à espera que algu�m me oferecesse ajuda, foi ent�o que um cavalheiro muito simp�tico, com o nome de AYR, parou o carro e ofereceu para levar ao meu destino. Nas circunst�ncias que me encontrava n�o estava em condi��es de recusar. Ele procurou saber onde eu estava indo. Disse que aguardava um �nibus que me levasse a um shopping do outro lado da cidade e prontamente ele me prop�s levar at� ao mesmo. Fiquei agradecida. No itiner�rio me prop�s parar em algum lugar discreto e aconchegante onde pud�ssemos conhecer melhor e tomar alguma coisa. Concordei, estava chovendo muito e eu j� n�o tinha mais motiva��es para compras. Foi ent�o que para minha surpresa ele entrou no Motel Playboy, que fica pr�ximo ao BH Shooping. A principio relutei, mas ele foi delicado e diz que n�o faria nada que eu n�o quisesse. No quarto solicitou bebidas e ligou a TV que passava um filme porn�. Disse que eu poderia ficar a vontade e se quisesses poderia tomar um banho de hidromassagem . Enquanto isso ele despiu e foi para o chuveiro. Quando vi aquele mastro maravilhoso, duro e que eu poderia pegar com duas m�os e ainda sobrava cassete, eu fiquei com um tes�o de perder a raz�o e um calor invadiu o meu corpo, n�o resisti. Tirei a roupa o mais depressa poss�vel e entrei tamb�m no chuveiro. Comecei acariciar aquela monstruosidade maravilhosa e queria sentir preenchida o mais r�pido poss�vel. Imaginei que n�o caberia na minha xoxotinha, acredito que tinha para mais de 20 x 5 cm. Fomos para a cama e eu com buceta toda encharcada n�o via a hora de sentir tudo aquilo dentro de mim.. Ap�s mais umas boas chupada ele colocou a camisinha Aos poucos e devagar ele come�ou a tentar introduzir todo aquela maravilha dentro de mim. Eu suava, meu corpo queimava, minha buceta latejava de tes�o e sentia que estava me rasgando. Ele gemia e eu sentia a minha buceta quente e umedecida que j� n�o aguentava mais a espera de sentir a introdu��o daquele imenso cacete. Ent�o ele deitou virado para cima e eu sentei em cima do seu enorme cacete. Estava toda molhada mais mesmo assim jamais tinha sido introduzida por membro t�o grande pois at� ent�o n�o conhecia outro que n�o fosse o seu meu amor. Parecia um cavalo, pouco a pouco fui sentindo a introdu��o que ardia e sentia que estava rasgando e at� sangrando, mas o prazer era maior que a dor. A pouco a minha buceta foi moldando conforme o tamanho recebido e ai foi s� prazer. Um prazer alucinante e indescrit�vel. Senti que essa era primeira vez que eu transava e na verdade era. Sentira um gozo intenso, algo indescrit�vel, eu queira mais e mais, coisa que n�o tinha acontecido at� ent�o. Foi uma experi�ncia alucinante e pela primeira vez gozei de verdade e conheci o verdadeiro orgasmo. Depois saciada e ele um verdadeiro garanh�o fomos para a banheira de hidromassagem. Ap�s uma hora de banho e car�cias eu queria mais e ele tamb�m e novamente fiquei alucinada com tamanho gozo. Ele me levou a loucura e hoje eu conheci o para�so.. Foi um dia maravilhoso e inesquec�vel que jamais esquecerei. Depois desse �xtase quem pensaria fazer compra, ele me levou para a rodovi�ria e nos despedimos; n�o antes de trocar telefone para outros poss�veis encontros e claro que voc� n�o vai n�o vai me privar de novos prazeres. Quem diria, eu uma mulher recatada passei a depravada. Depois da narrativa da minha esposa, fiquei sem palavras. Mas o que falar se ela estava muito linda e ainda mais graciosa e muito feliz. Dias depois ela retornou à capital para concretizar as compras. E à noite recebi seu telefonema dizendo que ficaria na casa de uma das irm�s e s� voltaria no dia seguinte, pois ainda n�o tinha conseguido tudo que gostaria. Suas irm�s n�o tinham telefone para que pudesse confirmar a sua estada. No dia seguinte chegou à noitinha, com bastantes coisas e mais irradiante do que nunca e com uma felicidade indescrit�vel. E nesta noite n�o fizemos sexo, pois alegara estar muito cansada, afinal os dois dias foram intenso. Logo imaginei que ela passara uma noite alucinante com outro. A minha desconfian�a e suspeita ficou ainda mais forte quando fomos passar o ano novo na casa de uma das suas irm�s e elas disseram que t�nhamos sumido. Mas o que importa? Se ela est� feliz, eu tamb�m estou. Hoje vivemos em grande harmonia e ela n�o perde uma boa oportunidade de ser feliz, e at� j� me acostumei com a id�ia de ser corno. � o que sempre digo: Antes um corno feliz que um mach�o estressado.

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