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O CARTEIRO, O ANJINHO E A CHUVA .

Tenho 45 anos, solteiro, bem atraente, pernas grossas, rosto bonito, bunda torneada, e sei que disperto o interesse tanto em homens como em mulheres . Hoje quando observo fotos de minha infancia entendo porque os garotos mais velhos e homens da �poca mexiam comigo dizendo que tinha uma bundinha gostosa e chegavam a oferecer dinheiro e coisas em troca daquilo que eu n�o conhecia e achava indecente. Quando tinha 19 anos, convivia bem com toda a vizinhan�a, frequentava a igreja do bairro e sempre na festas era vestido de anjinho, para as cerimonias . Muito querido pelos amigos da minha idade e "agora sei" desejado pelos mais velhos.O carteiro da minha rua , na �poca com seus 25 anos, corpo troncudo, olhos apertados, pernas grossas, 170 m com pelos pelo bra�o, boca carnuda, bunda saliente, chamava a aten��o da mulherada ( at� minha m�e ) que comentavam ser ele um peda�o de mal caminho. Comigo sempre brincalh�o, e sempre se dirigia à mim como meu anjinho . Cheguei à acostumar com este apelido e no meu intimo at� gostava de ser tratado daquela forma t�o carinhosa . Quando os outros meninos, mexiam ou faziam propostas, achava indecoroso e at� ficava com raiva . Com o Rubens (carteiro) era diferente pois jamais passara disso, acopanhado de um lindo sorriso, saido saqueles labios carnudos, olhos apertados, ligeiramente esverdeados, que dava uma piscadela quando entregava as cartas na minha m�o . Certa tarde, eu voltando da escola, ja era quase final do ano, sempre eramos dispensados mais cedo depois de alguma prova, ou quando faltava algum professor, me lembro que estava armando um verdadeiro temporal . No caminho de casa com passo apertado para antes da chuva, recebendo os primeiros pingos d"agua, ouvi uma voz que saia da sacada de uma casa abandonada, dizendo assim: hei! Anjinho, venha aqui , fique comigo, espere a chuva passar . Confesso que senti certo alivio quando vislumbrei aquele rosto lindo, e as palavras que saiam entre dentes alvos, perfeitos e quase que num sussuro insistia, venha, eu fico com voc� at� a chuva passar . sentindo um misto de alegria ou sei l� o que, me dirigi at� a sacada, no momento emque o temporal desabou, fui acolhido com um toque no ombro, era pouco mais baixo que meu protetor, mas o sentia gigante, tamanho o carinho e amizade que tinha pelo carteiro . O temporal caia acompanhado de forte ventania, qundo senti sua m�o quente me puxar pela cintura, e falando baixinho no meu ouvido, disse venha para este canto da parde ou voc� se molha . O calor e o h�lito doce sussurrando em meu ouvido me fez sentir as pernas moles, fui obedecendo a pouca for�a que puxava perto dàquele corpo quente e macio . estava me sentindo protejido . trov�es e relampagos cortavam o c�u e a cada estrondo ele me apertava junto ao corpo e por um momento n�o quis que a chuva parasse t�o cedo . Sussurros me perguntavam se estava com medo, na minha afirmativa ele me abra�ou por tr�s e senti pela primeira vez o contato de um corpo de homem, que ao mesmo tempo que me oferecia seguran�a me despertava frio na barriga e certa zonzeira. Depois de um novo trov�o, o roto quente do meu protetor se aproximou do meu, abra�adinho que estava, pude obdervar sua bca carnuda dizendo, n�o tenha medo meu anjinho, vou te protejer, ao mesmo tempo que a saliencia de seu penis ja era notada na minha bundinha roli�a e virgem, � cada aperto sentia a cabe�a girar, meu pintinho ficou duro e contraia e sem conseguir disfar�ar contraia minha bundinha, o que ele percebeu e sorrateiramente fez com que ele deslizasse a m�o da cintura at� meu quadril, que provocou em mim um estremecimento e mais uma contra��o, no momento em que com outra m�o levantou minha camisa, deslizou pela minha barriguinha, e com muita habilidade abriu o bot�o de minha cal�a . N�o conseguia sequer respirar, e senti sua lingua quente penetrando meu ouvido, dizendo coisas que nem coseguia decifrar, abaixando minhas cal�as, deslizou suavemente a m�o pelas curvas da minha bundinha que ja apertava mesmo sem eu querer, contra seus dedos que percorria, meu reguinho . Quase sem folego, fui tomado pelo contato de seus l�bios junto aos meus, sua pele carnuda, sua lingua quente e macia, enquanto sua cal�a caia junto com a minha e podia sentir o ro�ar dos pelos daquelas pernas lindas, que apertavam meu corpo, como uma presa. De s�bito senti o toque de um penis grosso e macio e num misto de medo e curiosidade, toquei com a m�o, algo de uns 20 cm, e com mutio jeito ele desviou qualquer movimento contr�rio que minha m�o pudesse provocar e dizendo baixinho, repetiu n�o tenha medo anjinho, foi tocando meu cuzinho com o dedo e com o outro ia umedecendo a entrada e com seu penis ja cheio de saliva foi tentando o que parecia imposs�vel . Minhas pernas ficaram ainda mais bambas, e meu corpo quase que sustentado por aquele que sentia ser o meu homem, ficou mais relaxado e deixei que penetrasse com um dedo e depois outro e mais outro, quando jeitosamente, fechou minha boca com uma m�o e com a outra direcionou o pau com jeito e certeiramente que me penetrou de uma s� vez, com o grito abafado, sentia vontade de chorar, ele me dizendo relaxa anjinho sei que vocè vai gostar, tirando e colocando lentamente seu pinto no meu cuzinho que ardia, me apertando pela cintura, eu sentindo sua carne macia me invadindo, minha bunda arrepidada, sua lingua que invadia minha boca, num movimento de vai e vem encheu o anjinho de porra e o anjino tamb�m gozou pela rpimeira vez na vida. Depois vou contar como carteiro chupou o c� do anjinho, ensinou o anjinho à chupar e deitados na cama de minha m�e em casa por mitas e muitas terdes o carteiro, encorajou o anjinho a dar para outros moleques maiores e a n�o resistir ao convite dos homens .

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