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CHANTAGEADA PELO SOGRO.

Por ter sido uma menina pobre e morando num bairro muito pobre, um dia resolvi que poderia ter uma vida bem melhor pra mim. Por todos dizerem que eu era muito bonita e que tinha um lindo corpo, achei que podia usar esses meus atributos pra mudar meu destino. Estudiosa, tinha um namoradinho aqui e outro ali, mas nunca deixava nenhum deles ultrapassar dos limites... S� permitia m�o naquilo e aquilo na m�o; boca naquilo (adorava chupar) e s� um � que deixei colocar na minha bundinha. Entrei pra faculdade com 19 anos e ainda virgem (pelo menos na xoxota). Foi na faculdade que conheci o Gabriel (21 anos); filho de um pequeno fazendeiro da cidade que logo se apaixonou por mim. Sendo Gabriel um dos bons partidos; para as meninas solteiras, resolvi dar um pouquinho de confian�a pra ele. Come�amos a namorar e logo que ele soube que eu era virgem foi me pedindo em casamento. Meu sogro era um homem bastante rude; acostumado com cavalos e vacas, tamb�m ficou todo encantando ao saber que eu era uma menina ainda pura... O viado do Gabriel contou pro pai pra poder convenc�-lo a deixar se casar comigo. Est�vamos come�ando os preparativos pro casamento, que ia ser na fazenda com toda pompa de uma grande festa; quando sozinha com meu sogro ele veio me perguntando se eu conhecia um tal de Louren�o; filho de Dona Berenice... Fiquei tr�mula na hora; pois Louren�o foi o tal (o �nico) que eu tinha deixado comer minha bundinha. Mas, procurando me controlar; j� que era quase imposs�vel dele saber o que tinha acontecido entre eu e Louren�o, resolvi falar o que achei que ele podia ter descoberto:rn- Ah! Tive um r�pido namorico com ele; nada s�rio!rn- Nada s�rio mesmo? N�o foi isso que fiquei sabendo!rnNovamente tive que me controlar pra n�o demonstrar meu nervosismo:rn- Por qu�? Algu�m andou fazendo alguma fofoca com meu nome?rnFoi quando ele; com aquele seu jeito de mandar na vida das pessoas, simplesmente falou que tinha investigado minha vida e descoberto que andei namorando com v�rios rapazes e que n�o era t�o pura como me fazia parecer:rn- Mas! Mas Sr. Hugo; juro que sou virgem como o Gabriel falou pro Sr.!rnEle sempre muito s�rio, n�o hesitou um instante pra me dizer que algu�m lhe contou que tinha me visto atr�s da igreja dando pro Louren�o. Tentei dizer que era mentira, que tudo devia ser ci�mes de algu�m quando ele me falou que a pessoa era uma senhora j� de idade e que n�o tinha motivo nenhum pra mentir pra ele. Com medo de ver minha oportunidade de ser algu�m na vida ir pro �gua abaixo; resolvi:rn- Juro! Juro pelo que h� de mais sagrado que ainda sou virgem; mas foi uma �nica vez (menti - foram v�rias vezes) que deixei esse tal de Louren�o fazer sexo na minha bunda... Pode acreditar em mim Sr. Hugo!rnEle sem se importar com meu desespero; segurou-me pelos ombros me obrigando a olhar fixamente pra ele:rn- Vou ter que ter certeza que voc� ainda � virgem!rn- Como Sr. Hugo; vai querer me levar em algum m�dico?rn- N�o! Eu mesmo; j� estou acostumado em ver se uma �gua j� levou pica ou n�o!...rnQuase tive um enfarto; mas se era pra garantir meu casamento com o Gabriel, respirei fundo:rn- Tudo bem Sr. Hugo! Mas o Sr. vai prometer que vou continuar virgem pro seu filho!rn-Isso eu prometo! rnEle me entregando uma chave me fez ir at� uma pequena casa afastada da casa grande e ficar esperando por ele; recomendando:rn- S� n�o deixe ningu�m te ver entrando l�; hein?rnMuito abalada com aquilo tudo, mas resolvida garantir meu futuro, fui andando como se estivesse apreciando algumas flores e me esgueirei por entre algumas arvores at� chegar na tal casa. Dez minutos chegou o Sr. Hugo que foi me fazendo subir sobre uma mesa abandonada; mas limpa, ordenando que tirasse minha bermuda. Constrangida, tirei e fiquei s� de calcinha. Ele me obrigando a deitar rapidamente tirou minha calcinha e me fez ficar com as pernas arqueadas. Quando senti seus dedos abrindo meus l�bios vaginais senti um tremor se apoderar do meu corpo... Ele descaradamente com a cara entre minhas pernas passando a ponta do dedo na entrada da vagina:rn- Hummmm... Pelo que estou vendo voc� est� falando a verdade; n�o � que voc� � virgem mesmo?rn- T� vendo Sr. Hugo... Nunca me entreguei pra homem nenhum!rnFoi quando senti seu dedo molhado com meu liquido vaginal entrando no meu rabo. Tentei me afastar, mas ele segurando uma das minhas coxas:rn- Mas j� deu o cuzinho; n�o foi?rn- Mas! Mas foi uma vez s� Sr. Hugo!rnEle empurrando todo seu dedo pra dentro e mexendo com ele dentro de mim:rn- N�o precisa ficar com medo Vit�ria; n�o vou impedir que voc� se case com meu filho... Mas s� que voc� vai ter que ser boazinha pra mim!rnQuando vi que ele tirou o dedo do meu rabo e foi desabotoando as cal�as:rn- Voc� prometeu que ia me deixar virgem Sr. Hugo!rnEle acabando de botar um pau de uns 22 cms pra fora das cal�as:rn- E vai continuar virgem... Mas vai ter que dar o cuzinho pra mim!rnEu olhando pro baita pauz�o daquele homem de 60 anos e quase dois metros de altura:rn- Por favor Sr. Hugo; desde quando comecei a namorar o Gabriel que sou fiel a ele!rnEle me fazendo descer da mesa pra ficar com minha barriga apoiada e com minha bunda exposta pra ele:rn- Ningu�m vai precisar ficar sabendo que comi seu cuzinho... Deixa; que al�m do Gabriel, eu vou ser seu protetor; combinado?rnN�o entendi direito sobre ele ser meu protetor; mas n�o podia ser uma coisa ruim:rn- Ent�o t� Sr. Hugo... Mas cuidado pra n�o me machucar!rnEle lambuzou a cabe�a do seu pinto com bastante saliva e veio empurrando aquela tora no meu �nus... O pior � que adorei sentir aquela coisa enorme entrando pra dentro da minha bunda; mas fingindo:rn- Ai! Ai! Devagar Sr. Hugo! Devagar!...rnEle enfiando os 22 cms e come�ando a bombar forte:rn- Diz que est� gostando do meu pau no seu c�; diz!rn- Hummm! Hummm! Estou! Estou sim!...rnEle com suas enormes m�os segurando minha cintura e dando violentas socadas:rn- Voc�s mulheres s�o todas safadas... Vou comer esse seu cuzinho sempre; tudo bem?rnEu tendo pela primeira vez um orgasmo, levando pau na bunda:rn- Tudo bem Sr. Hugo; mas vamos ter que ter muito cuidado!rnMeu sogro socando e dando algumas palmadas na minha bunda:rn- Cachorra, vagabunda gostosa, voc� vai ter que andar na linha comigo e com meu filho; se n�o, vou te arrebentar de pancada!rnEra minha primeira vez com um pau sendo socado no meu c� e ainda levando tapas na bunda... Adorei ser praticamente violentada por aquele homem bruto. rnTive que dar a bunda pro meu sogro mais duas vezes antes do meu casamento. Mas foi voltando com ele; da cidade pra fazenda, que ele aproveitando o longo caminho de terra parou a caminhonete e foi tirando seu pau pra fora das cal�as. Fiquei olhando aquela coisa ir ficando rapidamente dura:rn- Aqui � perigoso Sr. Hugo; vamos esperar chegar na fazenda!rnEle autorit�rio:rn- S� quero que voc� d� uma chupadinha!rnEu j� tinha imaginado aquele lindo pau na minha boca; mas precisava dar uma de inocente pro meu sogro:rn- Nunca fiz isso Sr. Hugo!rnEle me puxando pelo pesco�o me fazendo reclinar sobre seu colo:rn- N�o precisa querer fingir pra mim... Chupa logo meu pau antes que apare�a outro carro na estrada!rnImaginei que ele; nas investiga��es que fez sobre minha vida, n�o sei como podia ter descoberto que andei chupando pau de algum dos meus namoradinhos... Pra n�o deixa-lo nervoso segurei seu pau e com muito cuidado fui colocando a cabe�a roxa e brilhosa pra dentro da minha boca:rn- Isso putinha sem vergonha... Chupa! Chupa bem gostoso! Vai! Ooooooh!...rnQuando o ouvi suspirando com mais intensidade e imaginando que ele ia gozar, tentei tirar minha boca e ele segurando firme minha cabe�a:rn- Voc� vai engolir tudo sua puta... N�o deixe cair uma gota dentro do carro!rnEngoli uma grande quantidade; limpei seu pau com minha l�ngua e ainda lambi meus bei�os. O restante da viagem fiz olhando a paisagem pela janela; evitando olhar pra ele.rnSabia que estava andando em uma corda bamba; mas resolvida a dar continuidade aos meus objetivos idealizei ser uma boa esposa pro Gabriel e uma puta bastante safada pro meu sogro. N�o deixei nada me abalar e tive uma festa inesquec�vel de casamento. Na lua de mel (Salvador ? Bahia), Gabriel ficou todo bob�o ao ver seu pau sujo de sangue ao tirar minha virgindade. Foram duas semanas sendo fodida todos os dias e gozando feito uma desvairada. Muitas vezes ficava imaginando ao inv�s de ser o Gabriel em cima de mim, ser meu sogro fodendo minha buceta... Ficava doida pra voltar s� pra ver o que ia acontecer dali pra frente. rnFoi meu sogro quem nos buscou no aeroporto de confins ? Minas Gerais; e enquanto Gabriel foi at� o toalete meu sogro me deu uma arrochada; abra�ando-me com for�a e com um leve sorriso no rosto:rn- Senti sua falta; cachorrinha!...rn- Tamb�m senti saudades...!rn- Agora est� tudo livre; n�o �?rnSabia que ele perguntava sobre minha virgindade; eu rindo:rn- � claro... O Gabriel fez tudo direitinho; hihihihihi!rnE olhando descaradamente pro seu rosto:rn- Oh! S� n�o vou querer magoar o Gabriel... Vamos ter que ter muito cuidado; ok?rnO combinado foi de ficarmos na fazenda at� que Gabriel conseguisse um bom apartamento na cidade... Era exatamente esse o grande perigo; eu e meu sogro ficarmos t�o pr�ximos. rnNo segundo dia; logo bem cedo, quando ouvi Sr. Hugo pedindo pro Gabriel levar minha sogra pra uma consulta m�dica na cidade; que estava apenas um pouco indisposta, e imaginando que ele iria querer que eu fosse junto:rn- Vai meu amor... Vai que eu vou ficar pra ir adiantando o almo�o pra sua m�e.rnMinha sogra era quem sempre cozinhava na fazenda. Ainda de camisola, estava na pia lavando as vasilhas do caf� quando meu sogro veio me agarrando por tr�s e beijando meu pesco�o:rn- Oh minha eguinha gostosa; hoje voc� vai ser todinha minha!rnSem parar de beijar meu pesco�o foi levantando a camisola e puxando a calcinha pra baixo:rn- Calma Sr. Hugo... Calma que vamos ter bastante tempo!rnEle tirando seu pau pra fora enquanto eu ia terminando de tirar minha calcinha:rn- N�o vejo a hora de meter nessa sua bucetinha que deve ainda estar muito apertadinha!rnEncostei-me na pia empinando meu traseiro... Tamb�m estava louca pra sentir aquela enorme pica na minha buceta:rn- Ent�o vem Sr. Hugo... Vem enfiar esse pau gostoso na minha xoxota!rnMeu sogro parecia um cavalo querendo meter logo na �gua... Desesperado foi logo encostando e empurrando tudo at� encostar seu corpo na minha bunda:rn- Ooooh Deus! Mete! Me rasga toda com esse pau delicioso!rnEle dando de baixo pra cima violentas pirocadas na minha buceta que chegava fazer meus p�s sa�rem do ch�o:rn- Puta-que-pariu... Como � gostoso saber que estou fodendo na buceta da minha pr�pria nora!rnDebru�ada sobre a pia pra sustentar meu corpo; com minhas pernas totalmente bambas:rn- N�o para! N�o para! Vou gozar! vouuuuu goooozarrrrrr!!!!!rnMeu corpo vibrava gostoso num longo orgasmo quando senti gozando dentro da minha buceta... Foi t�o bom que simplesmente achei que n�o devia me preocupar com aquela enorme quantidade de porra que sa�da da minha buceta e escorria pelas minhas coxas. Ele me ajudando a tirar minha camisola:rn- Vai l� se lavar e vai pro seu quarto e me espere peladinha na cama!rnN�o demorou pra ele entrar no meu quarto e ficando totalmente nu deitando sobre meu corpo:rn- Voc� est� gostando de botar chifre no meu filho; n�o est�?rnEnquanto ele come�ava a chupar meus peitos:rn- A culpa foi do Sr. que me fez gostar... Mas prometo que vou deixar s� o Sr.; al�m do Gabriel!rnAssustei quando ele veio beijando minha boca:rn- Quero que voc� seja uma boa esposa pra ele; mas tamb�m goste desse seu sogro que � tarado por voc�!rnEu j� aceitando seus beijos na boca:rn- Eu amo voc�s dois... Pena que vamos ter que continuar escondendo de todo mundo!rnSem nenhum constrangimento, mamei na sua pica at� t�-la novamente grande e dura e ficando de quatro:rn- Vem agora na bundinha; vem! Estou sentindo falta do seu pau metendo no meu cuzinho!rnEle enterrando at� o talo no meu c� e socando com bastante viol�ncia:rn- Voc� � mesmo muito puta Vit�ria... Mas adoro ver que gosta de trepar comigo!rnSomente um ano depois � que mudamos pro apartamento da cidade e eu voltei a frequentar a faculdade. Ao descobrir que um dos meus professores; um coroa vi�vo e muito simp�tico morava no mesmo pr�dio que eu; e no mesmo andar, comecei a frequentar seu apartamento e l�gico a trepar direto com ele... Continuo sendo uma boa esposa que simplesmente gosta de ter amantes pra variar nas posi��es sexuais. rn rn

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