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DESEJO DE CORNO

DESEJO DE SER CORNO





Sou casado h� 8 anos, tenho agora 32 anos e minha esposa 28. Somos um casal muito bonito. Minha esposa � maravilhosa. Um tes�o de mulher. Com 1,72m, 59kgs, lindos seios (embora tamanho m�dio), uma linda buceta carnuda e uma bunda fant�stica. Mesmo ap�s tanto tempo de casado ainda morro de tes�o por ela.

Mas, sempre tive a fantasia de v�-la transando com dois ou tr�s homens. E, com o passar do tempo, contei-lhe minha tara. A princ�pio ela achou estranho. Como pode um homem querer ver sua mulher sendo possu�da por outros homens? Por�m, foi acostumando com a id�ia e at� mesmo ficando com muito tes�o quando, durante o sexo, eu fantasiava e ia relatando o que queria que os outros fizessem com ela. Sua buceta ficava encharcada, os biquinhos de seus seios ficavam durinhos, ela fechava os olhos e tamb�m viajava no desejo.

At� que um dia a convenci para colocarmos em pr�tica nossas fantasias. A minha exig�ncia era que fossem homens bem dotados, porque eu queria v�-la chupando rolas enormes e queria ver a buceta dela ficar bem arrombada. E tinha que ser homens desconhecidos. Ela aceitou minha condi��o, mas, imp�s outra, os homens teriam que ser bonitos e com corpos malhados. A princ�pio eu achei injusto, mas, meu desejo era maior que o ci�me.

Combinei que faria uma pesquisa na internet e procuraria an�ncios de homens que estivessem dentro de nossos padr�es. N�o foi dif�cil de encontrar. Ap�s algumas trocas de emails e fotos, selecionamos 3 felizardos que seriam os primeiros a participarem de nossa fantasia real. Eram todos rapazes bem sarados, com corpos bem definidos e principalmente, tinham rolas grandes e grossas. Um dos rapazes, inclusive era negro.

Tenho uma ch�cara no interior de SP, foi onde marcamos de nos encontrar. Chegada a data, eu e minha esposa est�vamos ansiosos. Parecia que as horas n�o passavam. Preparamos tudo, limpamos a piscina, arrumamos o quarto. Deixamos tudo impec�vel para esse dia.

Minha esposa havia levado uns lingeries lindos e um biqu�ni fio dental maravilho. Por volta das 9:45h chegaram nossos convidados. Eu havia solicitado que eles se encontrassem e viessem juntos, assim, seria mais f�cil recebe-los. Minha esposa estava com um shortinho jeans agarrad�ssimo, dava para ver o contorno de sua buceta carnuda. Ficamos à beira da piscina, conversamos um pouco, mas, a ansiedade era muito grande. Sugeri que entr�ssemos na piscina e pedi que eles colocassem roupas adequadas. Enquanto eles foram se arrumar, minha esposa tirou o shorts, estando com seu biqu�ni min�sculo, sua bunda estava toda à mostra. Quando os amigos voltaram, confesso que fiquei constrangido. Afinal, o volume em suas sungas me deixava com vergonha. Infelizmente n�o sou bem dotado. Tenho um p�nis tamanho m�dio, somente 17cm.

Entraram todos na piscina, ent�o, preparei uma caipirinha de vodka. Deram alguns mergulhos, divertiram-se um pouco na �gua. Chamei todos para perto, inclusive minha esposa. Enquanto tomavam suas bebidas perguntei se ningu�m queria dar in�cio às brincadeiras. Nesse momento, eles n�o perderam tempo, encostaram em minha esposa, que j� estava visivelmente excitada, e come�aram a alisa-la. Foi a� que falei para terem paci�ncia, era somente para alisar. Hummm, era fant�stico ver minha esposa no meio de tr�s homens, sendo apalpada de todos os lados. Ela que n�o � boba apalpava a todos tamb�m. Percebi que ela estava com muita vontade, j� estava enfiando a m�o por dentro da sunga dos nossos convidados. Todos n�s j� est�vamos com o tes�o à flor da pele, ent�o, convidei-os entramos para o quarto. Mandei minha esposa ir à frente e pedi que tomasse uma ducha. Enquanto ela caminhava, ficamos admirando aquela linda bunda. S� para provocar, ela se agachou fazendo de conta que iria pegar algo no ch�o e, ent�o, mostrou tudo o que aguardava nossos convidados. Que safada...

Logo em seguida meus convidados foram rapidamente tomar uma ducha tamb�m. Alguns minutos depois, fomos todos para o quarto. J� encontramos minha esposa deitada e vestida com um lindo lingerie preto (era meu predileto).

Para minha surpresa, minha esposa sugeriu que eu fosse amarrado sentado numa cadeira, deixando somente uma m�o livre. Ela explicou que era para evitar que eu ficasse com ci�me e cancelasse a divers�o. E tamb�m, n�o era para eu participar, s� tinha direito de me masturbar. Tudo bem, eu concordei. Realmente corria esse risco.

Nossos amigos trataram de me amarrar à cadeira conforme combinado. Como s�o gentis, n�o acham?

Foi a� que eles avisaram minha esposa que, a principio, iriam vendar seus olhos e amarra-la com as m�os para cima. Porque primeiro, eles queriam provoca-la bastante. Foi o que fizeram e, ent�o, come�aram a chupa-la. Um chupava seus seios que estavam durinhos, outro lambia sua bunda e outro chupava sua buceta. Ela s� gemia, gemia e se contorcia toda. Eu vendo essa cena morria de tes�o. Meu pau estava quase explodindo. Controlei meu tes�o somente acariciando levemente meu pau, sen�o, eu sabia que j� iria gozar.

Depois de chupa-la muito eles a soltaram, desamarraram e tiraram a venda dos olhos. Logo um deles puxou a cabe�a de minha esposa de encontro ao seu pau. Nossa, era um exagero perto do meu. Era muito grande e grosso, tinha uma cabe�a enorme, parecia um cogumelo gigante. Minha esposa n�o perdeu tempo. Abocanhou aquela rola com uma tremenda vontade. Parecia que estava morrendo de fome. Os outros continuaram chupando-a. Um tinha se deitado por baixo dela e chupava sua buceta. O outro, lambia sua bunda arrebitada e apalpava seus seios. Eu j� n�o estava mais aguentando de tanto tes�o. Foi nesse momento que gozei pela primeira vez. Um deles vendo isso me perguntou: - O corninho est� gostando de ver sua esposa chupando minha rola? Tive que ser sincero, respondi que estava adorando...

Ent�o, para me deixarem mais feliz os outros dois tamb�m trouxeram suas rolas perto do rosto da minha amada e come�aram a brincar de revezamento. Coitada, ela nem conseguia parar para respirar, mal tirava uma rola da boca j� tinha que engolir outra. Nessa hora ela implorou que enfiassem uma rola na sua buceta. Nossos amigos s�o muito obedientes. O rapaz que tinha o pau com a cabe�a de cogumelo gigante foi rapidinho cumprir seu desejo. Ele foi por tr�s e abriu bem as pernas dela. Lentamente come�ou a empurrar a cabe�a para dentro. Minha esposa teve que tirar o pau que tinha na boca e deu uma gemida mais alta. Afinal, n�o estava acostumada com esse tamanho exagerado. Eu ia assistindo aquele cassete enorme e grosso sumindo aos poucos dentro de minha amada. N�o resisti, gozei novamente...

Minha esposa, que estava com a buceta totalmente encharcada de tes�o pediu para o rapaz socar com for�a. Pra que? O rapaz como sempre obediente come�ou a socar com for�a e bem r�pido, a coitada s� gemia, cada vez mais alto. Certamente deve ter gozado v�rias vezes naquela rola. Mesmo assim os outros dois n�o davam tr�gua, continuavam puxando sua cabe�a de encontro ao pau deles. Que maldade...

Eles come�aram a revezar, cada instante era uma rola diferente dentro da bucetinha dela. Assim sendo, eu pedi para que gozassem em sua boca. Eu queria v�-la mamando aqueles cacetes at� jorrarem em seu rosto. Enquanto ela mamava tamb�m ia sendo ainda mais arrombada pelos outros.

Que maravilha, como � lindo ver minha esposa com uma rola enfiada na boca e outra enterrada na buceta. Parecia uma puta... N�o demorou muito o primeiro gozou, era jatos e jatos inundando sua garganta e lambuzando sua face. Veio o segundo, o famoso cabe�a de cogumelo, minha amada continuou seu �rduo trabalho. O rapaz logo gozou, escorria at� pelos seus seios. Ela estava toda lambuzada. O terceiro, que era o negro, preferiu se concentrar na bucetinha, continuou fudendo com for�a e cada vez mais r�pido, parecia que queria fazer entrar at� as bolas. Tadinha. O negro era o que tinha o pau maior. N�o era t�o grosso quanto os outros, mas era muito grande. (Minha esposa confessou-me depois que parecia que a rola do negro ia entrar no seu �tero, ela sentia as estocadas da cabe�a bem ao fundo – que maldade). Ap�s v�rias socadas finalmente o rapaz gozou. Ele e ela gemiam e gritavam alto. N�o era para menos. Era muito tes�o. Ficaram os quatro deitados na cama, com cara de felicidade. Minha amada parecia a mulher mais feliz do mundo. Como � safada...

Solicitei que me desamarrassem. Fui atendido, afinal, j� tinham acabado a �rdua tarefa de arrombarem minha esposa. Fui conferir, pedi à minha amada que ficasse de quatro para eu ver como estava sua bucetinha. Hummmm, coisa linda, estava bem arrega�ada. O que eu n�o tinha feito em 8 anos nossos amigos fizeram em menos de uma hora. Ainda escorria o gozo dela e do negro de dentro de sua buceta. Eu abri os grandes l�bios s� para ficar admirando o rombo. Que cena magn�fica.

Ap�s alguns minutos fomos tomar outra ducha, brincamos mais um pouco na piscina e, apesar do desejo de nossos amigos, minha esposa n�o aguentava repetir a dose. Por volta do meio dia, nossos amigos se foram. Ainda n�o repetimos a brincadeira, combinamos que far�amos novamente ap�s uns 3 meses. Nesse tempo ela seria somente minha. Assim, sua buceta poderia fechar um pouquinho e ficar pronta para ser novamente arrombada por novos amigos.

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