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O REENCONTRO 4O. DIA

Acordamos por volta das 08:00, como dormimos todos no mesmo quarto, houve uma certa bagun�a no banheiro pela manh�, mas resolvemos com muito bom humor, afinal de contas, ningu�m se importava em ser visto com mais ou menos roupa pelos outros.

Sa�mos pela varanda, e de dia o hotel era mais lindo ainda, havia um pequeno deck, em frente de cada bangal�, com uma jacuzzi, nossa varanda, assim como as demais, estava meio sujinha, mas nada que uma boa limpeza n�o resolvesse, solicitamos isso na recep��o antes de irmos tomar caf�.

O restaurante era lindo, e muito bem decorado, comemos uma excelente tapioca com queijo e retornamos ao quarto para trocar de roupa para aproveitarmos a praia e as piscinas. Dessa vez foi minha mulherzinha que escandalizou no bikine, ela colocou um micro que havia usado na Jamaica, e quando tirou a roupa na piscina chamou a aten��o de todos. Por onde ela andava chamava a aten��o, sabia disso e aproveitava. Jogou charminho pro barmam, pro animador da piscina, etc. Passamos um dia muito agrad�vel e absolutamente tranquilo, marcamos dois passeios para os dois pr�ximos dias, pelas dunas de buggy e no dia seguinte para a praia de pirangi com passeio de escuna e tudo mais. No final da tarde, retornamos ao bangal� e tudo estava em ordem, inclusive a jacuzzi, que praticamente reluzia, e decidimos ficar ali mesmo, aproveitando o resto do sol.

Sentamos os 4, aos casais, eu de frente para o Garreth ladeado por nossas esposas. N�o demorou muito e a Julia tirou a parte cima do bikine e para n�o ficar pra tr�s, minha mulherzinha ficou nua, tirou tudo, e colocou as pe�as ao lado da jacuzzi, eu olhei espantado para todos os lados, pois a varanda n�o era muito reservada, e a jacuzzi, ficava bem exposta, mas n�o havia ningu�m por perto e ela come�ou a falar em tom de brincadeira que queria ter descido um tobo�gua com um pauz�o na bucetinha ... que iria descer rebolando, e subindo e descendo, todos rimos bastante, principalmente quando ela come�ou a gesticular, a se movimentar e a gemer simulando uma descida pelo brinquedo com um pau na bucetinha. Apesar de ser brincadeira, eu fiquei de pau duro, e o tirei pra fora, ela viu meu pau e tirou minha sunga, atirando-a bem pra longe da banheira e passou a me punhetar, enquanto o Garreth e a loirinha olhavam a cena, ela sentou no meu pau, de costas pra mim, de frente pro Garreth, e chamou a Julia para descer com ela o tobo�gua, a loirinha veio engatinhando e come�ou a chupar os peitinhos da amiga enquanto tocava o clit�ris dela, e minha putinha rebolava no meu pau. Ela come�ou a gemer eu sentia a m�o da Julia tocar meu pau enquanto estimulava o clit�ris da amiga e chupava os peitinhos dela, o Garreth saiu da banheira e foi pegar uma m�quina fotogr�fica, e nos deixou a s�s, nisso, um casal, de um outro bangal�, que ia passando mais ao longe v� a movimenta��o e percebe o que est�vamos fazendo, alteraram um pouco o caminho e passaram mais perto, nisso o Garreth sai do quarto, e os convida à participar, eles recusaram e foram andando at� o bangal� deles, entraram no quarto, mas voltaram pouco depois, e ficaram ao longe, deitados na rede, olhando o que faz�amos.

A Julia tirou a parte de baixo do bikine e minha mulherzinha come�ou a tocar na bucetinha dela, ent�o a Julia for�ou a entrada da bucetinha da minha putinha com um dedo, junto com meu pau e come�ou a mexer. A sensa��o, que para mim j� era fant�stica, ficou melhor ainda, minha esposa rebolava e gemia e metia os dedos na amiga, a Julia chupava os peitinhos dela e acelerava o movimento do dedo dentro da buceta. Meu pau dividia o espa�o da bucetinha com os dedos da Julia, minha putinha deu sinais que ia gozar, pedindo pra mexer mais r�pido, eu e a Julia obedecemos, e ela come�ou a gozar, o Garreth fotografava tudo, ela falou que ia gozar novamente, e eu gozei dentro da bucetinha dela enquanto ela gozava pela segunda vez. O Garreth chamou mais uma vez o casal que nos assistia e eles novamente agradeceram e dispensaram o convite, ele aproveitou, tirou a sunga e disse que agora era a vez da Julia descer no tobo�gua. Ela sorriu e sentou no pau dele, minha putinha saiu de cima de mim e foi chupar os peit�es da amiga, enquanto ela cavalgava o Garreth, e al�m de chupar os peitos e enfiar o dedo na bucetinha da loirinha, minha esposa fazia o Garreth tirar o quadril da �gua e chupava a bucetinha da amiga enquanto ela tinha um pau entrando e saindo dela. A loirinha ficou desesperada, rebolava e gritava como uma louca, o Garreth reclamou que eu n�o estava tirando fotos, eu sa� da jacuzzi, completamente nu, peguei a c�mera e voltei, ainda a tempo de ver a Julia gozando e na sequencia de ver minha mulherzinha chupando um pau e uma buceta ao mesmo tempo, levar uma gozada na cara, deixar a porra escorrer, esfregar o rosto sujo de porra na bucetinha da amiga, e lamber tudo de volta, que cena mais excitante, ela n�o queria parar de chupar, a Julia e o Garreth se contorciam, e minha putinha continuava trabalhando, chupando a pica do Garreth a bucetinha da amiga e ainda enfiava os dedos dentro da bucetinha da outra. A Julia se contorcia inteira, come�ou a gritar, pedindo pra parar, mas teve o oposto, os movimentos foram acelerados e de repente ela recebeu um esguicho do orgasmo na Julia na cara, a loirinha gritava, e minha mulherzinha mexia com mais vontade, enquanto chupava a bucetinha lisinha e de repente, outro jato, bem menos intenso que o primeiro, fez a loirinha contorcer-se mais ainda tornando o trabalho de chupar e meter os dedos imposs�vel, minha putinha foi para o lado dela, enquanto ela solu�ava e tinha espasmos pelo corpo e beijou a amiga, misturando as l�nguas, o gozo do Garreth e o gozo da loirinha em uma s� boca, eu aplaudi, e o Garreth n�o sabia o que tinha acontecido, pois nunca havia visto uma ejacula��o feminina antes, achou que fosse xixi, e ficou meio confuso quando explicamos para ele.

A Julia confessou que nunca havia ejaculado antes, e demorou para acreditar que aquilo fosse realmente poss�vel, eles falaram que pensavam que era enrola��o de filme porn�, e tivemos de prometer que mostrar�amos à eles na internet antes do jantar, pois jantar�amos no pr�prio hotel. Tomamos banho, e sa�mos do bangal� para o restaurante, mas antes fomos at� a lan-house do hotel para mostrar à Julia e ao Garreth explica��es reais a respeito da ejacula��o feminina e comprovar que a rea��o da Julia era algo normal e muito prazeroso, incomum, � verdade, mas � o m�ximo de prazer que uma mulher consegue atingir.

Ap�s as devidas provas e in�meros risos e coment�rios, nos dirigimos ao restaurante, est�vamos quase terminando de jantar quando o casal que havia nos observado entrou no restaurante e para nossa surpresa eles nos cumprimentaram. A mulher devia ter algo em torno de 35 a 38 anos, era branca, com cabelos pretos e olhos verdes. Seios m�dios e quadril bem largo, com uma bunda acima do tamanho normal, devia ter algo em torno de 1,70m de altura e pesar uns 75Kg. O marido dela era moreno, com a pele cor de caf� com leite, cara meio de �ndio, cabelo curto e liso, da mesma altura dela e aparentava ser menos pesado que ela e ter algo em torno de uns 30 anos. Depois soubemos que ela era dentista e ele sargento do ex�rcito.

Terminamos o jantar e permanecemos na mesa, tomando uns drinks, e quando eles terminaram de comer n�s os convidamos para sentar-se conosco, e dessa vez eles aceitaram o nosso convite.

O papo rolou bem animado, n�s pergunt�vamos sobre eles e eles sobre n�s, ficamos sabendo que eles eram de Londrina, interior do Paran� e que estavam de f�rias, era o segundo casamento dela e o primeiro dele, ela reclamava um pouco do machismo dele, e a postura de soldado, pois apesar de ela ganhar BEM mais do que ele, ele tentava mandar em casa, mas sem muito sucesso e mais algumas outras intimidades, at� que o papo acabou sobre os acontecimentos da jacuzzi, onde eles confessaram que ficaram surpresos com a cena e que haviam nos achado muito bonitos, que ficaram com tanto tes�o, vendo a cena, que transaram na rede onde estavam, mas sem tirar os olhos de n�s. Perguntamos ent�o por qual motivo eles n�o haviam aceitado o convite e se juntado à n�s, e confessaram que ficaram surpresos e envergonhados, e que j� haviam ido em uma casa de swing, na cidade deles, em Londrina, mas que nunca haviam ficado com ningu�m. A Julia perguntou que se fosse agora se eles iriam, eles desabaram na risada e se esquivaram da resposta, sem dizer sim ou n�o. A conversa ficou mais picante e minha esposa os convidou para irem conosco no passeio de buggy no dia seguinte, j� insinuando que se eles recusaram o convite para ir na piscina, esse n�o poderia ser recusado. O Ricardo, sargento, marido da Cristine, disse que no dia seguinte eles iriam para pirangi e que o passeio de buggy seria no dia subsequente, exatamente o oposto da nossa agenda, mas a Cristine o corrigiu informando à ele que aquilo n�o era um quartel e que os planos poderiam perfeitamente ser alterados, e ganhou uma salva de palmas, o sargento ent�o n�o teve outra op��o, rendeu-se, levantou-se bateu uma contin�ncia, falou alto “SIM SENHORES”, disse que iria at� a recep��o trocar os passeios, deu um beijo na esposa e disse voltaria logo, mas esse logo demorou mais de meia hora, e enquanto ele n�o voltava a Cristine que falava ingl�s fluente, mas com sotaque brit�nico se soltou mais ainda. Quando o Ricardo voltou ele explicou o motivo da demora, pois trocar a dia do passeio at� a praia de pirangi havia sido f�cil mas encontrar um buggy dispon�vel fora muito dif�cil, mas que ele havia conseguido e recebeu aplausos pelo feito. Como j� era tarde, resolvemos ir dormir para estarmos bem dispostos para a manh� seguinte, assinamos a continha e voltamos andando aos bangal�s, o nosso ficava antes do deles, nos despedimos, e a Julia perguntou se eles n�o gostariam de ficar, eles recusaram educadamente e disseram um “quem sabe amanh�” com um sinal de que na noite seguinte, se fossem convidados aceitariam. Entramos no quarto e eles continuaram andando pelo gramado na dire��o do bangal� deles.



Assim que entramos no quarto eu tive a id�ia de exibir as nossas imagens filmadas em Fortaleza com os rapazes, pois ainda n�o as hav�amos visto, e todos aceitaram a sugest�o. Peguei a minha filmadora, liguei os cabos no aparelho de TV e ficamos deitados vendo as cenas. Os coment�rios iam acontecendo toda vez que havia altera��o de posi��o. Como minha filmadora havia ficado dentro de uma mala, somente o primeiro plano era vis�vel, e quem ficava longe aparecia meio fora de foco. O Garreth ent�o foi convocado para mostrar as cenas conseguidas pela c�mera dele, e quando as imagens foram exibidas, ficou claro que a filmagem da c�mera dele havia ficado muito melhor. Dava pra ver muito bem, minha putinha chupando o pauz�o do Fernando enquanto o Garreth metia nela e a Julia de p�, apoiada na c�moda, sendo comida pelo Gustavo e mais ainda, como a filmadora dele era totalmente digital, permitia dar zoom nas imagens isolando uma ou outra cena, o que nos fazia ter uma vis�o bem n�tida de tudo e de todos.

Naquele momento, a cena que mais chamou a nossa aten��o era a da minha esposa chupando o pau do Fernando enquanto o Garreth bombava por tr�s, ele deu um zoom e o rosto dela tomou toda a tela, com os olhos fechados, a v�amos passando a l�ngua no buraquinho da rola dele, as imagens foram colocadas em c�mera lenta, uma del�cia de cena, meu pau ficou duro na hora, eu o coloquei pra fora, e disse pra ela chupar como na TV, ela disse que queria ver as imagens, eu fiquei na m�o, at� que apareceu a cena dele gozando na cara e na boca dela e ainda ouv�mos ela exclamando na TV “del�cia” eu retruquei, ent�o me chupa del�cia !!!! Ela fez um n�o bem dengoso, eu falei que se ela n�o viesse me chupar, iria apanhar, ela falou pra que eu batesse nela, ent�o me ajoelhei na cama, coloquei meu pau perto do rosto dela e passei a bater nela com meu cacete, ela pedia pra eu bater mais, eu passei a usar a m�o e a falar que ela era uma puta safada e pra que chupasse meu pau, a Julia e o Garreth continuavam assistindo a TV, e ela passou a chupar meu pau com gosto enquanto recebia tapas no rosto com a minha m�o ou com meu cacete.

Quando olhei novamente para a TV, a imagem que vi foi o Garreth comendo o rabinho da Julia e eu comendo a bundinha da minha putinha, a imagem melhor a do Garreth e da Julia, ele ent�o deu um outro zoom, e enquadrou direitinho a bundinha dela, era n�tido o pau dele entrando e saindo do cuzinho da loirinha, e a voz que aparecia no fundo era da minha esposa, gritando pra que eu arrombasse o rabinho dela, aquilo me encheu de tes�o e comecei a gozar, ela recebeu o primeiro jato na boca e os dois restantes no rosto, ficando toda lambuzada de porra, enquanto ouv�amos os gritos dela vindos da TV, eu gozava nela e via o rabinho da Julia sendo comido pelo Garreth, uma delicia de cena, o Garreth disse que queria comer o rabinho dela novamente, e a loirinha respondeu que s� se fosse naquele momento, ele tirou a roupa dela, e a colocou de quatro, passou a lamber e a chupar o rabinho dela, enfiando a l�ngua e o dedo no rabinho dela, ela gemia, e ele falava que hoje somente iria meter no cuzinho dela .... j� que ela tinha ejaculado de tarde, a noite iria ser dele.

Minha putinha quando viu a cena, saiu da nossa cama e pulou para a cama deles, entrou por baixo da amiga e come�ou a chupar a bucetinha dela e elas come�aram um 69 com o Garreth ainda lambendo o cuzinho da Julia. Ficaram assim por algum tempo, as duas se lambiam e se masturbavam, e o Garreth come�ou a meter na bundinha da loirinha, ele bombava devagar e as duas j� aceleradas nos movimentos, minha putinha por baixo e a loirinha por cima. A loirinha chupava e enfiava os dedos na bucetinha da minha putinha, enquanto era chupada, recebia dedadas e ainda tinha o rabinho todo preenchido pela rola do namorado. Eu estava deitado e n�o sabia pra onde olhar, se pra cama ao lado ou pra TV, que estava mostrando minha mulherzinha sentada no pau do Fernando e recebendo o cacete do Alisson no rabo, gritando e tremendo de tes�o. As duas continuavam a se chupar e a se tocar, com o Garreth comendo o cuzinho da Julia, a cena na TV, mostrava minha putinha sendo comida por duas rolas ao mesmo tempo, e foi n�tido quando ela ejaculou, o l�quido escorria pelo cacete do Fernando, enquanto ele bombava de baixo para cima. Eu parei a cena, voltei um pouco e parei a exibi��o da imagem no ponto em que ela come�ou a ejacular, olhei para o lado e passei a observar os tr�s transando. O Garreth tirava o pau do cuzinho da Julia e dava pra minha putinha chupar, ela lambia o cacete dele e o enfiava novamente no rabinho da amiga, e voltava para chupar e meter os dedos na bucetinha da loirinha. A Julia ia ficando cada vez mais louca, era n�tido, aparentemente ela sentia mais prazer quando era chupada e masturbada por minha esposa do que com uma rola dentro dela. A loirinha come�ou a dar sinais de que ia gozar, parou de chupar minha putinha, fechou os olhos e come�ou a gemer, o Garreth acelerou os movimentos e minha esposa fez o mesmo com os dedos dentro da bucetinha da amiga e a l�ngua no clit�ris dela, o Garreth, neste momento, gozou no rabinho da namorada, a porra dele escorria e era lambida por minha putinha, enquanto a Julia tremia, ent�o aconteceu de novo ... ela come�ou a gritar e um jato forte de l�quido acertou em cheio o rosto da minha putinha, ela n�o teve como continuar, parou por alguns instantes e retornou a chupar e a mexer os dedos, o Garreth rolou para o lado delas, a porra dele ainda escorria e minha putinha enterrou de vez dois dedos na bucetinha da Julia, ela tremia com os olhos fechados, gritou novamente, e atirou-se de lado na cama, tendo espasmos e chorando de tes�o. Minha esposa a abra�ou carinhosamente, o Garreth levantou da cama deixando-as sozinhas, elas ficaram assim, abra�adas, por um bom tempo, at� que perceberam que n�o estavam sozinhas. O Garreth olhava meio incr�dulo, e eu fiz quest�o de mostrar, com orgulho, que a minha mulher tamb�m ejaculava, passei a cena, minha putinha exclamava como era delicioso, e a Julia quando viu minha mulher ejaculando, quis saber porque ela s� sentia isso com outra mulher e n�o com homens, come�ou a questionar se era l�sbica ou n�o, e foi tranquilizada por minha mulherzinha, quando ela falou que por ser mulher sabia exatamente onde tocar, e que ela ficasse tranquila, pois aquela fato n�o significava nada. Eu e o Garreth deitamos na mesma cama, as duas continuaram a conversar por muitas horas e eu e meu amigo pegamos no sono.

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