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O DIA QUE FUI UMA PUTINHA NO ONIBUS DE SP PRO RJ

Esse � meu primeiro conto, sou garota de programa, 23 anos, casada, carinha de santa, nao tenho um corpo perfeito nao , mas tenho muito tesao pra dar. E foi numa viagem a negocios pro rio de janeiro que aconteceu o que vou contar agora. Logo que entrei no onibus um homem aparentando uns 32 35 anos me chamou a aten��o, mesmo sem ser o numero da minha poltrona me sentei na poltrona do lado mas no outro corredor. O onibus esta quase vazio com apenas uma pessoa sentada bem a frente e uma familia com crian�as e tudo nos ultimos bancos e n�s no meio. J� passava das 22hs quando o onibus come�ou a andar. Logo que a viagem comecou ele puxou conversa pro meu lado, me ofereceu um copo de agua que eu logo aceitei, mas contudo fiquei me fazendo de dificil, entao conversinha vai, conversinha vem ( que durou mais de duas horas) e o onibus fez uma parada em resende eu acho.rs.

conversamos e tomamos caf� juntos e logo que entramos no onibus entreguei a eele um bilhetinho escrito assim ( '" vamos aproveitar melho o nosso tempo?") e entao rapidamente me sentei ao lado dele, ou melhor me joguei em cima dele e come�amos a nos beijar alucinadamente, emitindo alguns gemidos, e rapidamente ele j� foi apalpando meus seios, desabotoou minha cal�a e enfiou a m�o por dentro de minha calcinha e come�ou a massagear meu grelinho que a essa altura j� estava durinho e molhadinho de tanto tes�o. o suor ja escorria em nossos rostos quando eu pedi a ele que tirasse o pau pra fora, ele assim fez, colocou auqele pau que nao era um monstro de pau mas era de um tamanho delicioso que cabia direitinho na minha boca. Chupei aquele pau delicioso por varios minutos quando ele puxou minha cabe�a pra tras como se quisesse que eu o tirasse da boca, mas eu for�ei pra baixo e ele me fez engolir toda porra dele, estava quentinha e com um gostinho inconfundivel de tes�o. logo apos ter gozado, ainda com o pau duro eu me sentei na poltrona dele e j� sem a cal�a e a calcinha ele arreganhou bem as minhas pernas e mirou bem a cabecinha do pau dele na entradinha da minha buceta e com o dedo indicador esfregava freneticamente meu grelo. Deitou em cima de mim e com uma rapida estocada penetrou muna buceta ensopada. Ele gemia bem baixinho pra ninguem do onibus ouvir e me chamava de puta, vadia, biscate e lambia minha orelha, isso me deixava louca de tes�o. Ele nao parava de me fuder e pedi pra que ele mudasse de posi��o, entao fique de costas pra ele e empinei a bunda. o espe�o era pequeno pra ele me fuder em p� entao ele pediu pra que eu me deitasse de lado e eu atendi, me virei de lado e ele mirou e meteu bem no meu cuzinho. EU AMEI AKILO, ele nem me pediu, nem perguntou se eu queria e isso me fez sentor uma piranha de estrada. ele meteu muito no meu cu com movimentos rapidos, as vezes ia bem devagarinho como se quisesse que o pau dele saisse do meu cu e quando isso estava quase aocntecendo ele metia ate as bolas e come�ava tudo de novo. Isso ocorreu por quase uma hora, quando ele gozou no meu cu. Ele se sentou e eu pra disfar�ar fui conversar com o motorista pois o homem da familia que estava no fundo do onibus tinha se levantado pra ir ao banheiro e nos ouvimos um barulho e ficamos imoveis. Conversamos o motorista e eu por quase meia hora quando ele disse que iria dar uma parada de 2minutos s� pra beber agua o posto rodoviario e eu perguntei se poderia descer junto com ele. Ele disse que sim mas eu teria que ser r�pida no que iria fazer, eu dei uma risadinha e disse o que eu iria fazer poderia fazer ali mesmo, ele nao entendeu direio o que eu estava tentando dizer e eu o empurrei conta o onibus e lasquei um beijo na boca dele, a mesma boca que tinha mamado um pau apouco tempo atras agora beijava akela boquinha linda do motorista, ele se exitou rapidamente e eu senti seu pau crescer dentro da cal�a e ele me pegoupelo bra�o e me guiou ate o banheiro que ficava do lado de fora da policia rodoviaria. entramos no banheiro e ele muito rapidamente me botou de 4 no chao, tirou seu pau pra fora e me comeu a buceta que ja estava arreganhada pelo meu visinho de poltrona. eu rebolava muito no pau dele e ele rapidinho gozou - isso tudo nao durou mais do que 3 ou 4 minustos foi super rapido. Saimos do banheiro e ele me pediu que me sentasse no meu lugar pois ia come�ar a descer a serra e era perigoso eu ficar la na frente.

Eu assim fiz, quando voltei pro meu assento meu amiguinho de poltrona dormia como uma anjinho, nao vi aonde ele desceu - porque ele nao desceu na rodoviaria Novorio, mas se vc estiver lendo e for o meu amiguinho do onibus me escreva porque eu quero repetir a dose.... Ah e nao se esque�a de votar neste conto real

Bjos Michelly

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