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O MELHOR AMIGO DO MEU FILHO � PARTE 4

O Melhor Amigo do Meu Filho Cuida da Sua M�e



Meu nome � Karen, e minhas experi�ncias com meu filho Giba, seu amigo Rico e a m�e dele, Lu, foram relatadas pela Lu no conto anterior (O Melhor Amigo do Meu Filho – Parte 3).



Eu estava mal, deprimida, frustrada com o meu casamento e mais ainda com a minha total falta de vida sexual, at� que passei um domingo sensacional com os tr�s, com muita alegria, sexo, intimidade e prazer.



Eu e o Rico transamos muito, gostoso, e s� ent�o percebi o quanto sexo me fazia falta. Voltei a me sentir viva, mulher, pronta pra reconstruir e recome�ar um monte de coisas.



Claro, enquanto a gente transava eu via meu filho gozando loucamente com a Lu, e isso foi algo muito especial para mim: me senti mais liberada, independente, menos preconceituosa, mais pronta para tudo. E l�gico entendi que meu filho n�o era mais uma crian�a como as m�es pensam, mas um homem!



Decidi investir em reviver meu casamento. Lembrei de como eu gostava de sexo, como era criativa, como dava prazer para meu marido. E, claro, me lembrei como ele me comia, quase todo dia, como me chupava at� minhas for�as acabarem.



Mas isso tinha sido no come�o, quando nos casamos, nos primeiros anos. Agora meu marido s� pensava no trabalho, mal parava em casa entre as muitas viagens e eu at� desconfiava que ele tinha uma amante. Mas, como nosso anivers�rio de casamento seria no fim de semana seguinte, fiz com que ele prometesse passar em casa esses dias. Programei tudo: ir�amos a um restaurante, e depois a uma boate com m�sicas do nosso tempo. Depois, j� tinha reservado uma su�te em um motel 5 estrelas para o que eu tinha certeza seria uma noite inesquec�vel. Mal sabia eu o quanto seria mesmo inesquec�vel.



Na 6� feira que t�nhamos tudo isso planejado, meu marido chegaria do Rio no fim da tarde, e sair�amos l� pelas 9 da noite. Fui ao sal�o, arrumei o cabelo, fiz maquiagem e as unhas, enfim, me preparei para a noite especial. L� pelas 8 e meia escolhi minha roupa: uma calcinha preta super sexy, bem reveladora, um vestido preto decotado na frente e cavado nas costas, com fendas provocantes dos lados.



Fiquei nua em frente ao espelho, me examinando. Com quase 40 eu estava bem, fazia gin�stica e meu tipo f�sico me ajudava. Sou alta com quase 1,80m, magra, cabelos castanhos aloirados e olhos verdes. Meus seios pequenos eram duros e apontados para cima, as aur�olas e os bicos grandes, cor de rosa. A gravidez e amamenta��o praticamente n�o mexeram com eles, felizmente!



Meu busto e quadril eram perfeitamente proporcionais, minhas pernas longas e bonitas, e a minha marca registrada: os longos pelos pubianos, bem clarinhos, que eu n�o tirava de jeito nenhum. Virei de costas para o espelho e olhei com orgulho meu bumbum redondinho, durinho, sem nada de estrias. N�o resisti e o acariciei, passando a palma da m�o na n�dega e com meus dedos longos e finos passeando pelo reguinho. N�o teria erro nessa noite.



Vesti a calcinha e, um toque especial, uma cinta liga daquelas antigas. A cor preta da lingerie contrastava com minha pele clarinha e meus pelos estavam praticamente à mostra, j� que a calcinha pouco cobria.



Depois, o vestido que mostrava elegantemente meu colo e sensualmente as costas e pernas. O tamanho e firmeza dos meus seios dispensavam o suti�.



Por fim, calcei uma sand�lia de noite prateada, salto bem alto para arrebitar mais ainda minha bundinha.



Terminando de me vestir, olhei no rel�gio: n�o era poss�vel que ele fosse atrasar. Fui at� o quarto do meu filho e ele assobiou para me provocar quando desfilei para ele e fiz um rodopio. Falou que eu estava linda, irresist�vel.



A�, tocou o telefone. Atendi e era o meu marido, falando que havia tido um grande imprevisto: em vez de voltar a S�o Paulo estava indo para o Gale�o a caminho de Nova York, para resolver na matriz o problema de um contrato de muitos milh�es de d�lares. Pior que o desgra�ado nem disfar�ava a satisfa��o de se dedicar ao trabalho, me deixando em �ltimo plano, e disse que tinha certeza que eu entenderia e ficaria para a pr�xima.



“Filho da puta, viado, cachorro, ganancioso, insens�vel!”, desabafei ainda no quarto do meu filho. Gritei de raiva e sa� correndo para o meu quarto. Chutei os sapatos longe, arranquei o vestido e pulei na cama querendo morrer de �dio e frustra��o. Chorava de �dio, e meu filho veio ver o que era. Expliquei a ele entre solu�os, e ele se deitou ao meu lado para me abra�ar e consolar. Eu estava s� de calcinha e cinta liga, e achava que a nossa intimidade j� tinha chegado a um n�vel em que esse n�o era nenhum problema, mas percebi que ele olhou longamente minha virilha, que se destacava entre a calcinha e a cinta.



“Filho – eu disse – j� tem mais de um m�s daquele domingo na Lu, como nos divertimos, como foi bom, como gozei... eu tinha certeza que hoje teria mais, mas errei tudo. Meu destino � ser sozinha mesmo, sofrer sem amor e sem prazer.”



“M�e, eu estou aqui, adoro voc�, voc� n�o est� sozinha n�o!”



“Isso eu sei, mas n�o era esse amor que eu falava. Aquele dia foi �timo com o Rico, mas ele esta saindo com as meninas na idade dele, namorada, e claro que comigo foi s� tes�o da hora, que n�o pode dar em nada mesmo.”



Ele n�o disse nada, mas me abra�ou por tr�s, mais forte. Senti o calor do seu corpo contra o meu, praticamente nu. Me aconcheguei mais e senti sua ere��o se formando contra minha bunda. Estava t�o desapontada, desesperada, que me virei, o abracei e beijei longamente. Minha l�ngua buscava a dele, mordia seus l�bios, e ele correspondia. Senti sua ere��o total contra minha barriga.



Naquele outro dia eu o tinha visto nu, chupando e sendo chupado, metendo, mas claro que eu n�o tinha tocado nele. Vontade at� que tive, mas n�o fiz nada. Hoje, ele n�o escaparia.



Meti a m�o por dentro do cal��o dele, que estava sem cueca, e agarrei aquele pau comprido, especial. Enquanto isso ele chupava meus peitos, os mamilos duros como pedra, e ele mordia, lambia, punha quase que todo o meu seio na boca. Sua outra m�o desceu, passou pela cinta liga, pela meia, entrou na calcinha, e tocou minha xota. Eu j� estava molhada, quase aberta, pronta.



“M�e, como voc� � gostosa aqui, esses pelos s�o demais!”. “S�o pra voc�, meu bem. Vem, me chupa, querido.” Ele arrancou s� a minha calcinha e caiu de boca. Abriu meus l�bios inchados com as duas m�os e meteu a l�ngua, chupou, lambeu e mordiscou meu grelo, enfiou um dedo procurando meu ponto G. A Lu tinha ensinado bem as coisas pra ele.



Alternava for�a e delicadeza, o grelo, os l�bios e a vagina, por fora e fundo, enfiou um dedo, dois, e comecei a gozar enquanto ele continuava chupando e com a m�o acariciava meu peito. Quando relaxei, ele se deitou ao meu lado, me abra�ou, e continuou acariciando meus seios, meu persco�o. Sua ere��o era total, l�gico.



Eu o deitei e comecei a chup�-lo. Que cabe�a deliciosa, que pau comprido, por mais que eu pegasse com as duas m�os ainda sobrava pica. Lambi, engoli, mordisquei, chupei por um temp�o, mas n�o queria que ele gozasse na minha boca. Eu o queria dentro de mim.



Como ele estava deitado, eu me sentei sobre ele, levantei o corpo, segurei o cacete e pincelei a entrada da minha boceta. Eu estava melada, aberta, mais que pronta. Coloquei a cabe�a e fui descendo lentamente, me acomodando, at� que senti aquela vara toda dentro de mim. Parecia que estava dentro da barriga, sentia at� umas fisgadinhas no �tero. Mas estava bom, muito bom, e comecei a mexer, para cima e para baixo, devagar, mais r�pido, loucamente. Ele me olhava de boca aberta, via o seu pau entrando na minha boceta destacada no meio da cinta liga, com as m�os cobria e apertava meus peitos, levantava o seu p�lvis para meter ainda mais fundo em mim.



N�o demoramos muito e gozamos quase juntos, senti minha boceta inundada, porra escorrendo, ele ainda fundo em mim. Deitei sobre o corpo dele e nos beijamos longamente, com paix�o. Em seguida, deitei ao seu lado e pedi para ele ficar comigo à noite.



Adormecemos. Acordei no meio da noite, est�vamos deitados de conchinha e senti sua ere��o contra minha bunda. Que vigor essa juventude. Me deu um arrepio, lembrei que quando tinha quase a idade dele n�o queria perder a virgindade, e para n�o perder o namorado, comecei a fazer anal. Aprendi a relaxar, a gozar gostoso, de um modo diferente do vaginal, mas muito bom tamb�m. E tudo isso pra guardar a minha virgindade que acabei entregando pro filho da puta do meu marido. E, pior ainda, meu marido n�o gosta de sexo anal, tem nojo, e nunca nem tentamos. Que raiva!!!



Lembrando disso, senti uma coceirinha, e resolvi: o filho da puta iria ser corno mais uma vez, para o pr�prio filho e dessa vez no meu cu. Ajeitei mais minha bunda contra ele, agasalhando a cabe�a da sua vara, e logo ele acordou. Sentiu o que eu estava fazendo, e me abra�ou de novo por tr�s. “Voc� acha a minha bundinha bonita, meu bem?” “Claro, m�e, � demais: gostosa, durinha, redondinha, por que?” “Quer comer a minha bunda, meu anjo?” “L�gico, faz muito tempo que quero experimentar.” E senti seu pau ficar ainda mais duro e pressionar um pouco mais o meu cu.



“S� que n�o � assim n�o, tem que ir devagar, deixa eu te ensinar.” Levantei e busquei no banheiro um vidrinho de �leo da am�ndoas, claro que com o frouxo do meu marido eu n�o precisava de KY. Me deitei de costas e pedi para ele primeiro acariciar minha boceta devagarzinho, e depois me chupar, pra relaxar bem e aumentar o tes�o. Antes de gozar, me controlei e pedi para ele parar. Queria manter o tes�o no m�ximo para gozar atr�s.



Passei um pouco de �leo no dedo m�dio dele, um pouco no meu rego e no meu cu, e pedi: “Vai enfiando bem devagarinho, pra abrir um pouco.” Ele foi, primeiro meio afobado, muito r�pido, mas eu fui falando e logo ele pegou o jeito. Quando o m�dio j� entrava e saia f�cil, passei mais �leo e pedi para por o indicador tamb�m. Ele j� estava com mais jeito e, devagar, l� estavam os dois dentro de mim. Estava morrendo de tes�o, de vontade, ainda mais sentindo sua vara quente babando contra a minha coxa.



Passei bastante �leo no seu cacete, ao longo de todo ele e com especial aten��o na cabe�a proeminente que iria abrir o caminho. Ele parecia explodir de duro e grande. Virei, fiquei de quatro na posi��o que eu mais gosto pra dar a bunda, abaixei o peito contra a cama e me empinei toda. Ele entendeu e se posicionou. “Meu bem, voc� s� firma na entradinha que no come�o eu fa�o, ta?” Ele ajoelhou, segurou seu pau e colocou na portinha. Bem devagar, eu me mexia para tr�s, fui metendo, saia, voltava, at� que o reflexo foi maior e ele come�ou a for�ar, enfiar mais. “Espera a�, vai devagar... e coloca um dedinho na minha boceta.” Com o est�mulo na boceta fui relaxando mais e mais, at� que senti seu saco, suas bolas batendo na minha bunda. Aquela vara toda estava no meu cu!



Comecei a mexer, devagar, depois mais r�pido, quase tirando tudo, voltando. Da� pedi pra ele me segurar pela bunda e meter sem d�, pra fazer do jeito que ele tinha vontade, que eu j� estava relaxada. Na hora ele me agarrou forte e come�ou a bombar. Quase sa�a todo, e metia tudo forte, batendo seu corpo contra a minha bunda, fazendo barulho. Estava uma delicia, melhor que na boceta porque n�o tinha aquele inc�modo no �tero com um cacete daquele tamanho.



Continuamos assim, ele bufando cada vez mais, at� que percebi que faltava pouco e comecei a me estimular com a m�o, um dedo dentro da boceta e outro mexendo nos l�bios e no grelo. Segurei um pouquinho at� perceber que ele quase estava no ponto, e comecei a gritar: “Isso, meu bem, enraba a m�e, come meu cu, mete esse caralh�o gostoso em mim, me arromba, mete, mete tudo...”



Sei que nenhum homem resiste a isso, e ele come�ou a gozar, mais e mais. Eu me soltei de vez, acelerei meu dedo na boceta e tamb�m gozei intensamente, parecia que n�o tinha mais fim. Aquele caralho especial enfiado todo no meu cu, que n�o tinha sentido nada em quase 19 anos, era uma sensa��o especial.



Logo ele foi tirando com cuidado, e falei pra ele se lavar. Voltamos a dormir abra�adinhos, at� que umas horas depois acordei com ele tentando penetrar minha boceta de novo. Trepamos a noite toda, chupamos, gozamos, eu quis levar no cu mais uma vez, perdi a conta de quantos orgasmos tivemos.



De manh�, sa� devagarzinho da cama para n�o acord�-lo e fui tomar banho. Fiquei um temp�o debaixo do chuveiro quente, sentindo a �gua batendo em meus mamilos sens�veis, ainda duros de tanto serem chupados. Lavei a boceta sentindo como estava inchada, at� meio dolorida, nem parecia mais a minha. E, claro, senti aquele desconforto do cu, com o bico meio pra fora, meio raladinho, mas iria passar logo.



Mas me senti realizada, mulher de novo, e na segunda feira procuraria o advogado para o meu div�rcio. Por enquanto, meu filho e o Rico dariam conta das minhas vontades, mas me senti viva de novo, entendi o quanto precisava e gostava de sexo, e homem n�o me faltaria!

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