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ESCRAVO DOS INSTINTOS 2�PARTE

Ol�, sou o Daniel e minha descri��o esta no conto Escravo dos Instintos (In�cio).

Depois dos fatos narrados no 1� conto eu passei meses deliciosos (um ano mais ou menos). Sempre q meu primo e eu pod�a-mos, n�s nos encontr�va-mos para (como eu chamo, sonhadoramente) fazer amor.

Mas nem tudo era perfeito. Eu estava sempre arrebatado, querendo que nos desp�sse-mos e querendo acarici�-lo mas, para minha frustra��o, ele nunca tirava a roupa. Com muito custo me deixava enfiar a m�o por baixo da camisa e acariciar seu peito ou suas costas. Ele s� acariciava minha nuca e puxava meu cabelo, me deixando louco e dava tapas ñ muito fortes no meu rosto me chamando de "putinha" (o que eu adorava!). Ele me dizia p tirar a roupa q ele tamb�m ia tirar. Eu sabia que ele estava mentindo mas eu fingia ser enganado para poder ficar nu na frente dele. Por fim ele nem precisava mais me mandar tirar pois quando fechava-mos a porta do quarto, se ñ tinha perigo de ser-mos interrompidos, eu j� tirava toda a roupa e me ajoelhava na sua frente sedento para saborear aquele pau maravilhoso. Ele nunca me contava nada mas eu lhe abria meu cora��o contando tudo o que eu gostava e mostrando p ele minhas fotos picantes, algumas at� que eu mandava pela net atrav�s de chat. Talvez um ano depois aconteceu o que at� hoje ñ sei se foi o grande desastre da minha vida ou a melhor coisa q me aconteceu.

minha irm� mais velha estava na �poca namorando um sacana que ñ ia muito com a minha cara. Chamava-se Claudio. Os dois viviam brigando e voltando. Um dia ele ficou de trazer o carro da minha irm� e deixar em casa, ele estava com as chaves de casa. Ele entrou e eu estava no meu quarto com meu primo, confiando q est�va-mos a s�s. Ele deve ter ouvido algo pois chegou na porta e a abriu silenciosamente. Meu primo estava sentado na beirada da cama e eu ajoelhado no ch�o entre suas pernas, nu e de costas p a porta, chupando seu pau e gemendo com a boca cheia. Ñ sei quanto tempo Claudio p�de apreciar aquela cena at� que meu primo o visse e me afastasse bruscamente me fazendo protestar, sem entender: -N�o! Quero mais! Nisso meu cora��o pulou pois ouvi Claudio gargalhar atr�s de mim uma gargalhada de puro desprezo e ironia. Eu quis come�ar a chorar e s� conseguia balbuciar: -Por favor Claudio, por favor... e meu primo correu pela porta afora e desapareceu. Nunca mais tivemos nenhuma intimidade depois disso.

Tentei seguir Claudio implorando, mas ele rindo-se, foi embora. Passei dias apavorado com a possibilidade de ele contar à minha m�e.

Um m�s depois ele armou uma maldade comigo. enquanto eu estava fora ele pediu para minha irm� p usar meu micro. Como s� eu usava minhas fotos ñ estava protegidas e ele ñ teve trabalho p encontr�-las e copi�-las.

Da� alguns dias ele me ligou e disse: -Daniel, venha aqui em casa que eu quero te mostrar algumas fotos. Meu cora��o deu um pulo, como que com uma premoni��o. Nem me passou pela minha cabe�a recusar e aceitei. Chegando l� ele me recebeu com um sorriso sarc�stico no rosto que eu ñ conseguia encarar, tr�mulo e envergonhado q eu estava. Resumindo: ele me mostrou as minhas fotos e me amea�ou: -Se me der qualquer motivo eu mostro isso p sua m�ezinha e p seus amigos tamb�m, seu veadinho! Eu, apavorado implorei: N�o, por favor mas ele s� riu. Eu fugi p casa chorando.

Uma semana depois ele e minha irm� tinham brigado e ele estava furioso. Ligou p mim e disse: Vem aqui hoje à noite e nem pense em faltar!

Chegando l� ele me mandou entrar. Seu PC estava ligado e na tela estava uma foto q me mostrava de quatro com as m�os abrindo minhas n�degas e olhando p a c�mera com cara de safado. Eu corei e fiquei ali, em p�, tr�mulo e com os olhos baixos. -Vai fazer tudo o q eu disser? Perguntou. N�o consegui responder.

- Hein vagabunda?!

-S-sim...

-Vire de costas! Eu virei.

-Agora abaixe as cal�as! Ele precisou repetir a ordem v�rias vezes at� eu conseguir entender. Tentei protestar mas ñ foi poss�vel. Obedeci.

-Passe a m�o na bunda! Vai logo, porra! Obedeci novamente com os olhos cheio de l�grimas.

-Agora olhe para mim. Ajoelhe-se! Ordenou. Novamente eu obedeci.

Ele tirou o pau p fora da cal�a e come�ou a masturbar bem lentamente. Esta quase totalmente ereto. Eu ñ conseguia tirar os olhos daquela tora at� que ele riu e eu percebi que meu pau estava duro tamb�m! Procurei esconder mas ele mandou: - Vem c� veadinho! Eu me aproximei de joelhos morrendo de vergonha e ele finalmente me mandou chup�-lo. Eu estava hipnotizado sem saber o porqu� de eu estar obedecendo mas sem conseguir agir de outro jeito. Ele agarrou minha cabe�a e for�ou o pau na minha boca me fazendo engasgar. Ele riu e for�ou de novo, novamente engasguei com os olhos enxergar por causa das lagrimas. -Tire toda roupa. Eu n�o podia parar de obedecer. Chupei ele por um tempo e quando olho para cima, um susto: Ele estava com uma c�mera na m�o, eu nem tinha visto de onde ele a tirou. Quis recuar mas ele me segurou pelo cabelo e esbravejou: - Chupa cadela! Meu tes�o tinha desaparecido mas continuei a obedecer at� que percebi o gozo chegando. Ele aproximou ainda mais a c�mera e filmou a hora que seu gozo inundou minha boca escorrendo um pouco pelos cantos. Afastei a cara limpando a boca sem poder ver nada por causa das l�grimas mas ele continuou me amea�ando: -Agora bate uma punheta, veadinho, sen�o... j� sabe.

Para minha surpresa, meu pau estava duro de novo. Completamente confuso com o rosto banhado de lagrimas eu deitei no ch�o e me masturbei. Ele mandou eu me masturbar com uma m�o e com a outra acariciar meu �nus, abrindo as pernas e me expondo escandalosamente. Eu cerrava os olhos p ñ ver aquele vil�o que, em p� sobre mim, filmava cada momento da minha humilha��o.

Quando gozei, esguichando no meu peito e na cara fiquei no ch�o, largado. Assim q minha exita��o sumiu eu me dei conta da loucura q tinha feito. Sem conseguir encar�-lo nem uma vez eu coloquei minha roupa e corri, envergonhado, porta afora sem que ele tentasse me impedir. (Continua...)

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